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Respondida
Carreira é o percurso que um profissional percorre durante sua trajetória. Em Campinas, ela é definida
pela Lei Municipal nº 12.987/07, que dispõe sobre o plano de cargos, carreiras e vencimentos do
Magistério Público Municipal. Os professores que ocupam um cargo e fazem parte de um grupo
(conjunto de cargos com atribuições semelhantes) dentro do quadro do Magistério Público podem evoluir
dentro da sua carreira por meio da progressão vertical e da progressão horizontal. Os professores podem
passar de um grau para outro mediante avaliação de desempenho, que tem a finalidade de aprimoramento
dos métodos de gestão, valorização do servidor, melhoria da qualidade e eficiência do serviço público e
para fins de Evolução Funcional. É consensual a consideração de que o desempenho profissional dos
professores, como o de outros profissionais, deve ser sujeito a avaliações sistemáticas capazes de
diagnosticar o estágio em que se encontram e, ao mesmo tempo, disponibilizar informação para orientar
processos de desenvolvimento. Diante disso e do dispositivo legal, a avaliação de desempenho
Respondida
Em fevereiro de 2012, representantes dos movimentos sociais do campo reuniram-se em audiência com o
ministro da Educação, Aloizio Mercadante, para apresentação da última versão do Programa Nacional de
Educação do Campo (PRONACAMPO). O encontro foi uma iniciativa do gabinete e assessoria do
ministro e da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (SECADI) e da
diretoria de Políticas para Educação no Campo e Diversidade (DPECAD). Na ocasião, Aloizio
Mercadante informou que ele e a Presidente Dilma pretendem fazer o lançamento do PRONACAMPO no
mês de março. O ponto de partida deste evento é a percepção de que existe no Brasil, em processo de
construção, um movimento nacional em torno da questão da Educação do Campo. Tal ato e política
reconhecem
Respondida
Durante uma reunião, um supervisor educacional e um professor da rede municipal da cidade de
Campinas conversavam sobre todos os propósitos do Sistema Municipal de Ensino, estabelecidos pela
Lei nº 12.501/06. Desta forma, certamente os dois profissionais debateram sobre uma destas finalidades,
que é
A
oferecer educação infantil, garantindo acesso e permanência gratuitos nas Unidades Educacionais de
Educação Infantil às crianças de 3 meses até 7 anos, tendo como objetivo garantir os serviços de
proteção à população mais vulnerável à exclusão social, suprindo a ação da família e da comunidade.
B
garantir padrões mínimos de qualidade de ensino, definidos como variedade e quantidade mínimas,
por aluno, de insumos indispensáveis ao desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem.
C
assegurar formação, produção e a pesquisa cientifica que possibilite o direito à aprendizagem,
exclusivamente, a todos os educandos que completarem 7 anos.
D
garantir a participação de docentes e discentes na formulação de políticas e diretrizes para a
educação do município, e dos pais e demais segmentos ligados às questões da educação municipal
apenas na gestão e controle social dos recursos financeiros e materiais do ensino público e privado,
repassados pelo Poder Público.
Respondida
A
pela homologação, sendo que a homologação é de competência do Dirigente Regional, por atender à
legislação. A Lei determina que os Conselhos de escola sejam compostos por alunos, pais,
trabalhadores da educação, sendo que os últimos sempre serão maioria, e que a presidência deste
órgão colegiado é exercida pela Direção da Escola, como membro nato e com direito de voto de
desempate.
B
que devolve o documento para a escola, solicitando a reelaboração do processo eletivo, em um prazo
determinado, atendendo ao que determina a legislação. Os Conselhos de Escola serão compostos de
forma paritária por alunos, pais e trabalhadores em Educação, que elegerão a presidência.
C
que homologa o documento, pois atende à legislação. Os Conselhos de Escola serão compostos por
alunos, pais e trabalhadores em Educação, tendo como membro nato a gestão da unidade. Os
segmentos que compõem o Conselho têm proporções desiguais em função da idade das crianças e da
falta de competência técnica de alguns pais.
D
que devolve o documento para a escola, solicitando que reelabore o processo eletivo, em um prazo
determinado, atendendo ao que determina a legislação. Os Conselhos de Escola serão compostos de
forma paritária por pais e trabalhadores em Educação, sendo que a presidência é exercida pela
direção da escola, um membro nato.
