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Sobre a estruturação das aulas, a abordagem crítico-superadora (Coletivo de Autores, 2012) defende que o
cotidiano em sala de aula seja capaz de acentuar o interesse prático do aluno em apreender a realidade. Para
tal, defende a aula como um:
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A partir da segunda metade de século XIX, ainda durante o Império, o debate sobre a escola elementar no Brasil
passa a ganhar destaque, incluindo a presença da Educação Física. Um dos temas que se debateu à época foi
a presença das mulheres nas aulas de Educação Física. Segundo Soares (2012), havia correntes que eram
contra à prática de exercícios ginásticos pelas mulheres, e outras que defendiam a participação das mulheres
neste conteúdo curricular. De acordo com a autora, a argumentação utilizada pelos apologistas da ginástica para
as mulheres era que:
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Propondo a reflexão sobre a função social da Educação Física, o Coletivo de Autores (2012) debate a Educação,
e por consequência a Educação Física, à luz da luta de classes, como é o caso da sociedade brasileira. Para tal,
evidencia que o projeto político-pedagógico é fundamental, pois representa uma intenção, bem como uma ação
deliberada e a estratégia do professor. Especificamente sobre o que é ser político e pedagógico dentro de um
projeto educacional, os autores afirmam que:
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Sobre a avaliação da Educação Física escolar, a área tem avançado sobremaneira, especialmente na
superação dos paradigmas da aptidão física, não sendo mais a avaliação um objeto para detecção de talentos
esportivos. Segundo o Coletivo de Autores (2012), a avaliação em Educação Física na escola deve
reconsiderar o princípio do rendimento, passando a privilegiar os seguintes princípios:
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As aulas de Educação Física escolar compreendem diversas possibilidades de movimento, como correr, saltar
e dançar. Nesse sentido, quando se pensa em efeitos do exercício físico sobre a função cardiovascular, Brum
e colaboradoras (2004) destacam dois tipos: agudos e crônicos. Para os autores, em um exercício dinâmico,
como uma corrida leve, uma das adaptações agudas é:
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- Ambiente EscolarInclusão e Diversidade
- Ambiente EscolarEducação Física Escolar e Esporte
- Modalidades Esportivas
Maria Clara, uma professora de Educação Física, participou da construção do projeto pedagógico da escola
municipal onde está lotada. O grupo apontou para a construção, durante o quarto bimestre, de ações
pedagógicas em cada disciplina no diálogo com a Lei Federal nº 11.645/2008. A professora Maria Clara,
atenta ao conteúdo da legislação, propôs a tematização de três práticas corporais:
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Compreendendo as lutas como conteúdo da Educação Física escolar, parece fundamental assinalar os
desafios relacionados à abordagem de tais práticas corporais no chão da quadra, sobremaneira a tematização
das lutas brasileiras. Debruçada sobre as práticas corporais indígenas, Pereira (2021) apresenta um conjunto
de lutas realizadas por diferentes povos, como a denominada “luta do maracá”, que ocorre após a cerimônia
de um casamento Pataxó. Em tal prática corporal, o lutador tem como objetivo derrubar um toco de árvore,
não com o próprio corpo, mas com o corpo de seu oponente. Segundo a autora, a “luta do maracá” também
pode ser chamada de:
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Comprometido em abordar a unidade temática Brincadeiras e Jogos, o professor de uma rede municipal de
ensino organiza uma proposta pedagógica sobre o brinquedo pipa. A Base Nacional Comum Curricular alerta
sobre a diferença de abordar as brincadeiras e jogos como ferramenta ou como objeto de estudo. Para alinhar
seu planejamento com a compreensão explicitada na BNCC sobre as Brincadeiras e os Jogos, o professor
deve propor:
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Consideradas como uma unidade temática da Base Nacional Comum Curricular, as práticas corporais de
aventura têm como características as formas de expressão e experimentação do corpo em situações de
imprevisibilidade e em ambientes desafiadores. Nesse sentido, Luz e Oliveira (2021) apresentam um exemplo
de práticas corporais de aventura com potencialidades pedagógicas para a escola. Tal modalidade consiste
na missão de percorrer, em menor tempo possível, uma distância fixada de um percurso inédito, marcado por
postos de controle predeterminados e identificados num mapa. A prática corporal detalhada pelos autores
denomina-se:
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A Educação Física é componente curricular obrigatório da educação básica. Entre as inúmeras concepções
que sustentam a referida disciplina, é possível reconhecer diversas funções atribuídas, ao longo do tempo, à
Educação Física escolar, como o sentido de formar uma juventude forte ou descobrir atletas. Todavia, nas
últimas décadas, novas perspectivas têm advogado por um outro lugar para a disciplina. Mais
especificamente, Maldonado, Farias e Nogueira (2021) reconhecem que a função social da Educação Física
na educação básica se manifesta na potencialidade dos educandos em realizarem a leitura de mundo sobre
os saberes produzidos historicamente pela humanidade sobre as práticas corporais. A partir da perspectiva
explicitada, é possível reconhecer as inspirações dos autores:
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