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2087954 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Cariacica-ES

Pandemia e o futuro da educação

A pandemia colocou em voga uma questão há muito debatida: o ensino online. Ela comprovou, de maneira praticamente unânime, a viabilidade desta modalidade de ensino, a qual foi adotada do ensino básico ao superior. Com a urgência para manter a educação funcionando, foi necessário transformar a educação presencial em remota. Somente isso já demonstrou alguns benefícios: a continuidade do ensino mantendo o isolamento social e, assim, garantindo a saúde de todos e todas. Além de que, para além da pandemia, a capacidade de aprender sem ter que sair de casa – o que, para os que já trabalham ou moram em cidades grandes, representa uma grande economia de tempo e, até mesmo, financeira.

A partir desse cenário, muitos defendem a reinvenção educacional, a potencialidade do ensino a distância para uma maior inclusão e acessibilidade, acreditando no EAD como o futuro da educação. A pandemia nos mostrou que a educação não precisa ser tradicional para ser eficaz, e as inovações podem transformá-la em até mais eficiente do que antes.

Em entrevista para o Estadão, Alessandra Montini, coordenadora do LabData da Fundação Instituto de Administração, afirma que “a tecnologia é uma aliada no sucesso educacional e minimiza os efeitos negativos impostos pelo isolamento social. Por isso, o retrocesso no póspandemia não pode ser uma alternativa. A integração entre o mundo presencial e o ambiente digital vai fazer parte da educação do futuro”. De fato, atualmente aposta-se muito em experiências figitais, em que o ensino a distância é combinado a encontros presenciais. Com isso, a frequência e finalidade de encontros presenciais são repensadas.

Essa experiência permite combinar as vantagens do ensino a distância com os benefícios do ensino presencial. Para Márcio Rosales, coordenador do Master in Business Innovation da Universidade de São Carlos, o ensino a distância combina o tempo flexível à qualidade rígida – enquanto o ensino presencial traz o tempo rígido e a qualidade flexível. Com base nisso, o professor defende que o modelo de ensino remoto irá “potencializar a Educação 4.0, e não acabar com os encontros presenciais, mas torná-los mais ricos”.

No entanto, se por um lado a pandemia demonstrou a potencialidade da educação remota, por outro mostrou também que a educação ainda precisa avançar nesse quesito. A educação remota pode – e deve – ser mais do que a mera transformação do ensino presencial em ensino remoto. Ela surge não apenas para transformar a nossa vida em mais prática, mas para revolucionar nossa forma de aprender, fornecendo-nos novas ferramentas que podem garantir um aprendizado mais eficaz, produtivo e divertido.

Esta é, justamente, a diferença entre ensino remoto e ensino a distância: enquanto o ensino remoto é o ensino meramente não presencial, muito utilizado na pandemia por ser uma solução rápida e acessível; o EAD é um modelo de educação, com metodologias e estruturas definidas e pensadas para garantir o aprendizado à distância. As escolas EAD frequentemente contam com plataformas completamente online e interativas, fundando uma nova forma de aprender.

De acordo com Luciano Sathler, membro do Comitê de Qualidade da Associação Brasileira de Educação a distância, transformar as atividades presenciais em digitais garante uma educação frágil e ineficaz. Ferramentas distintas de educação exigem modelos educacionais distintos.

Portanto, se é verdade que a pandemia nos ensinou a respeito da eficácia do ensino remoto, cabe a nós ir além: o ensino remoto funciona. Como torná-lo ainda mais eficaz para o futuro da educação? A resposta começa de uma forma simples: planejamento e desenvolvimento. Primeiramente, é necessário capacitar os professores e adotar estratégias que sejam efetivas do ponto de vista pedagógico. Em segundo lugar, para fornecer aos estudantes a melhor versão da educação que eles podem ter, pode-se articular ensino remoto com o digital learning, fazendo o melhor uso possível das ferramentas digitais à nossa disposição.

(Disponível em: https://ifesp.com.br/blog/educacao/ensinamentos-da-pandemia-para-o-futuro-da-educacao – texto adaptado especialmente para esta prova).

A respeito da ortografia de palavras no texto, analise as assertivas a seguir.

I. A palavra “voga”, está grafada incorretamente, pois, considerando o contexto de ocorrência, o certo seria utilizar a palavra “vaga”.

II. O termo “quesito”, além de estar grafado incorretamente, pois essa palavra deve ser escrita com “z” no lugar de “s”, também não se aplica ao contexto.

