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1093942 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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Texto 1

Renata Meirelles: “Brincar não é só alegria”

A brincadeira é uma forma de entender as dores da vida e as crianças precisam de tempo e espaço para vivê-la livremente

Você já jogou bila ou batizou uma boneca feita de capim? Há 22 anos, Renata Meirelles viaja pelo Brasil em busca de brincadeiras como essas. Desde 2000, a educadora paulistana de 48 anos, formada em Educação Física, documenta os modos tradicionais de brincar com a ajuda do marido, o cineasta David Reeks, e, mais recentemente, também com a dos filhos. Assim nasceu o projeto Território do Brincar (bit.ly/brincarterritorio), que abarca produções como o documentário homônimo de 2015, além de livros, séries infantis e artigos.

NOVA ESCOLA: O que é o brincar?

Renata Meirelles: O brincar é o mecanismo que permite conectar-se com o que há de vivo dentro de si, dos outros e dos objetos. O brincar não pode ter um fim: ele é a própria vida se expressando. No entanto, vivemos em um mundo que valoriza o que é quantificável. E o brincar não se mede, não se avalia se aquela é ou não uma boa brincadeira. Qualquer brincar que não seja espontâneo deixa de ser brincadeira para se tornar atividade.

NE: Qual é a importância do brincar para a aprendizagem?

RM: O aprendizado que traz o conhecimento como um fim é exatamente o oposto do que as crianças fazem no brincar espontâneo. O brincar livre é quando a criança vai explorar, ver o mundo, criar conexões e aprender a se frustrar. A brincadeira é cheia de angústia, de dor, não é só idílica. Ela é dura, como precisa ser. A brincadeira traz fortemente a alegria, mas não brincamos só para ser felizes mas também para entender as dores da vida. Na Educação Infantil, as crianças precisam ter 100% do seu corpo brincando.

NE: Jogar videogame ou jogos no celular é brincar?

RM: O que há de imprevisível nas tecnologias ou telas? As regras já estão definidas, o caminho é concreto. Onde há a interação, a busca de autonomia e a percepção sensorial? Não penso que devemos implodir a tecnologia, mas não vejo benefícios para a Educação Infantil. Nessa etapa, quando se fazem conexões via corpo, a tecnologia é restritiva. O uso da tecnologia para a criança pequena está muito mais ligado a uma necessidade do adulto do que da criança.

NE: O que você diria para um educador que quer trazer o brincar livre para os alunos?

RM: Acredite no potencial do brincar e dê tempo para as crianças. Deixe elas irem, mas não as abandone. Acompanhe, mas perceba junto com a criança o que é o não planejamento e o que isso cria nos pequenos: quando você não planeja, o que eles fazem? Não precisa necessariamente brincar junto o tempo todo. Ganha-se mais observando ativamente a criança na sua integridade do brincar.

NE: O que aproxima as brincadeiras no Brasil?

RM: Fico encantada ao observar as similaridades nas brincadeiras em realidades diferentes. O contexto é diverso, mas a essência é muito parecida. Brincar de casinha, por exemplo, é uma brincadeira que existe de norte a sul. Ao mesmo tempo, brincar com armas é uma brincadeira unânime em várias realidades. Mas a arma como um processo heroico que potencializa a luz e a sombra, que constrói heróis, mais do que destrói os inimigos. Por isso, não posso negar que há uma conexão muito forte que une as crianças no brincar. É uma linguagem universal.

Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/12452/renata-meirelles-brincar-nao-e-so-alegria Acesso em: 21 set. 2018. Adaptado.

Considerando o contexto de publicação do Texto 1, é CORRETO afirmar que:

 

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1086679 Ano: 2018
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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Conforme a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9.394/96 em seu Art. 4º, o dever do estado com educação escolar pública será efetivado mediante a garantia de alguns direitos Sobre o s que são assegurados por essa Lei analise as proposições a seguir:

I. E ducação básica obrigatória e gratuita dos 4 (quatro) aos 17 (dezessete) anos de idade, organizada da seguinte forma: a) pré escola; b) ensino fundamental; c) ensino médio.

II. E ducação infantil gratuita às crianças de até 5 (cinco) anos de idade.

III. E ducação básica obrigatória e gratuita dos 4 (quatro) aos 17 (dezessete) anos de idade, organizada da seguinte forma: ensino fundamental e ensino médio.

IV. A cesso público e gratuito aos ensinos fundamental e médio para todos os que não os concluíram na idade própria.

V. O ferta de ensino noturno regular, no qual o educando deverá se adequar à s condições ofertadas.

Estão CORRETAS, apenas,

 

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1086030 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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A organização escolar em ciclos de aprendizagem tem como base uma concepção de desenvolvimento e de aprendizagem. Sobre essa concepção, assinale a alternativa CORRETA.

