Foram encontradas 60 questões.
Entenda por que o descarte errado de roupas e o acúmulo
de tecidos geram um problema ambiental grave
Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de
São Paulo
O que você faz com aquele look rasgado ou
aquela lingerie velha? E o que acontece com as peças que
não são vendidas nas lojas? No geral, o destino é o mesmo:
tudo acaba virando resíduo têxtil. Com isso, pequenas
sobras de tecido nas etapas de produção das peças, por
exemplo, transformam-se em toneladas de lixo.
“Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido
são descartadas anualmente no deserto do Atacama, no
Chile. Roupas não vendidas, em geral”, explica a
pesquisadora de moda sustentável e coordenadora de
mobilização no Fashion Revolution Brasil, Marina de
Luca. Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um
problema.
“Ainda que vigore a política nacional de resíduos
sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções
institucionalizadas para o descarte têxtil. Cada um vai
fazendo o que pode. É preciso que o poder público, unido ao
privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção
dessa sobra têxtil, para que se possa construir uma cadeia
circular”, reforça a especialista.
Conforme dados do Residômetro Têxtil, do Instituto
Sustentabilidade Têxtil e Moda, só a cidade de São Paulo
coleta, em média, 20 toneladas diárias de roupas pósconsumo e 35 toneladas de resíduos de corte.
“O Brasil é um dos maiores produtores de vestuário
do mundo e o último país que ainda contém a cadeia
completa desde a plantação ou extração do petróleo,
passando pela produção do fio, corte e costura, e venda do
produto final. Ou seja, esse é um tema essencial quando
falamos de economia brasileira”, retoma Marina de Luca.
O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte.
É preciso, também, atentar-se às emissões geradas em torno
das produções.
“Além da liberação de gases, a indústria da moda é
responsável pela poluição de aproximadamente 20% das
águas totais do mundo. O tingimento de fios, a lavagem de
tecidos e o curtimento de couro são grandes fontes de
químicos altamente poluentes liberados na natureza",
comenta a pesquisadora.
O que fazer com as roupas? O ideal é buscar manter a
peça útil — customizando, doando, revendendo ou algo
nesse sentido. Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o
material pode ser deixado em pontos de coleta. Em uma
pesquisa rápida na internet, pode-se encontrar diversas
iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos
tecidos.
Fonte: Terra – adaptado.
I. Em: “Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido são descartadas anualmente no deserto do Atacama” (2º parágrafo), a oração sublinhada é subordinada substantiva subjetiva. A mesma classificação pode ser atribuída em: “É preciso que o poder público [...] ofereça possibilidades de tratamento e reinserção dessa sobra têxtil” (3º parágrafo).
II. Em: “Conforme dados do Residômetro Têxtil”, caso seja acrescentado o verbo “indicam” logo após a palavra sublinhada, tem-se uma oração subordinada adverbial conformativa.
III. Em: “O Brasil é [...] o último país que ainda contém a cadeia completa”, a oração sublinhada é subordinada adverbial consecutiva.
Está CORRETO o que se afirma:
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de tecidos geram um problema ambiental grave
Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de
São Paulo
O que você faz com aquele look rasgado ou
aquela lingerie velha? E o que acontece com as peças que
não são vendidas nas lojas? No geral, o destino é o mesmo:
tudo acaba virando resíduo têxtil. Com isso, pequenas
sobras de tecido nas etapas de produção das peças, por
exemplo, transformam-se em toneladas de lixo.
“Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido
são descartadas anualmente no deserto do Atacama, no
Chile. Roupas não vendidas, em geral”, explica a
pesquisadora de moda sustentável e coordenadora de
mobilização no Fashion Revolution Brasil, Marina de
Luca. Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um
problema.
“Ainda que vigore a política nacional de resíduos
sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções
institucionalizadas para o descarte têxtil. Cada um vai
fazendo o que pode. É preciso que o poder público, unido ao
privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção
dessa sobra têxtil, para que se possa construir uma cadeia
circular”, reforça a especialista.
Conforme dados do Residômetro Têxtil, do Instituto
Sustentabilidade Têxtil e Moda, só a cidade de São Paulo
coleta, em média, 20 toneladas diárias de roupas pósconsumo e 35 toneladas de resíduos de corte.
