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3471266 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Chapecó-SC
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Texto 2

Enunciado 4028365-1

Fonte: BRASIL. MEC. Base Nacional Comum Curricular, 2017, p. 87.

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ), de acordo com o Texto 2 e com o disposto de forma integral no Componente Curricular: Língua Portuguesa da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e no Componente Curricular de Língua Portuguesa do Currículo do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino de Chapecó.

( ) O Componente Curricular de Língua Portuguesa do Currículo do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino de Chapecó está consonante ao Componente Curricular: Língua Portuguesa da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

( ) A língua é um fenômeno cultural e social homogêneo, por isso a necessidade de se ensinar a padronização dos gêneros textuais aos alunos a fim de que eles não sejam excluídos dos contextos de uso.

( ) Para evitar o preconceito linguístico e social, o professor não deve diferenciar os usos da fala e da escrita em processos de ensino/ aprendizagem.

( ) O trabalho com textos multissemióticos fomenta a compreensão de que a língua se efetiva de diferentes formas, permitindo diversos modos de leitura em que a linguagem verbal e não verbal pode ser vista em um só produto.

( ) O texto é o espaço da realização da língua, portanto sua interpretação é imanente a um único sentido.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

 

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3471265 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Chapecó-SC
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Texto 1


Componente Curricular de Língua Portuguesa

“Considero a produção de textos (orais e escritos) como ponto de partida (e ponto de chegada) de todo o processo de ensino/aprendizagem da língua” (GERALDI, 1993, p. 135)

[…]

O pressuposto anunciado na epígrafe se estabelece e a aula de língua portuguesa se constitui em um lugar onde a língua acontece (GERALDI, 1993). Assim, o texto torna-se o fio condutor de todo esse processo.

Portanto, se assumimos em nossa prática pedagógica que o texto é ponto de partida e o ponto de chegada, assumimos também o compromisso de criarmos condições para as práticas de linguagem que efetivamente se materializam em sala de aula, pois serão elas que garantirão a apropriação e o domínio da língua, para o seu uso nas mais diferentes instâncias sociais, tanto públicas quanto privadas (GERALDI, 1999). O que se almeja é que todos consigam utilizar a fala, a escuta, a leitura e a escrita de maneira produtiva, e esta é uma das tarefas da escola, em especial, das aulas de língua portuguesa.

Para que isso ocorra, algumas escolhas se tornam necessárias, entre elas destacamos: (1) desapegar-se das listas de conteúdos pré-estabelecidos, uma vez que não se podem prever quais serão as dificuldades e dúvidas em relação ao uso da língua, pois é da produção oral e escrita do aluno que o professor irá identificar quais são as dificuldades em relação ao uso que precisam. De outro modo: são as produções concretas e reais que indicarão parte dos conteúdos gramaticais necessários em cada turma (ANTUNES, 2003); com isso se pode: (2) dar à gramática somente o espaço que ela precisa ter em aula, ou seja, quando ela está servindo para elucidar dúvidas que os alunos têm sobre o uso da língua, desta maneira o ensino-aprendizagem torna-se mais produtivo, já que não se perde tempo ensinando o que aluno já sabe ou o que ainda não lhe é necessário (POSSENTI, 1996); assim será possível: (3) explorar o texto literário como lugar de experimentação estética e de fruição, não o usando como pretexto para exploração gramatical, ao contrário disso, explorando-o para fomentar a formação de leitores críticos e criativos, desde a alfabetização (BARTHES, 1988), assim como: (4) promover o exercício da escrita real e autoral, não apenas simulações artificiais de redação, criando as condições de produção adequadas para a manifestação de cada sujeito, considerando a escola como apenas mais um lugar onde se escreve, ou seja, se escreve na escola e não para a escola. Já na alfabetização, mesmo que o aluno ainda não tenha o pleno domínio do registro da língua. São essas experiências que promovem o letramento, para além da alfabetização. (GERALDI, 1984). Por fim: (5) dar ao livro didático lugar de coadjuvante e não papel principal – que determina e sequencia arbitrariamente conteúdos – passando a atuar como material complementar e de apoio aos estudos em sala de aula, tanto para o professor quanto para os estudantes (CORACINI, 1999).

Essas, e muitas outras escolhas fazem parte das decisões político-pedagógicas que, na condição de docentes ocorrem em todas as etapas da educação básica. Desta forma, o quadro do componente curricular de Língua Portuguesa tem como principal função referenciar às escolhas teórico-metodológicas, auxiliando-os no processo de implementação da BNCC, exigência legal do Parágrafo Único do Art. 15 da Resolução CNE/CP nº 2, de 22 de dezembro de 2017, o qual prevê que “A adequação dos currículos à BNCC deve ser efetivada preferencialmente até 2019 e no máximo, até início do ano letivo de 2020” (BRASIL, 2017, p. 11).

Fonte: CHAPECÓ. Secretaria Municipal De Educação. Currículo do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino de Chapecó, dezembro de 2019, p. 49-50 [Adaptado].

Assinale a alternativa correta de acordo com o Texto 1 e com o disposto de forma integral no Componente Curricular de Língua Portuguesa do Currículo do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino de Chapecó.
 

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3471264 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Chapecó-SC
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Texto 1


Componente Curricular de Língua Portuguesa

“Considero a produção de textos (orais e escritos) como ponto de partida (e ponto de chegada) de todo o processo de ensino/aprendizagem da língua” (GERALDI, 1993, p. 135)

[…]

O pressuposto anunciado na epígrafe se estabelece e a aula de língua portuguesa se constitui em um lugar onde a língua acontece (GERALDI, 1993). Assim, o texto torna-se o fio condutor de todo esse processo.

