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Foram encontradas 40 questões.

2394314 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP
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A solução da equação 2x-3(x+3)=4(x+2)+8 é:

 

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2393995 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP
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O PROBLEMA DO ELOGIO

Você deve ser muito inteligente. Afinal, está lendo a SUPER. Passou por reportagens sobre assuntos complexos, que exploram a ciência, a economia, a geologia e até a insetologia. Estamos orgulhosos. Assim você vai longe! Em breve estará entre os maiores pensadores brasileiros. Rumo ao Nobel, hein?

Ah, não diga que agora está se sentindo pressionado. A gente não queria causar isso. Aliás, ninguém quer gerar esse efeito quando parabeniza outra pessoa. Mas às vezes o tiro sai pela culatra. E o elogio causa um mal danado.

Na verdade, o elogio em si não tem nada de errado. A gente é que não aprendeu a usá-lo do jeito certo. E a lambança é generalizada: disparamos elogios em casa, na escola e no trabalho sem pensar nas consequências. Os resultados de tanto paparico podem ser catastróficos. A curto prazo, o coitado que foi enaltecido pode ficar desconfortável, inseguro, ansioso. A longo prazo, esse gênio em potencial corre o risco de virar um arruinado na vida.

Em alguns casos, o estrago começa já na infância. Se for reconhecida como inteligente, uma criança pode sentir pressão demais sobre os ombrinhos para corresponder às expectativas. Isso às vezes é bom, porque incentiva a criança a estudar para conseguir boas notas. Mas também pode ser ruim, muito ruim - por estimular a criança a usar truques para se destacar. Como fizeram alguns dos 400 alunos de uma escola de Nova York pesquisados pela psicóloga americana Carol Dweck, da Universidade Stanford.

Superinteressante – abril – adaptado – 2010

Nas opções abaixo, as palavras estão agrupadas por possuírem a mesma classificação quanto à sílaba tônica. Assinale a opção em que as palavras possuem classificações diferentes.

 

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2393968 Ano: 2010
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP
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Durante o mês de Junho de 2010, fortes chuvas devastaram cidades brasileiras, deixando inúmeros desabrigados e causando Estado de Calamidade principalmente no Estado:

 

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2393855 Ano: 2010
Disciplina: Direito Tributário
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP
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Zona Urbana, para incidência do IPTU, é aquela em que existe, pelo menos, dois dos seguintes melhoramentos, exceto:

 

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2393459 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP
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O PROBLEMA DO ELOGIO

Você deve ser muito inteligente. Afinal, está lendo a SUPER. Passou por reportagens sobre assuntos complexos, que exploram a ciência, a economia, a geologia e até a insetologia. Estamos orgulhosos. Assim você vai longe! Em breve estará entre os maiores pensadores brasileiros. Rumo ao Nobel, hein?

Ah, não diga que agora está se sentindo pressionado. A gente não queria causar isso. Aliás, ninguém quer gerar esse efeito quando parabeniza outra pessoa. Mas às vezes o tiro sai pela culatra. E o elogio causa um mal danado.

Na verdade, o elogio em si não tem nada de errado. A gente é que não aprendeu a usá-lo do jeito certo. E a lambança é generalizada: disparamos elogios em casa, na escola e no trabalho sem pensar nas consequências. Os resultados de tanto paparico podem ser catastróficos. A curto prazo, o coitado que foi enaltecido pode ficar desconfortável, inseguro, ansioso. A longo prazo, esse gênio em potencial corre o risco de virar um arruinado na vida.

Em alguns casos, o estrago começa já na infância. Se for reconhecida como inteligente, uma criança pode sentir pressão demais sobre os ombrinhos para corresponder às expectativas. Isso às vezes é bom, porque incentiva a criança a estudar para conseguir boas notas. Mas também pode ser ruim, muito ruim - por estimular a criança a usar truques para se destacar. Como fizeram alguns dos 400 alunos de uma escola de Nova York pesquisados pela psicóloga americana Carol Dweck, da Universidade Stanford.

