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Enunciado 3252054-1

ITURRUSGARAI, Adão. La vie em rose. Folha de S. Paulo, São Paulo, 6 jan. 2004. E5. Disponível em: <https://acervo.folha.com.br/leitor.do?numero=15947 &keyword=ROSE%2CVIE&anchor=5263039&origem= busca&originURL=&pd=f38de803d02c522f613f53b70c6b17ab>.

No primeiro quadrinho, a palavra “nossa” é um pronome:

 

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Estudo comprova o efeito relaxante da música

Por Administração Portal Aprendiz

Um estudo da Universidade de Oxford, na Inglaterra, confirmou a crença de que a música ajuda a relaxar nos momentos de estresse. Segundo o estudo, as músicas lentas, como as de meditação e as clássicas ajudam a acalmar e a desacelerar os batimentos cardíacos e a respiração. Já as músicas com batidas mais rápidas, como as eletrônicas, provocam o efeito oposto ao das relaxantes.

A musicoterapia é usada para melhorar a qualidade de vida das pessoas. A técnica, já comum em alguns países, ainda é nova no Brasil. "A ideia é tratar pessoas saudáveis com qualquer música e ritmo, desde que atenda às necessidades do paciente. Uma pessoa muito agitada vai ser tratada com uma música calma para que consiga relaxar", afirma Naire Siqueira, terapeuta musical.

"Hoje, por causa do mercado de trabalho, a adrenalina fica constante no cérebro, causando dores de cabeça, dores nas costas, estresse, tensão, fadiga, ansiedade e várias outras coisas. Com a técnica trabalhamos para que o coração tenha o mesmo andamento da música. Faz com que a pessoa se interiorize", diz ela.

(Disponível em: https://portal.aprendiz.uol.com.br/content/estudo-comprova-o-efeito-relaxante-da-musica – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta a correta separação silábica da palavra “ansiedade”.

 

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Estudo comprova o efeito relaxante da música

Por Administração Portal Aprendiz

Um estudo da Universidade de Oxford, na Inglaterra, confirmou a crença de que a música ajuda a relaxar nos momentos de estresse. Segundo o estudo, as músicas lentas, como as de meditação e as clássicas ajudam a acalmar e a desacelerar os batimentos cardíacos e a respiração. Já as músicas com batidas mais rápidas, como as eletrônicas, provocam o efeito oposto ao das relaxantes.

A musicoterapia é usada para melhorar a qualidade de vida das pessoas. A técnica, já comum em alguns países, ainda é nova no Brasil. "A ideia é tratar pessoas saudáveis com qualquer música e ritmo, desde que atenda às necessidades do paciente. Uma pessoa muito agitada vai ser tratada com uma música calma para que consiga relaxar", afirma Naire Siqueira, terapeuta musical.

"Hoje, por causa do mercado de trabalho, a adrenalina fica constante no cérebro, causando dores de cabeça, dores nas costas, estresse, tensão, fadiga, ansiedade e várias outras coisas. Com a técnica trabalhamos para que o coração tenha o mesmo andamento da música. Faz com que a pessoa se interiorize", diz ela.

(Disponível em: https://portal.aprendiz.uol.com.br/content/estudo-comprova-o-efeito-relaxante-da-musica – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta dígrafo.

 

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Estudo comprova o efeito relaxante da música

Por Administração Portal Aprendiz

Um estudo da Universidade de Oxford, na Inglaterra, confirmou a crença de que a música ajuda a relaxar nos momentos de estresse. Segundo o estudo, as músicas lentas, como as de meditação e as clássicas ajudam a acalmar e a desacelerar os batimentos cardíacos e a respiração. Já as músicas com batidas mais rápidas, como as eletrônicas, provocam o efeito oposto ao das relaxantes.

A musicoterapia é usada para melhorar a qualidade de vida das pessoas. A técnica, já comum em alguns países, ainda é nova no Brasil. "A ideia é tratar pessoas saudáveis com qualquer música e ritmo, desde que atenda às necessidades do paciente. Uma pessoa muito agitada vai ser tratada com uma música calma para que consiga relaxar", afirma Naire Siqueira, terapeuta musical.