Portanto, se assumimos em nossa prática pedagógica que o texto é ponto de partida e o ponto de chegada, assumimos também o compromisso de criarmos condições para as práticas de linguagem que efetivamente se materializam em sala de aula, pois serão elas que garantirão a apropriação e o domínio da língua, para o seu uso nas mais diferentes instâncias sociais, tanto públicas quanto privadas (GERALDI, 1999). O que se almeja é que todos consigam utilizar a fala, a escuta, a leitura e a escrita de maneira produtiva, e esta é uma das tarefas da escola, em especial, das aulas de língua portuguesa.

Para que isso ocorra, algumas escolhas se tornam necessárias, entre elas destacamos: (1) desapegar-se das listas de conteúdos pré-estabelecidos, uma vez que não se podem prever quais serão as dificuldades e dúvidas em relação ao uso da língua, pois é da produção oral e escrita do aluno que o professor irá identificar quais são as dificuldades em relação ao uso que precisam. De outro modo: são as produções concretas e reais que indicarão parte dos conteúdos gramaticais necessários em cada turma (ANTUNES, 2003); com isso se pode: (2) dar à gramática somente o espaço que ela precisa ter em aula, ou seja, quando ela está servindo para elucidar dúvidas que os alunos têm sobre o uso da língua, desta maneira o ensino-aprendizagem torna-se mais produtivo, já que não se perde tempo ensinando o que aluno já sabe ou o que ainda não lhe é necessário (POSSENTI, 1996); assim será possível: (3) explorar o texto literário como lugar de experimentação estética e de fruição, não o usando como pretexto para exploração gramatical, ao contrário disso, explorando-o para fomentar a formação de leitores críticos e criativos, desde a alfabetização (BARTHES, 1988), assim como: (4) promover o exercício da escrita real e autoral, não apenas simulações artificiais de redação, criando as condições de produção adequadas para a manifestação de cada sujeito, considerando a escola como apenas mais um lugar onde se escreve, ou seja, se escreve na escola e não para a escola. Já na alfabetização, mesmo que o aluno ainda não tenha o pleno domínio do registro da língua. São essas experiências que promovem o letramento, para além da alfabetização. (GERALDI, 1984). Por fim: (5) dar ao livro didático lugar de coadjuvante e não papel principal – que determina e sequencia arbitrariamente conteúdos – passando a atuar como material complementar e de apoio aos estudos em sala de aula, tanto para o professor quanto para os estudantes (CORACINI, 1999).

Essas, e muitas outras escolhas fazem parte das decisões político-pedagógicas que, na condição de docentes ocorrem em todas as etapas da educação básica. Desta forma, o quadro do componente curricular de Língua Portuguesa tem como principal função referenciar às escolhas teórico-metodológicas, auxiliando-os no processo de implementação da BNCC, exigência legal do Parágrafo Único do Art. 15 da Resolução CNE/CP nº 2, de 22 de dezembro de 2017, o qual prevê que “A adequação dos currículos à BNCC deve ser efetivada preferencialmente até 2019 e no máximo, até início do ano letivo de 2020” (BRASIL, 2017, p. 11).

Fonte: CHAPECÓ. Secretaria Municipal De Educação. Currículo do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino de Chapecó, dezembro de 2019, p. 49-50 [Adaptado].

De acordo com o Texto 1 e com o disposto de forma integral no Componente Curricular de Língua Portuguesa do Currículo do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino de Chapecó, a expressão sublinhada “o texto é ponto de partida e o ponto de chegada” significa que a produção de um texto novo tem como ponto de partida:
 

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3471263 Ano: 2024
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Chapecó-SC
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Em uma competição de dança, os participantes foram divididos em três categorias.
Na primeira categoria foram inscritos 40% dos participantes mais 50 pessoas.

Na segunda categoria foram inscritos 35% dos participantes menos 30 pessoas.

A terceira categoria ficou com os 120 participantes restantes.

Qual o total de participantes na competição?

 

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3471262 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Chapecó-SC
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Dois automóveis serão sorteados, um de cada vez, entre 80 pessoas, das quais apenas 20 sabem dirigir. Cada pessoa só pode ser sorteada uma vez.

A probabilidade de os dois sorteados não saberem dirigir é:

 

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3471261 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Chapecó-SC
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Um observador está a 20 metros de distância de um prédio.

Desprezando-se a altura do observador e considerando que ele observa o topo do prédio sob um ângulo de 60°, a altura do prédio, em metros, é:

 

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3471260 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Chapecó-SC
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Dois rolos de fita crepe têm comprimentos diferentes: um com 120 metros e outro com 96 metros.

Deseja-se cortar ambos os rolos em pedaços iguais e do maior tamanho possível, sem desperdícios.

O comprimento de cada pedaço de fita, em metros, será:

 

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3471259 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Chapecó-SC
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Uma lâmpada A pisca a cada 4 segundos enquanto uma lâmpada B pisca a cada 6 segundos e uma lâmpada C pisca a cada 14 segundos.

Se todas as lâmpadas piscarem juntas agora, após quantos segundos, no mínimo, elas piscarão juntas novamente?

 

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3471258 Ano: 2024
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Chapecó-SC
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João aplicou R$ 600,00 em um investimento que rende 20% ao ano com juros compostos.

Qual será o valor obtido em juros após 3 anos?

 

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3471257 Ano: 2024
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Chapecó-SC
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Um capital é investido por 4 meses à taxa de juros simples mensal de 0,65%.

Se o valor obtido com juros com esse investimento é de R$ 170,04, então o capital inicial investido, em reais, é:

 

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