Superinteressante – abril – adaptado – 2010

Infere-se do texto acima que:

 

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2393170 Ano: 2010
Disciplina: Legislação Tributária Municipal
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP
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Instrumento no qual é lavrada a constatação de ocorrência que por sua natureza, característica e demais aspectos peculiares, denotem ter a pessoa física ou jurídica contra a qual é lavrado, infringido ou tentado infringir dispositivos da Legislação de Postura Municipais:

 

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2393151 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP
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O PROBLEMA DO ELOGIO

Você deve ser muito inteligente. Afinal, está lendo a SUPER. Passou por reportagens sobre assuntos complexos, que exploram a ciência, a economia, a geologia e até a insetologia. Estamos orgulhosos. Assim você vai longe! Em breve estará entre os maiores pensadores brasileiros. Rumo ao Nobel, hein?

Ah, não diga que agora está se sentindo pressionado. A gente não queria causar isso. Aliás, ninguém quer gerar esse efeito quando parabeniza outra pessoa. Mas às vezes o tiro sai pela culatra. E o elogio causa um mal danado.

Na verdade, o elogio em si não tem nada de errado. A gente é que não aprendeu a usá-lo do jeito certo. E a lambança é generalizada: disparamos elogios em casa, na escola e no trabalho sem pensar nas consequências. Os resultados de tanto paparico podem ser catastróficos. A curto prazo, o coitado que foi enaltecido pode ficar desconfortável, inseguro, ansioso. A longo prazo, esse gênio em potencial corre o risco de virar um arruinado na vida.

Em alguns casos, o estrago começa já na infância. Se for reconhecida como inteligente, uma criança pode sentir pressão demais sobre os ombrinhos para corresponder às expectativas. Isso às vezes é bom, porque incentiva a criança a estudar para conseguir boas notas. Mas também pode ser ruim, muito ruim - por estimular a criança a usar truques para se destacar. Como fizeram alguns dos 400 alunos de uma escola de Nova York pesquisados pela psicóloga americana Carol Dweck, da Universidade Stanford.

Superinteressante – abril – adaptado – 2010

Em “A gente é que não aprendeu a usá-lo do jeito certo”, ao mudar o termo destacado por NÓS e fazendo as adaptações necessárias temos:

 

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2392870 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP
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Um veículo consome 1 litro de combustível para andar 12 km. Podemos afirmar que, se esse veículo andou 120 km, logo, ele consumiu:

 

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2392364 Ano: 2010
Disciplina: Legislação Tributária Municipal
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP
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Segundo o Art. 4º da lei 2.968/09, - São tributos de competência do Município, Taxas em razão do exercício do poder de polícia Administrativa, EXCETO:

 

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2392055 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP
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O PROBLEMA DO ELOGIO

Você deve ser muito inteligente. Afinal, está lendo a SUPER. Passou por reportagens sobre assuntos complexos, que exploram a ciência, a economia, a geologia e até a insetologia. Estamos orgulhosos. Assim você vai longe! Em breve estará entre os maiores pensadores brasileiros. Rumo ao Nobel, hein?

Ah, não diga que agora está se sentindo pressionado. A gente não queria causar isso. Aliás, ninguém quer gerar esse efeito quando parabeniza outra pessoa. Mas às vezes o tiro sai pela culatra. E o elogio causa um mal danado.

Na verdade, o elogio em si não tem nada de errado. A gente é que não aprendeu a usá-lo do jeito certo. E a lambança é generalizada: disparamos elogios em casa, na escola e no trabalho sem pensar nas consequências. Os resultados de tanto paparico podem ser catastróficos. A curto prazo, o coitado que foi enaltecido pode ficar desconfortável, inseguro, ansioso. A longo prazo, esse gênio em potencial corre o risco de virar um arruinado na vida.

Em alguns casos, o estrago começa já na infância. Se for reconhecida como inteligente, uma criança pode sentir pressão demais sobre os ombrinhos para corresponder às expectativas. Isso às vezes é bom, porque incentiva a criança a estudar para conseguir boas notas. Mas também pode ser ruim, muito ruim - por estimular a criança a usar truques para se destacar. Como fizeram alguns dos 400 alunos de uma escola de Nova York pesquisados pela psicóloga americana Carol Dweck, da Universidade Stanford.

Superinteressante – abril – adaptado – 2010

Observe a ocorrência da crase na frase abaixo e assinale a opção em que a ocorrência segue a mesma regra.

“Isso às vezes é bom”

 

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