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3814993 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Carlos Chagas-MG

INSTRUÇÃO: Leia o texto I para responder à questão.


TEXTO I


A roda da escravidão da felicidade virtual

Enunciado 4611897-1

Na era digital, as redes sociais tornaram-se o palco onde muitos de nós encenam nossas vidas, dançando ao ritmo das curtidas e validações virtuais. Contudo, por trás da fachada de felicidade e sucesso, a roda da escravidão moderna está em pleno movimento, aprisionando muitos em uma busca incessante por uma validação que muitas vezes é ilusória.

Ao explorar as vidas aparentemente perfeitas que permeiam nossos feeds, é fácil cair na armadilha da comparação. A tirania dos valores “exibidos” nas redes sociais impõe padrões inatingíveis, criando uma ilusão de felicidade que obscurece a realidade complexa e multifacetada da experiência humana.

A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal. A roda da escravidão digital gira, e indivíduos se encontram cada vez mais distantes de suas próprias verdades, submersos na ilusão de que a aceitação on-line equivale à validação pessoal. O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência.

A sociedade contemporânea – marcada pela constante exposição nas redes sociais – propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que muitas vezes é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem-sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental.

A reinvenção necessária não reside na perpetuação dessa farsa digital, mas na redescoberta da verdadeira autenticidade. É hora de desconectar-se da tirania da validação virtual e reconectar-se consigo mesmo. Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada.

Reverter esse ciclo demanda consciência, aceitação, ações conscientes para cultivar uma presença digital que reflita a verdadeira complexidade e autenticidade da experiência humana, promovendo a valorização do indivíduo para além das métricas virtuais.

Para se libertar, é necessário buscar o autoconhecimento. Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais que moldam nossas crenças e comportamentos, é possível desatar as correntes invisíveis desta roda da escravidão digital. Através do autodesenvolvimento, é possível reconectar-se consigo mesmo.

Nas palavras de Carl Jung, “quem olha para fora sonha, quem olha para dentro acorda”. A jornada interior nos desperta para a verdadeira essência, permitindo-nos desafiar padrões prejudiciais e construir uma narrativa pessoal mais autêntica, tornando-nos livres e felizes.

ARAGÃO, Alessandra. A roda da escravidão da felicidade virtual. Estado de Minas, 21 dez. 2023 (adaptado).

As setas presentes na figura ilustrativa do texto I correspondem a qual expressão?
 

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3814992 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Carlos Chagas-MG

INSTRUÇÃO: Leia o texto I para responder à questão.


TEXTO I


A roda da escravidão da felicidade virtual

Enunciado 4611896-1

Na era digital, as redes sociais tornaram-se o palco onde muitos de nós encenam nossas vidas, dançando ao ritmo das curtidas e validações virtuais. Contudo, por trás da fachada de felicidade e sucesso, a roda da escravidão moderna está em pleno movimento, aprisionando muitos em uma busca incessante por uma validação que muitas vezes é ilusória.

Ao explorar as vidas aparentemente perfeitas que permeiam nossos feeds, é fácil cair na armadilha da comparação. A tirania dos valores “exibidos” nas redes sociais impõe padrões inatingíveis, criando uma ilusão de felicidade que obscurece a realidade complexa e multifacetada da experiência humana.

A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal. A roda da escravidão digital gira, e indivíduos se encontram cada vez mais distantes de suas próprias verdades, submersos na ilusão de que a aceitação on-line equivale à validação pessoal. O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência.

A sociedade contemporânea – marcada pela constante exposição nas redes sociais – propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que muitas vezes é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem-sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental.

A reinvenção necessária não reside na perpetuação dessa farsa digital, mas na redescoberta da verdadeira autenticidade. É hora de desconectar-se da tirania da validação virtual e reconectar-se consigo mesmo. Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada.

Reverter esse ciclo demanda consciência, aceitação, ações conscientes para cultivar uma presença digital que reflita a verdadeira complexidade e autenticidade da experiência humana, promovendo a valorização do indivíduo para além das métricas virtuais.

Para se libertar, é necessário buscar o autoconhecimento. Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais que moldam nossas crenças e comportamentos, é possível desatar as correntes invisíveis desta roda da escravidão digital. Através do autodesenvolvimento, é possível reconectar-se consigo mesmo.

