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Foram encontradas 350 questões.

4041402 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Calçado-PE
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Carla passou um dia fazendo bolos e utilizou 3/4 de litro de leite pela manhã e 2/3 de litro à tarde para prepará-los. Quanto de leite foi utilizado no total?
 

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4041401 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Calçado-PE
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Arthur trabalha em uma fábrica e precisa calcular a produção útil diária de peças: ele produz 50 peças por hora, durante 6 horas, e perde 30 peças com defeito. Qual é o total de peças boas produzidas no dia?
 

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4041400 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Calçado-PE
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Brincando com suas amigas em um jogo de tabuleiro, Júlia ganhou 12 pontos em uma rodada, perdeu 7 na seguinte e, logo depois, somou mais 15 pontos. Considerando essas variações, qual foi a pontuação final de Júlia ao fim dessas três rodadas?
 

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4041399 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Calçado-PE
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Pedro estava conferindo a produção de caixas em uma pequena fábrica e encontrou os seguintes resultados: 240 caixas feitas pela manhã e 120 à tarde. Considerando que 6 equipes trabalharam igualmente, ele dividiu o total de caixas produzidas pelo número de equipes. Desta forma, quantas caixas cada equipe produziu?
 

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4041398 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Calçado-PE
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Na "Transporte" Carga, um caminhão transporta 60 caixas por viagem. Se em um dia um dos caminhões fez 15 viagens para um destino e depois fez 5 viagens para outro destino, quantas caixas ele transportou ao todo?
 

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4041397 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Calçado-PE
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A história inspiradora da mulher que sobreviveu por 40 anos após receber transplante de coração e pulmão

A britânica Katie Mitchell passou a ser considerada a paciente de transplante combinado de coração e pulmão com maior tempo de sobrevivência do Reino Unido.

Moradora de Londres, ela passou pela cirurgia há 38 anos, com apenas 15 anos de idade. Mitchell havia sido diagnosticada com uma estranha doença, conhecida como síndrome de Eisenmenger.

Ela destaca que passou o aniversário do seu transplante pensando muito na sua doadora. "Só sei que era uma mulher jovem", conta Mitchell.

"Sua família tomou a decisão de doar seus órgãos em um momento muito doloroso para eles. Por isso, sou muito agradecida."

O porta-voz do escritório de transplantes do serviço de saúde pública do Reino Unido (NHS), Anthony Clarkson, descreveu o procedimento realizado por Mitchell como "raro e complexo". Ele destaca que sua história demonstra a importância da doação de órgãos.

A síndrome de Eisenmenger é uma complicação associada a uma doença congênita do coração. Mitchell recebeu o diagnóstico aos 11 anos de idade.

Ela tinha pressão alta nas artérias pulmonares, o que causava resistência do fluxo sanguíneo através dos pulmões. Isso gerou danos pulmonares irreversíveis e insuficiência cardíaca.

Quando Mitchell foi diagnosticada, mais de 40 anos atrás, não havia tratamento.

Ela recorda que se sentia tão doente, antes do transplante, que mal conseguia subir escadas. Seus lábios, bochechas e unhas permaneciam azuis, devido à falta de oxigênio no corpo.

"Eu não conseguia respirar", relembra ela. "Levava quase 15 minutos para subir ou descer as escadas e, ali, acabava o meu dia. Depois, precisava ficar quieta."

"Mas, assim que voltei do transplante, eu estava rosada. Todos observaram. A melhora da respiração foi imediata."

O transplante de Mitchell ocorreu em setembro de 1987. E, segundo o NHS, quase 40 anos depois, o transplante combinado de coração e pulmão ainda é um procedimento raro e complexo.

No Reino Unido, ocorrem apenas cinco destes procedimentos por ano.

Para Mitchell, "é difícil colocar em palavras como me sinto agora, que sou a pessoa que mais viveu com um transplante duplo no meu país".

"Meus sentimentos são contraditórios. Conhecidos meus, que passaram pelo mesmo transplante, morreram antes de mim."