“O Brasil é um dos maiores produtores de vestuário
do mundo e o último país que ainda contém a cadeia
completa desde a plantação ou extração do petróleo,
passando pela produção do fio, corte e costura, e venda do
produto final. Ou seja, esse é um tema essencial quando
falamos de economia brasileira”, retoma Marina de Luca.
O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte.
É preciso, também, atentar-se às emissões geradas em torno
das produções.
“Além da liberação de gases, a indústria da moda é
responsável pela poluição de aproximadamente 20% das
águas totais do mundo. O tingimento de fios, a lavagem de
tecidos e o curtimento de couro são grandes fontes de
químicos altamente poluentes liberados na natureza",
comenta a pesquisadora.
O que fazer com as roupas? O ideal é buscar manter a
peça útil — customizando, doando, revendendo ou algo
nesse sentido. Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o
material pode ser deixado em pontos de coleta. Em uma
pesquisa rápida na internet, pode-se encontrar diversas
iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos
tecidos.
Fonte: Terra – adaptado.
( ) As palavras “chapéu”, “guerra” e “guaraná” apresentam número maior de letras que de fonemas.
( ) Os vocábulos “barro”, “piscina” e “venda” apresentam dígrafo.
( ) As palavras “corrupção”, “represa” e “advento” apresentam encontro consonantal. Com exceção da segunda palavra, as duas outras também contêm dígrafo.
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de tecidos geram um problema ambiental grave
Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de
São Paulo
O que você faz com aquele look rasgado ou
aquela lingerie velha? E o que acontece com as peças que
não são vendidas nas lojas? No geral, o destino é o mesmo:
tudo acaba virando resíduo têxtil. Com isso, pequenas
sobras de tecido nas etapas de produção das peças, por
exemplo, transformam-se em toneladas de lixo.
“Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido
são descartadas anualmente no deserto do Atacama, no
Chile. Roupas não vendidas, em geral”, explica a
pesquisadora de moda sustentável e coordenadora de
mobilização no Fashion Revolution Brasil, Marina de
Luca. Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um
problema.
“Ainda que vigore a política nacional de resíduos
sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções
institucionalizadas para o descarte têxtil. Cada um vai
fazendo o que pode. É preciso que o poder público, unido ao
privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção
dessa sobra têxtil, para que se possa construir uma cadeia
circular”, reforça a especialista.
Conforme dados do Residômetro Têxtil, do Instituto
Sustentabilidade Têxtil e Moda, só a cidade de São Paulo
coleta, em média, 20 toneladas diárias de roupas pósconsumo e 35 toneladas de resíduos de corte.
“O Brasil é um dos maiores produtores de vestuário
do mundo e o último país que ainda contém a cadeia
completa desde a plantação ou extração do petróleo,
passando pela produção do fio, corte e costura, e venda do
produto final. Ou seja, esse é um tema essencial quando
falamos de economia brasileira”, retoma Marina de Luca.
O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte.
É preciso, também, atentar-se às emissões geradas em torno
das produções.
“Além da liberação de gases, a indústria da moda é
responsável pela poluição de aproximadamente 20% das
águas totais do mundo. O tingimento de fios, a lavagem de
tecidos e o curtimento de couro são grandes fontes de
químicos altamente poluentes liberados na natureza",
comenta a pesquisadora.
O que fazer com as roupas? O ideal é buscar manter a
peça útil — customizando, doando, revendendo ou algo
nesse sentido. Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o
material pode ser deixado em pontos de coleta. Em uma
pesquisa rápida na internet, pode-se encontrar diversas
iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos
tecidos.
Fonte: Terra – adaptado.
• “Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um problema.” (2º parágrafo)
• “Ainda que vigore a política nacional de resíduos sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções institucionalizadas para o descarte têxtil.” (3º parágrafo)
• “Ou seja, esse é um tema essencial quando falamos de economia brasileira [...].” (5º parágrafo)
• “Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o material pode ser deixado em pontos de coleta.” (8º parágrafo)
Nos fragmentos, os elementos linguísticos sublinhados indicam, CORRETA e respectivamente, as ideias de:
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Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de
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aquela lingerie velha? E o que acontece com as peças que
não são vendidas nas lojas? No geral, o destino é o mesmo:
tudo acaba virando resíduo têxtil. Com isso, pequenas
sobras de tecido nas etapas de produção das peças, por
exemplo, transformam-se em toneladas de lixo.
“Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido
são descartadas anualmente no deserto do Atacama, no
Chile. Roupas não vendidas, em geral”, explica a
pesquisadora de moda sustentável e coordenadora de
mobilização no Fashion Revolution Brasil, Marina de
Luca. Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um
problema.
“Ainda que vigore a política nacional de resíduos
sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções
institucionalizadas para o descarte têxtil. Cada um vai
fazendo o que pode. É preciso que o poder público, unido ao
privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção
dessa sobra têxtil, para que se possa construir uma cadeia
circular”, reforça a especialista.
Conforme dados do Residômetro Têxtil, do Instituto
Sustentabilidade Têxtil e Moda, só a cidade de São Paulo
coleta, em média, 20 toneladas diárias de roupas pósconsumo e 35 toneladas de resíduos de corte.
“O Brasil é um dos maiores produtores de vestuário
do mundo e o último país que ainda contém a cadeia
completa desde a plantação ou extração do petróleo,
passando pela produção do fio, corte e costura, e venda do
produto final. Ou seja, esse é um tema essencial quando
falamos de economia brasileira”, retoma Marina de Luca.
O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte.
É preciso, também, atentar-se às emissões geradas em torno
das produções.
“Além da liberação de gases, a indústria da moda é
responsável pela poluição de aproximadamente 20% das
águas totais do mundo. O tingimento de fios, a lavagem de
tecidos e o curtimento de couro são grandes fontes de
químicos altamente poluentes liberados na natureza",
comenta a pesquisadora.
O que fazer com as roupas? O ideal é buscar manter a
peça útil — customizando, doando, revendendo ou algo
nesse sentido. Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o
material pode ser deixado em pontos de coleta. Em uma
pesquisa rápida na internet, pode-se encontrar diversas
iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos
tecidos.
Fonte: Terra – adaptado.
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de tecidos geram um problema ambiental grave
Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de
São Paulo
O que você faz com aquele look rasgado ou
aquela lingerie velha? E o que acontece com as peças que
não são vendidas nas lojas? No geral, o destino é o mesmo:
tudo acaba virando resíduo têxtil. Com isso, pequenas
sobras de tecido nas etapas de produção das peças, por
exemplo, transformam-se em toneladas de lixo.
“Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido
são descartadas anualmente no deserto do Atacama, no
Chile. Roupas não vendidas, em geral”, explica a
pesquisadora de moda sustentável e coordenadora de
mobilização no Fashion Revolution Brasil, Marina de
Luca. Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um
problema.
“Ainda que vigore a política nacional de resíduos
sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções
institucionalizadas para o descarte têxtil. Cada um vai
fazendo o que pode. É preciso que o poder público, unido ao
privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção
dessa sobra têxtil, para que se possa construir uma cadeia
circular”, reforça a especialista.
Conforme dados do Residômetro Têxtil, do Instituto
Sustentabilidade Têxtil e Moda, só a cidade de São Paulo
coleta, em média, 20 toneladas diárias de roupas pósconsumo e 35 toneladas de resíduos de corte.
“O Brasil é um dos maiores produtores de vestuário
do mundo e o último país que ainda contém a cadeia
completa desde a plantação ou extração do petróleo,
passando pela produção do fio, corte e costura, e venda do
produto final. Ou seja, esse é um tema essencial quando
falamos de economia brasileira”, retoma Marina de Luca.
O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte.
É preciso, também, atentar-se às emissões geradas em torno
das produções.
“Além da liberação de gases, a indústria da moda é
responsável pela poluição de aproximadamente 20% das
águas totais do mundo. O tingimento de fios, a lavagem de
tecidos e o curtimento de couro são grandes fontes de
químicos altamente poluentes liberados na natureza",
comenta a pesquisadora.
O que fazer com as roupas? O ideal é buscar manter a
peça útil — customizando, doando, revendendo ou algo
nesse sentido. Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o
material pode ser deixado em pontos de coleta. Em uma
pesquisa rápida na internet, pode-se encontrar diversas
iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos
tecidos.
Fonte: Terra – adaptado.
( ) Em: “O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte” (6º parágrafo), caso a palavra sublinhada fosse substituída por “eliminação”, o “o” que a antecede deveria ser substituído por “à”, resultando em: “O impacto ambiental da moda ultrapassa à eliminação”.
