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Foram encontradas 40 questões.

411871 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: Pref. Campo Largo-PR
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O texto a seguir é referência para a questão.

Males do celular

Não são conclusivas, muito ao contrário, as pesquisas relacionando o uso de telefones celulares à ocorrência de alguns tipos de câncer. Ganhou destaque no noticiário, entretanto, a decisão de um painel da OMS (Organização Mundial da Saúde), incluindo a utilização frequente dos aparelhos numa lista de outros 266 fatores "possivelmente cancerígenos" – ao lado do consumo de café e do trabalho em lavanderias.

Dos 900 itens avaliados pelo comitê, apenas um, o caprolactama – substância presente em alguns plásticos – obteve plena absolvição das suspeitas que inspirava. Novas pesquisas deverão ser feitas, afirma o relatório da OMS, até que se tenha uma avaliação definitiva dos riscos do celular.

Inexistem, portanto, razões para alarmismo. Seria exagerado, ainda assim, descartar a informação como apenas mais um sintoma do ambiente cultural de nossa época – notoriamente exposto a sucessivas ondas de medo e paranoia, justificados ou não, em matéria de saúde pública.

De uma perspectiva menos científica do que bem-humorada, uma observação de qualquer modo se impõe. O uso excessivo de celulares, se não é certo que cause câncer, algum mal para a saúde há de fazer.

O estresse que sua solicitação contínua impõe será mais significativo, sem dúvida, do que o bem-estar oferecido a quem o emprega para a troca de trivialidades. O celular interrompe tudo – da concentração de um concertista aos instantes de intimidade conjugal; invade, com os dramas da vida alheia, os momentos de recolhimento que alguém possa ter num elevador ou numa sala de espera.

Talvez mais mortal do que o efeito térmico de suas emissões, vale acrescentar, é a prática dos motoristas que conversam longamente em seus aparelhos enquanto o automóvel segue à deriva pelas ruas da cidade.

Verdade que, em caso de acidente, o celular pode ajudar as vítimas dos males que causou... O leque de cogitações não tem fim.

Não é preciso, entretanto, o aval da OMS para recomendar, a todo falante de celular do mundo (há bilhões de assinantes no planeta): use-o com moderação.

(Folha de S. Paulo, 03.06.2011.)

Sobre o uso do celular, é correto afirmar que, para o autor:

 

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387292 Ano: 2011
Disciplina: Medicina
Banca: UFPR
Orgão: Pref. Campo Largo-PR
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Uma mulher hipertensa de 32 anos está sem medicação e vem à consulta com queixas de amenorreia há 8 semanas e náuseas. Qual medicação deve ser EVITADA para tratar a hipertensão arterial nesse caso?

 

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385946 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: Pref. Campo Largo-PR
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O texto a seguir é referência para a questão.

Males do celular

Não são conclusivas, muito ao contrário, as pesquisas relacionando o uso de telefones celulares à ocorrência de alguns tipos de câncer. Ganhou destaque no noticiário, entretanto, a decisão de um painel da OMS (Organização Mundial da Saúde), incluindo a utilização frequente dos aparelhos numa lista de outros 266 fatores "possivelmente cancerígenos" – ao lado do consumo de café e do trabalho em lavanderias.

Dos 900 itens avaliados pelo comitê, apenas um, o caprolactama – substância presente em alguns plásticos – obteve plena absolvição das suspeitas que inspirava. Novas pesquisas deverão ser feitas, afirma o relatório da OMS, até que se tenha uma avaliação definitiva dos riscos do celular.

Inexistem, portanto, razões para alarmismo. Seria exagerado, ainda assim, descartar a informação como apenas mais um sintoma do ambiente cultural de nossa época – notoriamente exposto a sucessivas ondas de medo e paranoia, justificados ou não, em matéria de saúde pública.

De uma perspectiva menos científica do que bem-humorada, uma observação de qualquer modo se impõe. O uso excessivo de celulares, se não é certo que cause câncer, algum mal para a saúde há de fazer.

O estresse que sua solicitação contínua impõe será mais significativo, sem dúvida, do que o bem-estar oferecido a quem o emprega para a troca de trivialidades. O celular interrompe tudo – da concentração de um concertista aos instantes de intimidade conjugal; invade, com os dramas da vida alheia, os momentos de recolhimento que alguém possa ter num elevador ou numa sala de espera.