"Hoje, por causa do mercado de trabalho, a adrenalina fica constante no cérebro, causando dores de cabeça, dores nas costas, estresse, tensão, fadiga, ansiedade e várias outras coisas. Com a técnica trabalhamos para que o coração tenha o mesmo andamento da música. Faz com que a pessoa se interiorize", diz ela.

(Disponível em: https://portal.aprendiz.uol.com.br/content/estudo-comprova-o-efeito-relaxante-da-musica – texto adaptado especialmente para esta prova).

A expressão “Segundo” poderia ser substituída, sem alterar o sentido do texto, por:

 

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Estudo comprova o efeito relaxante da música

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Um estudo da Universidade de Oxford, na Inglaterra, confirmou a crença de que a música ajuda a relaxar nos momentos de estresse. Segundo o estudo, as músicas lentas, como as de meditação e as clássicas ajudam a acalmar e a desacelerar os batimentos cardíacos e a respiração. Já as músicas com batidas mais rápidas, como as eletrônicas, provocam o efeito oposto ao das relaxantes.

A musicoterapia é usada para melhorar a qualidade de vida das pessoas. A técnica, já comum em alguns países, ainda é nova no Brasil. "A ideia é tratar pessoas saudáveis com qualquer música e ritmo, desde que atenda às necessidades do paciente. Uma pessoa muito agitada vai ser tratada com uma música calma para que consiga relaxar", afirma Naire Siqueira, terapeuta musical.

"Hoje, por causa do mercado de trabalho, a adrenalina fica constante no cérebro, causando dores de cabeça, dores nas costas, estresse, tensão, fadiga, ansiedade e várias outras coisas. Com a técnica trabalhamos para que o coração tenha o mesmo andamento da música. Faz com que a pessoa se interiorize", diz ela.

(Disponível em: https://portal.aprendiz.uol.com.br/content/estudo-comprova-o-efeito-relaxante-da-musica – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta palavra proparoxítona.

 

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Estudo comprova o efeito relaxante da música

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Um estudo da Universidade de Oxford, na Inglaterra, confirmou a crença de que a música ajuda a relaxar nos momentos de estresse. Segundo o estudo, as músicas lentas, como as de meditação e as clássicas ajudam a acalmar e a desacelerar os batimentos cardíacos e a respiração. Já as músicas com batidas mais rápidas, como as eletrônicas, provocam o efeito oposto ao das relaxantes.

A musicoterapia é usada para melhorar a qualidade de vida das pessoas. A técnica, já comum em alguns países, ainda é nova no Brasil. "A ideia é tratar pessoas saudáveis com qualquer música e ritmo, desde que atenda às necessidades do paciente. Uma pessoa muito agitada vai ser tratada com uma música calma para que consiga relaxar", afirma Naire Siqueira, terapeuta musical.

"Hoje, por causa do mercado de trabalho, a adrenalina fica constante no cérebro, causando dores de cabeça, dores nas costas, estresse, tensão, fadiga, ansiedade e várias outras coisas. Com a técnica trabalhamos para que o coração tenha o mesmo andamento da música. Faz com que a pessoa se interiorize", diz ela.

(Disponível em: https://portal.aprendiz.uol.com.br/content/estudo-comprova-o-efeito-relaxante-da-musica – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que contém uma palavra de sentido antônimo à palavra “desacelerar”, levando em consideração o contexto.

 

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Estudo comprova o efeito relaxante da música

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Um estudo da Universidade de Oxford, na Inglaterra, confirmou a crença de que a música ajuda a relaxar nos momentos de estresse. Segundo o estudo, as músicas lentas, como as de meditação e as clássicas ajudam a acalmar e a desacelerar os batimentos cardíacos e a respiração. Já as músicas com batidas mais rápidas, como as eletrônicas, provocam o efeito oposto ao das relaxantes.