III. A palavra “estratégias”, está escrita incorretamente, pois deve ser grafada “estratégeas”.

Quais estão INCORRETAS?

 

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2087953 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Cariacica-ES

Pandemia e o futuro da educação

A pandemia colocou em voga uma questão há muito debatida: o ensino online. Ela comprovou, de maneira praticamente unânime, a viabilidade desta modalidade de ensino, a qual foi adotada do ensino básico ao superior. Com a urgência para manter a educação funcionando, foi necessário transformar a educação presencial em remota. Somente isso já demonstrou alguns benefícios: a continuidade do ensino mantendo o isolamento social e, assim, garantindo a saúde de todos e todas. Além de que, para além da pandemia, a capacidade de aprender sem ter que sair de casa – o que, para os que já trabalham ou moram em cidades grandes, representa uma grande economia de tempo e, até mesmo, financeira.

A partir desse cenário, muitos defendem a reinvenção educacional, a potencialidade do ensino a distância para uma maior inclusão e acessibilidade, acreditando no EAD como o futuro da educação. A pandemia nos mostrou que a educação não precisa ser tradicional para ser eficaz, e as inovações podem transformá-la em até mais eficiente do que antes.

Em entrevista para o Estadão, Alessandra Montini, coordenadora do LabData da Fundação Instituto de Administração, afirma que “a tecnologia é uma aliada no sucesso educacional e minimiza os efeitos negativos impostos pelo isolamento social. Por isso, o retrocesso no póspandemia não pode ser uma alternativa. A integração entre o mundo presencial e o ambiente digital vai fazer parte da educação do futuro”. De fato, atualmente aposta-se muito em experiências figitais, em que o ensino a distância é combinado a encontros presenciais. Com isso, a frequência e finalidade de encontros presenciais são repensadas.

Essa experiência permite combinar as vantagens do ensino a distância com os benefícios do ensino presencial. Para Márcio Rosales, coordenador do Master in Business Innovation da Universidade de São Carlos, o ensino a distância combina o tempo flexível à qualidade rígida – enquanto o ensino presencial traz o tempo rígido e a qualidade flexível. Com base nisso, o professor defende que o modelo de ensino remoto irá “potencializar a Educação 4.0, e não acabar com os encontros presenciais, mas torná-los mais ricos”.

No entanto, se por um lado a pandemia demonstrou a potencialidade da educação remota, por outro mostrou também que a educação ainda precisa avançar nesse quesito. A educação remota pode – e deve – ser mais do que a mera transformação do ensino presencial em ensino remoto. Ela surge não apenas para transformar a nossa vida em mais prática, mas para revolucionar nossa forma de aprender, fornecendo-nos novas ferramentas que podem garantir um aprendizado mais eficaz, produtivo e divertido.

Esta é, justamente, a diferença entre ensino remoto e ensino a distância: enquanto o ensino remoto é o ensino meramente não presencial, muito utilizado na pandemia por ser uma solução rápida e acessível; o EAD é um modelo de educação, com metodologias e estruturas definidas e pensadas para garantir o aprendizado à distância. As escolas EAD frequentemente contam com plataformas completamente online e interativas, fundando uma nova forma de aprender.

De acordo com Luciano Sathler, membro do Comitê de Qualidade da Associação Brasileira de Educação a distância, transformar as atividades presenciais em digitais garante uma educação frágil e ineficaz. Ferramentas distintas de educação exigem modelos educacionais distintos.

Portanto, se é verdade que a pandemia nos ensinou a respeito da eficácia do ensino remoto, cabe a nós ir além: o ensino remoto funciona. Como torná-lo ainda mais eficaz para o futuro da educação? A resposta começa de uma forma simples: planejamento e desenvolvimento. Primeiramente, é necessário capacitar os professores e adotar estratégias que sejam efetivas do ponto de vista pedagógico. Em segundo lugar, para fornecer aos estudantes a melhor versão da educação que eles podem ter, pode-se articular ensino remoto com o digital learning, fazendo o melhor uso possível das ferramentas digitais à nossa disposição.

(Disponível em: https://ifesp.com.br/blog/educacao/ensinamentos-da-pandemia-para-o-futuro-da-educacao – texto adaptado especialmente para esta prova).

Sobre sinais de pontuação, analise as assertivas abaixo:

I. A vírgula da linha 02 está empregada incorretamente, pois separa o sujeito de seu predicado verbal.

II. A vírgula da linha 13 introduz um aposto.

III. Os travessões da linha 28 marcam a introdução de uma fala.

Quais estão corretas?

