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Foram encontradas 230 questões.

2944761 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Campos do Jordão-SP
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Um ciclista está se preparando para uma competição de longa distância e decide treinar em uma pista próxima a sua casa. Ele percebe que o tempo necessário para dar uma volta completa na pista é inversamente proporcional à sua velocidade. Quando ele corre a uma velocidade de 8 m/s, leva 1 minuto e meio para dar uma volta completa na pista. Ele deseja concluir o percurso em, no mínimo, um minuto, para isso, a velocidade mínima que deveria impor é de:
 

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2944760 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Campos do Jordão-SP
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Na receita de Heloísa é apresentado que ela precisa colocar leite na medida de duas xícaras de chá. Por segurança ela usa um copo graduado de 400 mL e sabe que a medida de uma xícara de chá corresponde à 240 mL. Desta forma, para atingir ao proposto na receita ela precisa de:
 

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2944759 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Campos do Jordão-SP
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Um jardim deve ser plantado em uma área quadrada de forma que sejam cultivadas três espécies diferentes de flor: rosas, margaridas e lírios. Metade da área do mesmo está destinada ao cultivo de rosas e três quartos do restante para as margaridas e o restante caberá aos lírios. Nessas condições, a área destinada aos lírios corresponde à:
 

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2944758 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Campos do Jordão-SP
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Sabrina, Sandra e Sofia foram comprar pirulitos. Sabrina comprou 4 pirulitos. Sandra comprou dois a mais do que o dobro que Sabrina comprou. Sofia comprou uma a menos do que Sabrina. Somando a quantidade de pirulitos que Sandra e Sofia compraram obtemos:
 

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2944757 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Campos do Jordão-SP
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Texto para a questão

O PÔR DO SOL E A ORQUÍDEA
(com adaptações)

Rubem Alves


O sol estava se pondo. O pôr do sol a fez lembrar-se do seu pai. E ela começou a falar. Ele estava mortalmente enfermo e sabia disso. Ela abandonou o seu trabalho para estar com ele. E conversavam sobre a partida que se aproximava.
Tranquilamente. Aqueles que aceitam a chegada da morte ficam tranquilos.
Disse-me que a hora que seu pai mais amava era o crepúsculo.
Desde menina, ele se assentava com ela e ia mostrando a beleza das nuvens incendiadas, a progressiva e rápida sucessão das cores, azul, verde, amarelo, abóbora, vermelho, roxo…
À medida que a morte se aproximava, a fraqueza aumentava. Mas, mesmo fraco, queria ver o pôr do sol. Talvez pela irmandade de um homem que morre e um sol que se põe.
Numa dessas tardes, ela não conseguiu conter as lágrimas. Chorou. Ele a abraçou e colocou seu dedo sobre os seus lábios. “Não quero que você chore…” E, apontando para o sol que se punha, disse: “Eu estarei lá…”.
E contou-me também de uma orquídea que silenciosamente acompanhou esses momentos de despedida.
A orquídea, depois que seu pai partiu para o pôr do sol, se recusou a parar de florir…
Será que o seu pai foi morar na orquídea? É possível…

Rubem Alves, no livro “Ostra feliz não faz pérola”. Editora Planeta, 2008.


Ao afirmar que “Numa dessas tardes, ela não conseguiu conter as lágrimas”, o termo em destaque refere-se:
 

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2944756 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Campos do Jordão-SP
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Texto para a questão

O PÔR DO SOL E A ORQUÍDEA
(com adaptações)

