Foram encontradas 230 questões.
Um ciclista está se preparando para uma competição de
longa distância e decide treinar em uma pista próxima a
sua casa. Ele percebe que o tempo necessário para dar
uma volta completa na pista é inversamente proporcional
à sua velocidade. Quando ele corre a uma velocidade de
8 m/s, leva 1 minuto e meio para dar uma volta completa
na pista. Ele deseja concluir o percurso em, no mínimo,
um minuto, para isso, a velocidade mínima que deveria
impor é de:
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Na receita de Heloísa é apresentado que ela precisa
colocar leite na medida de duas xícaras de chá. Por
segurança ela usa um copo graduado de 400 mL e sabe
que a medida de uma xícara de chá corresponde à 240
mL. Desta forma, para atingir ao proposto na receita ela
precisa de:
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Um jardim deve ser plantado em uma área quadrada de
forma que sejam cultivadas três espécies diferentes de
flor: rosas, margaridas e lírios. Metade da área do mesmo
está destinada ao cultivo de rosas e três quartos do
restante para as margaridas e o restante caberá aos
lírios. Nessas condições, a área destinada aos lírios
corresponde à:
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Sabrina, Sandra e Sofia foram comprar pirulitos. Sabrina
comprou 4 pirulitos. Sandra comprou dois a mais do que
o dobro que Sabrina comprou. Sofia comprou uma a
menos do que Sabrina. Somando a quantidade de
pirulitos que Sandra e Sofia compraram obtemos:
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Texto para a questão
O PÔR DO SOL E A ORQUÍDEA
(com adaptações)
Rubem Alves
O sol estava se pondo. O pôr do sol a fez lembrar-se do
seu pai. E ela começou a falar. Ele estava mortalmente
enfermo e sabia disso. Ela abandonou o seu trabalho
para estar com ele. E conversavam sobre a partida que
se aproximava.
Tranquilamente. Aqueles que aceitam a chegada da
morte ficam tranquilos.
Disse-me que a hora que seu pai mais amava era o
crepúsculo.
Desde menina, ele se assentava com ela e ia mostrando a
beleza das nuvens incendiadas, a progressiva e rápida
sucessão das cores, azul, verde, amarelo, abóbora,
vermelho, roxo…
À medida que a morte se aproximava, a fraqueza
aumentava. Mas, mesmo fraco, queria ver o pôr do sol.
Talvez pela irmandade de um homem que morre e um sol
que se põe.
Numa dessas tardes, ela não conseguiu conter as
lágrimas. Chorou. Ele a abraçou e colocou seu dedo
sobre os seus lábios. “Não quero que você chore…”
E, apontando para o sol que se punha, disse: “Eu estarei
lá…”.
E contou-me também de uma orquídea que
silenciosamente acompanhou esses momentos de
despedida.
A orquídea, depois que seu pai partiu para o pôr do sol,
se recusou a parar de florir…
Será que o seu pai foi morar na orquídea? É possível…
Rubem Alves, no livro “Ostra feliz não faz pérola”. Editora Planeta, 2008.
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Texto para a questão
O PÔR DO SOL E A ORQUÍDEA
(com adaptações)
Rubem Alves
O sol estava se pondo. O pôr do sol a fez lembrar-se do
seu pai. E ela começou a falar. Ele estava mortalmente
enfermo e sabia disso. Ela abandonou o seu trabalho
para estar com ele. E conversavam sobre a partida que
se aproximava.
Tranquilamente. Aqueles que aceitam a chegada da
morte ficam tranquilos.
Disse-me que a hora que seu pai mais amava era o
crepúsculo.
Desde menina, ele se assentava com ela e ia mostrando a
beleza das nuvens incendiadas, a progressiva e rápida
sucessão das cores, azul, verde, amarelo, abóbora,
vermelho, roxo…
À medida que a morte se aproximava, a fraqueza
aumentava. Mas, mesmo fraco, queria ver o pôr do sol.
Talvez pela irmandade de um homem que morre e um sol
que se põe.
Numa dessas tardes, ela não conseguiu conter as
lágrimas. Chorou. Ele a abraçou e colocou seu dedo
sobre os seus lábios. “Não quero que você chore…”
E, apontando para o sol que se punha, disse: “Eu estarei
lá…”.
E contou-me também de uma orquídea que
silenciosamente acompanhou esses momentos de
despedida.
A orquídea, depois que seu pai partiu para o pôr do sol,
se recusou a parar de florir…
Será que o seu pai foi morar na orquídea? É possível…
Rubem Alves, no livro “Ostra feliz não faz pérola”. Editora Planeta, 2008.
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Texto para a questão
O PÔR DO SOL E A ORQUÍDEA
(com adaptações)
Rubem Alves
O sol estava se pondo. O pôr do sol a fez lembrar-se do
seu pai. E ela começou a falar. Ele estava mortalmente
enfermo e sabia disso. Ela abandonou o seu trabalho
para estar com ele. E conversavam sobre a partida que
se aproximava.
Tranquilamente. Aqueles que aceitam a chegada da
morte ficam tranquilos.
Disse-me que a hora que seu pai mais amava era o
crepúsculo.
Desde menina, ele se assentava com ela e ia mostrando a
beleza das nuvens incendiadas, a progressiva e rápida
sucessão das cores, azul, verde, amarelo, abóbora,
vermelho, roxo…
À medida que a morte se aproximava, a fraqueza
aumentava. Mas, mesmo fraco, queria ver o pôr do sol.