Respondida
No campo da Filosofia e da Antropologia Filosófica, hominização e humanização significam,
respectivamente,
A
a produção da condição humana, o fazer-se homem, seja como processo cultural e grupal, seja como
sujeito e subjetividade/ desenvolvimento cultural da espécie e a ação do homem a partir de sua
natureza e identidade, sobre a natureza, a sociedade, a civilização, o mundo externo; a humanização
da educação e da escola passa pela construção de uma nova cultura, baseada em parâmetros éticos e
estéticos emancipatórios. Educar para pensar e sentir.
B
elevar à altura do homem (uma doutrina), tornar-se mais humano, mais sociável, civilizar-se/ um
conjunto complexo que proporcionou a evolução dos primatas ao homem. Educar, hoje, é transmitir
os valores construídos pela sociedade humana.
C
tornar-se sensível e caridoso; compadecer-se/ o processo pelo qual os antropoides se tornaram
homens; a fim de estudar o processo explicativo de tudo o que faz do homem um animal específico, toma-se como ponto de partida o nascimento da humanidade ou a origem da cultura. Educar é inserir
o homem na cultura humana.
D
enfatizar a ética e o relacionamento interpessoal; reconhecer o ser humano como foco principal e
riqueza de uma sociedade/ a passagem de animal para homem; é necessária a ressignificação da
prática pedagógica e dos conhecimentos elaborados e reelaborados na escola, uma vez que a ponte
do investimento educacional é o pleno desenvolvimento humano, como determina a legislação.
Respondida
Nascer significa ver-se submetido à obrigação de aprender para
A
desabrochar, tornar-se plenamente um sujeito. Mas não é possível falar de desabrochamento sem
levar em consideração a realidade econômica, social e política. Ninguém desabrocha no abstrato,
pois o desabrochamento pressupõe condições concretas e sociais de realização. A escola e o trabalho
pedagógico por ela desenvolvido só podem ser compreendidos quando relacionados ao sistema das
relações entre as classes. A escola não é uma instância neutra que transmite uma forma de conhecimento intrinsecamente superior e que avalia os alunos a partir de critérios universalistas,
mas, ao contrário, é uma instituição a serviço da reprodução e legitimação da dominação exercida
pelas classes dominantes.
B
construir a consciência individual. A construção do ser social, feita em boa parte pela educação, é a
assimilação pelo indivíduo de uma série de normas e princípios, sejam morais, religiosos, éticos ou
de comportamento, que balizam a conduta do indivíduo em um grupo. O homem, mais do que
formador da sociedade, é um produto dela.
C
formar consciência individual. Em cada indivíduo há dois seres inseparáveis, porém distintos. Um
deles é individual. Tal porção do sujeito, o jovem bruto, é formada pelos estados mentais de cada
pessoa. O desenvolvimento dessa metade do homem é a principal função da educação.
Principalmente por meio da psicologia, entendida então como a ciência do indivíduo, os professores
tentam construir nos estudantes os valores e a moral. O outro lado do indivíduo é algo formado por
um sistema de ideias que exprimem, dentro das pessoas, a sociedade de que fazem parte. A educação
é uma socialização da jovem geração pela geração adulta.
D
se constituir em um triplo processo: de hominização – tornar-se homem –; de singularização –
tornar-se um exemplar único de homem –; de socialização – tornar-se membro de uma comunidade,
partilhando seus valores e ocupando um lugar nela. Nascer, aprender, é entrar em um conjunto de
relações e processos que constituem um sistema de sentido, no qual se questiona “quem sou, quem é
o mundo, quem são os outros”. Diante disto, na escola, é necessário ensinar com significado para
mobilizar os alunos.
Respondida
Levando em consideração o texto como um todo e as orientações da gramática normativa tradicional,
assinale a alternativa correta.
A
No penúltimo parágrafo, no trecho: “Anuência imposta , os professores veem seu vigor e seu
entusiasmo serem subtraídos ao máximo”, o termo destacado tem valor causal e pode ser substituído,
sem erro gramatical ou alteração de sentido, por “Desabono imposto”.
B
Segundo as afirmações do penúltimo parágrafo, é possível afirmar que os professores que “têm mais
tempo de estrada” são mais afeitos ao ensino apostilado e aos ditames pedagógicos contemporâneos.
C
É possível a inferência de que, para professores que fogem à “supressão da independência
intelectual, das diferenças de estilo, da liberdade de ação” (expressão do penúltimo parágrafo),
ocasionada pelos materiais apostilados, uma consequência possível é a demissão.