( ) Em: “É preciso, também, se atentar às emissões geradas em torno das produções” (6º parágrafo), caso a palavra sublinhada fosse substituída por “difusões”, o acento indicativo da crase no “às” que a antecede deveria ser mantido.
( ) Em: “Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de São Paulo” (subtítulo), caso houvesse o acréscimo do vocábulo “atingir” antes da expressão sublinhada, o “a” deveria receber o acento indicativo da crase.
( ) Em: “retoma Marina de Luca” (5º parágrafo), caso a expressão sublinhada fosse substituída pelo vocábulo “especialista”, haveria a necessidade de acréscimo de “à” antes dele, resultando em: “retoma à especialista”.
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Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de
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aquela lingerie velha? E o que acontece com as peças que
não são vendidas nas lojas? No geral, o destino é o mesmo:
tudo acaba virando resíduo têxtil. Com isso, pequenas
sobras de tecido nas etapas de produção das peças, por
exemplo, transformam-se em toneladas de lixo.
“Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido
são descartadas anualmente no deserto do Atacama, no
Chile. Roupas não vendidas, em geral”, explica a
pesquisadora de moda sustentável e coordenadora de
mobilização no Fashion Revolution Brasil, Marina de
Luca. Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um
problema.
“Ainda que vigore a política nacional de resíduos
sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções
institucionalizadas para o descarte têxtil. Cada um vai
fazendo o que pode. É preciso que o poder público, unido ao
privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção
dessa sobra têxtil, para que se possa construir uma cadeia
circular”, reforça a especialista.
Conforme dados do Residômetro Têxtil, do Instituto
Sustentabilidade Têxtil e Moda, só a cidade de São Paulo
coleta, em média, 20 toneladas diárias de roupas pósconsumo e 35 toneladas de resíduos de corte.
“O Brasil é um dos maiores produtores de vestuário
do mundo e o último país que ainda contém a cadeia
completa desde a plantação ou extração do petróleo,
passando pela produção do fio, corte e costura, e venda do
produto final. Ou seja, esse é um tema essencial quando
falamos de economia brasileira”, retoma Marina de Luca.
O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte.
É preciso, também, atentar-se às emissões geradas em torno
das produções.
“Além da liberação de gases, a indústria da moda é
responsável pela poluição de aproximadamente 20% das
águas totais do mundo. O tingimento de fios, a lavagem de
tecidos e o curtimento de couro são grandes fontes de
químicos altamente poluentes liberados na natureza",
comenta a pesquisadora.
O que fazer com as roupas? O ideal é buscar manter a
peça útil — customizando, doando, revendendo ou algo
nesse sentido. Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o
material pode ser deixado em pontos de coleta. Em uma
pesquisa rápida na internet, pode-se encontrar diversas
iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos
tecidos.
Fonte: Terra – adaptado.
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Entenda por que o descarte errado de roupas e o acúmulo
de tecidos geram um problema ambiental grave
Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de
São Paulo
O que você faz com aquele look rasgado ou
aquela lingerie velha? E o que acontece com as peças que
não são vendidas nas lojas? No geral, o destino é o mesmo:
tudo acaba virando resíduo têxtil. Com isso, pequenas
sobras de tecido nas etapas de produção das peças, por
exemplo, transformam-se em toneladas de lixo.
“Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido
são descartadas anualmente no deserto do Atacama, no
Chile. Roupas não vendidas, em geral”, explica a
pesquisadora de moda sustentável e coordenadora de
mobilização no Fashion Revolution Brasil, Marina de
Luca. Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um
problema.
“Ainda que vigore a política nacional de resíduos
sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções
institucionalizadas para o descarte têxtil. Cada um vai
fazendo o que pode. É preciso que o poder público, unido ao
privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção
dessa sobra têxtil, para que se possa construir uma cadeia
circular”, reforça a especialista.
Conforme dados do Residômetro Têxtil, do Instituto
Sustentabilidade Têxtil e Moda, só a cidade de São Paulo
coleta, em média, 20 toneladas diárias de roupas pósconsumo e 35 toneladas de resíduos de corte.
“O Brasil é um dos maiores produtores de vestuário
do mundo e o último país que ainda contém a cadeia
completa desde a plantação ou extração do petróleo,
passando pela produção do fio, corte e costura, e venda do
produto final. Ou seja, esse é um tema essencial quando
falamos de economia brasileira”, retoma Marina de Luca.
