Foram encontradas 50 questões.
Todos os alunos do último ano de graduação de certa
universidade devem entregar, em setembro, outubro ou
novembro, os trabalhos A e B, mas não ambos no mesmo mês, podendo o aluno escolher qual trabalho entregar primeiro. Em setembro, todos os alunos do último
ano entregaram um trabalho, de modo que a razão entre
o número de alunos que entregaram o trabalho A e o
número de alunos que entregaram o trabalho B foi igual
a 2/9. Em outubro, 165 alunos entregaram o segundo
trabalho, sendo que destes, 33 entregaram o trabalho B,
132 entregaram o trabalho A e a razão entre o número
total daqueles que já entregaram o trabalho A e o número
total dos que já entregaram o trabalho B passou a ser
igual a 5/6. Em novembro, todos que só tinham entregado
um trabalho entregaram o segundo. O algarismo das
unidades do número de trabalhos que foram entregues
em novembro é
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Um atacadista vende canetas em pacotes de 12 unidades, e lápis em pacotes de 15 unidades. Um revendedor
quer comprar pacotes de lápis e de canetas, de maneira
que compre 1 lápis para cada 3 canetas. Nessas condições, o número mínimo de pacotes que esse revendedor deverá comprar (soma dos pacotes de lápis e de
canetas) é
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Ocaso do transporte público em São Paulo
A população da Região Metropolitana de São Paulo está
se deslocando menos, revelou a pesquisa Origem e Destino
(OD), o mais detalhado levantamento sobre mobilidade urbana do Brasil, que o Metrô paulista realiza desde 1967.
Em 2023, segundo a OD, o volume de viagens diárias
recuou 15,1% em relação a 2017, para 35,661 milhões. Isoladamente, esta queda no número de deslocamentos não é um
problema. Uma série de mudanças tecnológicas e comportamentais permite que, na atualidade, não seja preciso sair
de casa para ir ao banco, à escola ou fazer compras, por
exemplo.
Mas, enquanto a queda geral nas locomoções por si só
não é negativa, o fato de a pesquisa ter captado, pela primeira vez em mais de duas décadas, que os deslocamentos
por transporte individual (51,2%) superaram os realizados
por meio de transporte coletivo (48,8%) deveria tirar o sono
dos gestores públicos.
Era questão de tempo, que a pandemia acabou por acelerar. Levantamentos anteriores já detectavam que a utilização do transporte público vinha em declínio. Agora a curva
finalmente se inverteu. Percentualmente, o uso do transporte
coletivo recuou 19,8% entre 2017 e 2023; foram 3 milhões de
viagens/dia a menos via modais públicos.
Mundo afora, metrópoles populosas e ricas privilegiam
o transporte coletivo, o que só traz benefícios tanto para
os residentes quanto para os gestores públicos: a população economiza e perde menos tempo em engarrafamentos,
enquanto os administradores contribuem com a redução da
poluição, o que é cada vez mais necessário em tempos de
extremos climáticos, e gastam menos com ações de socorro
no trânsito, haja vista a queda no número de acidentes.
Insuficiente e ineficiente, o transporte público seguirá
perdendo usuários e, consequentemente, receitas, tornando
a complexa gestão financeira do sistema de transporte público ainda mais desafiadora. Já os mais necessitados seguirão comprometendo a própria renda para conseguir o básico:
se deslocar.
(Opinião. https://www.estadao.com.br, 15.02.2025. Adaptado)
• … não seja preciso sair de casa para ir ao banco, à escola ou fazer compras, por exemplo. (2º parágrafo)
• Mas, enquanto a queda geral nas locomoções por si só não é negativa, o fato de a pesquisa ter captado… (3º parágrafo)
• Levantamentos anteriores já detectavam que a utilização do transporte público vinha em declínio. (4º parágrafo)
Conforme seus empregos no texto, os termos destacados veiculam, correta e respectivamente, sentidos de:
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Ocaso do transporte público em São Paulo
A população da Região Metropolitana de São Paulo está
se deslocando menos, revelou a pesquisa Origem e Destino
(OD), o mais detalhado levantamento sobre mobilidade urbana do Brasil, que o Metrô paulista realiza desde 1967.