 

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2087952 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
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Pandemia e o futuro da educação

A pandemia colocou em voga uma questão há muito debatida: o ensino online. Ela comprovou, de maneira praticamente unânime, a viabilidade desta modalidade de ensino, a qual foi adotada do ensino básico ao superior. Com a urgência para manter a educação funcionando, foi necessário transformar a educação presencial em remota. Somente isso já demonstrou alguns benefícios: a continuidade do ensino mantendo o isolamento social e, assim, garantindo a saúde de todos e todas. Além de que, para além da pandemia, a capacidade de aprender sem ter que sair de casa – o que, para os que já trabalham ou moram em cidades grandes, representa uma grande economia de tempo e, até mesmo, financeira.

A partir desse cenário, muitos defendem a reinvenção educacional, a potencialidade do ensino a distância para uma maior inclusão e acessibilidade, acreditando no EAD como o futuro da educação. A pandemia nos mostrou que a educação não precisa ser tradicional para ser eficaz, e as inovações podem transformá-la em até mais eficiente do que antes.

Em entrevista para o Estadão, Alessandra Montini, coordenadora do LabData da Fundação Instituto de Administração, afirma que “a tecnologia é uma aliada no sucesso educacional e minimiza os efeitos negativos impostos pelo isolamento social. Por isso, o retrocesso no póspandemia não pode ser uma alternativa. A integração entre o mundo presencial e o ambiente digital vai fazer parte da educação do futuro”. De fato, atualmente aposta-se muito em experiências figitais, em que o ensino a distância é combinado a encontros presenciais. Com isso, a frequência e finalidade de encontros presenciais são repensadas.

Essa experiência permite combinar as vantagens do ensino a distância com os benefícios do ensino presencial. Para Márcio Rosales, coordenador do Master in Business Innovation da Universidade de São Carlos, o ensino a distância combina o tempo flexível à qualidade rígida – enquanto o ensino presencial traz o tempo rígido e a qualidade flexível. Com base nisso, o professor defende que o modelo de ensino remoto irá “potencializar a Educação 4.0, e não acabar com os encontros presenciais, mas torná-los mais ricos”.

No entanto, se por um lado a pandemia demonstrou a potencialidade da educação remota, por outro mostrou também que a educação ainda precisa avançar nesse quesito. A educação remota pode – e deve – ser mais do que a mera transformação do ensino presencial em ensino remoto. Ela surge não apenas para transformar a nossa vida em mais prática, mas para revolucionar nossa forma de aprender, fornecendo-nos novas ferramentas que podem garantir um aprendizado mais eficaz, produtivo e divertido.

Esta é, justamente, a diferença entre ensino remoto e ensino a distância: enquanto o ensino remoto é o ensino meramente não presencial, muito utilizado na pandemia por ser uma solução rápida e acessível; o EAD é um modelo de educação, com metodologias e estruturas definidas e pensadas para garantir o aprendizado à distância. As escolas EAD frequentemente contam com plataformas completamente online e interativas, fundando uma nova forma de aprender.

De acordo com Luciano Sathler, membro do Comitê de Qualidade da Associação Brasileira de Educação a distância, transformar as atividades presenciais em digitais garante uma educação frágil e ineficaz. Ferramentas distintas de educação exigem modelos educacionais distintos.

Portanto, se é verdade que a pandemia nos ensinou a respeito da eficácia do ensino remoto, cabe a nós ir além: o ensino remoto funciona. Como torná-lo ainda mais eficaz para o futuro da educação? A resposta começa de uma forma simples: planejamento e desenvolvimento. Primeiramente, é necessário capacitar os professores e adotar estratégias que sejam efetivas do ponto de vista pedagógico. Em segundo lugar, para fornecer aos estudantes a melhor versão da educação que eles podem ter, pode-se articular ensino remoto com o digital learning, fazendo o melhor uso possível das ferramentas digitais à nossa disposição.

(Disponível em: https://ifesp.com.br/blog/educacao/ensinamentos-da-pandemia-para-o-futuro-da-educacao – texto adaptado especialmente para esta prova).

Quantas orações há no trecho sublinhado do texto?