O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte.
É preciso, também, atentar-se às emissões geradas em torno
das produções.
“Além da liberação de gases, a indústria da moda é
responsável pela poluição de aproximadamente 20% das
águas totais do mundo. O tingimento de fios, a lavagem de
tecidos e o curtimento de couro são grandes fontes de
químicos altamente poluentes liberados na natureza",
comenta a pesquisadora.
O que fazer com as roupas? O ideal é buscar manter a
peça útil — customizando, doando, revendendo ou algo
nesse sentido. Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o
material pode ser deixado em pontos de coleta. Em uma
pesquisa rápida na internet, pode-se encontrar diversas
iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos
tecidos.
Fonte: Terra – adaptado.
I. A substituição da locução conjuntiva “para que” (último período do 3º parágrafo) por “a fim de que” manteria a relação de sentido estabelecida no trecho.
II. A inserção de uma vírgula após “peças” (2º período do 1º parágrafo) preservaria a correção gramatical e o sentido do excerto.
III. A substituição da palavra “na” (último período do 7º parágrafo) pela preposição “pela” manteria o sentido estabelecido no trecho.
Está CORRETO o que se afirma:
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de tecidos geram um problema ambiental grave
Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de
São Paulo
O que você faz com aquele look rasgado ou
aquela lingerie velha? E o que acontece com as peças que
não são vendidas nas lojas? No geral, o destino é o mesmo:
tudo acaba virando resíduo têxtil. Com isso, pequenas
sobras de tecido nas etapas de produção das peças, por
exemplo, transformam-se em toneladas de lixo.
“Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido
são descartadas anualmente no deserto do Atacama, no
Chile. Roupas não vendidas, em geral”, explica a
pesquisadora de moda sustentável e coordenadora de
mobilização no Fashion Revolution Brasil, Marina de
Luca. Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um
problema.
“Ainda que vigore a política nacional de resíduos
sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções
institucionalizadas para o descarte têxtil. Cada um vai
fazendo o que pode. É preciso que o poder público, unido ao
privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção
dessa sobra têxtil, para que se possa construir uma cadeia
circular”, reforça a especialista.
Conforme dados do Residômetro Têxtil, do Instituto
Sustentabilidade Têxtil e Moda, só a cidade de São Paulo
coleta, em média, 20 toneladas diárias de roupas pósconsumo e 35 toneladas de resíduos de corte.
“O Brasil é um dos maiores produtores de vestuário
do mundo e o último país que ainda contém a cadeia
completa desde a plantação ou extração do petróleo,
passando pela produção do fio, corte e costura, e venda do
produto final. Ou seja, esse é um tema essencial quando
falamos de economia brasileira”, retoma Marina de Luca.
O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte.
É preciso, também, atentar-se às emissões geradas em torno
das produções.
“Além da liberação de gases, a indústria da moda é
responsável pela poluição de aproximadamente 20% das
águas totais do mundo. O tingimento de fios, a lavagem de
tecidos e o curtimento de couro são grandes fontes de
químicos altamente poluentes liberados na natureza",
comenta a pesquisadora.
O que fazer com as roupas? O ideal é buscar manter a
peça útil — customizando, doando, revendendo ou algo
nesse sentido. Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o
material pode ser deixado em pontos de coleta. Em uma
pesquisa rápida na internet, pode-se encontrar diversas
iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos
tecidos.
Fonte: Terra – adaptado.
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Entenda por que o descarte errado de roupas e o acúmulo
de tecidos geram um problema ambiental grave
Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de
São Paulo
O que você faz com aquele look rasgado ou
aquela lingerie velha? E o que acontece com as peças que
não são vendidas nas lojas? No geral, o destino é o mesmo:
tudo acaba virando resíduo têxtil. Com isso, pequenas
sobras de tecido nas etapas de produção das peças, por
exemplo, transformam-se em toneladas de lixo.
“Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido
são descartadas anualmente no deserto do Atacama, no
Chile. Roupas não vendidas, em geral”, explica a
pesquisadora de moda sustentável e coordenadora de
mobilização no Fashion Revolution Brasil, Marina de
Luca. Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um
problema.
“Ainda que vigore a política nacional de resíduos
sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções
institucionalizadas para o descarte têxtil. Cada um vai
fazendo o que pode. É preciso que o poder público, unido ao
privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção
dessa sobra têxtil, para que se possa construir uma cadeia
circular”, reforça a especialista.
