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Foram encontradas 50 questões.

2090801 Ano: 2021
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
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O ano de 1822 marca um fato histórico para o Brasil. Que fato é este?

 

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2090800 Ano: 2021
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
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O dia 21 de abril é feriado nacional do Brasil, sendo denominado:

 

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2090799 Ano: 2021
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
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As questões de 25 a 28 se referem à Lei Complementar Municipal n º 03/2006, que dispõe sobre o Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município e dá outras providências.

O aproveitamento é uma das formas de provimento de cargo público. Nesta situação, terá preferência o servidor que estiver há mais tempo em disponibilidade e. no caso de empate:

 

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2090798 Ano: 2021
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
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As questões de 21 a 24 se referem à Lei Orgânica Municipal.

A Lei Orgânica Municipal poderá ser emendada mediante proposta, a qual será discutida e votada em turnos, considerando-se aprovada de obtiver em a aprovação de dos membros da Câmara Municipal.

Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas acima?

 

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2090797 Ano: 2021
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
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Sabe-se que uma aplicação financeira opera em regime de juros simples e que existe um capital a ser aplicado no valor de R$ 5.000,00. A partir dessas informações, analise as assertivas.

I. Se a taxa for de 0,5% mensal, e o tempo de aplicação, 6 meses, o montante será igual a R$ 5.150,00.

II. Para que o montante seja o dobro do capital em 10 meses, a taxa mensal deve ser de 1%.

III. Se a taxa for de 5% anual, em 10 anos, os juros acumulados totalizarão valor inferior à metade do capital.

Está(ão) CORRETA(S):

 

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2090796 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
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Para responder às questões de 01 a 09, leia o texto abaixo


Fugir de Casa

  • Qual é a criança que nunca sonhou em fugir de
  • casa? Todo mundo tem uma experiência pra contar. A
  • minha aconteceu quando eu tinha uns sete anos de
  • idade. Depois de ter minhas reivindicações não aceitas
  • - provavelmente eu queria um quarto so para mim e
  • não precisar mais escovar os dentes - preparei uma
  • mochila e disse "vou-me embora". Tchau. me
  • responderam.
  • O quê??? Então é assim? Abri a porta do
  • apartamento, desci um lance de escada e ganhe, a rua.
  • Fingi que não vi minha mãe me espiando lá da sacada.
  • Fui caminhando em direção à esquina. torcendo para
  • que viessem me resgatar, mas nada. Olhei para trás.
  • Minha mãe deu um abaninho. Grrrr, ela vai ver só.
  • Apressei o passo. Dobrei a esquina, sumi de vista e,
  • claro, entrei em pânico. Pra onde ir? Antes de resolver
  • entre pedir asilo numa embaixada ou tentar a vida
  • numa casa de tolerância, minha mãe já estava me
  • pegando pelo braço e dizendo que a brincadeira havia
  • acabado. Fiquei aliviada, por um lado, mas a ideia de
  • fugir ainda me ocorreria muitas vezes.
  • O desafio agora seria elaborar um plano de fuga
  • mais realizável, pois estava provado que, sim, eu
  • queria escapar, mas ao mesmo tempo queria ficar. O
  • mundo lá fora era libertador, mas também apavorante.
  • Eu estava numa encruzilhada: queria ser quem eu era,
  • e ser quem eu não era. Qual a saída? Ora, escrever.
  • Um plano perfeito. De banho tomado, camisola
  • quentinha e com os dentes escovados, eu pegava
  • papel e caneta antes de dormir e inventava uma garota
  • totalmente diferente de mim, e que não deixava de ser
  • eu. Fugia todas as noites sem que ninguém corresse
  • atrás de mim para me trazer de volta. la para onde bem
  • queria sem sair do lugar.
  • Viva as válvulas de escape, que lamentavelmente
  • não gozam de boa reputação. Não sei quem inventou
  • que é preciso ser a gente mesmo o tempo todo, que
  • não se pode diversificar. Se fosse assim, não existiria
  • o teatro, o cinema, a música, a escultura, a pintura, a
  • poesia, tudo o que possibilita novas formas de
  • expressão além do script que a sociedade nos intima
  • a seguir: nascer-estudar-casar-ter filhos-trabalhar-e
  • morrer. Esse enredo até que tem partes boas, mas o
  • final é dramático demais.

  • Autor: Martha Medeiros (adaptado).

A conjunção pois, à linha 23, poderia ser substituída, sem que houvesse prejuízo de sentido, por:

 

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2090795 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
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Para responder às questões de 01 a 09, leia o texto abaixo


