Foram encontradas 522 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Aedes hackeado. (Parte 3)
Como os outros imunizantes, ele é feito com vírus
atenuado e foi desenvolvido para proteger contra todos
os tipos de dengue. A grande vantagem dessa vacina
em relação às outras é que ela é aplicada em apenas
uma dose. O dossiê para a aprovação deve ser
submetido à Anvisa até o final deste ano.
E não é só o Brasil que deveria estar de olho nesses
imunizantes. Espanha, França e Itália registraram 128
casos de dengue em 2023. Pouco, comparado aos
nossos números − mas um salto de 2022, que teve 71
casos, e 2021, com apenas duas notificações da doença.
Até poucos anos atrás, a Europa só registrava casos
importados de outros países. Agora, já existe
transmissão local.
A dengue não costumava afetar as zonas de clima
ameno. O aumento das temperaturas e chuvas na
Europa proporcionaram um novo ambiente não só para a
proliferação do Aedes aegypti, mas também a do Aedes
albopictus, responsável por boa parte das infecções por
dengue no sudeste asiático.
É uma corrida contra o tempo − mas temos ferramentas
para impedir que a dengue se torne um problema maior.
Enquanto os novos métodos e imunizantes não chegam,
contente-se com o que você já sabe: abuse do repelente e elimine possíveis criadouros. Seu corpo agradece −
mas o mosquito não.
(Super Interessante, Março de 2024)
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Aedes hackeado. (Parte 3)
Como os outros imunizantes, ele é feito com vírus
atenuado e foi desenvolvido para proteger contra todos
os tipos de dengue. A grande vantagem dessa vacina
em relação às outras é que ela é aplicada em apenas
uma dose. O dossiê para a aprovação deve ser
submetido à Anvisa até o final deste ano.
E não é só o Brasil que deveria estar de olho nesses
imunizantes. Espanha, França e Itália registraram 128
casos de dengue em 2023. Pouco, comparado aos
nossos números − mas um salto de 2022, que teve 71
casos, e 2021, com apenas duas notificações da doença.
Até poucos anos atrás, a Europa só registrava casos
importados de outros países. Agora, já existe
transmissão local.
A dengue não costumava afetar as zonas de clima
ameno. O aumento das temperaturas e chuvas na
Europa proporcionaram um novo ambiente não só para a
proliferação do Aedes aegypti, mas também a do Aedes
albopictus, responsável por boa parte das infecções por
dengue no sudeste asiático.
É uma corrida contra o tempo − mas temos ferramentas
para impedir que a dengue se torne um problema maior.
Enquanto os novos métodos e imunizantes não chegam,
contente-se com o que você já sabe: abuse do repelente e elimine possíveis criadouros. Seu corpo agradece −
mas o mosquito não.
(Super Interessante, Março de 2024)
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Como os outros imunizantes, ele é feito com vírus
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os tipos de dengue. A grande vantagem dessa vacina
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uma dose. O dossiê para a aprovação deve ser
submetido à Anvisa até o final deste ano.
E não é só o Brasil que deveria estar de olho nesses
imunizantes. Espanha, França e Itália registraram 128
casos de dengue em 2023. Pouco, comparado aos
nossos números − mas um salto de 2022, que teve 71
casos, e 2021, com apenas duas notificações da doença.
Até poucos anos atrás, a Europa só registrava casos
importados de outros países. Agora, já existe
transmissão local.
A dengue não costumava afetar as zonas de clima
ameno. O aumento das temperaturas e chuvas na
Europa proporcionaram um novo ambiente não só para a
proliferação do Aedes aegypti, mas também a do Aedes
albopictus, responsável por boa parte das infecções por
dengue no sudeste asiático.
É uma corrida contra o tempo − mas temos ferramentas
para impedir que a dengue se torne um problema maior.
Enquanto os novos métodos e imunizantes não chegam,
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mas o mosquito não.
(Super Interessante, Março de 2024)
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Aedes hackeado. (Parte 3)
Como os outros imunizantes, ele é feito com vírus
atenuado e foi desenvolvido para proteger contra todos
os tipos de dengue. A grande vantagem dessa vacina
em relação às outras é que ela é aplicada em apenas
uma dose. O dossiê para a aprovação deve ser
submetido à Anvisa até o final deste ano.
E não é só o Brasil que deveria estar de olho nesses
imunizantes. Espanha, França e Itália registraram 128
casos de dengue em 2023. Pouco, comparado aos
nossos números − mas um salto de 2022, que teve 71
casos, e 2021, com apenas duas notificações da doença.
Até poucos anos atrás, a Europa só registrava casos
importados de outros países. Agora, já existe
transmissão local.
A dengue não costumava afetar as zonas de clima
ameno. O aumento das temperaturas e chuvas na
Europa proporcionaram um novo ambiente não só para a
proliferação do Aedes aegypti, mas também a do Aedes
albopictus, responsável por boa parte das infecções por
dengue no sudeste asiático.
É uma corrida contra o tempo − mas temos ferramentas
para impedir que a dengue se torne um problema maior.