 

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1084620 Ano: 2018
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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No transcorrer do processo educativo, o aluno poderá desenvolver sua competência estética e artística nas diversas modalidades da área de Artes (Artes Visuais, Dança, Música, Teatro), tanto para produzir trabalhos pessoais e em grupo quanto para que possa, progressivamente, apreciar, desfrutar, valorizar e julgar os bens artísticos de distintos povos e culturas produzidos ao longo da história e na contemporaneidade.

A partir da LBD de nº 9.394/96, em seu Art 26, § 2º, Arte passou a ser

 

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1084336 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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A Avaliação Formativa, como diz Hadji (2001), é aquela que se situa no centro da ação da formação do educando. Sobre essa avaliação, assinale a alternativa CORRETA.

 

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1084288 Ano: 2018
Disciplina: História
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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A professora do 1º ano passou a seguinte atividade: Preencha as lacunas com as expressões que se encontram nos parênteses e completam o significado da Bandeira de Pernambuco.

Enunciado 1084288-1

(a paz); (o céu de Pernambuco); (fé na justiça e no entendimento)

(união de todos os pernambucanos); (a força e a energia do Estado)

Significado da bandeira: Idealizada pelos revolucionários de 1817, a bandeira de Pernambuco é composta por um arco-íris, que representa _________________; o sol é _________________; o branco representa __ _________; o azul, ________________ , e a cruz simboliza ______________________.

Essa atividade trabalha, principalmente, um elemento da cognição humana para aprendizagem dos alunos, sendo ele a

 

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1071838 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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De acordo com Vygotsky (1998), o ensino tem que ser organizado de forma que a leitura e a escrita se tornem necessárias às crianças e que tenham significado para elas, sendo que o papel do professor como mediador promove a interação, ensinando a linguagem escrita.

Sobre esse processo, analise as afirmativas abaixo e coloque (V) nas Verdadeiras e (F) nas Falsas.

( ) Para interpretar o mundo em que vivemos, a criança precisa ler e interpretar basicamente os símbolos gráficos disponíveis.

( ) A leitura é um dos ingredientes da civilização, sendo um elo integrador entre o ser humano e a sociedade em que vive.

( ) O processo da alfabetização deve oferecer aos alunos oportunidades de acesso a todo tipo de material escrito por meio de situações significativas de uso da leitura e da escrita.

( ) A leitura e a escrita estão presentes na vida das crianças; o conceito de leitura está relacionado, principalmente, com os códigos do registro da escrita.

( ) O ato de ler não é apenas decodificar; é atribuir sentido ao texto, é compreender, interpretar e, acima de tudo, ser capaz de eficazmente fazer relações com o que já foi percebido e vivenciado.

Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA.

 

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1071515 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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Texto 1

Renata Meirelles: “Brincar não é só alegria”

A brincadeira é uma forma de entender as dores da vida e as crianças precisam de tempo e espaço para vivê-la livremente

Você já jogou bila ou batizou uma boneca feita de capim? Há 22 anos, Renata Meirelles viaja pelo Brasil em busca de brincadeiras como essas. Desde 2000, a educadora paulistana de 48 anos, formada em Educação Física, documenta os modos tradicionais de brincar com a ajuda do marido, o cineasta David Reeks, e, mais recentemente, também com a dos filhos. Assim nasceu o projeto Território do Brincar (bit.ly/brincarterritorio), que abarca produções como o documentário homônimo de 2015, além de livros, séries infantis e artigos.

NOVA ESCOLA: O que é o brincar?

Renata Meirelles: O brincar é o mecanismo que permite conectar-se com o que há de vivo dentro de si, dos outros e dos objetos. O brincar não pode ter um fim: ele é a própria vida se expressando. No entanto, vivemos em um mundo que valoriza o que é quantificável. E o brincar não se mede, não se avalia se aquela é ou não uma boa brincadeira. Qualquer brincar que não seja espontâneo deixa de ser brincadeira para se tornar atividade.

NE: Qual é a importância do brincar para a aprendizagem?

RM: O aprendizado que traz o conhecimento como um fim é exatamente o oposto do que as crianças fazem no brincar espontâneo. O brincar livre é quando a criança vai explorar, ver o mundo, criar conexões e aprender a se frustrar. A brincadeira é cheia de angústia, de dor, não é só idílica. Ela é dura, como precisa ser. A brincadeira traz fortemente a alegria, mas não brincamos só para ser felizes mas também para entender as dores da vida. Na Educação Infantil, as crianças precisam ter 100% do seu corpo brincando.

NE: Jogar videogame ou jogos no celular é brincar?

