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Seu olhar melhora o meu
Por Ivonete Dezinho
Após dois meses do início do ano letivo, escrevo este texto rodeada de papéis espalhados sobre a mesa: planilhas, tabelas, gráficos, relatórios, resultado da avaliação diagnóstica e de muitas dúvidas. Como planejar os próximos passos?
O primeiro passo é retomar suas anotações. No meu caso, vi como as dinâmicas de acolhimento e diagnóstico me permitiram conhecer melhor os alunos, coletar informações pessoais, conhecer suas preferências, sonhos e expectativas. Com isso em mãos, tracei um perfil de cada turma.
Ao tabular as informações das avaliações iniciais e levantar os conteúdos que meus alunos do 8º e 9º ano dominavam e suas respectivas dificuldades, confesso que fiquei bem preocupada. Os dados obtidos só evidenciaram como o ensino remoto aumentou as dificuldades em Matemática.
Questionei-me se seria possível trabalhar as habilidades, determinadas pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC), para cada ano ou se deveria começar por aquelas que estavam previstas nos anos que cursaram de forma não presencial. A minha impressão é que as noções básicas de álgebra, geometria, estatística e probabilidade, os conjuntos numéricos e as operações precisavam ser retomados.
Foi nesse momento de reflexão que me lembrei da semana pedagógica, que aconteceu na última quinzena de fevereiro em minha escola, com o tema “Seu olhar melhora o meu”. Na época, refletimos sobre a pergunta qual olhar precisamos ter para nossos estudantes no ano 2022? A maioria disse “olhar de acolhimento, de escuta, de sensibilidade, de respeito, de empatia, de paciência.”
Sempre tivemos um olhar especial para os alunos. Neste ano, em especial, ele deve contemplar não apenas o cognitivo da turma, mas também aspectos emocionais.
Por isso, devemos pisar no freio, respirar e dar espaço para saber como nossos alunos estão depois de longo período de pandemia, no qual muitos perderam entes queridos ou não tiveram acesso à internet para acessar as aulas. O acolhimento, a escuta, o respeito, a empatia e a paciência são necessários para que o processo de ensino aconteça. Assim, aos poucos, as habilidades essenciais de cada componente serão desenvolvidas.
Temos uma grande preocupação de dar conta de todos os conteúdos previstos, cumprir ementas curriculares, planejamentos, desenvolver habilidades essenciais. Somos cobrados por isso. No entanto, acredito que este ano o nosso olhar deve ser aquele que transmite acolhimento e respeito às questões emocionais, sem deixar de lado uma atenção cuidadosa comas aprendizagens em defasagem.
Na minha escola discutimos como nosso olhar pode ajudar o do outro se enfrentarmos os problemas atuais com uma nova perspectiva coletiva e interdisciplinar. Não significa ignorar as dificuldades, mas garantir que os alunos se expressem de forma oral, escrita e artística. Cabe a nós, professores, planejar ações conjuntas.
Através do nosso olhar, enxergamos quais são as dificuldades socioemocionais e cognitivas dos nossos estudantes. A partir delas, podemos planejar intervenções e encontrar, em parceria com os demais professores e a gestão escolar, caminhos para recompor as aprendizagens.
Por aqui, sigo nessa perspectiva. Trabalho as habilidades determinadas para cada ano e reviso conteúdos anteriores quando percebo dificuldades dos alunos.
Existe muito significado no ato de recomeçar, pois nunca partimos do zero. A beleza do processo está exatamente na metamorfose, em acreditar que o melhor ainda está por vir. Por isso, não tenha medo de tentar algo novo. Ele é um sentimento muito pequeno diante de todas as possibilidades que podemos proporcionar aos nossos estudantes. Sigamos com mais coragem, força e com a certeza de que a cada amanhecer teremos uma oportunidade do recomeço.
(Disponível em: Revista Nova Escola – 03/05/2022 – https://novaescola.org.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica corretamente o núcleo do sujeito da forma verbal “aumentou” no período “Os dados obtidos só evidenciaram como o ensino remoto aumentou as dificuldades em Matemática.”
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Seu olhar melhora o meu
Por Ivonete Dezinho
Após dois meses do início do ano letivo, escrevo este texto rodeada de papéis espalhados sobre a mesa: planilhas, tabelas, gráficos, relatórios, resultado da avaliação diagnóstica e de muitas dúvidas. Como planejar os próximos passos?
O primeiro passo é retomar suas anotações. No meu caso, vi como as dinâmicas de acolhimento e diagnóstico me permitiram conhecer melhor os alunos, coletar informações pessoais, conhecer suas preferências, sonhos e expectativas. Com isso em mãos, tracei um perfil de cada turma.
Ao tabular as informações das avaliações iniciais e levantar os conteúdos que meus alunos do 8º e 9º ano dominavam e suas respectivas dificuldades, confesso que fiquei bem preocupada. Os dados obtidos só evidenciaram como o ensino remoto aumentou as dificuldades em Matemática.
