Foram encontradas 40 questões.
A cartilha “Contribuições do fonoaudiólogo educacional para o seu município e sua escola”, do Conselho Federal de Fonoaudiologia, descreve ações que o fonoaudiólogo pode realizar em parceria com a educação. Sobre esse tema, assinale a alternativa INCORRETA.
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Conforme a cartilha “Contribuição da Fonoaudiologia para o Avanço do SUS”, do Conselho Federal de Fonoaudiologia, o fonoaudiólogo pode participar do Serviço de Atendimento Domiciliar (SAD). Sobre esse tema, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O fonoaudiólogo é integrante da Equipe Multiprofissional da Atenção Domiciliar.
( ) O fonoaudiólogo é integrante da Equipe Multiprofissional de Apoio.
( ) Quando o fonoaudiólogo não estiver no SAD, o município deve garantir a reabilitação fonoaudiológica aos usuários por meio dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família ou ambulatórios de reabilitação.
( ) A atuação fonoaudiológica está baseada na prevenção e matriciamento e é vedada qualquer intervenção para reabilitação.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Uma das formas de reabilitação fonoaudiológica para pacientes com laringectomia total é a voz esofágica. De acordo com Fouquet (in: LOPES FILHO, 2013), a condição que NÃO está entre as quatro necessárias para a produção da voz esofágica é:
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Segundo o Comitê multiprofissional em saúde auditiva (COMUSA, 2010), a causa mais frequente de perda auditiva relatada nos países desenvolvidos, que usualmente tem expressão precoce, antes do desenvolvimento da linguagem, é:
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No Caderno de Atenção Básica nº 23 (2015), encontramos as classificações de aleitamento materno adotadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e reconhecidas no mundo inteiro (WORLD HEALTH ORGANIZATION, 2007). A definição para “quando a criança recebe, além do leite materno, água ou bebidas à base de água, sucos de frutas e fluidos rituais” corresponde a:
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Analise as assertivas abaixo sobre fissuras labiopalatinas, conforme Lopes Filho (2013):
I. Na fissura pré-forame completa, as estruturas anatômicas afetadas são lábio, alvéolo e palato duro.
II. Nas fissuras palatinas, nota-se hipodesenvolvimento muscular da aponeurose palatina e do músculo tensor do véu palatino.
III. Insuficiência velofaríngea é a incapacidade de fechamento do esfíncter velofaríngeo de ordem funcional.
Quais estão corretas?
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A negação da proposição composta “José não é alto ou Maria é rica” está corretamente descrita na alternativa:
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Disciplina: Estatuto do Idoso - Lei 10.741/2003
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Canoas-RS
O Estatuto do Idoso é destinado a regular os direitos assegurados às pessoas com idade igual ou superior a:
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De acordo com a Constituição Federal, é correto afirmar que obedecerão aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, disciplinados no Art. 37, a Administração Pública:
I. Direta.
II. Indireta.
III. Dos estados.
IV. Dos municípios.
Quais estão corretas?
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Ruan de Souza Gabriel
- Existem diversas razões para começar a ler um autor. Há aqueles que lemos porque todo
- mundo está lendo, como Elena Ferrante e Karl Ove Knausgård. Outros, nós conhecemos por
- acaso ou indicação e nos transformamos em “leitores inflexíveis, sistemáticos e falhos de
- imaginação que se obrigam a ler a obra completa de um escritor quando descobrem um do seu
- agrado”, como descreveu, um pouco invejoso, o escritor português Bruno Vieira Amara em Hoje
- estarás comigo no paraíso. Nem todo leitor é capaz de tamanha paixão e fidelidade, ainda que
- só por uns meses. Eu não sou e invejo quem é.
- Há também aqueles autores que lemos e relemos quase obrigados pelos tempos, como
- se buscássemos conselhos: lemos George Orwel quando a treva autoritária voltou a assombrar
- a política, estamos lendo Albert Camus e todo e qualquer livro que mencione uma epidemia para
- aprender a viver em quarentena. E há os autores que começamos a ler com o pior dos atrasos,
- tarde demais para escrever umas frases lamentosas no Twitter quando topamos com o obituário
- deles.
- Toda leitura é interessada. Lemos escritores hypados para não ficar em silêncio quando
- nossos amigos começam a falar deles, para conferir se valem mesmo pena. Transformamo-
- nos em “leitores inflexíveis, sistemáticos e falhos de imaginação” porque é próprio do amor
- limitar nossos interesses. E temos lido autores que escreveram sobre autoritarismo e peste
- porque, talvez desde a Bíblia, debruçamo-nos sobre o que foi escrito no passado para tentar
- adivinhar o futuro ou tentar impedi-lo de chegar.
- E quando lemos um autor recém-falecido, qual é a nossa intenção? Não é descobrir um
- autor novo, uma vez que depois de ler tantos obituários, já nos familiarizamos com seus temas,
- decoramos as sinopses de seus principais livros e aprendemos alguns adjetivos para nos
- referirmos a seu estilo. Lemos para identificar no texto todas as características apontadas pelos
- obituaristas, como se emprestássemos deles peças de um quebra-cabeça que só quem leu o
- autor consegue completar?
- É complicado ler um autor que acaba de morrer. Primeiro porque há quase uma obrigação
- de gostar, por respeito ao morto. Também porque os tantos textos lidos sobre o legado do autor
- contaminam a leitura, que se torna talvez uma experiência menos individual e quase uma tarefa
- que os atrasados cumprem meio envergonhados e muito reverentes.
- Na última quinta (16), depois do anúncio da morte de Garcia-Roza, li, enfim, A última
- mulher (não tinha nenhum Rubem Fonseca mão). Estava tudo lá, tudo o que eu tinha lido
- e ouvido nas últimas horas: o introspectivo delegado Espinosa, suas andanças pelo Rio de
- Janeiro, seu gosto por comida árabe e seus “livros formando uma fileira que cobria toda a
- extensão da parede e apoiados uns sobre os outros, ocupando de ponta a ponta e do chão até
- quase o teto toda parede da sala”.
- A dedicação pessoas, mais que ao mistério, não é apenas que um testemunho da
- bondade de Espinosa. Se for verdadeira a tese de Ricardo Piglia, que afirmou que uma das
- maiores representações modernas da figura do leitor é o detetive, essa dedicação também nos
- faz imaginar que tipo de tipo de leitor é o delegado.
- Ele não parece ser um daqueles que lê desesperadamente, para decifrar sentidos ocultos
- em cada linha, ou que lê apressadamente, para não ficar fora dos assuntos. Talvez Espinosa
- seja um desses leitores que fazem da leitura um exercício de empatia, que se envolvem com os
- personagens e aprendem a amá-los, que não têm interesse em dissecá-los e julgá-los.
- Um desses leitores que todos nós que gostamos de ler talvez fomos um dia, antes de
- aprendermos que podíamos usar nossas leituras para provar nossa inteligência, antes de
- começarmos a esconder, envergonhados, que a leitura nos emociona como a outros emocionam
- as novelas. Se todas as leituras são interessadas, essa, que é tão pouco utilitária e até se deixa
- enganar pelos personagens, talvez seja a menos interesseira.
(Disponível em: https://epoca.globo.com/ruan-de-sousa-gabriel/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que NÃO indica um dos motivos para a leitura apontado pelo autor do texto.
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