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A Psicologia contribui de maneira significativa com o campo educacional ao problematizar questões relativas ao desenvolvimento cognitivo. Nessa direção, Henri Wallon contribuiu para que compreendêssemos aspectos relevantes da aprendizagem na infância, construindo com arcabouço teórico construído a partir das relações entre a razão e a emoção. Esse estudioso considerou que existem cinco estágios de desenvolvimento infantil.
A partir dessas considerações, relacione as colunas 1 e 2 abaixo:
Coluna 1 Estágios
- Impulsivo-emocional
- Categorial
- Adolescência
- Personalismo
- Sensório-motor e projetivo
Coluna 2 Desenvolvimento
(_) do 1º ano até o 3º ano; predominância cognitiva
(_) dos 6 anos aos 12 anos; predominância cognitiva
(_) dos 3 anos aos 6 anos; predominância afetiva
(_) acima de 12 anos; predominância afetiva
(_) até o primeiro ano; predominância afetiva
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Como mediador dos processos de ensino e aprendizagem, que função é específica da Supervisão Educacional?
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Assinale a frase correta quanto à coesão e coerência.
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Assinale a frase que está de acordo com as normas da língua escrita padrão.
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Texto 3
O grupo de amigos que se reunia, após o almoço, no Clube Rio Branco, de Cachoeira do Sul, falava em doenças. Todo um corso de males desfilava. Até que alguém comentou que um parente seu estava por morrer, de diabete.
O então vereador Geny Trindade, despachado e falastrão, comentou que diabete era com ele mesmo:
– Tirei carta de doutor cuidando de diabético. Minha santa avó – que Deus a levou – tinha tanto açúcar no sangue, que eu e meus irmãos colocávamos arandelas de lã de pelego nos pés da cama da velha…
– Pra que, Geny?
– Pras formigas não comerem a pobre da velha que, mal comparando, era uma rapadura que falava.
RILLO, Apparicio Silva. Rapa de Tacho: causos gauchescos. Porto Alegre: Editora Tchê, s.d.
Sobre o texto 3, assinale a afirmativa correta.
Em “Todo um corso de males desfilava”, o termo destacado significa/corresponde a:
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Texto 3
O grupo de amigos que se reunia, após o almoço, no Clube Rio Branco, de Cachoeira do Sul, falava em doenças. Todo um corso de males desfilava. Até que alguém comentou que um parente seu estava por morrer, de diabete.
O então vereador Geny Trindade, despachado e falastrão, comentou que diabete era com ele mesmo:
– Tirei carta de doutor cuidando de diabético. Minha santa avó – que Deus a levou – tinha tanto açúcar no sangue, que eu e meus irmãos colocávamos arandelas de lã de pelego nos pés da cama da velha…
– Pra que, Geny?
– Pras formigas não comerem a pobre da velha que, mal comparando, era uma rapadura que falava.
RILLO, Apparicio Silva. Rapa de Tacho: causos gauchescos. Porto Alegre: Editora Tchê, s.d.
Sobre o texto 3, é correto afirmar que:
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Texto 3
O grupo de amigos que se reunia, após o almoço, no Clube Rio Branco, de Cachoeira do Sul, falava em doenças. Todo um corso de males desfilava. Até que alguém comentou que um parente seu estava por morrer, de diabete.
O então vereador Geny Trindade, despachado e falastrão, comentou que diabete era com ele mesmo:
– Tirei carta de doutor cuidando de diabético. Minha santa avó – que Deus a levou – tinha tanto açúcar no sangue, que eu e meus irmãos colocávamos arandelas de lã de pelego nos pés da cama da velha…
– Pra que, Geny?
– Pras formigas não comerem a pobre da velha que, mal comparando, era uma rapadura que falava.
RILLO, Apparicio Silva. Rapa de Tacho: causos gauchescos. Porto Alegre: Editora Tchê, s.d.