Questionei-me se seria possível trabalhar as habilidades, determinadas pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC), para cada ano ou se deveria começar por aquelas que estavam previstas nos anos que cursaram de forma não presencial. A minha impressão é que as noções básicas de álgebra, geometria, estatística e probabilidade, os conjuntos numéricos e as operações precisavam ser retomados.
Foi nesse momento de reflexão que me lembrei da semana pedagógica, que aconteceu na última quinzena de fevereiro em minha escola, com o tema “Seu olhar melhora o meu”. Na época, refletimos sobre a pergunta qual olhar precisamos ter para nossos estudantes no ano 2022? A maioria disse “olhar de acolhimento, de escuta, de sensibilidade, de respeito, de empatia, de paciência.”
Sempre tivemos um olhar especial para os alunos. Neste ano, em especial, ele deve contemplar não apenas o cognitivo da turma, mas também aspectos emocionais.
Por isso, devemos pisar no freio, respirar e dar espaço para saber como nossos alunos estão depois de longo período de pandemia, no qual muitos perderam entes queridos ou não tiveram acesso à internet para acessar as aulas. O acolhimento, a escuta, o respeito, a empatia e a paciência são necessários para que o processo de ensino aconteça. Assim, aos poucos, as habilidades essenciais de cada componente serão desenvolvidas.
Temos uma grande preocupação de dar conta de todos os conteúdos previstos, cumprir ementas curriculares, planejamentos, desenvolver habilidades essenciais. Somos cobrados por isso. No entanto, acredito que este ano o nosso olhar deve ser aquele que transmite acolhimento e respeito às questões emocionais, sem deixar de lado uma atenção cuidadosa comas aprendizagens em defasagem.
Na minha escola discutimos como nosso olhar pode ajudar o do outro se enfrentarmos os problemas atuais com uma nova perspectiva coletiva e interdisciplinar. Não significa ignorar as dificuldades, mas garantir que os alunos se expressem de forma oral, escrita e artística. Cabe a nós, professores, planejar ações conjuntas.
Através do nosso olhar, enxergamos quais são as dificuldades socioemocionais e cognitivas dos nossos estudantes. A partir delas, podemos planejar intervenções e encontrar, em parceria com os demais professores e a gestão escolar, caminhos para recompor as aprendizagens.
Por aqui, sigo nessa perspectiva. Trabalho as habilidades determinadas para cada ano e reviso conteúdos anteriores quando percebo dificuldades dos alunos.
Existe muito significado no ato de recomeçar, pois nunca partimos do zero. A beleza do processo está exatamente na metamorfose, em acreditar que o melhor ainda está por vir. Por isso, não tenha medo de tentar algo novo. Ele é um sentimento muito pequeno diante de todas as possibilidades que podemos proporcionar aos nossos estudantes. Sigamos com mais coragem, força e com a certeza de que a cada amanhecer teremos uma oportunidade do recomeço.
(Disponível em: Revista Nova Escola – 03/05/2022 – https://novaescola.org.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica o número correto de pronomes no trecho a seguir: “Na minha escola discutimos como nosso olhar pode ajudar o do outro se enfrentarmos os problemas atuais com uma nova perspectiva coletiva e interdisciplinar.”
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O primeiro passo é retomar suas anotações. No meu caso, vi como as dinâmicas de acolhimento e diagnóstico me permitiram conhecer melhor os alunos, coletar informações pessoais, conhecer suas preferências, sonhos e expectativas. Com isso em mãos, tracei um perfil de cada turma.
Ao tabular as informações das avaliações iniciais e levantar os conteúdos que meus alunos do 8º e 9º ano dominavam e suas respectivas dificuldades, confesso que fiquei bem preocupada. Os dados obtidos só evidenciaram como o ensino remoto aumentou as dificuldades em Matemática.
Questionei-me se seria possível trabalhar as habilidades, determinadas pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC), para cada ano ou se deveria começar por aquelas que estavam previstas nos anos que cursaram de forma não presencial. A minha impressão é que as noções básicas de álgebra, geometria, estatística e probabilidade, os conjuntos numéricos e as operações precisavam ser retomados.
Foi nesse momento de reflexão que me lembrei da semana pedagógica, que aconteceu na última quinzena de fevereiro em minha escola, com o tema “Seu olhar melhora o meu”. Na época, refletimos sobre a pergunta qual olhar precisamos ter para nossos estudantes no ano 2022? A maioria disse “olhar de acolhimento, de escuta, de sensibilidade, de respeito, de empatia, de paciência.”
Sempre tivemos um olhar especial para os alunos. Neste ano, em especial, ele deve contemplar não apenas o cognitivo da turma, mas também aspectos emocionais.
Por isso, devemos pisar no freio, respirar e dar espaço para saber como nossos alunos estão depois de longo período de pandemia, no qual muitos perderam entes queridos ou não tiveram acesso à internet para acessar as aulas. O acolhimento, a escuta, o respeito, a empatia e a paciência são necessários para que o processo de ensino aconteça. Assim, aos poucos, as habilidades essenciais de cada componente serão desenvolvidas.