Rubem Alves


O sol estava se pondo. O pôr do sol a fez lembrar-se do seu pai. E ela começou a falar. Ele estava mortalmente enfermo e sabia disso. Ela abandonou o seu trabalho para estar com ele. E conversavam sobre a partida que se aproximava.
Tranquilamente. Aqueles que aceitam a chegada da morte ficam tranquilos.
Disse-me que a hora que seu pai mais amava era o crepúsculo.
Desde menina, ele se assentava com ela e ia mostrando a beleza das nuvens incendiadas, a progressiva e rápida sucessão das cores, azul, verde, amarelo, abóbora, vermelho, roxo…
À medida que a morte se aproximava, a fraqueza aumentava. Mas, mesmo fraco, queria ver o pôr do sol. Talvez pela irmandade de um homem que morre e um sol que se põe.
Numa dessas tardes, ela não conseguiu conter as lágrimas. Chorou. Ele a abraçou e colocou seu dedo sobre os seus lábios. “Não quero que você chore…” E, apontando para o sol que se punha, disse: “Eu estarei lá…”.
E contou-me também de uma orquídea que silenciosamente acompanhou esses momentos de despedida.
A orquídea, depois que seu pai partiu para o pôr do sol, se recusou a parar de florir…
Será que o seu pai foi morar na orquídea? É possível…

Rubem Alves, no livro “Ostra feliz não faz pérola”. Editora Planeta, 2008.


Em “Mas, mesmo fraco, queria ver o pôr do sol”, o termo em destaque poderia ser substituído, sem alteração de sentido, por:
 

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2944755 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Campos do Jordão-SP
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Texto para a questão

O PÔR DO SOL E A ORQUÍDEA
(com adaptações)

Rubem Alves


O sol estava se pondo. O pôr do sol a fez lembrar-se do seu pai. E ela começou a falar. Ele estava mortalmente enfermo e sabia disso. Ela abandonou o seu trabalho para estar com ele. E conversavam sobre a partida que se aproximava.
Tranquilamente. Aqueles que aceitam a chegada da morte ficam tranquilos.
Disse-me que a hora que seu pai mais amava era o crepúsculo.
Desde menina, ele se assentava com ela e ia mostrando a beleza das nuvens incendiadas, a progressiva e rápida sucessão das cores, azul, verde, amarelo, abóbora, vermelho, roxo…
À medida que a morte se aproximava, a fraqueza aumentava. Mas, mesmo fraco, queria ver o pôr do sol. Talvez pela irmandade de um homem que morre e um sol que se põe.
Numa dessas tardes, ela não conseguiu conter as lágrimas. Chorou. Ele a abraçou e colocou seu dedo sobre os seus lábios. “Não quero que você chore…” E, apontando para o sol que se punha, disse: “Eu estarei lá…”.
E contou-me também de uma orquídea que silenciosamente acompanhou esses momentos de despedida.
A orquídea, depois que seu pai partiu para o pôr do sol, se recusou a parar de florir…
Será que o seu pai foi morar na orquídea? É possível…

Rubem Alves, no livro “Ostra feliz não faz pérola”. Editora Planeta, 2008.


Ocorre a elipse do sujeito, como mecanismo de coesão, em:
 

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2944754 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Campos do Jordão-SP
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Texto para a questão

O PÔR DO SOL E A ORQUÍDEA
(com adaptações)

Rubem Alves


O sol estava se pondo. O pôr do sol a fez lembrar-se do seu pai. E ela começou a falar. Ele estava mortalmente enfermo e sabia disso. Ela abandonou o seu trabalho para estar com ele. E conversavam sobre a partida que se aproximava.
Tranquilamente. Aqueles que aceitam a chegada da morte ficam tranquilos.
Disse-me que a hora que seu pai mais amava era o crepúsculo.
Desde menina, ele se assentava com ela e ia mostrando a beleza das nuvens incendiadas, a progressiva e rápida sucessão das cores, azul, verde, amarelo, abóbora, vermelho, roxo…
À medida que a morte se aproximava, a fraqueza aumentava. Mas, mesmo fraco, queria ver o pôr do sol. Talvez pela irmandade de um homem que morre e um sol que se põe.
Numa dessas tardes, ela não conseguiu conter as lágrimas. Chorou. Ele a abraçou e colocou seu dedo sobre os seus lábios. “Não quero que você chore…” E, apontando para o sol que se punha, disse: “Eu estarei lá…”.
E contou-me também de uma orquídea que silenciosamente acompanhou esses momentos de despedida.
A orquídea, depois que seu pai partiu para o pôr do sol, se recusou a parar de florir…
Será que o seu pai foi morar na orquídea? É possível…

Rubem Alves, no livro “Ostra feliz não faz pérola”. Editora Planeta, 2008.