"Penso na família da doadora e no que eles devem ter sentido naquele momento", destaca ela. "Graças ao transplante de órgãos, ganhei de presente uma vida normal."

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg7pj5n35yo

A fala do porta-voz do NHS, Anthony Clarkson, reforça uma dimensão simbólica da história de Mitchell. Essa dimensão se relaciona:
 

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4041396 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Calçado-PE
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A história inspiradora da mulher que sobreviveu por 40 anos após receber transplante de coração e pulmão

A britânica Katie Mitchell passou a ser considerada a paciente de transplante combinado de coração e pulmão com maior tempo de sobrevivência do Reino Unido.

Moradora de Londres, ela passou pela cirurgia há 38 anos, com apenas 15 anos de idade. Mitchell havia sido diagnosticada com uma estranha doença, conhecida como síndrome de Eisenmenger.

Ela destaca que passou o aniversário do seu transplante pensando muito na sua doadora. "Só sei que era uma mulher jovem", conta Mitchell.

"Sua família tomou a decisão de doar seus órgãos em um momento muito doloroso para eles. Por isso, sou muito agradecida."

O porta-voz do escritório de transplantes do serviço de saúde pública do Reino Unido (NHS), Anthony Clarkson, descreveu o procedimento realizado por Mitchell como "raro e complexo". Ele destaca que sua história demonstra a importância da doação de órgãos.

A síndrome de Eisenmenger é uma complicação associada a uma doença congênita do coração. Mitchell recebeu o diagnóstico aos 11 anos de idade.

Ela tinha pressão alta nas artérias pulmonares, o que causava resistência do fluxo sanguíneo através dos pulmões. Isso gerou danos pulmonares irreversíveis e insuficiência cardíaca.

Quando Mitchell foi diagnosticada, mais de 40 anos atrás, não havia tratamento.

Ela recorda que se sentia tão doente, antes do transplante, que mal conseguia subir escadas. Seus lábios, bochechas e unhas permaneciam azuis, devido à falta de oxigênio no corpo.

"Eu não conseguia respirar", relembra ela. "Levava quase 15 minutos para subir ou descer as escadas e, ali, acabava o meu dia. Depois, precisava ficar quieta."

"Mas, assim que voltei do transplante, eu estava rosada. Todos observaram. A melhora da respiração foi imediata."

O transplante de Mitchell ocorreu em setembro de 1987. E, segundo o NHS, quase 40 anos depois, o transplante combinado de coração e pulmão ainda é um procedimento raro e complexo.

No Reino Unido, ocorrem apenas cinco destes procedimentos por ano.

Para Mitchell, "é difícil colocar em palavras como me sinto agora, que sou a pessoa que mais viveu com um transplante duplo no meu país".

"Meus sentimentos são contraditórios. Conhecidos meus, que passaram pelo mesmo transplante, morreram antes de mim."

"Penso na família da doadora e no que eles devem ter sentido naquele momento", destaca ela. "Graças ao transplante de órgãos, ganhei de presente uma vida normal."

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg7pj5n35yo

Ao mencionar que, no momento do diagnóstico, "não havia tratamento", o texto indica um aspecto importante do contexto histórico. Esse aspecto evidencia:
 

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4041395 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Calçado-PE
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A história inspiradora da mulher que sobreviveu por 40 anos após receber transplante de coração e pulmão

A britânica Katie Mitchell passou a ser considerada a paciente de transplante combinado de coração e pulmão com maior tempo de sobrevivência do Reino Unido.

Moradora de Londres, ela passou pela cirurgia há 38 anos, com apenas 15 anos de idade. Mitchell havia sido diagnosticada com uma estranha doença, conhecida como síndrome de Eisenmenger.

Ela destaca que passou o aniversário do seu transplante pensando muito na sua doadora. "Só sei que era uma mulher jovem", conta Mitchell.

"Sua família tomou a decisão de doar seus órgãos em um momento muito doloroso para eles. Por isso, sou muito agradecida."