Temos uma grande preocupação de dar conta de todos os conteúdos previstos, cumprir ementas curriculares, planejamentos, desenvolver habilidades essenciais. Somos cobrados por isso. No entanto, acredito que este ano o nosso olhar deve ser aquele que transmite acolhimento e respeito às questões emocionais, sem deixar de lado uma atenção cuidadosa comas aprendizagens em defasagem.
Na minha escola discutimos como nosso olhar pode ajudar o do outro se enfrentarmos os problemas atuais com uma nova perspectiva coletiva e interdisciplinar. Não significa ignorar as dificuldades, mas garantir que os alunos se expressem de forma oral, escrita e artística. Cabe a nós, professores, planejar ações conjuntas.
Através do nosso olhar, enxergamos quais são as dificuldades socioemocionais e cognitivas dos nossos estudantes. A partir delas, podemos planejar intervenções e encontrar, em parceria com os demais professores e a gestão escolar, caminhos para recompor as aprendizagens.
Por aqui, sigo nessa perspectiva. Trabalho as habilidades determinadas para cada ano e reviso conteúdos anteriores quando percebo dificuldades dos alunos.
Existe muito significado no ato de recomeçar, pois nunca partimos do zero. A beleza do processo está exatamente na metamorfose, em acreditar que o melhor ainda está por vir. Por isso, não tenha medo de tentar algo novo. Ele é um sentimento muito pequeno diante de todas as possibilidades que podemos proporcionar aos nossos estudantes. Sigamos com mais coragem, força e com a certeza de que a cada amanhecer teremos uma oportunidade do recomeço.
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Assinale a alternativa que indica a correta função do termo sublinhado no período a seguir: “Foi nesse momento de reflexão que me lembrei da semana pedagógica, que aconteceu na última quinzena de fevereiro em minha escola”.
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Após dois meses do início do ano letivo, escrevo este texto rodeada de papéis espalhados sobre a mesa: planilhas, tabelas, gráficos, relatórios, resultado da avaliação diagnóstica e de muitas dúvidas. Como planejar os próximos passos?
O primeiro passo é retomar suas anotações. No meu caso, vi como as dinâmicas de acolhimento e diagnóstico me permitiram conhecer melhor os alunos, coletar informações pessoais, conhecer suas preferências, sonhos e expectativas. Com isso em mãos, tracei um perfil de cada turma.
Ao tabular as informações das avaliações iniciais e levantar os conteúdos que meus alunos do 8º e 9º ano dominavam e suas respectivas dificuldades, confesso que fiquei bem preocupada. Os dados obtidos só evidenciaram como o ensino remoto aumentou as dificuldades em Matemática.
Questionei-me se seria possível trabalhar as habilidades, determinadas pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC), para cada ano ou se deveria começar por aquelas que estavam previstas nos anos que cursaram de forma não presencial. A minha impressão é que as noções básicas de álgebra, geometria, estatística e probabilidade, os conjuntos numéricos e as operações precisavam ser retomados.
Foi nesse momento de reflexão que me lembrei da semana pedagógica, que aconteceu na última quinzena de fevereiro em minha escola, com o tema “Seu olhar melhora o meu”. Na época, refletimos sobre a pergunta qual olhar precisamos ter para nossos estudantes no ano 2022? A maioria disse “olhar de acolhimento, de escuta, de sensibilidade, de respeito, de empatia, de paciência.”
Sempre tivemos um olhar especial para os alunos. Neste ano, em especial, ele deve contemplar não apenas o cognitivo da turma, mas também aspectos emocionais.
Por isso, devemos pisar no freio, respirar e dar espaço para saber como nossos alunos estão depois de longo período de pandemia, no qual muitos perderam entes queridos ou não tiveram acesso à internet para acessar as aulas. O acolhimento, a escuta, o respeito, a empatia e a paciência são necessários para que o processo de ensino aconteça. Assim, aos poucos, as habilidades essenciais de cada componente serão desenvolvidas.
Temos uma grande preocupação de dar conta de todos os conteúdos previstos, cumprir ementas curriculares, planejamentos, desenvolver habilidades essenciais. Somos cobrados por isso. No entanto, acredito que este ano o nosso olhar deve ser aquele que transmite acolhimento e respeito às questões emocionais, sem deixar de lado uma atenção cuidadosa comas aprendizagens em defasagem.
Na minha escola discutimos como nosso olhar pode ajudar o do outro se enfrentarmos os problemas atuais com uma nova perspectiva coletiva e interdisciplinar. Não significa ignorar as dificuldades, mas garantir que os alunos se expressem de forma oral, escrita e artística. Cabe a nós, professores, planejar ações conjuntas.
Através do nosso olhar, enxergamos quais são as dificuldades socioemocionais e cognitivas dos nossos estudantes. A partir delas, podemos planejar intervenções e encontrar, em parceria com os demais professores e a gestão escolar, caminhos para recompor as aprendizagens.