Nas palavras de Carl Jung, “quem olha para fora sonha, quem olha para dentro acorda”. A jornada interior nos desperta para a verdadeira essência, permitindo-nos desafiar padrões prejudiciais e construir uma narrativa pessoal mais autêntica, tornando-nos livres e felizes.

ARAGÃO, Alessandra. A roda da escravidão da felicidade virtual. Estado de Minas, 21 dez. 2023 (adaptado).

Na Língua Portuguesa, as palavras podem apresentar significados diferentes, dependendo de como estão dispostas dentro da frase e do contexto. Na frase do texto I “[...] perdemos nossa verdadeira essência.”, a palavra em destaque refere-se à própria existência, a tudo que constitui a natureza de um ser. No entanto, em outros contextos, por exemplo, pode ser empregada no sentido de “perfume”, “cheiro”, “fragrância”.

A esse fato linguístico dá-se o nome de

 

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3814991 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Carlos Chagas-MG

INSTRUÇÃO: Leia o texto I para responder à questão.


TEXTO I


A roda da escravidão da felicidade virtual

Enunciado 4611895-1

Na era digital, as redes sociais tornaram-se o palco onde muitos de nós encenam nossas vidas, dançando ao ritmo das curtidas e validações virtuais. Contudo, por trás da fachada de felicidade e sucesso, a roda da escravidão moderna está em pleno movimento, aprisionando muitos em uma busca incessante por uma validação que muitas vezes é ilusória.

Ao explorar as vidas aparentemente perfeitas que permeiam nossos feeds, é fácil cair na armadilha da comparação. A tirania dos valores “exibidos” nas redes sociais impõe padrões inatingíveis, criando uma ilusão de felicidade que obscurece a realidade complexa e multifacetada da experiência humana.

A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal. A roda da escravidão digital gira, e indivíduos se encontram cada vez mais distantes de suas próprias verdades, submersos na ilusão de que a aceitação on-line equivale à validação pessoal. O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência.

A sociedade contemporânea – marcada pela constante exposição nas redes sociais – propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que muitas vezes é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem-sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental.

A reinvenção necessária não reside na perpetuação dessa farsa digital, mas na redescoberta da verdadeira autenticidade. É hora de desconectar-se da tirania da validação virtual e reconectar-se consigo mesmo. Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada.

Reverter esse ciclo demanda consciência, aceitação, ações conscientes para cultivar uma presença digital que reflita a verdadeira complexidade e autenticidade da experiência humana, promovendo a valorização do indivíduo para além das métricas virtuais.

Para se libertar, é necessário buscar o autoconhecimento. Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais que moldam nossas crenças e comportamentos, é possível desatar as correntes invisíveis desta roda da escravidão digital. Através do autodesenvolvimento, é possível reconectar-se consigo mesmo.

Nas palavras de Carl Jung, “quem olha para fora sonha, quem olha para dentro acorda”. A jornada interior nos desperta para a verdadeira essência, permitindo-nos desafiar padrões prejudiciais e construir uma narrativa pessoal mais autêntica, tornando-nos livres e felizes.

ARAGÃO, Alessandra. A roda da escravidão da felicidade virtual. Estado de Minas, 21 dez. 2023 (adaptado).

Em relação ao gênero, o texto I, “A roda da escravidão da felicidade virtual”, é um artigo de opinião porque
 

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3814990 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Carlos Chagas-MG

INSTRUÇÃO: Leia o texto I para responder à questão.


TEXTO I


A roda da escravidão da felicidade virtual

Enunciado 4611894-1

Na era digital, as redes sociais tornaram-se o palco onde muitos de nós encenam nossas vidas, dançando ao ritmo das curtidas e validações virtuais. Contudo, por trás da fachada de felicidade e sucesso, a roda da escravidão moderna está em pleno movimento, aprisionando muitos em uma busca incessante por uma validação que muitas vezes é ilusória.

Ao explorar as vidas aparentemente perfeitas que permeiam nossos feeds, é fácil cair na armadilha da comparação. A tirania dos valores “exibidos” nas redes sociais impõe padrões inatingíveis, criando uma ilusão de felicidade que obscurece a realidade complexa e multifacetada da experiência humana.

A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal. A roda da escravidão digital gira, e indivíduos se encontram cada vez mais distantes de suas próprias verdades, submersos na ilusão de que a aceitação on-line equivale à validação pessoal. O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência.