O porta-voz do escritório de transplantes do serviço de saúde pública do Reino Unido (NHS), Anthony Clarkson, descreveu o procedimento realizado por Mitchell como "raro e complexo". Ele destaca que sua história demonstra a importância da doação de órgãos.

A síndrome de Eisenmenger é uma complicação associada a uma doença congênita do coração. Mitchell recebeu o diagnóstico aos 11 anos de idade.

Ela tinha pressão alta nas artérias pulmonares, o que causava resistência do fluxo sanguíneo através dos pulmões. Isso gerou danos pulmonares irreversíveis e insuficiência cardíaca.

Quando Mitchell foi diagnosticada, mais de 40 anos atrás, não havia tratamento.

Ela recorda que se sentia tão doente, antes do transplante, que mal conseguia subir escadas. Seus lábios, bochechas e unhas permaneciam azuis, devido à falta de oxigênio no corpo.

"Eu não conseguia respirar", relembra ela. "Levava quase 15 minutos para subir ou descer as escadas e, ali, acabava o meu dia. Depois, precisava ficar quieta."

"Mas, assim que voltei do transplante, eu estava rosada. Todos observaram. A melhora da respiração foi imediata."

O transplante de Mitchell ocorreu em setembro de 1987. E, segundo o NHS, quase 40 anos depois, o transplante combinado de coração e pulmão ainda é um procedimento raro e complexo.

No Reino Unido, ocorrem apenas cinco destes procedimentos por ano.

Para Mitchell, "é difícil colocar em palavras como me sinto agora, que sou a pessoa que mais viveu com um transplante duplo no meu país".

"Meus sentimentos são contraditórios. Conhecidos meus, que passaram pelo mesmo transplante, morreram antes de mim."

"Penso na família da doadora e no que eles devem ter sentido naquele momento", destaca ela. "Graças ao transplante de órgãos, ganhei de presente uma vida normal."

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg7pj5n35yo

O texto informa que, mesmo após quase quatro décadas, o transplante duplo de coração e pulmão continua sendo raro. Essa constatação reforça:
 

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4041394 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Calçado-PE
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A história inspiradora da mulher que sobreviveu por 40 anos após receber transplante de coração e pulmão

A britânica Katie Mitchell passou a ser considerada a paciente de transplante combinado de coração e pulmão com maior tempo de sobrevivência do Reino Unido.

Moradora de Londres, ela passou pela cirurgia há 38 anos, com apenas 15 anos de idade. Mitchell havia sido diagnosticada com uma estranha doença, conhecida como síndrome de Eisenmenger.

Ela destaca que passou o aniversário do seu transplante pensando muito na sua doadora. "Só sei que era uma mulher jovem", conta Mitchell.

"Sua família tomou a decisão de doar seus órgãos em um momento muito doloroso para eles. Por isso, sou muito agradecida."

O porta-voz do escritório de transplantes do serviço de saúde pública do Reino Unido (NHS), Anthony Clarkson, descreveu o procedimento realizado por Mitchell como "raro e complexo". Ele destaca que sua história demonstra a importância da doação de órgãos.

A síndrome de Eisenmenger é uma complicação associada a uma doença congênita do coração. Mitchell recebeu o diagnóstico aos 11 anos de idade.

Ela tinha pressão alta nas artérias pulmonares, o que causava resistência do fluxo sanguíneo através dos pulmões. Isso gerou danos pulmonares irreversíveis e insuficiência cardíaca.

Quando Mitchell foi diagnosticada, mais de 40 anos atrás, não havia tratamento.

Ela recorda que se sentia tão doente, antes do transplante, que mal conseguia subir escadas. Seus lábios, bochechas e unhas permaneciam azuis, devido à falta de oxigênio no corpo.

"Eu não conseguia respirar", relembra ela. "Levava quase 15 minutos para subir ou descer as escadas e, ali, acabava o meu dia. Depois, precisava ficar quieta."