Por aqui, sigo nessa perspectiva. Trabalho as habilidades determinadas para cada ano e reviso conteúdos anteriores quando percebo dificuldades dos alunos.
Existe muito significado no ato de recomeçar, pois nunca partimos do zero. A beleza do processo está exatamente na metamorfose, em acreditar que o melhor ainda está por vir. Por isso, não tenha medo de tentar algo novo. Ele é um sentimento muito pequeno diante de todas as possibilidades que podemos proporcionar aos nossos estudantes. Sigamos com mais coragem, força e com a certeza de que a cada amanhecer teremos uma oportunidade do recomeço.
(Disponível em: Revista Nova Escola – 03/05/2022 – https://novaescola.org.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando a formação do período composto, assinale a alternativa que indica o número de orações que compõem o período a seguir: “Temos uma grande preocupação de dar conta de todos os conteúdos previstos, cumprir ementas curriculares, planejamentos, desenvolver habilidades essenciais”.
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Após dois meses do início do ano letivo, escrevo este texto rodeada de papéis espalhados sobre a mesa: planilhas, tabelas, gráficos, relatórios, resultado da avaliação diagnóstica e de muitas dúvidas. Como planejar os próximos passos?
O primeiro passo é retomar suas anotações. No meu caso, vi como as dinâmicas de acolhimento e diagnóstico me permitiram conhecer melhor os alunos, coletar informações pessoais, conhecer suas preferências, sonhos e expectativas. Com isso em mãos, tracei um perfil de cada turma.
Ao tabular as informações das avaliações iniciais e levantar os conteúdos que meus alunos do 8º e 9º ano dominavam [A] e suas respectivas dificuldades, confesso que fiquei bem preocupada [B]. Os dados obtidos só evidenciaram como o ensino remoto aumentou as dificuldades em Matemática.
Questionei-me se seria possível trabalhar as habilidades, determinadas pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC), para cada ano ou se deveria começar por aquelas que estavam previstas [C] nos anos que cursaram de forma não presencial [D]. A minha impressão é que as noções básicas de álgebra, geometria, estatística e probabilidade, os conjuntos numéricos e as operações precisavam ser retomados.
Foi nesse momento de reflexão que me lembrei da semana pedagógica, que aconteceu na última quinzena de fevereiro em minha escola, com o tema “Seu olhar melhora o meu”. Na época, refletimos sobre a pergunta qual olhar precisamos ter para nossos estudantes no ano 2022? A maioria disse “olhar de acolhimento, de escuta, de sensibilidade, de respeito, de empatia, de paciência.”
Sempre tivemos um olhar especial para os alunos. Neste ano, em especial, ele deve contemplar não apenas o cognitivo da turma, mas também aspectos emocionais.
Por isso, devemos pisar no freio, respirar e dar espaço para saber como nossos alunos estão depois de longo período de pandemia, no qual muitos perderam entes queridos ou não tiveram acesso à internet para acessar as aulas. O acolhimento, a escuta, o respeito, a empatia e a paciência são necessários para que o processo de ensino aconteça. Assim, aos poucos, as habilidades essenciais de cada componente serão desenvolvidas.
Temos uma grande preocupação de dar conta de todos os conteúdos previstos, cumprir ementas curriculares, planejamentos, desenvolver habilidades essenciais. Somos cobrados por isso. No entanto, acredito que este ano o nosso olhar deve ser aquele que transmite acolhimento e respeito às questões emocionais, sem deixar de lado uma atenção cuidadosa comas aprendizagens em defasagem.
Na minha escola discutimos como nosso olhar pode ajudar o do outro se enfrentarmos os problemas atuais com uma nova perspectiva coletiva e interdisciplinar. Não significa ignorar as dificuldades, mas garantir que os alunos se expressem de forma oral, escrita e artística. Cabe a nós, professores, planejar ações conjuntas.
Através do nosso olhar, enxergamos quais são as dificuldades socioemocionais e cognitivas dos nossos estudantes. A partir delas, podemos planejar intervenções e encontrar, em parceria com os demais professores e a gestão escolar, caminhos para recompor as aprendizagens.
Por aqui, sigo nessa perspectiva. Trabalho as habilidades determinadas para cada ano e reviso conteúdos anteriores quando percebo dificuldades dos alunos.
Existe muito significado no ato de recomeçar, pois nunca partimos do zero. A beleza do processo está exatamente na metamorfose, em acreditar que o melhor ainda está por vir. Por isso, não tenha medo de tentar algo novo. Ele é um sentimento muito pequeno diante de todas as possibilidades que podemos proporcionar aos nossos estudantes [E]. Sigamos com mais coragem, força e com a certeza de que a cada amanhecer teremos uma oportunidade do recomeço.
(Disponível em: Revista Nova Escola – 03/05/2022 – https://novaescola.org.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa na qual a palavra “que” NÃO tenha sido empregada como pronome relativo.
