Foram encontradas 540 questões.
Em relação ao atendimento a pacientes em situação de urgências e emergências clínicas, analise as afirmativas abaixo:
I. Na abordagem inicial (avaliação primária) de pacientes em situações de emergência clínica, o primeiro passo a ser seguido pelo enfermeiro é verificar a responsividade e expansão torácica do paciente.
II. Quando existir risco de obstrução das vias aéreas (VVAA), na avaliação da permeabilidade destas, o enfermeiro poderá minimizá-lo por meio da realização da manobra de hiperextensão da cabeça, aspiração das VVAA, retirada de próteses presentes na cavidade oral e/ou introdução de cânula orofaríngea.
III. A avaliação do estado neurológico inclui a aplicação e interpretação da Escala de Coma de Glasgow (ECG) e da verificação da fotorreatividade e da simetria pupilar.
IV. No atendimento aos pacientes com quadro clínico de maior gravidade, é indicado que o enfermeiro realize a monitorização cardíaca, da pressão arterial e da oximetria de pulso.
Estão CORRETAS
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O refrão da letra da música de Guilherme Arantes diz:
Terra! planeta água
Terra! planeta água
Terra! planeta água
Sobre os planetas do sistema solar onde existe água na forma líquida, analise as proposições a seguir:
I. Na Lua, há água; pesquisas confirmam essa possibilidade.
II. Pesquisas recentes apontam que há água também nos satélites de Júpiter.
III. A maior parte da água (cerca de 97% de toda a água) que existe no planeta Terra está nos oceanos e mares.
IV. A água dos oceanos é conhecida como água salgada, porque contém substâncias chamadas sais.
V. A água do planeta Terra também está presente em rios e lagos, em maior quantidade que nos oceanos.
Estão CORRETAS apenas
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Leia o texto abaixo:
Ilmo. Sr. Gestor da Escola Caetés
Ana Regina da Silva, aluna regularmente matriculada no nono ano do ensino fundamental desta escola, vem respeitosamente solicitar a V. Sª a expedição dos documentos necessários à sua transferência para outro estabelecimento de ensino.
Nestes termos, pede deferimento
Caetés, 20 de outubro de 2018.
O documento é classificado como
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TEXTO 2
Muito se tem falado sobre a leitura e sua importância para o processo educativo – importância essa que nos parece inquestionável. Dispomos hoje de um grande volume de trabalhos que tratam do tema em diferentes perspectivas. Há também um grande número de estudos que mostram dificuldades de toda ordem relacionadas à prática de leitura na escola e a seus efeitos sociais.
Aqui, nos alinhamos ao pensamento de Cafieiro (2010), a qual também afirma que a leitura é um processo de muitas facetas (histórica, social, cultural e cognitiva), que ultrapassa a mera decodificação de sinais. Ler é atribuir sentidos e o leitor, ao compreender um texto como um todo coerente, pode ser capaz de refletir sobre ele, criticá-lo, saber usá-lo em sua vida.
Essa concepção conduz a uma mudança na forma de pensar e organizar o ensino da leitura; se os sentidos não estão prontos no texto, “é preciso contribuir para que os alunos criem boas estratégias para estabelecer relações necessárias à compreensão”. Portanto, a leitura deve ser tomada como um objeto de ensino, na medida em que ações diversificadas e sistematicamente organizadas podem contribuir para que o aluno leia melhor. As aulas de leitura devem se constituir como espaços de elaboração de perguntas e hipóteses, de confronto de interpretações, de apreciação sobre os dizeres dos outros, de alargamento de referências, sendo insuficientes, para isso, os limitados questionários que requerem apenas localização de informações no texto.
Além de desenvolver capacidades próprias de leitura junto aos nossos alunos, precisamos, enquanto docentes, reconhecer e trabalhar outras capacidades que o ato de ler pode ajudar a desenvolver, sobretudo aquelas atinentes ao conhecimento da língua e aos processos de escrita. Isso requer planejamento e elaborações didáticas específicas que ativem conhecimentos, estratégias, procedimentos, valores e atitudes cada vez mais complexos e articulados. Em resumo, ensinar a ler não é o mesmo que mandar ler: é preciso atuar intencionalmente para que se aprenda a ler.
