Foram encontradas 50 questões.
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
O ano de 1822 marca um fato histórico para o Brasil. Que fato é este?
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
O dia 21 de abril é feriado nacional do Brasil, sendo denominado:
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Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
As questões de 25 a 28 se referem à Lei Complementar Municipal n º 03/2006, que dispõe sobre o Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município e dá outras providências.
O aproveitamento é uma das formas de provimento de cargo público. Nesta situação, terá preferência o servidor que estiver há mais tempo em disponibilidade e. no caso de empate:
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Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
As questões de 21 a 24 se referem à Lei Orgânica Municipal.
A Lei Orgânica Municipal poderá ser emendada mediante proposta, a qual será discutida e votada em turnos, considerando-se aprovada de obtiver em a aprovação de dos membros da Câmara Municipal.
Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas acima?
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Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
Sabe-se que uma aplicação financeira opera em regime de juros simples e que existe um capital a ser aplicado no valor de R$ 5.000,00. A partir dessas informações, analise as assertivas.
I. Se a taxa for de 0,5% mensal, e o tempo de aplicação, 6 meses, o montante será igual a R$ 5.150,00.
II. Para que o montante seja o dobro do capital em 10 meses, a taxa mensal deve ser de 1%.
III. Se a taxa for de 5% anual, em 10 anos, os juros acumulados totalizarão valor inferior à metade do capital.
Está(ão) CORRETA(S):
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- MorfologiaConjunçõesClassificação das Conjunções
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Para responder às questões de 01 a 09, leia o texto abaixo
Fugir de Casa
- Qual é a criança que nunca sonhou em fugir de
- casa? Todo mundo tem uma experiência pra contar. A
- minha aconteceu quando eu tinha uns sete anos de
- idade. Depois de ter minhas reivindicações não aceitas
- - provavelmente eu queria um quarto so para mim e
- não precisar mais escovar os dentes - preparei uma
- mochila e disse "vou-me embora". Tchau. me
- responderam.
- O quê??? Então é assim? Abri a porta do
- apartamento, desci um lance de escada e ganhe, a rua.
- Fingi que não vi minha mãe me espiando lá da sacada.
- Fui caminhando em direção à esquina. torcendo para
- que viessem me resgatar, mas nada. Olhei para trás.
- Minha mãe deu um abaninho. Grrrr, ela vai ver só.
- Apressei o passo. Dobrei a esquina, sumi de vista e,
- claro, entrei em pânico. Pra onde ir? Antes de resolver
- entre pedir asilo numa embaixada ou tentar a vida
- numa casa de tolerância, minha mãe já estava me
- pegando pelo braço e dizendo que a brincadeira havia
- acabado. Fiquei aliviada, por um lado, mas a ideia de
- fugir ainda me ocorreria muitas vezes.
- O desafio agora seria elaborar um plano de fuga
- mais realizável, pois estava provado que, sim, eu
- queria escapar, mas ao mesmo tempo queria ficar. O
- mundo lá fora era libertador, mas também apavorante.
- Eu estava numa encruzilhada: queria ser quem eu era,
- e ser quem eu não era. Qual a saída? Ora, escrever.
- Um plano perfeito. De banho tomado, camisola
- quentinha e com os dentes escovados, eu pegava
- papel e caneta antes de dormir e inventava uma garota
- totalmente diferente de mim, e que não deixava de ser
- eu. Fugia todas as noites sem que ninguém corresse
- atrás de mim para me trazer de volta. la para onde bem
- queria sem sair do lugar.
- Viva as válvulas de escape, que lamentavelmente
- não gozam de boa reputação. Não sei quem inventou
- que é preciso ser a gente mesmo o tempo todo, que
- não se pode diversificar. Se fosse assim, não existiria
- o teatro, o cinema, a música, a escultura, a pintura, a
- poesia, tudo o que possibilita novas formas de
- expressão além do script que a sociedade nos intima
- a seguir: nascer-estudar-casar-ter filhos-trabalhar-e
- morrer. Esse enredo até que tem partes boas, mas o
- final é dramático demais.
-
Autor: Martha Medeiros (adaptado).
A conjunção pois, à linha 23, poderia ser substituída, sem que houvesse prejuízo de sentido, por:
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Para responder às questões de 01 a 09, leia o texto abaixo
Fugir de Casa
- Qual é a criança que nunca sonhou em fugir de
- casa? Todo mundo tem uma experiência pra contar. A
- minha aconteceu quando eu tinha uns sete anos de
- idade. Depois de ter minhas reivindicações não aceitas
- - provavelmente eu queria um quarto so para mim e
- não precisar mais escovar os dentes - preparei uma
- mochila e disse "vou-me embora". Tchau. me
- responderam.
- O quê??? Então é assim? Abri a porta do
- apartamento, desci um lance de escada e ganhe, a rua.
- Fingi que não vi minha mãe me espiando lá da sacada.
- Fui caminhando em direção à esquina. torcendo para
- que viessem me resgatar, mas nada. Olhei para trás.
- Minha mãe deu um abaninho. Grrrr, ela vai ver só.
- Apressei o passo. Dobrei a esquina, sumi de vista e,
- claro, entrei em pânico. Pra onde ir? Antes de resolver
- entre pedir asilo numa embaixada ou tentar a vida
- numa casa de tolerância, minha mãe já estava me
- pegando pelo braço e dizendo que a brincadeira havia
- acabado. Fiquei aliviada, por um lado, mas a ideia de
- fugir ainda me ocorreria muitas vezes.