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O primeiro passo é retomar suas anotações. No meu caso, vi como as dinâmicas de acolhimento e diagnóstico me permitiram conhecer melhor os alunos, coletar informações pessoais, conhecer suas preferências, sonhos e expectativas. Com isso em mãos, tracei um perfil de cada turma.
Ao tabular as informações das avaliações iniciais e levantar os conteúdos que meus alunos do 8º e 9º ano dominavam e suas respectivas dificuldades, confesso que fiquei bem preocupada. Os dados obtidos só evidenciaram como o ensino remoto aumentou as dificuldades em Matemática.
Questionei-me se seria possível trabalhar as habilidades, determinadas pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC), para cada ano ou se deveria começar por aquelas que estavam previstas nos anos que cursaram de forma não presencial. A minha impressão é que as noções básicas de álgebra, geometria, estatística e probabilidade, os conjuntos numéricos e as operações precisavam ser retomados.
Foi nesse momento de reflexão que me lembrei da semana pedagógica, que aconteceu na última quinzena de fevereiro em minha escola, com o tema “Seu olhar melhora o meu”. Na época, refletimos sobre a pergunta qual olhar precisamos ter para nossos estudantes no ano 2022? A maioria disse “olhar de acolhimento, de escuta, de sensibilidade, de respeito, de empatia, de paciência.”
Sempre tivemos um olhar especial para os alunos. Neste ano, em especial, ele deve contemplar não apenas o cognitivo da turma, mas também aspectos emocionais.
Por isso, devemos pisar no freio, respirar e dar espaço para saber como nossos alunos estão depois de longo período de pandemia, no qual muitos perderam entes queridos ou não tiveram acesso à internet para acessar as aulas. O acolhimento, a escuta, o respeito, a empatia e a paciência são necessários para que o processo de ensino aconteça. Assim, aos poucos, as habilidades essenciais de cada componente serão desenvolvidas.
Temos uma grande preocupação de dar conta de todos os conteúdos previstos, cumprir ementas curriculares, planejamentos, desenvolver habilidades essenciais. Somos cobrados por isso. No entanto, acredito que este ano o nosso olhar deve ser aquele que transmite acolhimento e respeito às questões emocionais, sem deixar de lado uma atenção cuidadosa comas aprendizagens em defasagem.
Na minha escola discutimos como nosso olhar pode ajudar o do outro se enfrentarmos os problemas atuais com uma nova perspectiva coletiva e interdisciplinar. Não significa ignorar as dificuldades, mas garantir que os alunos se expressem de forma oral, escrita e artística. Cabe a nós, professores, planejar ações conjuntas.
Através do nosso olhar, enxergamos quais são as dificuldades socioemocionais e cognitivas dos nossos estudantes. A partir delas, podemos planejar intervenções e encontrar, em parceria com os demais professores e a gestão escolar, caminhos para recompor as aprendizagens.
Por aqui, sigo nessa perspectiva. Trabalho as habilidades determinadas para cada ano e reviso conteúdos anteriores quando percebo dificuldades dos alunos.
Existe muito significado no ato de recomeçar, pois nunca partimos do zero. A beleza do processo está exatamente na metamorfose, em acreditar que o melhor ainda está por vir. Por isso, não tenha medo de tentar algo novo. Ele é um sentimento muito pequeno diante de todas as possibilidades que podemos proporcionar aos nossos estudantes. Sigamos com mais coragem, força e com a certeza de que a cada amanhecer teremos uma oportunidade do recomeço.
(Disponível em: Revista Nova Escola – 03/05/2022 – https://novaescola.org.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o emprego correto da “vírgula”, analise as assertivas a respeito desse sinal de pontuação. As vírgulas objeto dessa questão encontram-se hachuradas no texto:
I. No quinto parágrafo, tem-se o emprego de dupla vírgula que separa uma expressão explicativa e que poderia ser substituída por duplo travessão.
II. No sétimo parágrafo, o emprego da vírgula deve-se a uma enumeração de itens.
III. No décimo parágrafo, a vírgula separa um adjunto adverbial deslocado.
Quais estão corretas?
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O primeiro passo é retomar suas anotações. No meu caso, vi como as dinâmicas de acolhimento e diagnóstico me permitiram conhecer melhor os alunos, coletar informações pessoais, conhecer suas preferências, sonhos e expectativas. Com isso em mãos, tracei um perfil de cada turma.
Ao tabular as informações das avaliações iniciais e levantar os conteúdos que meus alunos do 8º e 9º ano dominavam e suas respectivas dificuldades, confesso que fiquei bem preocupada. Os dados obtidos só evidenciaram como o ensino remoto aumentou as dificuldades em Matemática.
Questionei-me se seria possível trabalhar as habilidades, determinadas pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC), para cada ano ou se deveria começar por aquelas que estavam previstas nos anos que cursaram de forma não presencial. A minha impressão é que as noções básicas de álgebra, geometria, estatística e probabilidade, os conjuntos numéricos e as operações precisavam ser retomados.