Em 2023, segundo a OD, o volume de viagens diárias
recuou 15,1% em relação a 2017, para 35,661 milhões. Isoladamente, esta queda no número de deslocamentos não é um
problema. Uma série de mudanças tecnológicas e comportamentais permite que, na atualidade, não seja preciso sair
de casa para ir ao banco, à escola ou fazer compras, por
exemplo.
Mas, enquanto a queda geral nas locomoções por si só
não é negativa, o fato de a pesquisa ter captado, pela primeira vez em mais de duas décadas, que os deslocamentos
por transporte individual (51,2%) superaram os realizados
por meio de transporte coletivo (48,8%) deveria tirar o sono
dos gestores públicos.
Era questão de tempo, que a pandemia acabou por acelerar. Levantamentos anteriores já detectavam que a utilização do transporte público vinha em declínio. Agora a curva
finalmente se inverteu. Percentualmente, o uso do transporte
coletivo recuou 19,8% entre 2017 e 2023; foram 3 milhões de
viagens/dia a menos via modais públicos.
Mundo afora, metrópoles populosas e ricas privilegiam
o transporte coletivo, o que só traz benefícios tanto para
os residentes quanto para os gestores públicos: a população economiza e perde menos tempo em engarrafamentos,
enquanto os administradores contribuem com a redução da
poluição, o que é cada vez mais necessário em tempos de
extremos climáticos, e gastam menos com ações de socorro
no trânsito, haja vista a queda no número de acidentes.
Insuficiente e ineficiente, o transporte público seguirá
perdendo usuários e, consequentemente, receitas, tornando
a complexa gestão financeira do sistema de transporte público ainda mais desafiadora. Já os mais necessitados seguirão comprometendo a própria renda para conseguir o básico:
se deslocar.
(Opinião. https://www.estadao.com.br, 15.02.2025. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Ocaso do transporte público em São Paulo
A população da Região Metropolitana de São Paulo está
se deslocando menos, revelou a pesquisa Origem e Destino
(OD), o mais detalhado levantamento sobre mobilidade urbana do Brasil, que o Metrô paulista realiza desde 1967.
Em 2023, segundo a OD, o volume de viagens diárias
recuou 15,1% em relação a 2017, para 35,661 milhões. Isoladamente, esta queda no número de deslocamentos não é um
problema. Uma série de mudanças tecnológicas e comportamentais permite que, na atualidade, não seja preciso sair
de casa para ir ao banco, à escola ou fazer compras, por
exemplo.
Mas, enquanto a queda geral nas locomoções por si só
não é negativa, o fato de a pesquisa ter captado, pela primeira vez em mais de duas décadas, que os deslocamentos
por transporte individual (51,2%) superaram os realizados
por meio de transporte coletivo (48,8%) deveria tirar o sono
dos gestores públicos.
Era questão de tempo, que a pandemia acabou por acelerar. Levantamentos anteriores já detectavam que a utilização do transporte público vinha em declínio. Agora a curva
finalmente se inverteu. Percentualmente, o uso do transporte
coletivo recuou 19,8% entre 2017 e 2023; foram 3 milhões de
viagens/dia a menos via modais públicos.
Mundo afora, metrópoles populosas e ricas privilegiam
o transporte coletivo, o que só traz benefícios tanto para
os residentes quanto para os gestores públicos: a população economiza e perde menos tempo em engarrafamentos,
enquanto os administradores contribuem com a redução da
poluição, o que é cada vez mais necessário em tempos de
extremos climáticos, e gastam menos com ações de socorro
no trânsito, haja vista a queda no número de acidentes.
Insuficiente e ineficiente, o transporte público seguirá
perdendo usuários e, consequentemente, receitas, tornando
a complexa gestão financeira do sistema de transporte público ainda mais desafiadora. Já os mais necessitados seguirão comprometendo a própria renda para conseguir o básico:
se deslocar.
(Opinião. https://www.estadao.com.br, 15.02.2025. Adaptado)
• … o mais detalhado levantamento sobre mobilidade urbana do Brasil… (1o parágrafo)
• … a utilização do transporte público vinha em declínio. (4o parágrafo)
• Mundo afora, metrópoles populosas e ricas privilegiam o transporte coletivo… (5o parágrafo)
No contexto em que estão empregados, os termos destacados significam, correta e respectivamente:
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Ocaso do transporte público em São Paulo
A população da Região Metropolitana de São Paulo está
se deslocando menos, revelou a pesquisa Origem e Destino
(OD), o mais detalhado levantamento sobre mobilidade urbana do Brasil, que o Metrô paulista realiza desde 1967.