- O desafio agora seria elaborar um plano de fuga
- mais realizável, pois estava provado que, sim, eu
- queria escapar, mas ao mesmo tempo queria ficar. O
- mundo lá fora era libertador, mas também apavorante.
- Eu estava numa encruzilhada: queria ser quem eu era,
- e ser quem eu não era. Qual a saída? Ora, escrever.
- Um plano perfeito. De banho tomado, camisola
- quentinha e com os dentes escovados, eu pegava
- papel e caneta antes de dormir e inventava uma garota
- totalmente diferente de mim, e que não deixava de ser
- eu. Fugia todas as noites sem que ninguém corresse
- atrás de mim para me trazer de volta. la para onde bem
- queria sem sair do lugar.
- Viva as válvulas de escape, que lamentavelmente
- não gozam de boa reputação. Não sei quem inventou
- que é preciso ser a gente mesmo o tempo todo, que
- não se pode diversificar. Se fosse assim, não existiria
- o teatro, o cinema, a música, a escultura, a pintura, a
- poesia, tudo o que possibilita novas formas de
- expressão além do script que a sociedade nos intima
- a seguir: nascer-estudar-casar-ter filhos-trabalhar-e
- morrer. Esse enredo até que tem partes boas, mas o
- final é dramático demais.
-
Autor: Martha Medeiros (adaptado).
Em relação às classes gramaticais das palavras, é CORRETO afirmar que um (l.22) se classifica como um(a):
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Para responder às questões de 01 a 09, leia o texto abaixo
Fugir de Casa
- Qual é a criança que nunca sonhou em fugir de
- casa? Todo mundo tem uma experiência pra contar. A
- minha aconteceu quando eu tinha uns sete anos de
- idade. Depois de ter minhas reivindicações não aceitas
- - provavelmente eu queria um quarto so para mim e
- não precisar mais escovar os dentes - preparei uma
- mochila e disse "vou-me embora". Tchau. me
- responderam.
- O quê??? Então é assim? Abri a porta do
- apartamento, desci um lance de escada e ganhe, a rua.
- Fingi que não vi minha mãe me espiando lá da sacada.
- Fui caminhando em direção à esquina. torcendo para
- que viessem me resgatar, mas nada. Olhei para trás.
- Minha mãe deu um abaninho. Grrrr, ela vai ver só.
- Apressei o passo. Dobrei a esquina, sumi de vista e,
- claro, entrei em pânico. Pra onde ir? Antes de resolver
- entre pedir asilo numa embaixada ou tentar a vida
- numa casa de tolerância, minha mãe já estava me
- pegando pelo braço e dizendo que a brincadeira havia
- acabado. Fiquei aliviada, por um lado, mas a ideia de
- fugir ainda me ocorreria muitas vezes.
- O desafio agora seria elaborar um plano de fuga
- mais realizável, pois estava provado que, sim, eu
- queria escapar, mas ao mesmo tempo queria ficar. O
- mundo lá fora era libertador, mas também apavorante.
- Eu estava numa encruzilhada: queria ser quem eu era,
- e ser quem eu não era. Qual a saída? Ora, escrever.
- Um plano perfeito. De banho tomado, camisola
- quentinha e com os dentes escovados, eu pegava
- papel e caneta antes de dormir e inventava uma garota
- totalmente diferente de mim, e que não deixava de ser
- eu. Fugia todas as noites sem que ninguém corresse
- atrás de mim para me trazer de volta. la para onde bem
- queria sem sair do lugar.
- Viva as válvulas de escape, que lamentavelmente
- não gozam de boa reputação. Não sei quem inventou
- que é preciso ser a gente mesmo o tempo todo, que
- não se pode diversificar. Se fosse assim, não existiria
- o teatro, o cinema, a música, a escultura, a pintura, a
- poesia, tudo o que possibilita novas formas de
- expressão além do script que a sociedade nos intima
- a seguir: nascer-estudar-casar-ter filhos-trabalhar-e
- morrer. Esse enredo até que tem partes boas, mas o
- final é dramático demais.
-
Autor: Martha Medeiros (adaptado).
Acerca do período Fiquei aliviada, por um lado, mas a ideia de fugir ainda me ocorreria muitas vezes (l.20-21), analise as assertivas.
I. Tem-se no período em questão, um sujeito oculto.
II. Apesar de o adjetivo aliviada apresentar a vogal a na sua desinência não significa que o sujeito seja do gênero feminino.
III. O adjunto adverbial por um lado não poderia, em hipótese alguma, iniciar o período, sem que houvesse prejuízo de sentido no texto.
Das assertivas pode-se afirmar que:
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As questões de 41 a 43 se referem ao Manual de Redação da Presidência da República.
Dentre os aspectos gerais da redação oficial, destaca-se a padronização. Relativamente ao que é indispensável para tal aspecto, analise as assertivas:
I. Correta diagramação do texto.
II. Digitação sem erros.
III. Uso de papéis uniformes para o texto definitivo, nas exceções em que se fizer necessária a impressão.
Está(ão) CORRETA(S):
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
Assinale a alternativa que apresenta, CORRETA e respectivamente, as capitais dos estados brasileiros Bahia, Sergipe e Rondônia.
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