Foi nesse momento de reflexão que me lembrei da semana pedagógica, que aconteceu na última quinzena de fevereiro em minha escola, com o tema “Seu olhar melhora o meu”. Na época, refletimos sobre a pergunta qual olhar precisamos ter para nossos estudantes no ano 2022? A maioria disse “olhar de acolhimento, de escuta, de sensibilidade, de respeito, de empatia, de paciência.”
Sempre tivemos um olhar especial para os alunos. Neste ano, em especial, ele deve contemplar não apenas o cognitivo da turma, mas também aspectos emocionais.
Por isso, devemos pisar no freio, respirar e dar espaço para saber como nossos alunos estão depois de longo período de pandemia, no qual muitos perderam entes queridos ou não tiveram acesso à internet para acessar as aulas. O acolhimento, a escuta, o respeito, a empatia e a paciência são necessários para que o processo de ensino aconteça. Assim, aos poucos, as habilidades essenciais de cada componente serão desenvolvidas.
Temos uma grande preocupação de dar conta de todos os conteúdos previstos, cumprir ementas curriculares, planejamentos, desenvolver habilidades essenciais. Somos cobrados por isso. No entanto, acredito que este ano o nosso olhar deve ser aquele que transmite acolhimento e respeito às questões emocionais, sem deixar de lado uma atenção cuidadosa comas aprendizagens em defasagem.
Na minha escola discutimos como nosso olhar pode ajudar o do outro se enfrentarmos os problemas atuais com uma nova perspectiva coletiva e interdisciplinar. Não significa ignorar as dificuldades, mas garantir que os alunos se expressem de forma oral, escrita e artística. Cabe a nós, professores, planejar ações conjuntas.
Através do nosso olhar, enxergamos quais são as dificuldades socioemocionais e cognitivas dos nossos estudantes. A partir delas, podemos planejar intervenções e encontrar, em parceria com os demais professores e a gestão escolar, caminhos para recompor as aprendizagens.
Por aqui, sigo nessa perspectiva. Trabalho as habilidades determinadas para cada ano e reviso conteúdos anteriores quando percebo dificuldades dos alunos.
Existe muito significado no ato de recomeçar, pois nunca partimos do zero. A beleza do processo está exatamente na metamorfose, em acreditar que o melhor ainda está por vir. Por isso, não tenha medo de tentar algo novo. Ele é um sentimento muito pequeno diante de todas as possibilidades que podemos proporcionar aos nossos estudantes. Sigamos com mais coragem, força e com a certeza de que a cada amanhecer teremos uma oportunidade do recomeço.
(Disponível em: Revista Nova Escola – 03/05/2022 – https://novaescola.org.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando a palavra “contemplar”, analise as assertivas a seguir e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A palavra apresenta dois dígrafos nasais.
( ) Tem-se nela três encontros consonantais.
( ) Não há a ocorrência de ditongos na palavra.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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O primeiro passo é retomar suas anotações. No meu caso, vi como as dinâmicas de acolhimento e diagnóstico me permitiram conhecer melhor os alunos, coletar informações pessoais, conhecer suas preferências, sonhos e expectativas. Com isso em mãos, tracei um perfil de cada turma.
Ao tabular as informações das avaliações iniciais e levantar os conteúdos que meus alunos do 8º e 9º ano dominavam e suas respectivas dificuldades, confesso que fiquei bem preocupada. Os dados obtidos só evidenciaram como o ensino remoto aumentou as dificuldades em Matemática.
Questionei-me se seria possível trabalhar as habilidades, determinadas pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC), para cada ano ou se deveria começar por aquelas que estavam previstas nos anos que cursaram de forma não presencial. A minha impressão é que as noções básicas de álgebra, geometria, estatística e probabilidade, os conjuntos numéricos e as operações precisavam ser retomados.
Foi nesse momento de reflexão que me lembrei da semana pedagógica, que aconteceu na última quinzena de fevereiro em minha escola, com o tema “Seu olhar melhora o meu”. Na época, refletimos sobre a pergunta qual olhar precisamos ter para nossos estudantes no ano 2022? A maioria disse “olhar de acolhimento, de escuta, de sensibilidade, de respeito, de empatia, de paciência.”
Sempre tivemos um olhar especial para os alunos. Neste ano, em especial, ele deve contemplar não apenas o cognitivo da turma, mas também aspectos emocionais.
Por isso, devemos pisar no freio, respirar e dar espaço para saber como nossos alunos estão depois de longo período de pandemia, no qual muitos perderam entes queridos ou não tiveram acesso à internet para acessar as aulas. O acolhimento, a escuta, o respeito, a empatia e a paciência são necessários para que o processo de ensino aconteça. Assim, aos poucos, as habilidades essenciais de cada componente serão desenvolvidas.
Temos uma grande preocupação de dar conta de todos os conteúdos previstos, cumprir ementas curriculares, planejamentos, desenvolver habilidades essenciais. Somos cobrados por isso. No entanto, acredito que este ano o nosso olhar deve ser aquele que transmite acolhimento e respeito às questões emocionais, sem deixar de lado uma atenção cuidadosa comas aprendizagens em defasagem.
