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Foram encontradas 60 questões.

1390817 Ano: 2012
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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No dia 05 de setembro, foi publicado, no Diário Oficial da União, o Decreto nº 7.559, de 1º/9/2011, que dispõe sobre o Plano Nacional do Livro e Leitura – PNLL. O PNLL consiste em estratégia permanente de planejamento, apoio, articulação e referência para a execução de ações voltadas para o fomento da leitura no País. É CORRETO afirmar que é objetivo do Plano Nacional do Livro e Leitura - PNLL:
 

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1390374 Ano: 2012
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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Julgue os seguintes itens quanto o protocolo Z39.50:
I. É o protocolo próprio para recuperação de informação bibliográfica de computador para computador, possibilitando ao usuário de um sistema pesquisar e recuperar informações de outro sistema, ambos implementados neste padrão.
II. Destina-se à comunicação entre aplicações para recuperação de informações, e promove a interação entre o cliente e o usuário. O cliente é o computador central que executa o processamento do aplicativo. O servidor é o computador pessoal que mantém os bancos de dados e atende às solicitações dos clientes.
III. O padrão Z39.50 é um padrão de “midleware” cliente-servidor. Isto quer dizer que fica entre a comunicação do cliente com o servidor. Com o uso deste padrão, permite-se que determinado servidor possa usar os serviços de diversos servidores ou fornecedores diferentes, e um determinado servidor possa prestar serviços para diversos clientes ou fornecedores.
IV. Certamente, é mais um instrumento tecnológico disponível para facilitar o processo de intercâmbio bibliográfico. Caso este protocolo não existisse, a biblioteca que quisesse recuperar registros bibliográficos de vários bancos de dados deveria dispor de tantos clientes quantos fossem os catálogos ou bancos de dados que se quisesse consultar.
Marque a alternativa CORRETA:
 

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1389762 Ano: 2012
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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São serviços oferecidos à profissionais pela Biblioteca Nacional, EXCETO:
 

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“A expectativa de vida média no Brasil cresce paulatinamente: em 2008, a média de vida no Brasil era de 72,8 anos; em 2009, foi de 73,1 anos; em 2020, a previsão é de que deve chegar a 76,1; e em 2050 a 81,3 anos”.
(Revista Brasileira de Administração (RBA), Julho / Agosto 2011. Pág 40.)
Tal constatação, aliada a outras informações inerentes ao tema, nos remete a seguinte conclusão:
 