Assinale a alternativa gramaticalmente correta quanto à regência verbal:
 

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2944753 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Campos do Jordão-SP
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Texto para a questão

O PÔR DO SOL E A ORQUÍDEA
(com adaptações)

Rubem Alves


O sol estava se pondo. O pôr do sol a fez lembrar-se do seu pai. E ela começou a falar. Ele estava mortalmente enfermo e sabia disso. Ela abandonou o seu trabalho para estar com ele. E conversavam sobre a partida que se aproximava.
Tranquilamente. Aqueles que aceitam a chegada da morte ficam tranquilos.
Disse-me que a hora que seu pai mais amava era o crepúsculo.
Desde menina, ele se assentava com ela e ia mostrando a beleza das nuvens incendiadas, a progressiva e rápida sucessão das cores, azul, verde, amarelo, abóbora, vermelho, roxo…
À medida que a morte se aproximava, a fraqueza aumentava. Mas, mesmo fraco, queria ver o pôr do sol. Talvez pela irmandade de um homem que morre e um sol que se põe.
Numa dessas tardes, ela não conseguiu conter as lágrimas. Chorou. Ele a abraçou e colocou seu dedo sobre os seus lábios. “Não quero que você chore…” E, apontando para o sol que se punha, disse: “Eu estarei lá…”.
E contou-me também de uma orquídea que silenciosamente acompanhou esses momentos de despedida.
A orquídea, depois que seu pai partiu para o pôr do sol, se recusou a parar de florir… Será que o seu pai foi morar na orquídea? É possível…

Rubem Alves, no livro “Ostra feliz não faz pérola”. Editora Planeta, 2008.


Em “Ela abandonou o seu trabalho para estar com ele”, o termo em destaque estabelece ideia de:

 

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2944752 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Campos do Jordão-SP
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Texto para a questão

O PÔR DO SOL E A ORQUÍDEA
(com adaptações)

Rubem Alves


O sol estava se pondo. O pôr do sol a fez lembrar-se do seu pai. E ela começou a falar. Ele estava mortalmente enfermo e sabia disso. Ela abandonou o seu trabalho para estar com ele. E conversavam sobre a partida que se aproximava.
Tranquilamente. Aqueles que aceitam a chegada da morte ficam tranquilos.
Disse-me que a hora que seu pai mais amava era o crepúsculo.
Desde menina, ele se assentava com ela e ia mostrando a beleza das nuvens incendiadas, a progressiva e rápida sucessão das cores, azul, verde, amarelo, abóbora, vermelho, roxo…
À medida que a morte se aproximava, a fraqueza aumentava. Mas, mesmo fraco, queria ver o pôr do sol. Talvez pela irmandade de um homem que morre e um sol que se põe.
Numa dessas tardes, ela não conseguiu conter as lágrimas. Chorou. Ele a abraçou e colocou seu dedo sobre os seus lábios. “Não quero que você chore…” E, apontando para o sol que se punha, disse: “Eu estarei lá…”.
E contou-me também de uma orquídea que silenciosamente acompanhou esses momentos de despedida.
A orquídea, depois que seu pai partiu para o pôr do sol, se recusou a parar de florir…
Será que o seu pai foi morar na orquídea? É possível…

Rubem Alves, no livro “Ostra feliz não faz pérola”. Editora Planeta, 2008.


No texto de Rubem Alves, o que faz a personagem se lembrar de seu pai é:
 

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