D
Os termos “antigas novidades”, retirado do penúltimo parágrafo e “neoconservadores”, retirado do
último parágrafo, contêm antítese que pode ser considerada a síntese do ponto de vista do autor a
respeito do material apostilado: ele encerra em si as máximas da interrogação e da refração,
portadoras de caráter edificante.
Respondida
Levando em consideração o texto como um todo e as orientações da gramática normativa tradicional,
assinale a alternativa correta.
A
No quarto parágrafo, no trecho: “Envoltos pela aura clássica da memorização/reprodução,
professores e alunos arremedam as informações enciclopédicas dispostas nas apostilas”, os termos
destacados podem ser substituídos, sem que ocorra erro gramatical ou prejuízo semântico, por
“Cercados” e “imitam caricaturalmente”.
B
Os termos “perplexidade e conflito” sumariam de forma concisa os “ditames pedagógicos
contemporâneos”, do quinto parágrafo, também exemplificados pejorativamente, na perspectiva do autor do texto, aos termos “compactação e compartimentalização dos informes conteudistas”, do
quarto, que se embaralham “numa sucessão de ecos sem fim e sem propósito”.
C
Os termos “esclarecimento e harmonização” sumariam de forma concisa os “ditames pedagógicos
contemporâneos”, do quinto parágrafo, também exemplificados pejorativamente, na perspectiva do
autor do texto, à “supressão da independência intelectual, das diferenças de estilo, da liberdade de
ação” do professor, explicada no sexto parágrafo.
D
Segundo o ponto de vista defendido pelo autor do texto, “ensinar poucas coisas para ensiná-las
bem”, expressão extraída do quinto parágrafo, é frase característica do senso comum, ralo, expresso
nos chamados “ditames pedagógicos contemporâneos”, de caráter imitativo. A insistência no oposto
desses ditames corresponde ao modelo de “compactação e compartimentalização dos informes
conteudistas” (expressão do quarto parágrafo).
Respondida
Levando em consideração o texto como um todo e as orientações da gramática normativa tradicional,
assinale a alternativa correta.
A
No terceiro parágrafo, no trecho: “de modo que não reste tempo hábil para o vago e moroso trabalho
do pensamento”, a expressão destacada pode ser substituída, sem que ocorra erro gramatical ou
alteração de sentido, por “a fim de que”.
B
Segundo o ponto de vista defendido ao longo do texto, o motivo pelo qual o material apostilado é
eficiente, no que diz respeito ao controle dos resultados, é a substituição dos trabalhos de natureza
vaga e morosa pela habilidade da reiteração.
C
É possível a inferência de que as expressões “vago e moroso”, na perspectiva dos defensores do
material apostilado, representam a ineficiência do sistema de ensino que prescinde da terceirização
pedagógica, manifestada na expressão “kits de ensino” do sistema privado.
D
Segundo o ponto de vista defendido no texto, a ineficiência do material apostilado está baseada em
trabalho vago e moroso, que se perde em interrogações e refrações desnecessárias, desviando-se da
reiteração compulsória.
Respondida
Levando em consideração o texto como um todo e as orientações da gramática normativa tradicional,
assinale a alternativa correta.
A
No trecho: “Não se trata aqui de subscrever , mais uma vez, o atestado de impotência”, do segundo
parágrafo, o vocábulo destacado pode ser substituído, sem que ocorra erro gramatical ou alteração de
sentido, por “enjeitar”.
B
No trecho: “mas de moderar o afã em torno da prática do apostilamento.”, do segundo parágrafo, o
trecho destacado pode ser substituído, sem que ocorra erro gramatical ou alteração de sentido, por “a
displicência”.
C
No trecho: “o ensino apostilado propõe-se a disciplinar e normatizar os usos e costumes de sala de
aula”, do terceiro parágrafo, o fragmento destacado pode ser reescrito, sem que ocorra erro
gramatical ou alteração de sentido, por “a disciplinar e a normatizar”.
D
No fragmento: “imprimindo-lhes um ritmo cadenciado, aligeirado, fabril, de modo que não reste
tempo hábil para o vago e moroso trabalho do pensamento”, do terceiro parágrafo, o pronome
destacado refere-se aos termos antecedentes “a malemolência docente” e “dispersão discente”.