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Foram encontradas 80 questões.

2421819 Ano: 2011
Disciplina: Medicina
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Chapecó-SC
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Assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE:

As auditorias serão realizadas assegurando-se ao auditado amplo direito de apresentar defesa por escrito, no prazo de dias contados da data do recebimento do comunicado do órgão de auditoria do Departamento Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde (SUS), para, se conveniente for, apresentá-la.

 

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2420943 Ano: 2011
Disciplina: Medicina
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Chapecó-SC

Acerca do transplante de órgãos, analisar a sentença abaixo:

O médico que faz parte da equipe de transplante é obrigado a participar do processo de diagnóstico da morte ou da decisão de suspender meios artificiais para prolongar a vida do possível doador (1ª parte). É vedado ao médico retirar órgão de doador vivo quando este for juridicamente incapaz, mesmo se houver autorização de seu representante legal, exceto nos casos permitidos e regulamentados em lei (2ª parte).

A sentença está:

 

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Assinalar a alternativa que cita o responsável pela execução dos serviços de saneamento básico, de acordo com o Artigo 18, da Lei nº 8.080/90:

 

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2420617 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Chapecó-SC

Depressão, vício, compulsão

Duas pesquisas recentes reavivam a memória sobre temas relativos aos chamados transtornos afetivos, felizmente cada vez mais debatidos, mas nem por isso suficientemente esclarecidos.

Menos mal que compulsão, ansiedade, depressão, assim como outras particularidades da mente humana, tenham deixado, bom tempo, de ser classificadas como psicoses, loucura. Muito embora tomar remédio de "tarja preta" siga sendo um estigma alimentado por indivíduos preconceituosos e/ou mal informados.

Mas o fato é que duas pesquisas nos remetem ao universo das compulsões e da depressão. Começando por esta última, um estudo realizado pelo Medical Research Council, em Londres, demonstrou que casais que concebem filhos possuem maiores riscos de desenvolver depressão, principalmente no primeiro ano de vida da criança.

Note bem: casais. Não é o caso, portanto, da conhecida depressão pós-parto que acomete as mulheres recém-saídas do episódio, sem dúvida nenhuma, traumático (seja qual for o grau do trauma) de dar à luz uma criança, com toda a dor, a angústia, o medo e também a euforia e a felicidade que isso propicia. Não é difícil entender, assim, que uma mulher possa mergulhar em estado depressivo, chegando, em muitos casos, a rejeitar o filho, quando não colocando a vida deste em risco.

Mas a "novidade" aqui é a constatação segundo a qual o pai também se deprime. Menos, claro, que a mulher (1/3 das mães, contra 1/5 dos pais), mas também pode enfrentar sintomas como choro e tristeza sem motivo, irritabilidade, intolerância em relação ao parceiro, insônia e agressividade.

O estudo relaciona, como justificativa para o advento do transtorno, a mudança da rotina do casal, a inexperiência em lidar com um recém-nascido, a diminuição do período de sono e das relações íntimas com a parceira, ansiedade (medo) em relação ao futuro. Mas não leva em consideração, o que não nos impede de especular a respeito, se este homem aqui já tinha algum tipo de propensão à depressão, servindo a chegada do filho apenas de gatilho para que os problemas se desencadeassem de vez.

Esta pesquisa é útil, sem dúvida, para ampliar o conhecimento sobre este mal, contribuindo para que as barreiras do entendimento sejam ampliadas e do preconceito, derrubadas.

Não é possível que a depressão ainda esteja, para muita gente, em um dos extremos: frescura ou loucura. Ela está arraigada na sociedade contemporânea como uma alteração de comportamento e, assim, precisa ser compreendida e tratada em nome da qualidade de vida.

(...)

Luiz Caversan, Folha.com. 25-9-2010.

Conforme o texto, infere-se que:

 

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2420543 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Chapecó-SC

Assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:

bastante, -te muito e feliz.