 

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2087951 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Cariacica-ES

Pandemia e o futuro da educação

A pandemia colocou em voga uma questão há muito debatida: o ensino online. Ela comprovou, de maneira praticamente unânime, a viabilidade desta modalidade de ensino, a qual foi adotada do ensino básico ao superior. Com a urgência para manter a educação funcionando, foi necessário transformar a educação presencial em remota. Somente isso já demonstrou alguns benefícios: a continuidade do ensino mantendo o isolamento social e, assim, garantindo a saúde de todos e todas. Além de que, para além da pandemia, a capacidade de aprender sem ter que sair de casa – o que, para os que já trabalham ou moram em cidades grandes, representa uma grande economia de tempo e, até mesmo, financeira.

A partir desse cenário, muitos defendem a reinvenção educacional, a potencialidade do ensino a distância para uma maior inclusão e acessibilidade, acreditando no EAD como o futuro da educação. A pandemia nos mostrou que a educação não precisa ser tradicional para ser eficaz, e as inovações podem transformá-la em até mais eficiente do que antes.

Em entrevista para o Estadão, Alessandra Montini, coordenadora do LabData da Fundação Instituto de Administração, afirma que “a tecnologia é uma aliada no sucesso educacional e minimiza os efeitos negativos impostos pelo isolamento social. Por isso, o retrocesso no póspandemia não pode ser uma alternativa. A integração entre o mundo presencial e o ambiente digital vai fazer parte da educação do futuro”. De fato, atualmente aposta-se muito em experiências figitais, em que o ensino a distância é combinado a encontros presenciais. Com isso, a frequência e finalidade de encontros presenciais são repensadas.

Essa experiência permite combinar as vantagens do ensino a distância com os benefícios do ensino presencial. Para Márcio Rosales, coordenador do Master in Business Innovation da Universidade de São Carlos, o ensino a distância combina o tempo flexível à qualidade rígida – enquanto o ensino presencial traz o tempo rígido e a qualidade flexível. Com base nisso, o professor defende que o modelo de ensino remoto irá “potencializar a Educação 4.0, e não acabar com os encontros presenciais, mas torná-los mais ricos”.

No entanto, se por um lado a pandemia demonstrou a potencialidade da educação remota, por outro mostrou também que a educação ainda precisa avançar nesse quesito. A educação remota pode – e deve – ser mais do que a mera transformação do ensino presencial em ensino remoto. Ela surge não apenas para transformar a nossa vida em mais prática, mas para revolucionar nossa forma de aprender, fornecendo-nos novas ferramentas que podem garantir um aprendizado mais eficaz, produtivo e divertido.

Esta é, justamente, a diferença entre ensino remoto e ensino a distância: enquanto o ensino remoto é o ensino meramente não presencial, muito utilizado na pandemia por ser uma solução rápida e acessível; o EAD é um modelo de educação, com metodologias e estruturas definidas e pensadas para garantir o aprendizado à distância. As escolas EAD frequentemente contam com plataformas completamente online e interativas, fundando uma nova forma de aprender.

De acordo com Luciano Sathler, membro do Comitê de Qualidade da Associação Brasileira de Educação a distância, transformar as atividades presenciais em digitais garante uma educação frágil e ineficaz. Ferramentas distintas de educação exigem modelos educacionais distintos.

Portanto, se é verdade que a pandemia nos ensinou a respeito da eficácia do ensino remoto, cabe a nós ir além: o ensino remoto funciona. Como torná-lo ainda mais eficaz para o futuro da educação? A resposta começa de uma forma simples: planejamento e desenvolvimento. Primeiramente, é necessário capacitar os professores e adotar estratégias que sejam efetivas do ponto de vista pedagógico. Em segundo lugar, para fornecer aos estudantes a melhor versão da educação que eles podem ter, pode-se articular ensino remoto com o digital learning, fazendo o melhor uso possível das ferramentas digitais à nossa disposição.

(Disponível em: https://ifesp.com.br/blog/educacao/ensinamentos-da-pandemia-para-o-futuro-da-educacao – texto adaptado especialmente para esta prova).

Sobre nexos coesivos, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) “No entanto”, expressa um sentido de contraste entre a ideia anteriormente apresentada e a ideia que ele introduz.

( ) “enquanto”, expressa uma ideia de concessão.

( ) “Portanto”, expressa a ideia de finalidade.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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2087948 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
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Pandemia e o futuro da educação

A pandemia colocou em voga uma questão há muito debatida: o ensino online. Ela comprovou, de maneira praticamente unânime, a viabilidade desta modalidade de ensino, a qual foi adotada do ensino básico ao superior. Com a urgência para manter a educação funcionando, foi necessário transformar a educação presencial em remota. Somente isso já demonstrou alguns benefícios: a continuidade do ensino mantendo o isolamento social e, assim, garantindo a saúde de todos e todas. Além de que, para além da pandemia, a capacidade de aprender sem ter que sair de casa – o que, para os que já trabalham ou moram em cidades grandes, representa uma grande economia de tempo e, até mesmo, financeira.

