Foram encontradas 50 questões.
3140694
Ano: 2024
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Referência
Orgão: Pref. Cardoso Moreira-RJ
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Referência
Orgão: Pref. Cardoso Moreira-RJ
Provas:
Nos termos do Código Tributário do Município de Cardoso
Moreira/RJ, especificamente sobre as Taxas, são tributos
municipais as seguintes Taxas, EXCETO:
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3140693
Ano: 2024
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Referência
Orgão: Pref. Cardoso Moreira-RJ
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Referência
Orgão: Pref. Cardoso Moreira-RJ
Provas:
Segundo o Código Tributário do Município de Cardoso
Moreira/RJ, quem é o Sujeito ativo da obrigação tributária,
titular da competência para exigir o seu cumprimento?
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As frases das opções abaixo possuem palavras homônimas,
que, apesar de terem mesmo som, apresentam significações
diferentes. Um desses homônimos contém propositalmente
um equívoco em sua grafia. Em que opção se encontra esse
homônimo?
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Furto de flor
Carlos Drummond de Andrade
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício
cochilava, e eu furtei a flor.
Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti
que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não
é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando
melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa
flor, se a contemplarmos bem.
Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la.
Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua
vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o
médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a
docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O
porteiro estava atento e repreendeu-me.
– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
Analisando morfologicamente a palavra “murcha” no contexto em que se encontra aplicada no texto, só é adequado o que se encontra em:
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Furto de flor
Carlos Drummond de Andrade
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício
cochilava, e eu furtei a flor.
Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti
que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não
é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando
melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa
flor, se a contemplarmos bem.
Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la.
Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua
vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o
médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a
docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O
porteiro estava atento e repreendeu-me.
– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
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Furto de flor
Carlos Drummond de Andrade
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício
cochilava, e eu furtei a flor.
Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti
que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não
é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando
melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa
flor, se a contemplarmos bem.
Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la.
Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua
vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o
médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a
docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O
porteiro estava atento e repreendeu-me.
– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
I. “eu assumira a obrigação de conservá-la.” II. “mas a flor empalidecia.” III. “O porteiro estava atento e repreendeu-me.”
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Poema de Sete Faces
[Carlos Drummond de Andrade]
Quando nasci, um anjo torto
desses que vivem na sombra
disse: Vai, Carlos! ser gauche na vida.
As casas espiam os homens
que correm atrás de mulheres.
A tarde talvez fosse azul,
não houvesse tantos desejos.
O bonde passa cheio de pernas:
pernas brancas pretas amarelas.
Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu coração.
Porém meus olhos
não perguntam nada.
O homem atrás do bigode
é sério, simples e forte.
Quase não conversa.
Tem poucos, raros amigos
o homem atrás dos óculos e do bigode,
Meu Deus, por que me abandonaste
se sabias que eu não era Deus
se sabias que eu era fraco.
Mundo mundo vasto mundo,
se eu me chamasse Raimundo
seria uma rima, não seria uma solução.
Mundo mundo vasto mundo,
mais vasto é meu coração.
Eu não devia te dizer
mas essa lua
mas esse conhaque
botam a gente comovido como o diabo.
Disponível em: https://www.culturagenial.com/poema-de-setefaces-drummond/
Com licença poética
[Adélia Prado]
Quando nasci um anjo esbelto,
desses que tocam trombeta, anunciou:
vai carregar bandeira.
Cargo muito pesado pra mulher,
esta espécie ainda envergonhada.
Aceito os subterfúgios que me cabem,
sem precisar mentir.
Não sou feia que não possa casar,
acho o Rio de Janeiro uma beleza e
ora sim, ora não, creio em parto sem dor.
Mas o que sinto escrevo. Cumpro a sina.
Inauguro linhagens, fundo reinos
— dor não é amargura.
Minha tristeza não tem pedigree,
já a minha vontade de alegria,
sua raiz vai ao meu mil avô.
Vai ser coxo na vida é maldição pra homem.