Enquanto os novos métodos e imunizantes não chegam,
contente-se com o que você já sabe: abuse do repelente e elimine possíveis criadouros. Seu corpo agradece −
mas o mosquito não.
(Super Interessante, Março de 2024)
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Aedes hackeado. (Parte 3)
Como os outros imunizantes, ele é feito com vírus
atenuado e foi desenvolvido para proteger contra todos
os tipos de dengue. A grande vantagem dessa vacina
em relação às outras é que ela é aplicada em apenas
uma dose. O dossiê para a aprovação deve ser
submetido à Anvisa até o final deste ano.
E não é só o Brasil que deveria estar de olho nesses
imunizantes. Espanha, França e Itália registraram 128
casos de dengue em 2023. Pouco, comparado aos
nossos números − mas um salto de 2022, que teve 71
casos, e 2021, com apenas duas notificações da doença.
Até poucos anos atrás, a Europa só registrava casos
importados de outros países. Agora, já existe
transmissão local.
A dengue não costumava afetar as zonas de clima
ameno. O aumento das temperaturas e chuvas na
Europa proporcionaram um novo ambiente não só para a
proliferação do Aedes aegypti, mas também a do Aedes
albopictus, responsável por boa parte das infecções por
dengue no sudeste asiático.
É uma corrida contra o tempo − mas temos ferramentas
para impedir que a dengue se torne um problema maior.
Enquanto os novos métodos e imunizantes não chegam,
contente-se com o que você já sabe: abuse do repelente e elimine possíveis criadouros. Seu corpo agradece −
mas o mosquito não.
(Super Interessante, Março de 2024)
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
"Existem duas aprovadas no Brasil: a Dengvaxia, do
laboratório francês Sanofi Pasteur, e QDenga, do
japonês Takeda."
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laboratório francês Sanofi Pasteur, e QDenga, do
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Aedes hackeado. (Parte 2)
Ambas são soluções de longo prazo. A ferramenta que
temos em mãos para combater a epidemia atual são as
vacinas. Existem duas aprovadas no Brasil: Dengvaxia,
do laboratório francês Sanofi-Pasteur, e QDenga, do
japonês Takeda.
A Dengvaxia foi registrada em 2015, e só é indicada para
pessoas que já tiveram dengue antes, e que moram em
áreas endêmicas. Os estudos clínicos mostraram que
pacientes soronegativos que tomaram a vacina e depois
contraíram dengue tinham mais chances de apresentar
quadros graves. É útil, mas tem condições limitantes − e não está disponível no sistema público.
A maior parte das fichas está apostada na QDenga. Ela
previne 63% dos casos de dengue sintomáticos, e 85%
das internações. Além disso, pode ser aplicada em
qualquer pessoa, não importando se ela já teve a doença
ou não. A vacina começou a ser distribuída pelo SUS em
fevereiro deste ano, com o público alvo sendo crianças
de 10 a 14 anos: essa é a faixa etária com o maior
número de hospitalizações por dengue. O imunizante é
aplicado em duas doses, com três meses de separação
entre elas.
Em 2025, é provável que o Brasil tenha uma terceira
vacina − dessa vez, desenvolvida aqui mesmo. No início
deste ano, o Instituto Butantan publicou os resultados do
último ensaio clínico de seu imunizante contra a dengue
(6). 16.235 pessoas entre dois e 59 anos participaram do
estudo. A vacina apresentou 79,6% de eficácia geral.
(Super Interessante,Março de 2024)
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Aedes hackeado. (Parte 2)
Ambas são soluções de longo prazo. A ferramenta que
temos em mãos para combater a epidemia atual são as
vacinas. Existem duas aprovadas no Brasil: Dengvaxia,
do laboratório francês Sanofi-Pasteur, e QDenga, do
japonês Takeda.
A Dengvaxia foi registrada em 2015, e só é indicada para
pessoas que já tiveram dengue antes, e que moram em
áreas endêmicas. Os estudos clínicos mostraram que
pacientes soronegativos que tomaram a vacina e depois
contraíram dengue tinham mais chances de apresentar
quadros graves. É útil, mas tem condições limitantes − e não está disponível no sistema público.
A maior parte das fichas está apostada na QDenga. Ela
previne 63% dos casos de dengue sintomáticos, e 85%
das internações. Além disso, pode ser aplicada em
qualquer pessoa, não importando se ela já teve a doença
ou não. A vacina começou a ser distribuída pelo SUS em
fevereiro deste ano, com o público alvo sendo crianças
de 10 a 14 anos: essa é a faixa etária com o maior
número de hospitalizações por dengue. O imunizante é
aplicado em duas doses, com três meses de separação
entre elas.
Em 2025, é provável que o Brasil tenha uma terceira
vacina − dessa vez, desenvolvida aqui mesmo. No início
deste ano, o Instituto Butantan publicou os resultados do
último ensaio clínico de seu imunizante contra a dengue
(6). 16.235 pessoas entre dois e 59 anos participaram do
estudo. A vacina apresentou 79,6% de eficácia geral.
(Super Interessante,Março de 2024)
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