A partir desse cenário, muitos defendem a reinvenção educacional, a potencialidade do ensino a distância para uma maior inclusão e acessibilidade, acreditando no EAD como o futuro da educação. A pandemia nos mostrou que a educação não precisa ser tradicional para ser eficaz, e as inovações podem transformá-la em até mais eficiente do que antes.

Em entrevista para o Estadão, Alessandra Montini, coordenadora do LabData da Fundação Instituto de Administração, afirma que “a tecnologia é uma aliada no sucesso educacional e minimiza os efeitos negativos impostos pelo isolamento social. Por isso, o retrocesso no póspandemia não pode ser uma alternativa. A integração entre o mundo presencial e o ambiente digital vai fazer parte da educação do futuro”. De fato, atualmente aposta-se muito em experiências figitais, em que o ensino a distância é combinado a encontros presenciais. Com isso, a frequência e finalidade de encontros presenciais são repensadas.

Essa experiência permite combinar as vantagens do ensino a distância com os benefícios do ensino presencial. Para Márcio Rosales, coordenador do Master in Business Innovation da Universidade de São Carlos, o ensino a distância combina o tempo flexível à qualidade rígida – enquanto o ensino presencial traz o tempo rígido e a qualidade flexível. Com base nisso, o professor defende que o modelo de ensino remoto irá “potencializar a Educação 4.0, e não acabar com os encontros presenciais, mas torná-los mais ricos”.

No entanto, se por um lado a pandemia demonstrou a potencialidade da educação remota, por outro mostrou também que a educação ainda precisa avançar nesse quesito. A educação remota pode – e deve – ser mais do que a mera transformação do ensino presencial em ensino remoto. Ela surge não apenas para transformar a nossa vida em mais prática, mas para revolucionar nossa forma de aprender, fornecendo-nos novas ferramentas que podem garantir um aprendizado mais eficaz, produtivo e divertido.

Esta é, justamente, a diferença entre ensino remoto e ensino a distância: enquanto o ensino remoto é o ensino meramente não presencial, muito utilizado na pandemia por ser uma solução rápida e acessível; o EAD é um modelo de educação, com metodologias e estruturas definidas e pensadas para garantir o aprendizado à distância. As escolas EAD frequentemente contam com plataformas completamente online e interativas, fundando uma nova forma de aprender.

De acordo com Luciano Sathler, membro do Comitê de Qualidade da Associação Brasileira de Educação a distância, transformar as atividades presenciais em digitais garante uma educação frágil e ineficaz. Ferramentas distintas de educação exigem modelos educacionais distintos.

Portanto, se é verdade que a pandemia nos ensinou a respeito da eficácia do ensino remoto, cabe a nós ir além: o ensino remoto funciona. Como torná-lo ainda mais eficaz para o futuro da educação? A resposta começa de uma forma simples: planejamento e desenvolvimento. Primeiramente, é necessário capacitar os professores e adotar estratégias que sejam efetivas do ponto de vista pedagógico. Em segundo lugar, para fornecer aos estudantes a melhor versão da educação que eles podem ter, pode-se articular ensino remoto com o digital learning, fazendo o melhor uso possível das ferramentas digitais à nossa disposição.

(Disponível em: https://ifesp.com.br/blog/educacao/ensinamentos-da-pandemia-para-o-futuro-da-educacao – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise as asserções abaixo e a relação proposta entre elas.

I. De acordo com o texto, é possível inferir que o modelo de educação remota suscita ideias antagônicas. PORQUE

II. Ele tanto apresentou soluções para os problemas do momento quanto evidenciou outros.

A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.

 

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2087046 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Cariacica-ES

Pandemia e o futuro da educação

A pandemia colocou em voga uma questão há muito debatida: o ensino online. Ela comprovou, de maneira praticamente unânime, a viabilidade desta modalidade de ensino, a qual foi adotada do ensino básico ao superior. Com a urgência para manter a educação funcionando, foi necessário transformar a educação presencial em remota. Somente isso já demonstrou alguns benefícios: a continuidade do ensino mantendo o isolamento social e, assim, garantindo a saúde de todos e todas. Além de que, para além da pandemia, a capacidade de aprender sem ter que sair de casa – o que, para os que já trabalham ou moram em cidades grandes, representa uma grande economia de tempo e, até mesmo, financeira.