Conforme dados do Residômetro Têxtil, do Instituto
Sustentabilidade Têxtil e Moda, só a cidade de São Paulo
coleta, em média, 20 toneladas diárias de roupas pósconsumo e 35 toneladas de resíduos de corte.
“O Brasil é um dos maiores produtores de vestuário
do mundo e o último país que ainda contém a cadeia
completa desde a plantação ou extração do petróleo,
passando pela produção do fio, corte e costura, e venda do
produto final. Ou seja, esse é um tema essencial quando
falamos de economia brasileira”, retoma Marina de Luca.
O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte.
É preciso, também, atentar-se às emissões geradas em torno
das produções.
“Além da liberação de gases, a indústria da moda é
responsável pela poluição de aproximadamente 20% das
águas totais do mundo. O tingimento de fios, a lavagem de
tecidos e o curtimento de couro são grandes fontes de
químicos altamente poluentes liberados na natureza",
comenta a pesquisadora.
O que fazer com as roupas? O ideal é buscar manter a
peça útil — customizando, doando, revendendo ou algo
nesse sentido. Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o
material pode ser deixado em pontos de coleta. Em uma
pesquisa rápida na internet, pode-se encontrar diversas
iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos
tecidos.
Fonte: Terra – adaptado.
I. O parágrafo inicial começa com duas perguntas. O primeiro questionamento é dirigido ao leitor, e o segundo, respondido na continuidade do próprio parágrafo.
II. O segundo e o quarto parágrafo trazem dados relativos, respectivamente, ao descarte de tecidos fora do Brasil e à coleta diária de roupas não mais utilizadas e de resíduos de corte em uma cidade brasileira.
III. Pode-se afirmar que os parágrafos seis e sete se completam. O sexto introduz a questão do impacto ambiental além do descarte, e o sétimo detalha os danos da indústria da moda para a natureza.
IV. Os parágrafos três e oito trazem iniciativas a serem realizadas no âmbito individual, ou seja, o que cada pessoa pode fazer a fim de descartar adequadamente resíduos têxteis.
Está CORRETO o que se afirma:
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de tecidos geram um problema ambiental grave
Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de
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aquela lingerie velha? E o que acontece com as peças que
não são vendidas nas lojas? No geral, o destino é o mesmo:
tudo acaba virando resíduo têxtil. Com isso, pequenas
sobras de tecido nas etapas de produção das peças, por
exemplo, transformam-se em toneladas de lixo.
“Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido
são descartadas anualmente no deserto do Atacama, no
Chile. Roupas não vendidas, em geral”, explica a
pesquisadora de moda sustentável e coordenadora de
mobilização no Fashion Revolution Brasil, Marina de
Luca. Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um
problema.
“Ainda que vigore a política nacional de resíduos
sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções
institucionalizadas para o descarte têxtil. Cada um vai
fazendo o que pode. É preciso que o poder público, unido ao
privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção
dessa sobra têxtil, para que se possa construir uma cadeia
circular”, reforça a especialista.
Conforme dados do Residômetro Têxtil, do Instituto
Sustentabilidade Têxtil e Moda, só a cidade de São Paulo
coleta, em média, 20 toneladas diárias de roupas pósconsumo e 35 toneladas de resíduos de corte.
“O Brasil é um dos maiores produtores de vestuário
do mundo e o último país que ainda contém a cadeia
completa desde a plantação ou extração do petróleo,
passando pela produção do fio, corte e costura, e venda do
produto final. Ou seja, esse é um tema essencial quando
falamos de economia brasileira”, retoma Marina de Luca.
O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte.
É preciso, também, atentar-se às emissões geradas em torno
das produções.
“Além da liberação de gases, a indústria da moda é
responsável pela poluição de aproximadamente 20% das
águas totais do mundo. O tingimento de fios, a lavagem de
tecidos e o curtimento de couro são grandes fontes de
químicos altamente poluentes liberados na natureza",
comenta a pesquisadora.
O que fazer com as roupas? O ideal é buscar manter a
peça útil — customizando, doando, revendendo ou algo
nesse sentido. Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o
material pode ser deixado em pontos de coleta. Em uma
pesquisa rápida na internet, pode-se encontrar diversas
iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos
tecidos.
Fonte: Terra – adaptado.
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