 

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2420533 Ano: 2011
Disciplina: Medicina
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Chapecó-SC

De acordo com a Portaria nº 19/98, da Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho, deve-se avaliar os efeitos estocásticos em trabalhadores expostos à radiação ionizante pelos serviços de saúde ocupacional. Assinalar a alternativa que cita o exame indicado para avaliar esse tipo de situação:

 

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Atenção! Para responder à questão de Informática, a menos que seja explicitamente informado o contrário, considerar que os programas mencionados encontram-se na versão Português- BR e em sua configuração padrão de instalação, possuem licença de uso, o mouse está configurado para destros, um clique ou duplo clique correspondem ao botão esquerdo do mouse e teclar corresponde à operação de pressionar uma tecla e, rapidamente, liberá-la, acionando-a apenas uma vez. Dessa forma, as teclas de atalho, menus, submenus, barras, ícones e os demais itens que compõem os programas abordados nesta prova encontram-se na configuração padrão, conforme exposto anteriormente.

Após realizar uma pesquisa na internet usando o navegador Internet Explorer 8, o usuário decide salvar um documento PDF em seu computador. Para isso, ele escolhe, no menu Arquivo, o comando de menu Salvar como, que abre uma janela mostrando o local de salvamento padrão para este tipo de arquivo, ou seja, a pasta:

 

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2420283 Ano: 2011
Disciplina: Medicina
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Chapecó-SC

Citam-se agentes etiológicos para as pneumonias na infância. Nesse contexto, assinalar a alternativa CORRETA sobre o agente responsável pela maioria dos casos de pneumonias em crianças entre 2 e 5 anos:

 

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2420094 Ano: 2011
Disciplina: Medicina
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Chapecó-SC

Assinalar a alternativa que cita a terapêutica antimicrobiana apropriada para o tratamento de pneumonia com derrame pleural em uma criança com 5 anos:

 

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2419948 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Chapecó-SC

Depressão, vício, compulsão

Duas pesquisas recentes reavivam a memória sobre temas relativos aos chamados transtornos afetivos, felizmente cada vez mais debatidos, mas nem por isso suficientemente esclarecidos.

Menos mal que compulsão, ansiedade, depressão, assim como outras particularidades da mente humana, tenham deixado, bom tempo, de ser classificadas como psicoses, loucura. Muito embora tomar remédio de "tarja preta" siga sendo um estigma alimentado por indivíduos preconceituosos e/ou mal informados.

Mas o fato é que duas pesquisas nos remetem ao universo das compulsões e da depressão. Começando por esta última, um estudo realizado pelo Medical Research Council, em Londres, demonstrou que casais que concebem filhos possuem maiores riscos de desenvolver depressão, principalmente no primeiro ano de vida da criança.

Note bem: casais. Não é o caso, portanto, da conhecida depressão pós-parto que acomete as mulheres recém-saídas do episódio, sem dúvida nenhuma, traumático (seja qual for o grau do trauma) de dar à luz uma criança, com toda a dor, a angústia, o medo e também a euforia e a felicidade que isso propicia. Não é difícil entender, assim, que uma mulher possa mergulhar em estado depressivo, chegando, em muitos casos, a rejeitar o filho, quando não colocando a vida deste em risco.

Mas a "novidade" aqui é a constatação segundo a qual o pai também se deprime. Menos, claro, que a mulher (1/3 das mães, contra 1/5 dos pais), mas também pode enfrentar sintomas como choro e tristeza sem motivo, irritabilidade, intolerância em relação ao parceiro, insônia e agressividade.

O estudo relaciona, como justificativa para o advento do transtorno, a mudança da rotina do casal, a inexperiência em lidar com um recém-nascido, a diminuição do período de sono e das relações íntimas com a parceira, ansiedade (medo) em relação ao futuro. Mas não leva em consideração, o que não nos impede de especular a respeito, se este homem aqui já tinha algum tipo de propensão à depressão, servindo a chegada do filho apenas de gatilho para que os problemas se desencadeassem de vez.

Esta pesquisa é útil, sem dúvida, para ampliar o conhecimento sobre este mal, contribuindo para que as barreiras do entendimento sejam ampliadas e do preconceito, derrubadas.

Não é possível que a depressão ainda esteja, para muita gente, em um dos extremos: frescura ou loucura. Ela está arraigada na sociedade contemporânea como uma alteração de comportamento e, assim, precisa ser compreendida e tratada em nome da qualidade de vida.

(...)

Luiz Caversan, Folha.com. 25-9-2010.

"O estudo relaciona, como justificativa para o advento do transtorno, a mudança da rotina do casal...”

A palavra “como”, no fragmento, traduz ideia de:

 

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