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Estudante de medicina de 21 anos apresenta quadro de diarreia e desidratação. Refere que voltou de viagem no interior da África há 2 dias, onde realizava trabalho missionário. Não há febre ou calafrios, mas relata 15 a 20 evacuações aquosas nas últimas 24 horas. Exames fecais mostram sódio de 104 e potássio de 30; calprotectina e leucócitos fecais são negativos.
Nessa situação, o mecanismo mais provável para a diarreia do paciente é
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Homem de 24 anos é atendido com quadro de sangramento espontâneo do nariz e gengivas. Fora isso, refere se sentir bem e diz ter tido uma infecção do trato respiratório superior 3 semanas antes, para a qual tomou anti-inflamatórios não hormonais por 3 dias. Ele nunca teve sintomas semelhantes no passado e não há história familiar de qualquer diátese hemorrágica. Ao exame físico: nota-se petéquias na mucosa oral. Hemograma mostra: hemoglobina: 14 g/dL; leucócitos: 7.000/mm3; plaquetas 4000/mm3. Os exames de sangue restantes, incluindo testes de função renal e hepática, estão dentro dos limites normais. O esfregaço de sangue periférico mostra hemácias e glóbulos brancos normais e plaquetas diminuídas, embora de tamanho aumentado.
A principal hipótese diagnóstica é
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Mulher de 32 anos de idade apresenta quadro de fadiga e dispneia aos esforços. Ela iniciou sulfametoxazol-trimetoprima para uma infecção do trato urinário há 5 dias. Ao exame físico: hipocorada (3+/4); pressão arterial: 115 x 72 mmHg; frequência cardíaca: 112 bpm. O hemograma revela hemoglobina de 6,0 g/dL e hematócrito de 19%.
O exame com maior chance de revelar o diagnóstico dessa paciente é
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Mulher de 63 anos de idade apresenta quadro de tosse progressiva e dispneia. Ela nega qualquer história de artrite, lesões cutâneas ou queixas oculares. Não há tabagismo ou exposição ocupacional. Ao exame físico: queda do estado geral; afebril; pulso: 90 bpm; frequência respiratória: 32/min; pressão arterial: 119 x 76 mmHg; baqueteamento digital; ausculta pulmonar com crepitações bilaterais (tipo “velcro”). Gasometria arterial em ar ambiente: pH 7,47; PCO2: 32 mmHg; PO2: 60 mmHg. Há queda da saturação arterial de oxigênio ao esforço leve. A pesquisa de tuberculose no escarro é negativa. A radiografia de tórax é mostrada abaixo.

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
Nessa paciente, o diagnóstico mais provável é
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Mulher de 65 anos, com pancreatite crônica grave, é atendida em consulta de retorno. Ela sofre de dor abdominal diária e recentemente notou que suas fezes ficaram oleosas, com cheiro fétido e flutuam no vaso. O médico da atenção primária recentemente detectou deficiência moderada de vitamina D e ela está tomando suplementação diária.
Em relação ao quadro clínico descrito, é correto afirmar que
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Mulher de 30 anos, com nefrite lúpica recentemente diagnosticada, apresenta quadro de perda abrupta da visão em ambos os olhos ao longo de várias horas. Ela teve dificuldade em controlar a hipertensão nas últimas semanas com piora da função renal e tem tomado vários anti- -hipertensivos orais. Ao exame físico: afebril; ela está referindo dor de cabeça e tem aparência cushingoide; não há rigidez de nuca; pressão arterial: 212 x 105 mmHg; neurológico: ela está acordada, segue os comandos, a acuidade visual é diminuída globalmente, mas não há déficit focal. A creatinina é 2,4 mg/dL. A ressonância magnética mostra edema vasogênico parieto-occipital bilateral com sinal T2 hiperintenso, mas sem evidência de acidente vascular cerebral agudo ou dissecção arterial.
O diagnóstico mais provável é
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O odor de um paciente vítima de intoxicação exógena pode fornecer pistas sobre a substância causadora do envenenamento. No paciente com odor de alho, a etiologia mais provável é
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Considerando um homem de 51 anos com a radiografia de tórax mostrada a seguir, é correto afirmar que

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
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Mulher de 46 anos, com dor abdominal intermitente no quadrante superior direito, apresenta cálculos biliares, sendo então submetida à colecistectomia. Dois anos após, ela persiste com episódios de dor em andar superior do abdome que duram de 1 a 2 horas. Na última ocasião, os exames séricos mostraram: aspartato aminotransferase: 77 U/L; alanina aminotransferase: 99 U/L; fosfatase alcalina: normal.
O ultrassom mostra ducto biliar comum de 5 mm. Nessa paciente, o manejo mais adequado é
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Mulher de 20 anos, previamente saudável, apresenta quadro de febre, cefaleia e erupção cutânea. Ela é babá e recentemente assumiu um cargo no verão para cuidar de crianças pequenas, ambas com diarreia. Ao exame físico: consciente, orientada; temperatura de 38,4 ºC; rigidez de nuca 1+/4; não há papiledema; nota-se erupção macular esbranquiçada no tronco e nas costas, bem como nas mãos. A punção lombar mostra: leucócitos: 150/mm3 (90% de linfócitos); hemácias: 2/mm3; proteínas 40 mg/dL; glicose: 80 mg/dL; coloração de Gram sem bactérias.
A etiologia mais provável nessa paciente é
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