Talvez mais mortal do que o efeito térmico de suas emissões, vale acrescentar, é a prática dos motoristas que conversam longamente em seus aparelhos enquanto o automóvel segue à deriva pelas ruas da cidade.

Verdade que, em caso de acidente, o celular pode ajudar as vítimas dos males que causou... O leque de cogitações não tem fim.

Não é preciso, entretanto, o aval da OMS para recomendar, a todo falante de celular do mundo (há bilhões de assinantes no planeta): use-o com moderação.

(Folha de S. Paulo, 03.06.2011.)

Na passagem “enquanto o automóvel segue à deriva pelas ruas da cidade”, a expressão grifada significa:

 

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385814 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: Pref. Campo Largo-PR
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O texto a seguir é referência para a questão.

Males do celular

Não são conclusivas, muito ao contrário, as pesquisas relacionando o uso de telefones celulares à ocorrência de alguns tipos de câncer. Ganhou destaque no noticiário, entretanto, a decisão de um painel da OMS (Organização Mundial da Saúde), incluindo a utilização frequente dos aparelhos numa lista de outros 266 fatores "possivelmente cancerígenos" – ao lado do consumo de café e do trabalho em lavanderias.

Dos 900 itens avaliados pelo comitê, apenas um, o caprolactama – substância presente em alguns plásticos – obteve plena absolvição das suspeitas que inspirava. Novas pesquisas deverão ser feitas, afirma o relatório da OMS, até que se tenha uma avaliação definitiva dos riscos do celular.

Inexistem, portanto, razões para alarmismo. Seria exagerado, ainda assim, descartar a informação como apenas mais um sintoma do ambiente cultural de nossa época – notoriamente exposto a sucessivas ondas de medo e paranoia, justificados ou não, em matéria de saúde pública.

De uma perspectiva menos científica do que bem-humorada, uma observação de qualquer modo se impõe. O uso excessivo de celulares, se não é certo que cause câncer, algum mal para a saúde há de fazer.

O estresse que sua solicitação contínua impõe será mais significativo, sem dúvida, do que o bem-estar oferecido a quem o emprega para a troca de trivialidades. O celular interrompe tudo – da concentração de um concertista aos instantes de intimidade conjugal; invade, com os dramas da vida alheia, os momentos de recolhimento que alguém possa ter num elevador ou numa sala de espera.

Talvez mais mortal do que o efeito térmico de suas emissões, vale acrescentar, é a prática dos motoristas que conversam longamente em seus aparelhos enquanto o automóvel segue à deriva pelas ruas da cidade.

Verdade que, em caso de acidente, o celular pode ajudar as vítimas dos males que causou... O leque de cogitações não tem fim.

Não é preciso, entretanto, o aval da OMS para recomendar, a todo falante de celular do mundo (há bilhões de assinantes no planeta): use-o com moderação.

(Folha de S. Paulo, 03.06.2011.)

O último parágrafo do texto traz a seguinte recomendação:

 

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382087 Ano: 2011
Disciplina: Medicina
Banca: UFPR
Orgão: Pref. Campo Largo-PR
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Leucocitúria com culturas de urina repetidamente negativas pode indicar todas as doenças abaixo, EXCETO:

 

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381041 Ano: 2011
Disciplina: Medicina
Banca: UFPR
Orgão: Pref. Campo Largo-PR
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Um homem de 27 anos relata dor lombar que piora à noite, iniciada há alguns meses. Ao exame físico apresenta diminuição da expansibilidade torácica e achatamento da curvatura lombar normal. Qual é o teste de maior sensibilidade para o diagnóstico entre as alternativas a seguir?

 

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371170 Ano: 2011
Disciplina: Medicina
Banca: UFPR
Orgão: Pref. Campo Largo-PR
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Em relação ao tratamento não farmacológico da hipertensão arterial sistêmica, assinale qual das medidas abaixo possui eficácia discutível.

 

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370951 Ano: 2011
Disciplina: Medicina
Banca: UFPR
Orgão: Pref. Campo Largo-PR
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O fator mais comumente associado à formação de cálculos renais coraliformes é:

 

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370573 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: Pref. Campo Largo-PR
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O texto a seguir é referência para a questão.

Males do celular

Não são conclusivas, muito ao contrário, as pesquisas relacionando o uso de telefones celulares à ocorrência de alguns tipos de câncer. Ganhou destaque no noticiário, entretanto, a decisão de um painel da OMS (Organização Mundial da Saúde), incluindo a utilização frequente dos aparelhos numa lista de outros 266 fatores "possivelmente cancerígenos" – ao lado do consumo de café e do trabalho em lavanderias.

