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Discutindo as funções da avaliação, Cipriano Carlos Luckezi afirma que, para além da função classificatória, o avaliador deve estar atento à sua função constitutiva que é de diagnóstico e que permite criar uma base para tomada de decisão. Diante dessa perspectiva, pode-se afirmar que:
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O Sistema Único de Assistência Social – SUAS – organiza os serviços socioassistenciais no Brasil, de forma
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Em relação às ferramentas administrativas do Windows 2000, tem-se que as fontes ODBC é/são
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2451422
Ano: 2013
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cônego Marinho-MG
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cônego Marinho-MG
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Sobre os métodos de acesso a arquivos, indique a única afirmativa INCORRETA.
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SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO
Nossa turma aprendeu que realizar um trabalho é algo que deve ser feito com cuidado. Só assim os riscos à saúde podem ser evitados. Em toda atividade – até mesmo quando brincamos –, existem riscos de acidentes. Em vez de ignorar esses riscos, devemos ficar atentos para diminuí-los.
A prevenção de acidentes começa com educação. Quanto mais uma pessoa estiver informada sobre os riscos, mais ela poderá evitá-los. Na maioria das vezes, são informações bem simples. Até mesmo ações como abrir uma porta ou beber água podem ser mais seguras se estivermos informados. Também existem formas de trabalhar em equipe, de organizar o local de trabalho, e de lidar com os materiais e ferramentas que tornam o trabalho mais seguro.
Equipamentos de segurança são essenciais. Cada atividade tem os seus. Além disso, deve existir uma série de cuidados em relação aos colegas de trabalho. Se você visse um amigo mexendo com fósforos, avisaria do perigo, certo? Pois em um local de trabalho também é assim. Todos devem saber como agir corretamente e também ajudar uns aos outros.
É por essa razão que existe um campo de atividade conhecido como SST – Segurança e Saúde no Trabalho. Nela, atuam os profissionais que estudam para melhorar as condições de trabalho da indústria, para que os riscos de acidentes diminuam e as práticas não sejam prejudiciais à saúde.
O Brasil vem desenvolvendo bastante seus programas de Segurança e Saúde no Trabalho. 0 SESI tem várias iniciativas para ajudar, como material educativo, apostilas, cursos a distância e consultoria pela internet, avaliações das condições do ambiente de trabalho, monitoramento da saúde dos trabalhadores e muito mais. Se você ou sua família quiser saber mais, acesse as informações disponíveis na página de SST do SESI. 0 endereço é www.sesi.org.br/pro-sst.

EQUIPE DE SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO
Para uma área do conhecimento tão importante como a SST, são necessários profissionais capacitados. Eles avaliam uma empresa para ver se tudo lá é feito de forma segura e ensinam os trabalhadores a executarem sua tarefas com segurança. Também estudam os casos de acidentes para identificarem as causas e poder corrigi-las para que não aconteçam novamente. Profissionais como engenheiro e técnico de segurança, médico, enfermeiro, técnico de enfermagem, dentista, fonoaudiólogo, fisioterapeuta trabalham juntos para garantir um ambiente saudável e seguro para todos.
Revista do SESI, N° 122.
A fala do primeiro balão: “Ruivo, nós vamos apenas jogar futebol!” deve ser interpretada da seguinte maneira:
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Em relação às principais doenças transmissíveis pelo contato direto e indireto com o paciente, pode-se afirmar, EXCETO
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Criatividade não é petróleo
O Mundo estava acabando em 1915. A população de cavalos nos EUA tinha chegado a um ponto insustentável. Eram 21 milhões de animais consumindo, cada um, 4 toneladas de comida por ano, entre grãos e alfafa. Um terço das terras agricultáveis dos EUA estava dedicado à alimentação deles. Mas não dava para viver sem cavalos. A agricultura dependia dos quadrúpedes. Sem cavalo para puxar arado, você não tem plantio de larga escala. E sem plantio de larga escala não dava para alimentar uma população mundial que já roçava a marca de 2 bilhões de habitantes. Mas agora a conta ameaçava não fechar mais. Era a profecia do economista Thomas Malthus virando realidade: a Terra não teria condições de suportar bilhões de pessoas. Malthus tinha previsto isso lá atrás, em 1798. Os donos do dinheiro não deram ouvidos. E agora, em pleno 1915, era tarde demais. Mas não. Se você está lendo este texto agora é porque passamos bem pela crise da superpopulação equina. E o herói que salvou o mundo dessa tem nome: petróleo.