A sociedade contemporânea – marcada pela constante exposição nas redes sociais – propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que muitas vezes é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem-sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental.

A reinvenção necessária não reside na perpetuação dessa farsa digital, mas na redescoberta da verdadeira autenticidade. É hora de desconectar-se da tirania da validação virtual e reconectar-se consigo mesmo. Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada.

Reverter esse ciclo demanda consciência, aceitação, ações conscientes para cultivar uma presença digital que reflita a verdadeira complexidade e autenticidade da experiência humana, promovendo a valorização do indivíduo para além das métricas virtuais.

Para se libertar, é necessário buscar o autoconhecimento. Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais que moldam nossas crenças e comportamentos, é possível desatar as correntes invisíveis desta roda da escravidão digital. Através do autodesenvolvimento, é possível reconectar-se consigo mesmo.

Nas palavras de Carl Jung, “quem olha para fora sonha, quem olha para dentro acorda”. A jornada interior nos desperta para a verdadeira essência, permitindo-nos desafiar padrões prejudiciais e construir uma narrativa pessoal mais autêntica, tornando-nos livres e felizes.

ARAGÃO, Alessandra. A roda da escravidão da felicidade virtual. Estado de Minas, 21 dez. 2023 (adaptado).

Sobre o texto I, analise as afirmativas a seguir.

I. Os elementos verbais tornam possível o que se deseja comunicar; caso a imagem que encabeça o texto fosse dispensada, seu sentido e objetivo não seriam prejudicados.

II. A intertextualidade explícita se faz presente no último parágrafo pela reprodução parcial do texto fonte, com a transcrição exata do que foi dito, seguida de identificação.

III. O termo destacado em “A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal.”, considerando o contexto apresentado, sugere uma situação contraditória.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

 

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3814989 Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Carlos Chagas-MG
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Minas Gerais se prepara para enfrentar segundo ano epidêmico para dengue e chikungunya

Disponível em: https://www.saude.mg.gov.br/component/ search/?all=Boletim+Epidemiol%C3%B3gico+de+ Monitoramento+dos+casos+de+Dengue%2C+Chikungunya +e+Zika+V%C3%ADrus&area=all#:~:text=Historicamente% 2C%20Minas%20Gerais%20tem%20um,um%20%C3% B3bito%20confirmado%20no%20estado. Acesso em: 30 jan. 2024.

A dengue e a chikungunya são enfermidades transmitidas por meio de

 

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3814988 Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Carlos Chagas-MG
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A Biblioteca Pública Municipal Tancredo Neves, de Carlos Chagas, é reconhecida como patrimônio histórico, social, arquitetônico, simbólico e cultural
 

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3814987 Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Carlos Chagas-MG
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[...] levantamento do INCA aponta ainda que os cânceres mais incidentes em 2023, no estado (Minas Gerais), excluindo o de pele não melanoma (26.010 casos), serão os de próstata (7.970) e mama feminina (7.670).

Disponível em: https://www.em.com.br/app/noticia/saude-e-bemviver/2023/02/02/interna_bem_viver,1452332/minas-gerais-e-osegundo-estado-do-brasil-com-mais-casos-de-cancer-em-2023. shtml#google_vignette. Acesso em: 30 jan. 2024.

As campanhas do Ministério da Saúde para conscientizar a população da necessidade de combater esses dois tipos de cânceres são, respectivamente,

 

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3814986 Ano: 2024
Disciplina: Geografia
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Carlos Chagas-MG
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A Cavalgada de Carlos Chagas, que ocorre no mês de julho, é um evento que vem sendo realizado antes de iniciar a
 

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3814985 Ano: 2024
Disciplina: Geografia
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Carlos Chagas-MG
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A Pedra da Baleia [...] fica localizada na zona rural de Carlos Chagas e atrai visitantes o ano inteiro!

Disponível em: https://www.carloschagas.mg.gov.br/abrir_arquivo. aspx/Guia_Turistico?cdLocal=2&arquivo={AD77AD3A-5DCB0BCE-3C3D-C5EAD7CDB74C}.pdf. Acesso em: 02 jan. 2024.

A Pedra da Baleia é considerada um dos melhores lugares do país para a prática de qual esporte radical?

 

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3814984 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Carlos Chagas-MG
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O município de Carlos Chagas tem por vizinha qual cidade baiana?
 

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