Foram encontradas 40 questões.
Um homem de 52 anos vem à consulta com desconforto epigástrico. Realiza endoscopia digestiva alta (EDA), que não demonstra gastrite ou doença ulcerosa. Uma biópsia do estômago é positiva para Helicobacter. Qual a melhor conduta a ser tomada?
Provas
O texto a seguir é referência para a questão.
Males do celular
Não são conclusivas, muito ao contrário, as pesquisas relacionando o uso de telefones celulares à ocorrência de alguns tipos de câncer. Ganhou destaque no noticiário, entretanto, a decisão de um painel da OMS (Organização Mundial da Saúde), incluindo a utilização frequente dos aparelhos numa lista de outros 266 fatores "possivelmente cancerígenos" – ao lado do consumo de café e do trabalho em lavanderias.
Dos 900 itens avaliados pelo comitê, apenas um, o caprolactama – substância presente em alguns plásticos – obteve plena absolvição das suspeitas que inspirava. Novas pesquisas deverão ser feitas, afirma o relatório da OMS, até que se tenha uma avaliação definitiva dos riscos do celular.
Inexistem, portanto, razões para alarmismo. Seria exagerado, ainda assim, descartar a informação como apenas mais um sintoma do ambiente cultural de nossa época – notoriamente exposto a sucessivas ondas de medo e paranoia, justificados ou não, em matéria de saúde pública.
De uma perspectiva menos científica do que bem-humorada, uma observação de qualquer modo se impõe. O uso excessivo de celulares, se não é certo que cause câncer, algum mal para a saúde há de fazer.
O estresse que sua solicitação contínua impõe será mais significativo, sem dúvida, do que o bem-estar oferecido a quem o emprega para a troca de trivialidades. O celular interrompe tudo – da concentração de um concertista aos instantes de intimidade conjugal; invade, com os dramas da vida alheia, os momentos de recolhimento que alguém possa ter num elevador ou numa sala de espera.
Talvez mais mortal do que o efeito térmico de suas emissões, vale acrescentar, é a prática dos motoristas que conversam longamente em seus aparelhos enquanto o automóvel segue à deriva pelas ruas da cidade.
Verdade que, em caso de acidente, o celular pode ajudar as vítimas dos males que causou... O leque de cogitações não tem fim.
Não é preciso, entretanto, o aval da OMS para recomendar, a todo falante de celular do mundo (há bilhões de assinantes no planeta): use-o com moderação.
(Folha de S. Paulo, 03.06.2011.)
Ao discutir a ideia de que o celular pode causar câncer, o autor deixa claro que:
Provas
Um jovem de 17 anos, portador de diabetes mellitus, chega ao pronto-atendimento com dor abdominal difusa, taquipneia e febre. A gasometria arterial mais provável desse paciente é:
Provas
Um homem de 60 anos, em uso de aspirina, inibidor da enzima conversora de angiotensina (IECA), nitrato e betabloqueador, acompanhado em ambulatório por angina crônica estável, chega ao pronto- atendimento com história de 3 episódios de dor torácica, de caráter anginoso, mais grave e prolongada que o habitual, e dispneia leve. Foi realizado ECG e dosadas enzimas cardíacas, todos com resultados normais. Assinale a melhor opção terapêutica.
Provas
Uma mulher de 40 anos com hipertireoidismo causado por doença de Graves inicia o tratamento com propiltiouracil. Três semanas após, vem à consulta com febre (37,6 ºC), calafrios e odinofagia. Qual é a conduta inicial mais recomendada?
Provas
O texto a seguir é referência para a questão.
Males do celular
Não são conclusivas, muito ao contrário, as pesquisas relacionando o uso de telefones celulares à ocorrência de alguns tipos de câncer. Ganhou destaque no noticiário, entretanto, a decisão de um painel da OMS (Organização Mundial da Saúde), incluindo a utilização frequente dos aparelhos numa lista de outros 266 fatores "possivelmente cancerígenos" – ao lado do consumo de café e do trabalho em lavanderias.
Dos 900 itens avaliados pelo comitê, apenas um, o caprolactama – substância presente em alguns plásticos – obteve plena absolvição das suspeitas que inspirava. Novas pesquisas deverão ser feitas, afirma o relatório da OMS, até que se tenha uma avaliação definitiva dos riscos do celular.
Inexistem, portanto, razões para alarmismo. Seria exagerado, ainda assim, descartar a informação como apenas mais um sintoma do ambiente cultural de nossa época – notoriamente exposto a sucessivas ondas de medo e paranoia, justificados ou não, em matéria de saúde pública.
De uma perspectiva menos científica do que bem-humorada, uma observação de qualquer modo se impõe. O uso excessivo de celulares, se não é certo que cause câncer, algum mal para a saúde há de fazer.
O estresse que sua solicitação contínua impõe será mais significativo, sem dúvida, do que o bem-estar oferecido a quem o emprega para a troca de trivialidades. O celular interrompe tudo – da concentração de um concertista aos instantes de intimidade conjugal; invade, com os dramas da vida alheia, os momentos de recolhimento que alguém possa ter num elevador ou numa sala de espera.
Talvez mais mortal do que o efeito térmico de suas emissões, vale acrescentar, é a prática dos motoristas que conversam longamente em seus aparelhos enquanto o automóvel segue à deriva pelas ruas da cidade.
Verdade que, em caso de acidente, o celular pode ajudar as vítimas dos males que causou... O leque de cogitações não tem fim.
Não é preciso, entretanto, o aval da OMS para recomendar, a todo falante de celular do mundo (há bilhões de assinantes no planeta): use-o com moderação.
(Folha de S. Paulo, 03.06.2011.)
A questão baseia-se na seguinte passagem do texto: “O estresse que sua solicitação contínua impõe será mais significativo, sem dúvida, do que o bem-estar oferecido a quem o emprega para a troca de trivialidades”.
Conforme seu emprego na passagem transcrita, a expressão “sem dúvida” pode ser substituída por:
Provas
Um paciente se queixa de fadiga e perda de peso de 4 kg nos últimos 4 meses. Ao exame físico, nota-se linfonodomegalia não dolorosa, em regiões supraclavicular, cervical anterior e epitroclear. É realizada uma radiografia de tórax, que demonstra linfadenopatia hilar bilateral. Qual o próximo passo na investigação?
Provas
Uma mulher de 52 anos vem à consulta e são encontrados os seguintes sinais: obesidade, hipertensão arterial, estrias vinhosas maiores que 1 cm e fácies cushingoide. Pela suspeita clínica, são dosados ACTH e cortisol matinal, que se mostraram diminuídos. O diagnóstico provável é síndrome de Cushing:
Provas
Um homem de 32 anos, HIV positivo, estava assintomático até duas semanas da consulta. Na chegada ao prontoatendimento, queixava-se de forte cefaleia e estava desorientado no tempo e espaço. Logo em seguida, apresentou dois episódios de crises convulsivas tônico-clônicas generalizadas. Trouxe consigo os últimos exames, realizados cinco dias antes da admissão: contagem de células CD4 - 33 células/mm3; PPD - negativo; radiografia de tórax - normal; sorologias para citomegalovírus e toxoplasmose - positivas para IgG; VDRL - negativo; sorologias para hepatite B e C - negativas. Realizou TAC de crânio, que revelou lesões captantes de contraste, com intenso edema, localizadas nos núcleos da base. Qual o provável diagnóstico e a conduta inicial?
Provas
Para um paciente com diagnóstico recente de estenose mitral, em qual dos procedimentos abaixo você NÃO indicaria o uso de antibiótico profilático?
Provas
Caderno Container