A musicoterapia é usada para melhorar a qualidade de vida das pessoas. A técnica, já comum em alguns países, ainda é nova no Brasil. "A ideia é tratar pessoas saudáveis com qualquer música e ritmo, desde que atenda às necessidades do paciente. Uma pessoa muito agitada vai ser tratada com uma música calma para que consiga relaxar", afirma Naire Siqueira, terapeuta musical.

"Hoje, por causa do mercado de trabalho, a adrenalina fica constante no cérebro, causando dores de cabeça, dores nas costas, estresse, tensão, fadiga, ansiedade e várias outras coisas. Com a técnica trabalhamos para que o coração tenha o mesmo andamento da música. Faz com que a pessoa se interiorize", diz ela.

(Disponível em: https://portal.aprendiz.uol.com.br/content/estudo-comprova-o-efeito-relaxante-da-musica – texto adaptado especialmente para esta prova).

Sobre o texto, é correto afirmar que:

 

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Por Administração Portal Aprendiz

Um estudo da Universidade de OxfordEnunciado 3252046-1 na InglaterraEnunciado 3252046-2 confirmou a crença de que a música ajuda a relaxar nos momentos de estresse. Segundo o estudo, as músicas lentas, como as de meditação e as clássicas ajudam a acalmar e a desacelerar os batimentos cardíacos e a respiração. Já as músicas com batidas mais rápidas, como as eletrônicas, provocam o efeito oposto ao das relaxantes.

A musicoterapia é usada para melhorar a qualidade de vida das pessoas. A técnica, já comum em alguns países, ainda é nova no Brasil. "A ideia é tratar pessoas saudáveis com qualquer música e ritmo, desde que atenda às necessidades do paciente. Uma pessoa muito agitada vai ser tratada com uma música calma para que consiga relaxar", afirma Naire Siqueira, terapeuta musical.

"Hoje, por causa do mercado de trabalho, a adrenalina fica constante no cérebro, causando dores de cabeça, dores nas costas, estresse, tensão, fadiga, ansiedade e várias outras coisas. Com a técnica trabalhamos para que o coração tenha o mesmo andamento da música. Faz com que a pessoa se interiorize", diz ela.

(Disponível em: https://portal.aprendiz.uol.com.br/content/estudo-comprova-o-efeito-relaxante-da-musica – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa correta quanto à pontuação que substitui as figuras da linha 01.

 

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3122706 Ano: 2023
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Campo Bom-RS

Instruction: answer questions 31 to 40 based on the following text. The highlights throughout the text are cited in the questions.

He donated blood and saved the lives of 2.4 million babies

01 Most people get a gold watch when they retire. James Harrison deserves so much more than

02 that. Known as the “Man With the Golden Arm,” Harrison has donated blood nearly every week

03 for 60 years, and after all those donations, the 81-year-old Australian man “retired” Friday.

04 According to the Australian Red Cross Blood Service, he has helped save the lives of more than

05 2.4 million Australian babies because his blood has unique, disease-fighting antibodies.

06 Harrison’s antibodies have been used to develop an injection called Anti-D, which helps

07 fight against rhesus disease. This disease is a condition where a pregnant woman has rhesus-

08 negative blood (RhD negative) and the baby in her womb has rhesus-positive blood (RhD

09 positive), inherited from its father. If the mother has been sensitized to rhesus-positive blood,

10 usually during a previous pregnancy with a rhesus-positive baby, she may produce antibodies

11 that destroy the baby’s “foreign” blood cells. In the worst cases, it can result in brain damage,

12 or death, for the babies.

13 Harrison’s remarkable gift of giving started when he had major chest surgery when he was

14 just 14. Blood donations saved his life, so he pledged to become a blood donor. A few years

15 later, doctors discovered his blood contained the antibody which could be used to create Anti-D

16 injections, so he switched over to making blood plasma donations to help as many people as

17 possible. Doctors aren’t exactly sure why Harrison has this rare blood type, but they think it

18 might be from the transfusions he received when he was 14, after his surgery. He’s one of no

19 more than 50 people in Australia known to have the antibodies, according to the blood service.

