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Albuquerque (2006), assim como Antunes (2003), defende o ensino de leitura e de escrita baseado em uma concepção interacionista da língua. Isso implica considerar esta como
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(Chargista Duke. Em: www.otempo.com.br, 26.04.2022)
A leitura dos textos em sala de aula implica estratégias com base nas condições de produção dos discursos. No caso da charge apresentada, que é um texto multimodal, sua interpretação implica reconhecer
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nta para dois tipos específicos e importantes de multiplicidade presentes em nossas sociedades, principalmente urbanas, na contemporaneidade: a multiplicidade cultural das populações e a multiplicidade semiótica de constituição dos textos por meio dos quais ela se informa e se comunica.
(ROJO, R., “Pedagogia dos multiletramentos”. Em: ROJO e MOURA, 2012)
Conforme o posicionamento de Rojo, a sociedade atual convive com textos organizados em função da multiplicidade semiótica, ou seja,
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nta para dois tipos específicos e importantes de multiplicidade presentes em nossas sociedades, principalmente urbanas, na contemporaneidade: a multiplicidade cultural das populações e a multiplicidade semiótica de constituição dos textos por meio dos quais ela se informa e se comunica.
(ROJO, R., “Pedagogia dos multiletramentos”. Em: ROJO e MOURA, 2012)
De acordo com a autora, a multiplicidade cultural das populações deve ser pensada nas propostas educacionais considerando-se
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Subi a porta e fechei a escada. Tirei minhas orações e recitei meus sapatos. Desliguei a cama e deitei-me na luz.
Tudo porque Ele me deu um beijo de boa noite... (Autor anônimo)
(Marcuschi, 2008)
Com base nos conhecimentos de Linguística Textual, é correto afirmar que o texto é
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A fala foi produzida por um carpinteiro, com pouca escolarização, residente na cidade de Brazilândia, DF, e proveniente de área rural de Minas Gerais. Quando a entrevista foi feita, em 1980, ele tinha 54 anos e já residia no DF há 24 anos.
Entrevistado: De uns tempos pra cá, ninguém qué roça mais. Num certo ponto eu dô razão, eu mesmo fui um desses que saí da roça por causa disso, né? Que eu não tinha terreno de meu, morava dependente de oto, de fazendero. Fazenderos não dão cuié de chá mesmo, né? Tem que plantá, plantá, tem que parti à meia, ota hora à terça, né?
(Bortoni-Ricardo, 2004)
Com base em Koch e Elias (2011), uma marca típica de oralidade que foi transcrita para o texto escrito é a expressão:
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A fala foi produzida por um carpinteiro, com pouca escolarização, residente na cidade de Brazilândia, DF, e proveniente de área rural de Minas Gerais. Quando a entrevista foi feita, em 1980, ele tinha 54 anos e já residia no DF há 24 anos.
Entrevistado: De uns tempos pra cá, ninguém qué roça mais. Num certo ponto eu dô razão, eu mesmo fui um desses que saí da roça por causa disso, né? Que eu não tinha terreno de meu, morava dependente de oto, de fazendero. Fazenderos não dão cuié de chá mesmo, né? Tem que plantá, plantá, tem que parti à meia, ota hora à terça, né?
(Bortoni-Ricardo, 2004)
De acordo com Bortoni-Ricardo, na fala do carpinteiro, um exemplo de traço descontínuo e outro de traço gradual são, correta e respectivamente:
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Leia a tira para responder à questão.

(Bill Waterson, “O Melhor de Calvin”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 08.06.2022)
Na prática de análise linguística, há o reconhecimento de que o termo do primeiro quadrinho – trouxinha –, expressa sentido de
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Leia a tira para responder à questão.

(Bill Waterson, “O Melhor de Calvin”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 08.06.2022)
No ensino de língua materna, espera-se que alunos entendam que a passagem do primeiro parágrafo – É verdade que uma cegonha traz eles... – apresenta uma variedade linguística não padrão e, para ficar em conformidade com a norma- -padrão, deve ser reescrita da seguinte forma:
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Antunes (2003) afirma que “a atividade da escrita é uma atividade interativa de expressão”. Para a autora, a condição prévia para o êxito dessa atividade é
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