No texto 3, há duas formas variantes próprias da língua falada, a saber: pra (variante de “para”) e pras (variante de “para as”.
No caso, essa variação se opera em que nível da língua?
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Texto 3
O grupo de amigos que se reunia, após o almoço, no Clube Rio Branco, de Cachoeira do Sul, falava em doenças. Todo um corso de males desfilava. Até que alguém comentou que um parente seu estava por morrer, de diabete.
O então vereador Geny Trindade, despachado e falastrão, comentou que diabete era com ele mesmo:
– Tirei carta de doutor cuidando de diabético. Minha santa avó – que Deus a levou – tinha tanto açúcar no sangue, que eu e meus irmãos colocávamos arandelas de lã de pelego nos pés da cama da velha…
– Pra que, Geny?
– Pras formigas não comerem a pobre da velha que, mal comparando, era uma rapadura que falava.
RILLO, Apparicio Silva. Rapa de Tacho: causos gauchescos. Porto Alegre: Editora Tchê, s.d.
Analisando as principais características do texto 3, podemos dizer que seu gênero textual predominante é uma:
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Texto 2
As línguas estão intrinsecamente relacionadas com a caracterização dos grupos culturais, o que vem de seu processo de formação histórica. Nessa reflexão, é preciso ter presente que, mesmo no âmbito de uma mesma língua, há tanto diferenças que as caracterizam com marcas de uma nação – o inglês dos Estados Unidos e o espanhol da Argentina, por exemplo – como variedades de fala no interior de uma mesma nação, que se relacionam a suas regiões geográficas (no Sul do Brasil há formas de falar diferentes do modo como se fala no Nordeste, o que vale também para países estrangeiros: o inglês falado no Oeste dos Estados Unidos tem muitas características de vocabulário e de estrutura diferentes do inglês falado no Leste do país, para dar apenas alguns exemplos); a estratos sociais (as elites escolarizadas têm traços de fala distintos dos estratos de maior vulnerabilidade social nos quais não há escolaridade plena); a faixas etárias (jovens tendem a manifestar traços de fala distintos de idosos, por exemplo), dentre outros fatores.
Disponível em: <https://nela.cce.ufsc.br/files/2014/12/Proposta_ Curricular-de-Santa-Catarina.pdf>. Acesso em: 21/02/2020. [Fragmento adaptado].
O ensino da língua portuguesa numa perspectiva interdisciplinar implica:
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Texto 2
As línguas estão intrinsecamente relacionadas com a caracterização dos grupos culturais, o que vem de seu processo de formação histórica. Nessa reflexão, é preciso ter presente que, mesmo no âmbito de uma mesma língua, há tanto diferenças que as caracterizam com marcas de uma nação – o inglês dos Estados Unidos e o espanhol da Argentina, por exemplo – como variedades de fala no interior de uma mesma nação, que se relacionam a suas regiões geográficas (no Sul do Brasil há formas de falar diferentes do modo como se fala no Nordeste, o que vale também para países estrangeiros: o inglês falado no Oeste dos Estados Unidos tem muitas características de vocabulário e de estrutura diferentes do inglês falado no Leste do país, para dar apenas alguns exemplos); a estratos sociais (as elites escolarizadas têm traços de fala distintos dos estratos de maior vulnerabilidade social nos quais não há escolaridade plena); a faixas etárias (jovens tendem a manifestar traços de fala distintos de idosos, por exemplo), dentre outros fatores.
Disponível em: <https://nela.cce.ufsc.br/files/2014/12/Proposta_ Curricular-de-Santa-Catarina.pdf>. Acesso em: 21/02/2020. [Fragmento adaptado].
Leia a frase a seguir, que é exemplo de variedade linguística representativa do português falado em certas áreas do Sul do Brasil.
– Que tal tá a faixa asfaltada que vai pro Passo, Apulho, tu que mora por lá?
Assinale a alternativa em que a frase está reescrita em conformidade com a norma padrão da língua portuguesa.
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