20 “In Australia, up until about 1967, there were literally thousands of babies dying each year,

21 doctors didn’t know why, and it was awful.” Jemma Falkenmire, of the Australian Red Cross

22 Blood Service, told CNN. “Australia was one of the first countries to discover a blood donor with

23 this antibody, so it was quite revolutionary at the time.”

24 The blood service estimates Harrison saved more than two million lives, and for that, he is

25 considered a national hero in Australia. He’s won numerous awards for his generosity, including

26 the Medal of the Order of Australia, one of the country’s most prestigious honors. Now that

27 Harrison has given his last blood donation (in Australia you can’t donate blood past the age of

28 81), Falkenmire and others hope people with similar antibodies in their blood will step up and

29 donate.

(Available at: https://edition.cnn.com/2018/05/11/health/james-harrison-blood-donor-retires-trnd/index.html – text especially adapted for this test).

Considering the use of the conditional sentences in the English language, which of the following alternatives expresses something that is likely to happen?

 

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3122705 Ano: 2023
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Campo Bom-RS

Instruction: answer questions 31 to 40 based on the following text. The highlights throughout the text are cited in the questions.

He donated blood and saved the lives of 2.4 million babies

01 Most people get a gold watch when they retire. James Harrison deserves so much more than

02 that. Known as the “Man With the Golden Arm,” Harrison has donated blood nearly every week

03 for 60 years, and after all those donations, the 81-year-old Australian man “retired” Friday.

04 According to the Australian Red Cross Blood Service, he has helped save the lives of more than

05 2.4 million Australian babies because his blood has unique, disease-fighting antibodies.

06 Harrison’s antibodies have been used to develop an injection called Anti-D, which helps

07 fight against rhesus disease. This disease is a condition where a pregnant woman has rhesus-

08 negative blood (RhD negative) and the baby in her womb has rhesus-positive blood (RhD

09 positive), inherited from its father. If the mother has been sensitized to rhesus-positive blood,

10 usually during a previous pregnancy with a rhesus-positive baby, she may produce antibodies

11 that destroy the baby’s “foreign” blood cells. In the worst cases, it can result in brain damage,

12 or death, for the babies.

13 Harrison’s remarkable gift of giving started when he had major chest surgery when he was

14 just 14. Blood donations saved his life, so he pledged to become a blood donor. A few years

15 later, doctors discovered his blood contained the antibody which could be used to create Anti-D

16 injections, so he switched over to making blood plasma donations to help as many people as

17 possible. Doctors aren’t exactly sure why Harrison has this rare blood type, but they think it

18 might be from the transfusions he received when he was 14, after his surgery. He’s one of no

19 more than 50 people in Australia known to have the antibodies, according to the blood service.

20 “In Australia, up until about 1967, there were literally thousands of babies dying each year,

21 doctors didn’t know why, and it was awful.” Jemma Falkenmire, of the Australian Red Cross

22 Blood Service, told CNN. “Australia was one of the first countries to discover a blood donor with

23 this antibody, so it was quite revolutionary at the time.”

24 The blood service estimates Harrison saved more than two million lives, and for that, he is

25 considered a national hero in Australia. He’s won numerous awards for his generosity, including

26 the Medal of the Order of Australia, one of the country’s most prestigious honors. Now that

27 Harrison has given his last blood donation (in Australia you can’t donate blood past the age of

28 81), Falkenmire and others hope people with similar antibodies in their blood will step up and

29 donate.

(Available at: https://edition.cnn.com/2018/05/11/health/james-harrison-blood-donor-retires-trnd/index.html – text especially adapted for this test).

The following excerpt from the text is an affirmative sentence “He’s won numerous awards for his generosity”. Which of the alternatives bellow shows the sentence correctly rewritten in the interrogative form, and in the same verb tense?

 

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