Na minha escola discutimos como nosso olhar pode ajudar o do outro se enfrentarmos os problemas atuais com uma nova perspectiva coletiva e interdisciplinar. Não significa ignorar as dificuldades, mas garantir que os alunos se expressem de forma oral, escrita e artística. Cabe a nós, professores, planejar ações conjuntas.
Através do nosso olhar, enxergamos quais são as dificuldades socioemocionais e cognitivas dos nossos estudantes. A partir delas, podemos planejar intervenções e encontrar, em parceria com os demais professores e a gestão escolar, caminhos para recompor as aprendizagens.
Por aqui, sigo nessa perspectiva. Trabalho as habilidades determinadas para cada ano e reviso conteúdos anteriores quando percebo dificuldades dos alunos.
Existe muito significado no ato de recomeçar, pois nunca partimos do zero. A beleza do processo está exatamente na metamorfose, em acreditar que o melhor ainda está por vir. Por isso, não tenha medo de tentar algo novo. Ele é um sentimento muito pequeno diante de todas as possibilidades que podemos proporcionar aos nossos estudantes. Sigamos com mais coragem, força e com a certeza de que a cada amanhecer teremos uma oportunidade do recomeço.
(Disponível em: Revista Nova Escola – 03/05/2022 – https://novaescola.org.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica o número correspondente a um pronome demonstrativo. O número do termo está inserido imediatamente após o termo sublinhado. “o nosso (1) olhar deve ser aquele (2) que (3) transmite acolhimento e respeito questões emocionais, sem deixar de lado (4) uma (5) atenção cuidadosa com as aprendizagens em defasagem.”
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Por Ivonete Dezinho
Após dois meses do início do ano letivo, escrevo este texto rodeada de papéis espalhados sobre a mesa: planilhas, tabelas, gráficos, relatórios, resultado da avaliação diagnóstica e de muitas dúvidas. Como planejar os próximos passos?
O primeiro passo é retomar suas anotações. No meu caso, vi como as dinâmicas de acolhimento e diagnóstico me permitiram conhecer melhor os alunos, coletar informações pessoais, conhecer suas preferências, sonhos e expectativas. Com isso em mãos, tracei um perfil de cada turma.
Ao tabular as informações das avaliações iniciais e levantar os conteúdos que meus alunos do 8º e 9º ano dominavam e suas respectivas dificuldades, confesso que fiquei bem preocupada. Os dados obtidos só evidenciaram como o ensino remoto aumentou as dificuldades em Matemática.
Questionei-me se seria possível trabalhar as habilidades, determinadas pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC), para cada ano ou se deveria começar por aquelas que estavam previstas nos anos que cursaram de forma não presencial. A minha impressão é que as noções básicas de álgebra, geometria, estatística e probabilidade, os conjuntos numéricos e as operações precisavam ser retomados.
Foi nesse momento de reflexão que me lembrei da semana pedagógica, que aconteceu na última quinzena de fevereiro em minha escola, com o tema “Seu olhar melhora o meu”. Na época, refletimos sobre a pergunta qual olhar precisamos ter para nossos estudantes no ano 2022? A maioria disse “olhar de acolhimento, de escuta, de sensibilidade, de respeito, de empatia, de paciência.”
Sempre tivemos um olhar especial para os alunos. Neste ano, em especial, ele deve contemplar não apenas o cognitivo da turma, mas também aspectos emocionais.
Por isso, devemos pisar no freio, respirar e dar espaço para saber como nossos alunos estão depois de longo período de pandemia, no qual muitos perderam entes queridos ou não tiveram acesso à internet para acessar as aulas. O acolhimento, a escuta, o respeito, a empatia e a paciência são necessários para que o processo de ensino aconteça. Assim, aos poucos, as habilidades essenciais de cada componente serão desenvolvidas.
Temos uma grande preocupação de dar conta de todos os conteúdos previstos, cumprir ementas curriculares, planejamentos, desenvolver habilidades essenciais. Somos cobrados por isso. No entanto, acredito que este ano o nosso olhar deve ser aquele que transmite acolhimento e respeito às questões emocionais, sem deixar de lado uma atenção cuidadosa comas aprendizagens em defasagem.
Na minha escola discutimos como nosso olhar pode ajudar o do outro se enfrentarmos os problemas atuais com uma nova perspectiva coletiva e interdisciplinar. Não significa ignorar as dificuldades, mas garantir que os alunos se expressem de forma oral, escrita e artística. Cabe a nós, professores, planejar ações conjuntas.
Através do nosso olhar, enxergamos quais são as dificuldades socioemocionais e cognitivas dos nossos estudantes. A partir delas, podemos planejar intervenções e encontrar, em parceria com os demais professores e a gestão escolar, caminhos para recompor as aprendizagens.
Por aqui, sigo nessa perspectiva. Trabalho as habilidades determinadas para cada ano e reviso conteúdos anteriores quando percebo dificuldades dos alunos.