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1388753 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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TEXTO 1
Era coisa de criança
Colar chiclete na cadeira dos outros, rir do cabelo cortado do colega. Mas agora brincadeiras como essas ganharam um nome sério: bullying. E passaram a ser resolvidas por adultos: pais, mestres e até, em alguns casos, polícia.
O termo bullying significa a prática de agredir alguém fisicamente, verbalmente, até por atitudes (como caretas). Mas tem sido usado como um alarme, um chamado para que adultos interfiram no relacionamento de seus filhos e alunos. Uma nova linha de pesquisadores, no entanto, vem defendendo que o buIlying não é necessariamente um problema para gente grande. Segundo eles, as picuinhas entre crianças e adolescentes devem ser resolvidas pelos próprios envolvidos. Sem adultos como juízes.
Esses especialistas não dizem que crianças devem trocar socos na saída da escola. Nem que apanhar faz bem. Afirmam, sim, que disputar é como um rito, pelo qual passamos no início da vida para saber enfrentar as encrencas maiores do futuro. Afinal, fazemos isso desde os tempos mais remotos. "Em boa parte da história da humanidade a agressão foi um traço adaptativo", escreve Monica J. Harris, professora de psicologia da Universidade do Kentucky, em Bullying, Rejection and Peer Victimization (sem tradução em português). No passado, os homens disputavam comida para garantir a sobrevivência. O conflito definia quem ia perpetuar a espécie e quem ficaria para trás. "Aqueles humanos mais agressivos em termos de buscar as coisas e proteger seus recursos e parentes tinham mais chances de sobreviver e reproduzir", afirma Monica. Enquanto os homens teriam aprendido a usar a força física, as mulheres desenvolveram habilidades mais sutis, como agressões verbais - fofocas e rumores.
Se antes essas táticas garantiam a sobrevivência, hoje nos ajudam no convívio social. Quando as crianças deixam o conforto do lar para frequentar o colégio, descobrem que nem sempre suas vontades são atendidas. E que precisam negociar o tempo todo, como por um brinquedo ou por um lugar para sentar. Sem passar por isso, será mais difícil lidar com um desafeto no futuro, como um chefe, o síndico do prédio ou aquele amigo que empresta dinheiro e nunca paga.
O resultado da superação desses primeiros embates aparece cedo. Um estudo com 2 mil crianças com idade de 11 e 12 anos feito pela Universidade da Califórnia em Los Angeles mostrou que aquelas que tinham algum rival na turma da escola eram vistas como mais maduras pelos professores. As meninas que reagiam a alguma antipatia foram consideradas donas de maior competência social. Os meninos com inimizades foram classificados como alunos com melhor comportamento. Nesses casos - que não envolviam agressões físicas, segundo a pesquisa -, as crianças não só aprenderam a reagir a menosprezo, pressão e sarcasmo como ainda ganharam status no colégio. "Tanto para meninos quanto para meninas, ter uma antipatia mútua com alguém de outro sexo é associado à popularidade", escreve a pesquisadora e autora do estudo Melissa Witkow, hoje professora de psicologia da Universidade Willamette, nos EUA.
A recente onda de crimes ligados a bullying, no entanto, criou o temor de que crianças e adolescentes talvez não deem conta da briga sozinhos. A comprovação disso estaria em casos como o do adolescente que guardou por anos o rancor das humilhações que passou em um colégio na cidade do Rio de Janeiro - até voltar lá, e disparar contra alunos, deixando 13 mortos. O resultado de histórias assim foi uma pressão de pais, mestres e legisladores para que o comportamento das crianças seja mais controlado. E para que até a polícia seja chamada para impedir as agressões. Em junho, o Senado brasileiro aprovou um projeto de lei determinando que as escolas inibam atitudes e situações que possam gerar bullying. Em maio, um americano de 17 anos, que não teve o nome divulgado pela polícia, foi preso por dar notas às colegas de turma - altas para as mais bonitas, baixas para as mais feias - e publicar a avaliação no Facebook.
Essa reação é chamada de superproteção pelos pesquisadores que defendem a não intervenção dos adultos nas disputas entre crianças e adolescentes. "É como se o mundo inteiro estivesse sofrendo de amnésia. Os adultos se esqueceram de que passaram pelas mesmas disputas no colégio", diz Helen Guldberg, psicóloga e professora de desenvolvimento infantil na Open University, Inglaterra. Segundo Helen, estamos julgando as atitudes das crianças com base nos valores de adultos. "O comportamento das crianças - as palavras que usam, o jeito brusco com que, por exemplo, excluem outros de suas brincadeiras - está sendo julgado com a seriedade com que encararíamos o relacionamento entre adultos em um escritório", afirma.
Essa linha de não intervenção defendida por gente como Helen Guldberg é polêmica. Para os críticos, desavenças simples podem ser o início de conflitos mais graves - eventos que poderão deixar marcas físicas e psicológicas. "O bullying é um problema sério que precisa ser combatido", diz Aramis Lopes Neto, pediatra e estudioso do tema. Mas em um ponto as duas linhas concordam: quando a briga se repete e se prolonga por um tempo, e só um lado sai sempre perdendo é porque a criança já está derrotada. E é hora de os adultos entrarem em ação.
Prestar atenção ao comportamento da criança ajuda a descobrir se é o caso de intervir. Mudanças repentinas, como queda no desempenho escolar ou aumento da agressividade, são sinais importantes. Se o problema não for resolvido, alguns efeitos podem se estender. "Muitos adultos trazem da infância dificuldades de relacionamento social e baixa autoestima", afirma Lopes Neto. Isso atrapalharia a vida profissional e pessoal, como a capacidade de manter relacionamentos estáveis. "Há vítimas que não se desenvolvem profissionalmente por medo de se expor e se tornar alvo de bullying no trabalho", diz o médico. É como se elas não conseguissem nunca sair da zona de conforto. Exatamente o que pode acontecer com quem passa a infância na sombra dos pais, sem enfrentar uma briga sozinho.
(Superinteressante, ed. 294, agosto de 2011, p. 72-74.) Texto adaptado.
São estratégias usadas na construção do texto:
I – Emprego de exemplificações.
II – Utilização de dados estatísticos.
III – Apresentação de argumentação de autoridades.
IV – Estabelecimento de paralelos e/ou confronto entre fatos.
Estão CORRETAS as afirmativas:
 

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1387213 Ano: 2012
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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O Planejamento faz acontecer – torna possível a ocorrência de eventos que, caso contrário, não aconteceriam. É CORRETO afirmar que o planejamento:
 

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O município de Congonhas está inserido na bacia hidrográfica do:

 

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1386213 Ano: 2012
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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Julgue os seguintes itens quanto às desvantagens da Linguagem Controlada:
I. A produção e manutenção da base de dados terão despesas maiores com a equipe de indexadores. Será necessário ainda manter pessoal especializado na atualização do tesauros.
II. Custos de acesso tendem a aumentar com a entrada de termos de busca aleatórios.
III. Os usuários da informação, no processo de busca, precisam fazer um esforço intelectual maior para identificar os sinônimos, as grafias alternativas, os homônimos, etc.
IV. Necessidade de treinamento no uso dos vocabulários controlados tanto para os intermediários, quanto para os usuários finais.
V. Um vocabulário controlado poderá se distanciar dos conceitos adequados para a representação das necessidades de informação dos usuários.
Marque a alternativa CORRETA:
 

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1386148 Ano: 2012
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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Existem algumas características que devem ser observadas no planejamento do espaço físico de uma biblioteca ou serviço de informação, que, mais do que dados teóricos, constituem qualidades desejáveis dos edifícios. Tratam-se de princípios, pois devem ser considerados como diretrizes gerais do projeto, mas são também indicadores, à medida que indicam grau de qualidade e servem para avaliar se o projeto é adequado ao uso que se espera.
São exemplos desses princípios, EXCETO:
 

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1385539 Ano: 2012
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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A Lei do Livro 10.753 determina a obrigatoriedade do ISBN nas publicações monográficas a serem editadas (dentro das normas de atribuição do ISBN). O ISBN identifica o título da obra e sua edição. Em relação ao ISBN, é CORRETO afirmar:
 

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