Dos 900 itens avaliados pelo comitê, apenas um, o caprolactama – substância presente em alguns plásticos – obteve plena absolvição das suspeitas que inspirava. Novas pesquisas deverão ser feitas, afirma o relatório da OMS, até que se tenha uma avaliação definitiva dos riscos do celular.

Inexistem, portanto, razões para alarmismo. Seria exagerado, ainda assim, descartar a informação como apenas mais um sintoma do ambiente cultural de nossa época – notoriamente exposto a sucessivas ondas de medo e paranoia, justificados ou não, em matéria de saúde pública.

De uma perspectiva menos científica do que bem-humorada, uma observação de qualquer modo se impõe. O uso excessivo de celulares, se não é certo que cause câncer, algum mal para a saúde há de fazer.

O estresse que sua solicitação contínua impõe será mais significativo, sem dúvida, do que o bem-estar oferecido a quem o emprega para a troca de trivialidades. O celular interrompe tudo – da concentração de um concertista aos instantes de intimidade conjugal; invade, com os dramas da vida alheia, os momentos de recolhimento que alguém possa ter num elevador ou numa sala de espera.

Talvez mais mortal do que o efeito térmico de suas emissões, vale acrescentar, é a prática dos motoristas que conversam longamente em seus aparelhos enquanto o automóvel segue à deriva pelas ruas da cidade.

Verdade que, em caso de acidente, o celular pode ajudar as vítimas dos males que causou... O leque de cogitações não tem fim.

Não é preciso, entretanto, o aval da OMS para recomendar, a todo falante de celular do mundo (há bilhões de assinantes no planeta): use-o com moderação.

(Folha de S. Paulo, 03.06.2011.)

Tendo por base a norma padrão do português e o sentido do texto, a frase “Inexistem, portanto, razões para alarmismo” pode ser substituída por:

 

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370554 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: Pref. Campo Largo-PR
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O texto a seguir é referência para a questão.

Males do celular

Não são conclusivas, muito ao contrário, as pesquisas relacionando o uso de telefones celulares à ocorrência de alguns tipos de câncer. Ganhou destaque no noticiário, entretanto, a decisão de um painel da OMS (Organização Mundial da Saúde), incluindo a utilização frequente dos aparelhos numa lista de outros 266 fatores "possivelmente cancerígenos" – ao lado do consumo de café e do trabalho em lavanderias.

Dos 900 itens avaliados pelo comitê, apenas um, o caprolactama – substância presente em alguns plásticos – obteve plena absolvição das suspeitas que inspirava. Novas pesquisas deverão ser feitas, afirma o relatório da OMS, até que se tenha uma avaliação definitiva dos riscos do celular.

Inexistem, portanto, razões para alarmismo. Seria exagerado, ainda assim, descartar a informação como apenas mais um sintoma do ambiente cultural de nossa época – notoriamente exposto a sucessivas ondas de medo e paranoia, justificados ou não, em matéria de saúde pública.

De uma perspectiva menos científica do que bem-humorada, uma observação de qualquer modo se impõe. O uso excessivo de celulares, se não é certo que cause câncer, algum mal para a saúde há de fazer.

O estresse que sua solicitação contínua impõe será mais significativo, sem dúvida, do que o bem-estar oferecido a quem o emprega para a troca de trivialidades. O celular interrompe tudo – da concentração de um concertista aos instantes de intimidade conjugal; invade, com os dramas da vida alheia, os momentos de recolhimento que alguém possa ter num elevador ou numa sala de espera.

Talvez mais mortal do que o efeito térmico de suas emissões, vale acrescentar, é a prática dos motoristas que conversam longamente em seus aparelhos enquanto o automóvel segue à deriva pelas ruas da cidade.

Verdade que, em caso de acidente, o celular pode ajudar as vítimas dos males que causou... O leque de cogitações não tem fim.

Não é preciso, entretanto, o aval da OMS para recomendar, a todo falante de celular do mundo (há bilhões de assinantes no planeta): use-o com moderação.

(Folha de S. Paulo, 03.06.2011.)

A questão baseia-se na seguinte passagem do texto: “O estresse que sua solicitação contínua impõe será mais significativo, sem dúvida, do que o bem-estar oferecido a quem o emprega para a troca de trivialidades”.

Substituindo-se a expressão “O estresse” por “Os momentos de estresse”, o trecho assume a seguinte redação:

 

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