O motor à combustão interna, na forma de tratores e carros, substituiu os cavalos. E o petróleo tomou o lugar dos grãos e da alfafa no papel de fonte de energia, liberando terras para o plantio de comida para humanos. De quebra, um subproduto da produção de petróleo, o gás natural, virou a base para a produção de fertilizantes – sem os quais não daria mesmo para alimentar bilhões de cabeças humanas. E hoje uma parte razoável do que você come passou por uma fábrica de fertilizantes antes de entrar na sua boca – carvão, gás e ar, a matéria-prima dos insumos agrícolas, entraram para o nosso cardápio. Ainda bem. O boom na produção de comida alimentou outro: o da produção de riqueza na forma de bens materiais. Essa sim, e não a população, cresceu de forma exponencial, como traduz o jornalista inglês Matt Ridley em seu livro O Otimista Racional “A classe média americana de 1955, luxuriante em seus carros, confortos e aparelhos elétricos, hoje seria descrita como ‘abaixo da linha da pobreza’ nos EUA. Hoje, dos americanos oficialmente designados como pobres, 99% têm energia elétrica e geladeira, 95% têm televisão” . No Brasil, o salto é até mais espantoso, já que nosso boom de produção de riqueza é bem mais recente. Em 1992, um quarto dos domicílios não tinha televisão. Em 2009, 95,6% tinham. A penetração das máquinas de lavar quase dobrou desde 1992 para cá: de 24% das casas para 44%. E tem os celulares. No ano 2000, a Finlândia chegava à marca de um celular por habitante. Em 2010, o Brasil ultrapassou. E hoje temos 247 milhões de linhas, ativas, contra 195 milhões de habitantes.
Mas agora a prosperidade é a vilã. O discurso comum é o de que, nesse ritmo, a Terra não aguenta. Haja lítio para tanto celular. Haja carvão para tanto consumo de energia. Haja fertilizante para os trabalhadores braçais que hoje se alimentam mais e melhor que o rei Henrique 8.º. A conta também não fecha mais para o motor de combustão interna. Nem para o carvão como fonte de energia – não dá mais para brincar com as emissões de CO2 e com o clima. E tem a água: a produção de 1 kg de carne demanda 15 mil litros de água. E com bilhões de Henriques 8.ºs por aí, o planeta chia: hoje 2,7 bilhões de pessoas sofrem com falta de água pelo menos durante um mês por ano. Mas, de novo, nada disso significa que Thomas Maltus estava certo. A tecnologia que nos livrou do caos lá atrás agora nos leva a outro caos. Ok. Só que já começam a pipocar soluções. Na ponta da energia, há o “carvão limpo” – termelétricas que eliminam o !$ CO_2 !$ da fumaça que emitem. Os gastos com essa filtragem seriam cobertos com um aumento de 30% na conta de luz – indigesto, mas viável. E a fusão nuclear, que não deixa resíduos radiativos e promete energia virtualmente infinita, continua no horizonte. Na ponta da água, a solução pode estar numa criação do inventor do Segway, Dean Kamen: um aparelho capaz de transformar água salgada (e de esgoto e de rios poluídos) em água potável. Cada unidade, do tamanho de um frigobar, produz mil litros de água por dia – havendo energia limpa e barata para que esses “frigobares” possam trabalhar, teremos água para tantos quantos cavalos ou Heriques !$ 8.º^s !$ existirem no mundo. Tudo isso é a salvação da lavoura?
Não. Temos muito a resolver antes de decretar a viabilidade de um mundo para 10,20 bilhões de pessoas. Mas iniciativas desse tipo mostram um ponto que Thomas Malthus e outros profetas do apocalipse não costumam levar em conta: o de que a inventividade humana não é petróleo. Não é um recurso finito.
(VERSIGNASSI, Alexande. Criatividade não é petróleo.
Revista Superinteressante. N.º 305. Junho/2012, p.17)
O último parágrafo do texto revela que o autor NÃO tem, em relação ao futuro, uma visão
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Em uma pesquisa feita com 512 moradores de uma cidade para saber a preferência pelo Jornal A ou Jornal B, verificou-se que 19 pessoas não liam jornal e as que preferiam o Jornal A eram !$ { \large 10 \over 7} !$ do número das que preferiam o Jornal B. Quantos habitantes preferiam o Jornal A?
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A localização ideal da Unidade de Alimentação e Nutrição (UAN) é no andar térreo, pois proporciona
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Criatividade não é petróleo
O Mundo estava acabando em 1915. A população de cavalos nos EUA tinha chegado a um ponto insustentável. Eram 21 milhões de animais consumindo, cada um, 4 toneladas de comida por ano, entre grãos e alfafa. Um terço das terras agricultáveis dos EUA estava dedicado à alimentação deles. Mas não dava para viver sem cavalos. A agricultura dependia dos quadrúpedes. Sem cavalo para puxar arado, você não tem plantio de larga escala. E sem plantio de larga escala não dava para alimentar uma população mundial que já roçava a marca de 2 bilhões de habitantes. Mas agora a conta ameaçava não fechar mais. Era a profecia do economista Thomas Malthus virando realidade: a Terra não teria condições de suportar bilhões de pessoas. Malthus tinha previsto isso lá atrás, em 1798. Os donos do dinheiro não deram ouvidos. E agora, em pleno 1915, era tarde demais. Mas não. Se você está lendo este texto agora é porque passamos bem pela crise da superpopulação equina. E o herói que salvou o mundo dessa tem nome: petróleo.