Em 2023, segundo a OD, o volume de viagens diárias
recuou 15,1% em relação a 2017, para 35,661 milhões. Isoladamente, esta queda no número de deslocamentos não é um
problema. Uma série de mudanças tecnológicas e comportamentais permite que, na atualidade, não seja preciso sair
de casa para ir ao banco, à escola ou fazer compras, por
exemplo.
Mas, enquanto a queda geral nas locomoções por si só
não é negativa, o fato de a pesquisa ter captado, pela primeira vez em mais de duas décadas, que os deslocamentos
por transporte individual (51,2%) superaram os realizados
por meio de transporte coletivo (48,8%) deveria tirar o sono
dos gestores públicos.
Era questão de tempo, que a pandemia acabou por acelerar. Levantamentos anteriores já detectavam que a utilização do transporte público vinha em declínio. Agora a curva
finalmente se inverteu. Percentualmente, o uso do transporte
coletivo recuou 19,8% entre 2017 e 2023; foram 3 milhões de
viagens/dia a menos via modais públicos.
Mundo afora, metrópoles populosas e ricas privilegiam
o transporte coletivo, o que só traz benefícios tanto para
os residentes quanto para os gestores públicos: a população economiza e perde menos tempo em engarrafamentos,
enquanto os administradores contribuem com a redução da
poluição, o que é cada vez mais necessário em tempos de
extremos climáticos, e gastam menos com ações de socorro
no trânsito, haja vista a queda no número de acidentes.
Insuficiente e ineficiente, o transporte público seguirá
perdendo usuários e, consequentemente, receitas, tornando
a complexa gestão financeira do sistema de transporte público ainda mais desafiadora. Já os mais necessitados seguirão comprometendo a própria renda para conseguir o básico:
se deslocar.
(Opinião. https://www.estadao.com.br, 15.02.2025. Adaptado)
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Ocaso do transporte público em São Paulo
A população da Região Metropolitana de São Paulo está
se deslocando menos, revelou a pesquisa Origem e Destino
(OD), o mais detalhado levantamento sobre mobilidade urbana do Brasil, que o Metrô paulista realiza desde 1967.
Em 2023, segundo a OD, o volume de viagens diárias
recuou 15,1% em relação a 2017, para 35,661 milhões. Isoladamente, esta queda no número de deslocamentos não é um
problema. Uma série de mudanças tecnológicas e comportamentais permite que, na atualidade, não seja preciso sair
de casa para ir ao banco, à escola ou fazer compras, por
exemplo.
Mas, enquanto a queda geral nas locomoções por si só
não é negativa, o fato de a pesquisa ter captado, pela primeira vez em mais de duas décadas, que os deslocamentos
por transporte individual (51,2%) superaram os realizados
por meio de transporte coletivo (48,8%) deveria tirar o sono
dos gestores públicos.
Era questão de tempo, que a pandemia acabou por acelerar. Levantamentos anteriores já detectavam que a utilização do transporte público vinha em declínio. Agora a curva
finalmente se inverteu. Percentualmente, o uso do transporte
coletivo recuou 19,8% entre 2017 e 2023; foram 3 milhões de
viagens/dia a menos via modais públicos.
Mundo afora, metrópoles populosas e ricas privilegiam
o transporte coletivo, o que só traz benefícios tanto para
os residentes quanto para os gestores públicos: a população economiza e perde menos tempo em engarrafamentos,
enquanto os administradores contribuem com a redução da
poluição, o que é cada vez mais necessário em tempos de
extremos climáticos, e gastam menos com ações de socorro
no trânsito, haja vista a queda no número de acidentes.
Insuficiente e ineficiente, o transporte público seguirá
perdendo usuários e, consequentemente, receitas, tornando
a complexa gestão financeira do sistema de transporte público ainda mais desafiadora. Já os mais necessitados seguirão comprometendo a própria renda para conseguir o básico:
se deslocar.
(Opinião. https://www.estadao.com.br, 15.02.2025. Adaptado)
O problema que os dados da pesquisa Origem e Destino (OD) trazem à luz diz respeito ao fato de
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