Existe muito significado no ato de recomeçar, pois nunca partimos do zero. A beleza do processo está exatamente na metamorfose, em acreditar que o melhor ainda está por vir. Por isso, não tenha medo de tentar algo novo. Ele é um sentimento muito pequeno diante de todas as possibilidades que podemos proporcionar aos nossos estudantes. Sigamos com mais coragem, força e com a certeza de que a cada amanhecer teremos uma oportunidade do recomeço.
(Disponível em: Revista Nova Escola – 03/05/2022 – https://novaescola.org.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta nexo linguístico que poderia substituir corretamente o nexo “No entanto” sem que seja necessária nenhuma alteração no período e sem acarretar mudança no sentido expresso por ele.
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Seu olhar melhora o meu
Por Ivonete Dezinho
Após dois meses do início do ano letivo, escrevo este texto rodeada de papéis espalhados sobre a mesa: planilhas, tabelas, gráficos, relatórios, resultado da avaliação diagnóstica e de muitas dúvidas. Como planejar os próximos passos?
O primeiro passo é retomar suas anotações. No meu caso, vi como as dinâmicas de acolhimento e diagnóstico me permitiram conhecer melhor os alunos, coletar informações pessoais, conhecer suas preferências, sonhos e expectativas. Com isso em mãos, tracei um perfil de cada turma.
Ao tabular as informações das avaliações iniciais e levantar os conteúdos que meus alunos do 8º e 9º ano dominavam e suas respectivas dificuldades, confesso que fiquei bem preocupada. Os dados obtidos só evidenciaram como o ensino remoto aumentou as dificuldades em Matemática.
Questionei-me se seria possível trabalhar as habilidades, determinadas pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC), para cada ano ou se deveria começar por aquelas que estavam previstas nos anos que cursaram de forma não presencial. A minha impressão é que as noções básicas de álgebra, geometria, estatística e probabilidade, os conjuntos numéricos e as operações precisavam ser retomados.
Foi nesse momento de reflexão que me lembrei da semana pedagógica, que aconteceu na última quinzena de fevereiro em minha escola, com o tema “Seu olhar melhora o meu”. Na época, refletimos sobre a pergunta qual olhar precisamos ter para nossos estudantes no ano 2022? A maioria disse “olhar de acolhimento, de escuta, de sensibilidade, de respeito, de empatia, de paciência.”
Sempre tivemos um olhar especial para os alunos. Neste ano, em especial, ele deve contemplar não apenas o cognitivo da turma, mas também aspectos emocionais.
Por isso, devemos pisar no freio, respirar e dar espaço para saber como nossos alunos estão depois de longo período de pandemia, no qual muitos perderam entes queridos ou não tiveram acesso à internet para acessar as aulas. O acolhimento, a escuta, o respeito, a empatia e a paciência são necessários para que o processo de ensino aconteça. Assim, aos poucos, as habilidades essenciais de cada componente serão desenvolvidas.
Temos uma grande preocupação de dar conta de todos os conteúdos previstos, cumprir ementas curriculares, planejamentos, desenvolver habilidades essenciais. Somos cobrados por isso. No entanto, acredito que este ano o nosso olhar deve ser aquele que transmite acolhimento e respeito às questões emocionais, sem deixar de lado uma atenção cuidadosa comas aprendizagens em defasagem.
Na minha escola discutimos como nosso olhar pode ajudar o do outro se enfrentarmos os problemas atuais com uma nova perspectiva coletiva e interdisciplinar. Não significa ignorar as dificuldades, mas garantir que os alunos se expressem de forma oral, escrita e artística. Cabe a nós, professores, planejar ações conjuntas.
Através do nosso olhar, enxergamos quais são as dificuldades socioemocionais e cognitivas dos nossos estudantes. A partir delas, podemos planejar intervenções e encontrar, em parceria com os demais professores e a gestão escolar, caminhos para recompor as aprendizagens.
Por aqui, sigo nessa perspectiva. Trabalho as habilidades determinadas para cada ano e reviso conteúdos anteriores quando percebo dificuldades dos alunos.
Existe muito significado no ato de recomeçar, pois nunca partimos do zero. A beleza do processo está exatamente na metamorfose, em acreditar que o melhor ainda está por vir. Por isso, não tenha medo de tentar algo novo. Ele é um sentimento muito pequeno diante de todas as possibilidades que podemos proporcionar aos nossos estudantes. Sigamos com mais coragem, força e com a certeza de que a cada amanhecer teremos uma oportunidade do recomeço.
(Disponível em: Revista Nova Escola – 03/05/2022 – https://novaescola.org.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando a palavra “sensibilidade”, analise as assertivas a seguir:
I. Trata-se de substantivo abstrato e sobrecomum.
II. O adjetivo “sensível” é da mesma família de palavras que o substantivo.
III. Pode-se formar “insensibilidade” a partir dela por derivação parassintética.
Quais estão corretas?
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