Foram encontradas 241 questões.
Leia o seguinte poema, de autoria de Luís da Camões,
para responder a próxima questão.
“Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;
É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;
É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?”
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Leia o seguinte poema, de autoria de Luís da Camões,
para responder a próxima questão.
“Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;
É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;
É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?”
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Leia o seguinte poema, de autoria de Luís da Camões,
para responder a próxima questão.
“Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;
É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;
É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?”
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Leia o relato a seguir, escrito por Mário Quintana, para
responder as próximas questões.
“Aprendi a escrever lendo, da mesma forma que se
aprende a falar ouvindo. E isto naturalmente, quase
sem querer. Em meus tempos de criança, era aquela
encantação. Lia-se continuamente e avidamente um
mundaréu de história. Mas lia-se corrido, frase após
frase, do princípio ao fim. Ora, as crianças de hoje
não se acostumam a ler corretamente, porque apenas olham as figuras dessas histórias em quadrinhos,
cujo texto se limita a simples frases interjeitivas. No
fundo, uma fraseologia de uivos, uma subliteratura de
homem das cavernas. Exagerei? Bem feito! Mas se
as crianças, coitadas, nunca adquirirem o hábito da
leitura, como saberão um dia escrever?”
(Trecho com adaptações)
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Leia o relato a seguir, escrito por Mário Quintana, para
responder as próximas questões.
“Aprendi a escrever lendo, da mesma forma que se
aprende a falar ouvindo. E isto naturalmente, quase
sem querer. Em meus tempos de criança, era aquela
encantação. Lia-se continuamente e avidamente um
mundaréu de história. Mas lia-se corrido, frase após
frase, do princípio ao fim. Ora, as crianças de hoje
não se acostumam a ler corretamente, porque apenas olham as figuras dessas histórias em quadrinhos,
cujo texto se limita a simples frases interjeitivas. No
fundo, uma fraseologia de uivos, uma subliteratura de
homem das cavernas. Exagerei? Bem feito! Mas se
as crianças, coitadas, nunca adquirirem o hábito da
leitura, como saberão um dia escrever?”
(Trecho com adaptações)
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Leia o relato a seguir, escrito por Mário Quintana, para
responder as próximas questões.
“Aprendi a escrever lendo, da mesma forma que se
aprende a falar ouvindo. E isto naturalmente, quase
sem querer. Em meus tempos de criança, era aquela
encantação. Lia-se continuamente e avidamente um
mundaréu de história. Mas lia-se corrido, frase após
frase, do princípio ao fim. Ora, as crianças de hoje
não se acostumam a ler corretamente, porque apenas olham as figuras dessas histórias em quadrinhos,
cujo texto se limita a simples frases interjeitivas. No
fundo, uma fraseologia de uivos, uma subliteratura de
homem das cavernas. Exagerei? Bem feito! Mas se
as crianças, coitadas, nunca adquirirem o hábito da
leitura, como saberão um dia escrever?”
(Trecho com adaptações)
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Leia o relato a seguir, escrito por Mário Quintana, para
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“Aprendi a escrever lendo, da mesma forma que se
aprende a falar ouvindo. E isto naturalmente, quase
sem querer. Em meus tempos de criança, era aquela
encantação. Lia-se continuamente e avidamente um
mundaréu de história. Mas lia-se corrido, frase após
frase, do princípio ao fim. Ora, as crianças de hoje
não se acostumam a ler corretamente, porque apenas olham as figuras dessas histórias em quadrinhos,
cujo texto se limita a simples frases interjeitivas. No
fundo, uma fraseologia de uivos, uma subliteratura de
homem das cavernas. Exagerei? Bem feito! Mas se
as crianças, coitadas, nunca adquirirem o hábito da
leitura, como saberão um dia escrever?”
(Trecho com adaptações)
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Leia o relato a seguir, escrito por Mário Quintana, para
responder as próximas questões.
“Aprendi a escrever lendo, da mesma forma que se
aprende a falar ouvindo. E isto naturalmente, quase
sem querer. Em meus tempos de criança, era aquela
encantação. Lia-se continuamente e avidamente um
mundaréu de história. Mas lia-se corrido, frase após
frase, do princípio ao fim. Ora, as crianças de hoje
não se acostumam a ler corretamente, porque apenas olham as figuras dessas histórias em quadrinhos,
cujo texto se limita a simples frases interjeitivas. No
fundo, uma fraseologia de uivos, uma subliteratura de
homem das cavernas. Exagerei? Bem feito! Mas se
as crianças, coitadas, nunca adquirirem o hábito da
leitura, como saberão um dia escrever?”
(Trecho com adaptações)
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O poema a seguir também foi escrito por Mário Quintana. Considere-o para responder a próxima questão.
“Todos os jardins deviam ser fechados,
com altos muros de um cinza muito pálido,
onde uma fonte
pudesse cantar
sozinha
entre o vermelho dos cravos.
O que mata um jardim não é mesmo
alguma ausência
nem o abandono...
O que mata um jardim é esse olhar vazio
de quem por eles passa indiferente”.
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O poema a seguir também foi escrito por Mário Quintana. Considere-o para responder a próxima questão.
“Todos os jardins deviam ser fechados,
com altos muros de um cinza muito pálido,
onde uma fonte
pudesse cantar
sozinha
entre o vermelho dos cravos.
O que mata um jardim não é mesmo
alguma ausência
nem o abandono...
O que mata um jardim é esse olhar vazio
de quem por eles passa indiferente”.
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