A partir desse cenário, muitos defendem a reinvenção educacional, a potencialidade do ensino a distância para uma maior inclusão e acessibilidade, acreditando no EAD como o futuro da educação. A pandemia nos mostrou que a educação não precisa ser tradicional para ser eficaz, e as inovações podem transformá-la em até mais eficiente do que antes.

Em entrevista para o Estadão, Alessandra Montini, coordenadora do LabData da Fundação Instituto de Administração, afirma que “a tecnologia é uma aliada no sucesso educacional e minimiza os efeitos negativos impostos pelo isolamento social. Por isso, o retrocesso no póspandemia não pode ser uma alternativa. A integração entre o mundo presencial e o ambiente digital vai fazer parte da educação do futuro”. De fato, atualmente aposta-se muito em experiências figitais, em que o ensino a distância é combinado a encontros presenciais. Com isso, a frequência e finalidade de encontros presenciais são repensadas.

Essa experiência permite combinar as vantagens do ensino a distância com os benefícios do ensino presencial. Para Márcio Rosales, coordenador do Master in Business Innovation da Universidade de São Carlos, o ensino a distância combina o tempo flexível à qualidade rígida – enquanto o ensino presencial traz o tempo rígido e a qualidade flexível. Com base nisso, o professor defende que o modelo de ensino remoto irá “potencializar a Educação 4.0, e não acabar com os encontros presenciais, mas torná-los mais ricos”.

No entanto, se por um lado a pandemia demonstrou a potencialidade da educação remota, por outro mostrou também que a educação ainda precisa avançar nesse quesito. A educação remota pode – e deve – ser mais do que a mera transformação do ensino presencial em ensino remoto. Ela surge não apenas para transformar a nossa vida em mais prática, mas para revolucionar nossa forma de aprender, fornecendo-nos novas ferramentas que podem garantir um aprendizado mais eficaz, produtivo e divertido.

Esta é, justamente, a diferença entre ensino remoto e ensino a distância: enquanto o ensino remoto é o ensino meramente não presencial, muito utilizado na pandemia por ser uma solução rápida e acessível; o EAD é um modelo de educação, com metodologias e estruturas definidas e pensadas para garantir o aprendizado à distância. As escolas EAD frequentemente contam com plataformas completamente online e interativas, fundando uma nova forma de aprender.

De acordo com Luciano Sathler, membro do Comitê de Qualidade da Associação Brasileira de Educação a distância, transformar as atividades presenciais em digitais garante uma educação frágil e ineficaz. Ferramentas distintas de educação exigem modelos educacionais distintos.

Portanto, se é verdade que a pandemia nos ensinou a respeito da eficácia do ensino remoto, cabe a nós ir além: o ensino remoto funciona. Como torná-lo ainda mais eficaz para o futuro da educação? A resposta começa de uma forma simples: planejamento e desenvolvimento. Primeiramente, é necessário capacitar os professores e adotar estratégias que sejam efetivas do ponto de vista pedagógico. Em segundo lugar, para fornecer aos estudantes a melhor versão da educação que eles podem ter, pode-se articular ensino remoto com o digital learning, fazendo o melhor uso possível das ferramentas digitais à nossa disposição.

(Disponível em: https://ifesp.com.br/blog/educacao/ensinamentos-da-pandemia-para-o-futuro-da-educacao – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise as assertivas abaixo sobre o texto:

I. O autor defende um novo modelo educacional que une os prós do ensino remoto aos prós do ensino presencial.

II. O termo “figital”, presente no texto, é um neologismo.

III. De acordo com o texto, para que se desenvolva o modelo ideal de ensino-aprendizagem defendido, é mandatório encontrar o equilíbrio entre as modalidades de ensino já existentes.

Quais estão corretas?

 

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2086584 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
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Pandemia e o futuro da educação

A pandemia colocou em voga uma questão há muito debatida: o ensino online. Ela comprovou, de maneira praticamente unânime, a viabilidade desta modalidade de ensino, a qual foi adotada do ensino básico ao superior. Com a urgência para manter a educação funcionando, foi necessário transformar a educação presencial em remota. Somente isso já demonstrou alguns benefícios: a continuidade do ensino mantendo o isolamento social e, assim, garantindo a saúde de todos e todas. Além de que, para além da pandemia, a capacidade de aprender sem ter que sair de casa – o que, para os que já trabalham ou moram em cidades grandes, representa uma grande economia de tempo e, até mesmo, financeira.