O motor à combustão interna, na forma de tratores e carros, substituiu os cavalos. E o petróleo tomou o lugar dos grãos e da alfafa no papel de fonte de energia, liberando terras para o plantio de comida para humanos. De quebra, um subproduto da produção de petróleo, o gás natural, virou a base para a produção de fertilizantes – sem os quais não daria mesmo para alimentar bilhões de cabeças humanas. E hoje uma parte razoável do que você come passou por uma fábrica de fertilizantes antes de entrar na sua boca – carvão, gás e ar, a matéria-prima dos insumos agrícolas, entraram para o nosso cardápio. Ainda bem. O boom na produção de comida alimentou outro: o da produção de riqueza na forma de bens materiais. Essa sim, e não a população, cresceu de forma exponencial, como traduz o jornalista inglês Matt Ridley em seu livro O Otimista Racional “A classe média americana de 1955, luxuriante em seus carros, confortos e aparelhos elétricos, hoje seria descrita como ‘abaixo da linha da pobreza’ nos EUA. Hoje, dos americanos oficialmente designados como pobres, 99% têm energia elétrica e geladeira, 95% têm televisão” . No Brasil, o salto é até mais espantoso, já que nosso boom de produção de riqueza é bem mais recente. Em 1992, um quarto dos domicílios não tinha televisão. Em 2009, 95,6% tinham. A penetração das máquinas de lavar quase dobrou desde 1992 para cá: de 24% das casas para 44%. E tem os celulares. No ano 2000, a Finlândia chegava à marca de um celular por habitante. Em 2010, o Brasil ultrapassou. E hoje temos 247 milhões de linhas, ativas, contra 195 milhões de habitantes.
Mas agora a prosperidade é a vilã. O discurso comum é o de que, nesse ritmo, a Terra não aguenta. Haja lítio para tanto celular. Haja carvão para tanto consumo de energia. Haja fertilizante para os trabalhadores braçais que hoje se alimentam mais e melhor que o rei Henrique 8.º. A conta também não fecha mais para o motor de combustão interna. Nem para o carvão como fonte de energia – não dá mais para brincar com as emissões de CO2 e com o clima. E tem a água: a produção de 1 kg de carne demanda 15 mil litros de água. E com bilhões de Henriques 8.ºs por aí, o planeta chia: hoje 2,7 bilhões de pessoas sofrem com falta de água pelo menos durante um mês por ano. Mas, de novo, nada disso significa que Thomas Maltus estava certo. A tecnologia que nos livrou do caos lá atrás agora nos leva a outro caos!$ ^{B)} !$. Ok. Só que já começam a pipocar soluções. Na ponta da energia, há o “carvão limpo” – termelétricas que eliminam o !$ CO_2 !$ da fumaça que emitem. Os gastos com essa filtragem seriam cobertos com um aumento de 30% na conta de luz – indigesto, mas viável. E a fusão nuclear, que não deixa resíduos radiativos e promete energia virtualmente infinita, continua no horizonte. Na ponta da água, a solução pode estar numa criação do inventor do Segway, Dean Kamen: um aparelho capaz de transformar água salgada (e de esgoto e de rios poluídos) em água potável. Cada unidade, do tamanho de um frigobar, produz mil litros de água por dia – havendo energia limpa e barata para que esses “frigobares” possam trabalhar, teremos água para tantos quantos cavalos ou Heriques !$ 8.º^s !$ existirem no mundo. Tudo isso é a salvação da lavoura?
Não. Temos muito a resolver antes de decretar a viabilidade de um mundo para 10,20 bilhões de pessoas. Mas iniciativas desse tipo mostram um ponto que Thomas Malthus e outros profetas do apocalipse não costumam levar em conta: o de que a inventividade humana não é petróleo. Não é um recurso finito.
(VERSIGNASSI, Alexande. Criatividade não é petróleo.
Revista Superinteressante. N.º 305. Junho/2012, p.17)
Observe o trecho: “Haja fertilizante para os trabalhadores braçais que hoje se alimentam mais e melhor que o rei Henrique 8.º.”
Em relação ao uso dos pronomes no trecho acima, pode-se afirmar, EXCETO
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