Talvez pela irmandade de um homem que morre e um sol
que se põe.
Numa dessas tardes, ela não conseguiu conter as
lágrimas. Chorou. Ele a abraçou e colocou seu dedo
sobre os seus lábios. “Não quero que você chore…”
E, apontando para o sol que se punha, disse: “Eu estarei
lá…”.
E contou-me também de uma orquídea que
silenciosamente acompanhou esses momentos de
despedida.
A orquídea, depois que seu pai partiu para o pôr do sol,
se recusou a parar de florir…
Será que o seu pai foi morar na orquídea? É possível…
Rubem Alves, no livro “Ostra feliz não faz pérola”. Editora Planeta, 2008.
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Texto para a questão
O PÔR DO SOL E A ORQUÍDEA
(com adaptações)
Rubem Alves
O sol estava se pondo. O pôr do sol a fez lembrar-se do
seu pai. E ela começou a falar. Ele estava mortalmente
enfermo e sabia disso. Ela abandonou o seu trabalho
para estar com ele. E conversavam sobre a partida que
se aproximava.
Tranquilamente. Aqueles que aceitam a chegada da
morte ficam tranquilos.
Disse-me que a hora que seu pai mais amava era o
crepúsculo.
Desde menina, ele se assentava com ela e ia mostrando a
beleza das nuvens incendiadas, a progressiva e rápida
sucessão das cores, azul, verde, amarelo, abóbora,
vermelho, roxo…
À medida que a morte se aproximava, a fraqueza
aumentava. Mas, mesmo fraco, queria ver o pôr do sol.
Talvez pela irmandade de um homem que morre e um sol
que se põe.
Numa dessas tardes, ela não conseguiu conter as
lágrimas. Chorou. Ele a abraçou e colocou seu dedo
sobre os seus lábios. “Não quero que você chore…”
E, apontando para o sol que se punha, disse: “Eu estarei
lá…”.
E contou-me também de uma orquídea que
silenciosamente acompanhou esses momentos de
despedida.
A orquídea, depois que seu pai partiu para o pôr do sol,
se recusou a parar de florir…
Será que o seu pai foi morar na orquídea? É possível…
Rubem Alves, no livro “Ostra feliz não faz pérola”. Editora Planeta, 2008.
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Texto para a questão
O PÔR DO SOL E A ORQUÍDEA
(com adaptações)
Rubem Alves
O sol estava se pondo. O pôr do sol a fez lembrar-se do
seu pai. E ela começou a falar. Ele estava mortalmente
enfermo e sabia disso. Ela abandonou o seu trabalho
para estar com ele. E conversavam sobre a partida que
se aproximava.
Tranquilamente. Aqueles que aceitam a chegada da
morte ficam tranquilos.
Disse-me que a hora que seu pai mais amava era o
crepúsculo.
Desde menina, ele se assentava com ela e ia mostrando a
beleza das nuvens incendiadas, a progressiva e rápida
sucessão das cores, azul, verde, amarelo, abóbora,
vermelho, roxo…
À medida que a morte se aproximava, a fraqueza
aumentava. Mas, mesmo fraco, queria ver o pôr do sol.
Talvez pela irmandade de um homem que morre e um sol
que se põe.
Numa dessas tardes, ela não conseguiu conter as
lágrimas. Chorou. Ele a abraçou e colocou seu dedo
sobre os seus lábios. “Não quero que você chore…”
E, apontando para o sol que se punha, disse: “Eu estarei
lá…”.
E contou-me também de uma orquídea que
silenciosamente acompanhou esses momentos de
despedida.
A orquídea, depois que seu pai partiu para o pôr do sol,
se recusou a parar de florir…
Será que o seu pai foi morar na orquídea? É possível…
Rubem Alves, no livro “Ostra feliz não faz pérola”. Editora Planeta, 2008.
Em “Ela abandonou o seu trabalho para estar com ele”, o termo em destaque estabelece ideia de:
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Texto para a questão
O PÔR DO SOL E A ORQUÍDEA
(com adaptações)
Rubem Alves
O sol estava se pondo. O pôr do sol a fez lembrar-se do
seu pai. E ela começou a falar. Ele estava mortalmente
enfermo e sabia disso. Ela abandonou o seu trabalho
para estar com ele. E conversavam sobre a partida que
se aproximava.
Tranquilamente. Aqueles que aceitam a chegada da
morte ficam tranquilos.
Disse-me que a hora que seu pai mais amava era o
crepúsculo.
Desde menina, ele se assentava com ela e ia mostrando a
beleza das nuvens incendiadas, a progressiva e rápida
sucessão das cores, azul, verde, amarelo, abóbora,
vermelho, roxo…
À medida que a morte se aproximava, a fraqueza
aumentava. Mas, mesmo fraco, queria ver o pôr do sol.
Talvez pela irmandade de um homem que morre e um sol
que se põe.
Numa dessas tardes, ela não conseguiu conter as
lágrimas. Chorou. Ele a abraçou e colocou seu dedo
sobre os seus lábios. “Não quero que você chore…”
E, apontando para o sol que se punha, disse: “Eu estarei
lá…”.
E contou-me também de uma orquídea que
silenciosamente acompanhou esses momentos de
despedida.
A orquídea, depois que seu pai partiu para o pôr do sol,
se recusou a parar de florir…
Será que o seu pai foi morar na orquídea? É possível…
Rubem Alves, no livro “Ostra feliz não faz pérola”. Editora Planeta, 2008.
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