A partir desse cenário, muitos defendem a reinvenção educacional, a potencialidade do ensino a distância para uma maior inclusão e acessibilidade, acreditando no EAD como o futuro da educação. A pandemia nos mostrou que a educação não precisa ser tradicional para ser eficaz, e as inovações podem transformá-la em até mais eficiente do que antes.

Em entrevista para o Estadão, Alessandra Montini, coordenadora do LabData da Fundação Instituto de Administração, afirma que “a tecnologia é uma aliada no sucesso educacional e minimiza os efeitos negativos impostos pelo isolamento social. Por isso, o retrocesso no póspandemia não pode ser uma alternativa. A integração entre o mundo presencial e o ambiente digital vai fazer parte da educação do futuro”. De fato, atualmente aposta-se muito em experiências figitais, em que o ensino a distância é combinado a encontros presenciais. Com isso, a frequência e finalidade de encontros presenciais são repensadas.

Essa experiência permite combinar as vantagens do ensino a distância com os benefícios do ensino presencial. Para Márcio Rosales, coordenador do Master in Business Innovation da Universidade de São Carlos, o ensino a distância combina o tempo flexível à qualidade rígida – enquanto o ensino presencial traz o tempo rígido e a qualidade flexível. Com base nisso, o professor defende que o modelo de ensino remoto irá “potencializar a Educação 4.0, e não acabar com os encontros presenciais, mas torná-los mais ricos”.

No entanto, se por um lado a pandemia demonstrou a potencialidade da educação remota, por outro mostrou também que a educação ainda precisa avançar nesse quesito. A educação remota pode – e deve – ser mais do que a mera transformação do ensino presencial em ensino remoto. Ela surge não apenas para transformar a nossa vida em mais prática, mas para revolucionar nossa forma de aprender, fornecendo-nos novas ferramentas que podem garantir um aprendizado mais eficaz, produtivo e divertido.

Esta é, justamente, a diferença entre ensino remoto e ensino a distância: enquanto o ensino remoto é o ensino meramente não presencial, muito utilizado na pandemia por ser uma solução rápida e acessível; o EAD é um modelo de educação, com metodologias e estruturas definidas e pensadas para garantir o aprendizado à distância. As escolas EAD frequentemente contam com plataformas completamente online e interativas, fundando uma nova forma de aprender.

De acordo com Luciano Sathler, membro do Comitê de Qualidade da Associação Brasileira de Educação a distância, transformar as atividades presenciais em digitais garante uma educação frágil e ineficaz. Ferramentas distintas de educação exigem modelos educacionais distintos.

Portanto, se é verdade que a pandemia nos ensinou a respeito da eficácia do ensino remoto, cabe a nós ir além: o ensino remoto funciona. Como torná-lo ainda mais eficaz para o futuro da educação? A resposta começa de uma forma simples: planejamento e desenvolvimento. Primeiramente, é necessário capacitar os professores e adotar estratégias que sejam efetivas do ponto de vista pedagógico. Em segundo lugar, para fornecer aos estudantes a melhor versão da educação que eles podem ter, pode-se articular ensino remoto com o digital learning, fazendo o melhor uso possível das ferramentas digitais à nossa disposição.

(Disponível em: https://ifesp.com.br/blog/educacao/ensinamentos-da-pandemia-para-o-futuro-da-educacao – texto adaptado especialmente para esta prova).

Com base no texto, analise as asserções abaixo e a relação proposta entre elas.

I. O texto apresenta benefícios do ensino remoto, argumentando que ele serviu a um propósito, mas não defende a sua manutenção. PORQUE

II. Ensino remoto e ensino a distância são conceitos diversos.

A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.

 

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Pandemia e o futuro da educação

A pandemia colocou em voga uma questão há muito debatida: o ensino online. Ela comprovou, de maneira praticamente unânime, a viabilidade desta modalidade de ensino, a qual foi adotada do ensino básico ao superior. Com a urgência para manter a educação funcionando, foi necessário transformar a educação presencial em remota. Somente isso já demonstrou alguns benefícios: a continuidade do ensino mantendo o isolamento social e, assim, garantindo a saúde de todos e todas. Além de que, para além da pandemia, a capacidade de aprender sem ter que sair de casa – o que, para os que já trabalham ou moram em cidades grandes, representa uma grande economia de tempo e, até mesmo, financeira.