RM: O que há de imprevisível nas tecnologias ou telas? As regras já estão definidas, o caminho é concreto. Onde há a interação, a busca de autonomia e a percepção sensorial? Não penso que devemos implodir a tecnologia, mas não vejo benefícios para a Educação Infantil. Nessa etapa, quando se fazem conexões via corpo, a tecnologia é restritiva. O uso da tecnologia para a criança pequena está muito mais ligado a uma necessidade do adulto do que da criança.

NE: O que você diria para um educador que quer trazer o brincar livre para os alunos?

RM: Acredite no potencial do brincar e dê tempo para as crianças. Deixe elas irem, mas não as abandone. Acompanhe, mas perceba junto com a criança o que é o não planejamento e o que isso cria nos pequenos: quando você não planeja, o que eles fazem? Não precisa necessariamente brincar junto o tempo todo. Ganha-se mais observando ativamente a criança na sua integridade do brincar.

NE: O que aproxima as brincadeiras no Brasil?

RM: Fico encantada ao observar as similaridades nas brincadeiras em realidades diferentes. O contexto é diverso, mas a essência é muito parecida. Brincar de casinha, por exemplo, é uma brincadeira que existe de norte a sul. Ao mesmo tempo, brincar com armas é uma brincadeira unânime em várias realidades. Mas a arma como um processo heroico que potencializa a luz e a sombra, que constrói heróis, mais do que destrói os inimigos. Por isso, não posso negar que há uma conexão muito forte que une as crianças no brincar. É uma linguagem universal.

Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/12452/renata-meirelles-brincar-nao-e-so-alegria Acesso em: 21 set. 2018. Adaptado.

Analise as relações de sentido apresentadas a seguir e assinale a alternativa CORRETA.

 

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1053307 Ano: 2018
Disciplina: Biologia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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Uma Professora do 3º ano do ensino fundamental disponibilizou para os alunos o seguinte texto

Uma alimentação, quando adequada e variada, previne deficiências nutricionais e protege contra doenças infecciosas porque é rica em nutrientes que podem melhorar as defesas do organismo. Maior qualidade de vida e longevidade estão associadas a bons hábitos alimentares.

Adotar uma alimentação equilibrada e balanceada depende de alguns fatores: a atividade física, o metabolismo, os hábitos alimentares, a idade, o sexo, entre outros. Deve se ter, portanto, noções básicas sobre nutrição e necessidades do próprio organismo.

Os hábitos alimentares estão relacionados, pelo menos, a dois fatores: socioculturais (transmitidos por gerações de acordo com a aceitação ou rejeição de padrões alimentares) e econômicos (referentes ao custo e à disponibilidade de alimentos).

No entanto, estudos epidemiológicos têm demonstrado que as medidas de maior impacto na promoção da saúde de uma população também estão relacionadas à melhoria dos padrões de higiene desta

Em seguida, fez a leitura em voz alta com os alunos e propôs a seguinte atividade para a compreensão do texto:

Escrever um título para o texto

Procurar no dicionário o significado das palavras desconhecidas.

Discute com eles o 3º parágrafo, solicitando que eles exemplifiquem alguns hábitos alimentares adquiridos pelos fatores: 1 culturais e sociais: (sugestão: os judeus não comem carne de porco, os católicos não comem carne vermelha na semana santa, comer ovos de chocolate na páscoa, não se deve misturar alimentos, entre outros). 2 Econômicos: (sugestão: consumir refeições prontas ou alimentos industrializad os (economiza se tempo e dinheiro), consumir sucos com sabores artificiais (é mais prático e é a solução para quando não há disponibilidade de determinadas frutas, entre outros).

No desenvolvimento dessa atividade a professora tem objetivos a alcançar . Sobre estes, analise os itens abaixo

I. Desenvolver costumes econômicos para o consumo alimentar.

II. Listar hábitos saudáveis para o bem estar e a qualidade de vida.

III. Conceituar valores sociais e econômicos.

IV. Relacionar alimentação e higiene como fatores essenciais à manutenção da saúde.

V. Listar os alimentos orgânicos que favorecem a saúde do cidadão.

Estão CORRETOS apenas

 

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1473715 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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Um elemento muito importante na Prática Pedagógica do educador é a forma como ele se relaciona com o aluno. O bom relacionamento entre professores e aluno em sala de aula favorece

I. condições para que os alunos atinjam os objetivos pretendidos nas ações planejadas para a efetiva aprendizagem.

II. que alunos atinjam os conteúdos dados em anos anteriores, complementando a formação requerida em cada nível de ensino.

III. possibilidades para produção e construção do conhecimento pelos alunos.

IV. orientação, acompanhamento, avaliação e mediação docente em parceria com os alunos.

V. informações ao setor administrativo escolar de dados necessários para que os alunos possam participar de todos os eventos escolares.

Estão CORRETOS

Questão Anulada

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