Fugir de Casa

  • Qual é a criança que nunca sonhou em fugir de
  • casa? Todo mundo tem uma experiência pra contar. A
  • minha aconteceu quando eu tinha uns sete anos de
  • idade. Depois de ter minhas reivindicações não aceitas
  • - provavelmente eu queria um quarto so para mim e
  • não precisar mais escovar os dentes - preparei uma
  • mochila e disse "vou-me embora". Tchau. me
  • responderam.
  • O quê??? Então é assim? Abri a porta do
  • apartamento, desci um lance de escada e ganhe, a rua.
  • Fingi que não vi minha mãe me espiando lá da sacada.
  • Fui caminhando em direção à esquina. torcendo para
  • que viessem me resgatar, mas nada. Olhei para trás.
  • Minha mãe deu um abaninho. Grrrr, ela vai ver só.
  • Apressei o passo. Dobrei a esquina, sumi de vista e,
  • claro, entrei em pânico. Pra onde ir? Antes de resolver
  • entre pedir asilo numa embaixada ou tentar a vida
  • numa casa de tolerância, minha mãe já estava me
  • pegando pelo braço e dizendo que a brincadeira havia
  • acabado. Fiquei aliviada, por um lado, mas a ideia de
  • fugir ainda me ocorreria muitas vezes.
  • O desafio agora seria elaborar um plano de fuga
  • mais realizável, pois estava provado que, sim, eu
  • queria escapar, mas ao mesmo tempo queria ficar. O
  • mundo lá fora era libertador, mas também apavorante.
  • Eu estava numa encruzilhada: queria ser quem eu era,
  • e ser quem eu não era. Qual a saída? Ora, escrever.
  • Um plano perfeito. De banho tomado, camisola
  • quentinha e com os dentes escovados, eu pegava
  • papel e caneta antes de dormir e inventava uma garota
  • totalmente diferente de mim, e que não deixava de ser
  • eu. Fugia todas as noites sem que ninguém corresse
  • atrás de mim para me trazer de volta. la para onde bem
  • queria sem sair do lugar.
  • Viva as válvulas de escape, que lamentavelmente
  • não gozam de boa reputação. Não sei quem inventou
  • que é preciso ser a gente mesmo o tempo todo, que
  • não se pode diversificar. Se fosse assim, não existiria
  • o teatro, o cinema, a música, a escultura, a pintura, a
  • poesia, tudo o que possibilita novas formas de
  • expressão além do script que a sociedade nos intima
  • a seguir: nascer-estudar-casar-ter filhos-trabalhar-e
  • morrer. Esse enredo até que tem partes boas, mas o
  • final é dramático demais.

  • Autor: Martha Medeiros (adaptado).

Em relação às classes gramaticais das palavras, é CORRETO afirmar que um (l.22) se classifica como um(a):

 

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2090794 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
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Para responder às questões de 01 a 09, leia o texto abaixo


Fugir de Casa

  • Qual é a criança que nunca sonhou em fugir de
  • casa? Todo mundo tem uma experiência pra contar. A
  • minha aconteceu quando eu tinha uns sete anos de
  • idade. Depois de ter minhas reivindicações não aceitas
  • - provavelmente eu queria um quarto so para mim e
  • não precisar mais escovar os dentes - preparei uma
  • mochila e disse "vou-me embora". Tchau. me
  • responderam.
  • O quê??? Então é assim? Abri a porta do
  • apartamento, desci um lance de escada e ganhe, a rua.
  • Fingi que não vi minha mãe me espiando lá da sacada.
  • Fui caminhando em direção à esquina. torcendo para
  • que viessem me resgatar, mas nada. Olhei para trás.
  • Minha mãe deu um abaninho. Grrrr, ela vai ver só.
  • Apressei o passo. Dobrei a esquina, sumi de vista e,
  • claro, entrei em pânico. Pra onde ir? Antes de resolver
  • entre pedir asilo numa embaixada ou tentar a vida
  • numa casa de tolerância, minha mãe já estava me
  • pegando pelo braço e dizendo que a brincadeira havia
  • acabado. Fiquei aliviada, por um lado, mas a ideia de
  • fugir ainda me ocorreria muitas vezes.
  • O desafio agora seria elaborar um plano de fuga
  • mais realizável, pois estava provado que, sim, eu
  • queria escapar, mas ao mesmo tempo queria ficar. O
  • mundo lá fora era libertador, mas também apavorante.
  • Eu estava numa encruzilhada: queria ser quem eu era,
  • e ser quem eu não era. Qual a saída? Ora, escrever.
  • Um plano perfeito. De banho tomado, camisola
  • quentinha e com os dentes escovados, eu pegava
  • papel e caneta antes de dormir e inventava uma garota
  • totalmente diferente de mim, e que não deixava de ser
  • eu. Fugia todas as noites sem que ninguém corresse
  • atrás de mim para me trazer de volta. la para onde bem
  • queria sem sair do lugar.
  • Viva as válvulas de escape, que lamentavelmente
  • não gozam de boa reputação. Não sei quem inventou
  • que é preciso ser a gente mesmo o tempo todo, que
  • não se pode diversificar. Se fosse assim, não existiria
  • o teatro, o cinema, a música, a escultura, a pintura, a
  • poesia, tudo o que possibilita novas formas de
  • expressão além do script que a sociedade nos intima
  • a seguir: nascer-estudar-casar-ter filhos-trabalhar-e
  • morrer. Esse enredo até que tem partes boas, mas o
  • final é dramático demais.

  • Autor: Martha Medeiros (adaptado).

Acerca do período Fiquei aliviada, por um lado, mas a ideia de fugir ainda me ocorreria muitas vezes (l.20-21), analise as assertivas.

I. Tem-se no período em questão, um sujeito oculto.

II. Apesar de o adjetivo aliviada apresentar a vogal a na sua desinência não significa que o sujeito seja do gênero feminino.

III. O adjunto adverbial por um lado não poderia, em hipótese alguma, iniciar o período, sem que houvesse prejuízo de sentido no texto.

Das assertivas pode-se afirmar que:

 

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2039725 Ano: 2021
Disciplina: Redação Oficial
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
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As questões de 41 a 43 se referem ao Manual de Redação da Presidência da República.

Dentre os aspectos gerais da redação oficial, destaca-se a padronização. Relativamente ao que é indispensável para tal aspecto, analise as assertivas:

I. Correta diagramação do texto.

II. Digitação sem erros.

III. Uso de papéis uniformes para o texto definitivo, nas exceções em que se fizer necessária a impressão.

Está(ão) CORRETA(S):

 

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2039724 Ano: 2021
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
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Assinale a alternativa que apresenta, CORRETA e respectivamente, as capitais dos estados brasileiros Bahia, Sergipe e Rondônia.

 

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