A partir desse cenário, muitos defendem a reinvenção educacional, a potencialidade do ensino a distância para uma maior inclusão e acessibilidade, acreditando no EAD como o futuro da educação. A pandemia nos mostrou que a educação não precisa ser tradicional para ser eficaz, e as inovações podem transformá-la em até mais eficiente do que antes.

Em entrevista para o Estadão, Alessandra Montini, coordenadora do LabData da Fundação Instituto de Administração, afirma que “a tecnologia é uma aliada no sucesso educacional e minimiza os efeitos negativos impostos pelo isolamento social. Por isso, o retrocesso no póspandemia não pode ser uma alternativa. A integração entre o mundo presencial e o ambiente digital vai fazer parte da educação do futuro”. De fato, atualmente aposta-se muito em experiências figitais, em que o ensino a distância é combinado a encontros presenciais. Com isso, a frequência e finalidade de encontros presenciais são repensadas.

Essa experiência permite combinar as vantagens do ensino a distância com os benefícios do ensino presencial. Para Márcio Rosales, coordenador do Master in Business Innovation da Universidade de São Carlos, o ensino a distância combina o tempo flexível à qualidade rígida – enquanto o ensino presencial traz o tempo rígido e a qualidade flexível. Com base nisso, o professor defende que o modelo de ensino remoto irá “potencializar a Educação 4.0, e não acabar com os encontros presenciais, mas torná-los mais ricos”.

No entanto, se por um lado a pandemia demonstrou a potencialidade da educação remota, por outro mostrou também que a educação ainda precisa avançar nesse quesito. A educação remota pode – e deve – ser mais do que a mera transformação do ensino presencial em ensino remoto. Ela surge não apenas para transformar a nossa vida em mais prática, mas para revolucionar nossa forma de aprender, fornecendo-nos novas ferramentas que podem garantir um aprendizado mais eficaz, produtivo e divertido.

Esta é, justamente, a diferença entre ensino remoto e ensino a distância: enquanto o ensino remoto é o ensino meramente não presencial, muito utilizado na pandemia por ser uma solução rápida e acessível; o EAD é um modelo de educação, com metodologias e estruturas definidas e pensadas para garantir o aprendizado à distância. As escolas EAD frequentemente contam com plataformas completamente online e interativas, fundando uma nova forma de aprender.

De acordo com Luciano Sathler, membro do Comitê de Qualidade da Associação Brasileira de Educação a distância, transformar as atividades presenciais em digitais garante uma educação frágil e ineficaz. Ferramentas distintas de educação exigem modelos educacionais distintos.

Portanto, se é verdade que a pandemia nos ensinou a respeito da eficácia do ensino remoto, cabe a nós ir além: o ensino remoto funciona. Como torná-lo ainda mais eficaz para o futuro da educação? A resposta começa de uma forma simples: planejamento e desenvolvimento. Primeiramente, é necessário capacitar os professores e adotar estratégias que sejam efetivas do ponto de vista pedagógico. Em segundo lugar, para fornecer aos estudantes a melhor versão da educação que eles podem ter, pode-se articular ensino remoto com o digital learning, fazendo o melhor uso possível das ferramentas digitais à nossa disposição.

(Disponível em: https://ifesp.com.br/blog/educacao/ensinamentos-da-pandemia-para-o-futuro-da-educacao – texto adaptado especialmente para esta prova).

De acordo com o texto, são benefícios que o ensino remoto proporcionou, EXCETO:

 

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2086582 Ano: 2021
Disciplina: Teologia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Cariacica-ES

O conceito de zoroastrismo, nos escritos dos autores Claudio Vicentino e José Bruno Vicentino, poderá ser utilizado pelo professor de Ensino Religioso, em uma aula sobre “tradições religiosas na Antiguidade”, para:

 

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2086581 Ano: 2021
Disciplina: Teologia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Cariacica-ES

Leia o trecho abaixo relacionado ao contexto do sistema escravista da história brasileira:

“No Brasil, a sociedade como um todo, (...), deixava em testamentos as disposições religiosas, como o tipo de mortalha, o modo de acompanhamento do corpo por religiosos, o número de missas a se realizar, entre outras. Por isso, era tão importante pertencer a uma irmandade, pois ela seria responsável por garantir um fim digno ao indivíduo (...)”. (MATTOS, Regiane Augusto. História e cultura afro brasileira. São Paulo: Editora Contexto, 2009, p. 159-160).

Segundo os estudos da autora, assinale a alternativa INCORRETA.

 

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