"Mas, assim que voltei do transplante, eu estava rosada. Todos observaram. A melhora da respiração foi imediata."

O transplante de Mitchell ocorreu em setembro de 1987. E, segundo o NHS, quase 40 anos depois, o transplante combinado de coração e pulmão ainda é um procedimento raro e complexo.

No Reino Unido, ocorrem apenas cinco destes procedimentos por ano.

Para Mitchell, "é difícil colocar em palavras como me sinto agora, que sou a pessoa que mais viveu com um transplante duplo no meu país".

"Meus sentimentos são contraditórios. Conhecidos meus, que passaram pelo mesmo transplante, morreram antes de mim."

"Penso na família da doadora e no que eles devem ter sentido naquele momento", destaca ela. "Graças ao transplante de órgãos, ganhei de presente uma vida normal."

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg7pj5n35yo

A trajetória de Katie Mitchell é marcada por superação e gratidão. Ao refletir sobre o aniversário de seu transplante, ela demonstra um sentimento que ultrapassa a simples comemoração do sucesso médico.
Esse sentimento está relacionado principalmente:
 

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4041393 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Calçado-PE
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A história inspiradora da mulher que sobreviveu por 40 anos após receber transplante de coração e pulmão

A britânica Katie Mitchell passou a ser considerada a paciente de transplante combinado de coração e pulmão com maior tempo de sobrevivência do Reino Unido.

Moradora de Londres, ela passou pela cirurgia há 38 anos, com apenas 15 anos de idade. Mitchell havia sido diagnosticada com uma estranha doença, conhecida como síndrome de Eisenmenger.

Ela destaca que passou o aniversário do seu transplante pensando muito na sua doadora. "Só sei que era uma mulher jovem", conta Mitchell.

"Sua família tomou a decisão de doar seus órgãos em um momento muito doloroso para eles. Por isso, sou muito agradecida."

O porta-voz do escritório de transplantes do serviço de saúde pública do Reino Unido (NHS), Anthony Clarkson, descreveu o procedimento realizado por Mitchell como "raro e complexo". Ele destaca que sua história demonstra a importância da doação de órgãos.

A síndrome de Eisenmenger é uma complicação associada a uma doença congênita do coração. Mitchell recebeu o diagnóstico aos 11 anos de idade.

Ela tinha pressão alta nas artérias pulmonares, o que causava resistência do fluxo sanguíneo através dos pulmões. Isso gerou danos pulmonares irreversíveis e insuficiência cardíaca.

Quando Mitchell foi diagnosticada, mais de 40 anos atrás, não havia tratamento.

Ela recorda que se sentia tão doente, antes do transplante, que mal conseguia subir escadas. Seus lábios, bochechas e unhas permaneciam azuis, devido à falta de oxigênio no corpo.

"Eu não conseguia respirar", relembra ela. "Levava quase 15 minutos para subir ou descer as escadas e, ali, acabava o meu dia. Depois, precisava ficar quieta."

"Mas, assim que voltei do transplante, eu estava rosada. Todos observaram. A melhora da respiração foi imediata."

O transplante de Mitchell ocorreu em setembro de 1987. E, segundo o NHS, quase 40 anos depois, o transplante combinado de coração e pulmão ainda é um procedimento raro e complexo.

No Reino Unido, ocorrem apenas cinco destes procedimentos por ano.

Para Mitchell, "é difícil colocar em palavras como me sinto agora, que sou a pessoa que mais viveu com um transplante duplo no meu país".

"Meus sentimentos são contraditórios. Conhecidos meus, que passaram pelo mesmo transplante, morreram antes de mim."

"Penso na família da doadora e no que eles devem ter sentido naquele momento", destaca ela. "Graças ao transplante de órgãos, ganhei de presente uma vida normal."

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg7pj5n35yo

Ao afirmar que "meus sentimentos são contraditórios", Mitchell expressa uma dualidade emocional. Essa dualidade está relacionada:
 

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