Mulher é desdobrável. Eu sou.
Disponível em: https://www.pensador.com/frase/MTY4MzUz/
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Poema de Sete Faces
[Carlos Drummond de Andrade]
Quando nasci, um anjo torto
desses que vivem na sombra
disse: Vai, Carlos! ser gauche na vida.
As casas espiam os homens
que correm atrás de mulheres.
A tarde talvez fosse azul,
não houvesse tantos desejos.
O bonde passa cheio de pernas:
pernas brancas pretas amarelas.
Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu coração.
Porém meus olhos
não perguntam nada.
O homem atrás do bigode
é sério, simples e forte.
Quase não conversa.
Tem poucos, raros amigos
o homem atrás dos óculos e do bigode,
Meu Deus, por que me abandonaste
se sabias que eu não era Deus
se sabias que eu era fraco.
Mundo mundo vasto mundo,
se eu me chamasse Raimundo
seria uma rima, não seria uma solução.
Mundo mundo vasto mundo,
mais vasto é meu coração.
Eu não devia te dizer
mas essa lua
mas esse conhaque
botam a gente comovido como o diabo.
Disponível em: https://www.culturagenial.com/poema-de-setefaces-drummond/
Com licença poética
[Adélia Prado]
Quando nasci um anjo esbelto,
desses que tocam trombeta, anunciou:
vai carregar bandeira.
Cargo muito pesado pra mulher,
esta espécie ainda envergonhada.
Aceito os subterfúgios que me cabem,
sem precisar mentir.
Não sou feia que não possa casar,
acho o Rio de Janeiro uma beleza e
ora sim, ora não, creio em parto sem dor.
Mas o que sinto escrevo. Cumpro a sina.
Inauguro linhagens, fundo reinos
— dor não é amargura.
Minha tristeza não tem pedigree,
já a minha vontade de alegria,
sua raiz vai ao meu mil avô.
Vai ser coxo na vida é maldição pra homem.
Mulher é desdobrável. Eu sou.
Disponível em: https://www.pensador.com/frase/MTY4MzUz/
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Poema de Sete Faces
[Carlos Drummond de Andrade]
Quando nasci, um anjo torto
desses que vivem na sombra
disse: Vai, Carlos! ser gauche na vida.
As casas espiam os homens
que correm atrás de mulheres.
A tarde talvez fosse azul,
não houvesse tantos desejos.
O bonde passa cheio de pernas:
pernas brancas pretas amarelas.
Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu coração.
Porém meus olhos
não perguntam nada.
O homem atrás do bigode
é sério, simples e forte.
Quase não conversa.
Tem poucos, raros amigos
o homem atrás dos óculos e do bigode,
Meu Deus, por que me abandonaste
se sabias que eu não era Deus
se sabias que eu era fraco.
Mundo mundo vasto mundo,
se eu me chamasse Raimundo
seria uma rima, não seria uma solução.
Mundo mundo vasto mundo,
mais vasto é meu coração.
Eu não devia te dizer
mas essa lua
mas esse conhaque
botam a gente comovido como o diabo.
Disponível em: https://www.culturagenial.com/poema-de-setefaces-drummond/
Com licença poética
[Adélia Prado]
Quando nasci um anjo esbelto,
desses que tocam trombeta, anunciou:
vai carregar bandeira.
Cargo muito pesado pra mulher,
esta espécie ainda envergonhada.
Aceito os subterfúgios que me cabem,
sem precisar mentir.
Não sou feia que não possa casar,
acho o Rio de Janeiro uma beleza e
ora sim, ora não, creio em parto sem dor.
Mas o que sinto escrevo. Cumpro a sina.
Inauguro linhagens, fundo reinos
— dor não é amargura.
Minha tristeza não tem pedigree,
já a minha vontade de alegria,
sua raiz vai ao meu mil avô.
Vai ser coxo na vida é maldição pra homem.
Mulher é desdobrável. Eu sou.
Disponível em: https://www.pensador.com/frase/MTY4MzUz/
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