SUASSUNA, L. Práticas de letramento para a formação do cidadão crítico. In: ATAÍDE, C. et al. (Orgs.). Gelne 40 anos: experiências teóricas e práticas nas pesquisas em linguística e literatura. São Paulo: Blucher, 2017. p. 279-280. Adaptado.
Considerando a significação contextual de palavras e expressões, analise as proposições apresentadas a seguir.
1. Ao afirmar que a leitura tem “importância inquestionável para o processo educativo” (1º parágrafo), a autora quis dizer que a leitura tem “importância inigualável para o processo educativo”.
2. Ao dizer: “[...] nos alinhamos ao pensamento de Cafieiro” (2º parágrafo), a autora pretendeu afirmar que há concordância entre o pensamento de Cafieiro e o dela mesma, no texto em questão.
3. Sobre as aulas de leitura, a autora opina que elas “devem se constituir como espaços de confronto de interpretações” (3º parágrafo); ou seja, elas devem se constituir como locais de embate de interpretações.
4. No 4º parágrafo, encontramos a seguinte afirmação: “Isso requer planejamento e elaborações didáticas específicas que ativem conhecimentos, estratégias, procedimentos, valores e atitudes cada vez mais complexos e articulados.”. O termo destacado significa “multifacetados”.
Estão CORRETAS, apenas:
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Sobre o delírio, é INCORRETO afirmar que
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Sobre a representação do espaço geográfico, assinale a alternativa INCORRETA.
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Sobre a Artroplastia Total de Quadril (ATQ), assinale a alternativa CORRETA.
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Disciplina: Direito do Trabalho
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
De acordo com o texto da SEÇÃO III da CLT - Consolidação das Leis Trabalhistas, referente ao período de descanso do trabalhador, é CORRETO afirmar que
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Diversos fatores contribuem para a condição climática de uma determinada região. Sobre as características de alguns tipos climáticos, analise os itens a seguir:
I. Padrão climático representativo na região Nordeste do Brasil com comportamento térmico médio de 27ºC e grandes períodos de estiagem, sobretudo em regiões a sotavento.
II. Padrão climático representativo na região Sul do Brasil com baixas médias térmicas (em torno de 18ºC), sobretudo em decorrência de massas de ar frias e úmidas.
III. Padrão climático representativo da região Norte do Brasil com médias térmicas elevadas durante todo o ano e significativa umidade relativa do ar em decorrência da alta pluviosidade.
A alternativa que corresponde à sequência CORRETA de tipos de Climas é
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“Brasil, quinhentos anos de história, se adotarmos a periodização de Varnhagen, ou sabe-se lá quantos séculos, se optarmos pelo seguidor e rival do Visconde de Porto Seguro, mestre Capistrano de Abreu , cujo primeiro capítulo dos Capítulos de história colonial tem por título “Antecedentes indígenas”, embora deles o capítulo pouco trate na verdade. De todo modo, se deixarmos de lado as idealizações indigenistas ou indianistas, seja à moda romântica, seja na versão mais atual de uma “história politicamente correta”, é caso de realçar o extraordinário encontro de povos posto em cena pelo descobrimento e pela colonização efetuada pelos portugueses na “sua América” – a que lhes reservou o Tratado de Tordesilhas.”
(http://www.historia.uff.br/tempo/artigos_dossie/artg8-1.pdf)
Em relação ao período colonial do Brasil, analise as afirmativas abaixo:
I. Na América e em quase todas as demais áreas do Império português, o poder local era representado, principalmente, por intermédio das Câmaras municipais e das ordenanças. As Câmaras eram formadas por oficiais eleitos no município e depois ratificados pela administração central da Coroa.
II. A posição do Estado em face da Igreja, em Portugal, pode ser considerada de fidelidade à autoridade papal. A Coroa Portuguesa foi uma das poucas que aceitou, sem restrição, todas as decisões do Concílio de Trento. Entretanto, no que tange à escravidão indígena, Portugal não permitiu ingerência da igreja católica.
III. Durante o período colonial, existia uma inquietação dos habitantes dos núcleos urbanos do litoral da América portuguesa e do além-mar em relação aos sertões e seus moradores, pois consideravam as características desses espaços e grupos humanos distantes dos padrões de civilidade e racionalidade dos europeus. Aos olhos dos colonizadores, predominava o desprezo pelo “Outro”, “selvagem”, “bárbaro”, que não seguia os modelos de civilização.
Assinale a alternativa CORRETA.
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