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Foram encontradas 60 questões.

Em relação ao município de Congonhas, NÃO se pode afirmar taxativamente:

 

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1413449 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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O Projeto Político Pedagógico é um empreendimento planejado. Consiste num conjunto de atividades inter-relacionadas e coordenadas, com o fim de alcançar objetivos específicos, considerando a realidade diagnosticada num tempo presente na escola, para que essa realidade possa ser modificada num tempo futuro, através de transformações de ideias fundamentadas na análise e discussões coletivas, em ações procedimentais, que devem ser avaliadas continuamente.
Considerando as finalidades de um Projeto Político Pedagógico, marque a alternativa INCORRETA:
 

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1411898 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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Leia a tirinha abaixo:
Enunciado 1411898-1
Aprender é construir significados...
Quanto ao aprender, marque a alternativa INCORRETA:
 

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1411444 Ano: 2012
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDBEN, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, define que a educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais.
Tendo como referência a LDBEN, registre (V) para as afirmativas verdadeiras e (F) para as falsas.
(    ) Caberá ao Estado assegurar o Ensino Fundamental e oferecer prioridade ao Ensino Médio.
(    ) Os estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas comuns e as do seu sistema de Ensino, terão a incumbência de elaborar e executar sua proposta pedagógica.
(     ) Filosofia e Sociologia serão incluídas como disciplinas facultativas em todas as séries do Ensino Médio.
(     ) Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos, com necessidades especiais, terminalidade específica para aqueles que não puderem atingir o nível exigido para a conclusão do Ensino Médio.
(     ) Há obrigatoriedade de estudos de recuperação, de preferência paralelos ao período letivo, para casos de baixo rendimento escolar.
(     ) Avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos quantitativos sobre os qualitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
 

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1411164 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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A inclusão tem como princípio garantir o acesso e a participação de todas as crianças, adolescentes, jovens e adultos, em todas as possibilidades ofertadas pela escola e impedir a segregação e o isolamento social.
Marque a alternativa INCORRETA:
 

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Leia o trecho abaixo referente à segurança cibernética em Belo Horizonte e marque a alternativa CORRETA:

“Segurança – Disparou em BH os crimes cibernéticos. O número de delitos via Internet registrados na delegacia especializada da capital quase dobrou entre 2009 e 2010, pulando de 334 para 640. Este ano já foram abertos 510 inquéritos, 54% por estelionato”.

(Jornal Estado de Minas, 03/10/2011. Pág. 01.)

O aumento dos crimes cibernéticos deve-se:

 

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1410241 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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TEXTO 1
Era coisa de criança
Colar chiclete na cadeira dos outros, rir do cabelo cortado do colega. Mas agora brincadeiras como essas ganharam um nome sério: bullying. E passaram a ser resolvidas por adultos: pais, mestres e até, em alguns casos, polícia.
O termo bullying significa a prática de agredir alguém fisicamente, verbalmente, até por atitudes (como caretas). Mas tem sido usado como um alarme, um chamado para que adultos interfiram no relacionamento de seus filhos e alunos. Uma nova linha de pesquisadores, no entanto, vem defendendo que o buIlying não é necessariamente um problema para gente grande. Segundo eles, as picuinhas entre crianças e adolescentes devem ser resolvidas pelos próprios envolvidos. Sem adultos como juízes.
Esses especialistas não dizem que crianças devem trocar socos na saída da escola. Nem que apanhar faz bem. Afirmam, sim, que disputar é como um rito, pelo qual passamos no início da vida para saber enfrentar as encrencas maiores do futuro. Afinal, fazemos isso desde os tempos mais remotos. "Em boa parte da história da humanidade a agressão foi um traço adaptativo", escreve Monica J. Harris, professora de psicologia da Universidade do Kentucky, em Bullying, Rejection and Peer Victimization (sem tradução em português). No passado, os homens disputavam comida para garantir a sobrevivência. O conflito definia quem ia perpetuar a espécie e quem ficaria para trás. "Aqueles humanos mais agressivos em termos de buscar as coisas e proteger seus recursos e parentes tinham mais chances de sobreviver e reproduzir", afirma Monica. Enquanto os homens teriam aprendido a usar a força física, as mulheres desenvolveram habilidades mais sutis, como agressões verbais - fofocas e rumores.
Se antes essas táticas garantiam a sobrevivência, hoje nos ajudam no convívio social. Quando as crianças deixam o conforto do lar para frequentar o colégio, descobrem que nem sempre suas vontades são atendidas. E que precisam negociar o tempo todo, como por um brinquedo ou por um lugar para sentar. Sem passar por isso, será mais difícil lidar com um desafeto no futuro, como um chefe, o síndico do prédio ou aquele amigo que empresta dinheiro e nunca paga.
O resultado da superação desses primeiros embates aparece cedo. Um estudo com 2 mil crianças com idade de 11 e 12 anos feito pela Universidade da Califórnia em Los Angeles mostrou que aquelas que tinham algum rival na turma da escola eram vistas como mais maduras pelos professores. As meninas que reagiam a alguma antipatia foram consideradas donas de maior competência social. Os meninos com inimizades foram classificados como alunos com melhor comportamento. Nesses casos - que não envolviam agressões físicas, segundo a pesquisa -, as crianças não só aprenderam a reagir a menosprezo, pressão e sarcasmo como ainda ganharam status no colégio. "Tanto para meninos quanto para meninas, ter uma antipatia mútua com alguém de outro sexo é associado à popularidade", escreve a pesquisadora e autora do estudo Melissa Witkow, hoje professora de psicologia da Universidade Willamette, nos EUA.
A recente onda de crimes ligados a bullying, no entanto, criou o temor de que crianças e adolescentes talvez não deem conta da briga sozinhos. A comprovação disso estaria em casos como o do adolescente que guardou por anos o rancor das humilhações que passou em um colégio na cidade do Rio de Janeiro - até voltar lá, e disparar contra alunos, deixando 13 mortos. O resultado de histórias assim foi uma pressão de pais, mestres e legisladores para que o comportamento das crianças seja mais controlado. E para que até a polícia seja chamada para impedir as agressões. Em junho, o Senado brasileiro aprovou um projeto de lei determinando que as escolas inibam atitudes e situações que possam gerar bullying. Em maio, um americano de 17 anos, que não teve o nome divulgado pela polícia, foi preso por dar notas às colegas de turma - altas para as mais bonitas, baixas para as mais feias - e publicar a avaliação no Facebook.
Essa reação é chamada de superproteção pelos pesquisadores que defendem a não intervenção dos adultos nas disputas entre crianças e adolescentes. "É como se o mundo inteiro estivesse sofrendo de amnésia. Os adultos se esqueceram de que passaram pelas mesmas disputas no colégio", diz Helen Guldberg, psicóloga e professora de desenvolvimento infantil na Open University, Inglaterra. Segundo Helen, estamos julgando as atitudes das crianças com base nos valores de adultos. "O comportamento das crianças - as palavras que usam, o jeito brusco com que, por exemplo, excluem outros de suas brincadeiras - está sendo julgado com a seriedade com que encararíamos o relacionamento entre adultos em um escritório", afirma.
Essa linha de não intervenção defendida por gente como Helen Guldberg é polêmica. Para os críticos, desavenças simples podem ser o início de conflitos mais graves - eventos que poderão deixar marcas físicas e psicológicas. "O bullying é um problema sério que precisa ser combatido", diz Aramis Lopes Neto, pediatra e estudioso do tema. Mas em um ponto as duas linhas concordam: quando a briga se repete e se prolonga por um tempo, e só um lado sai sempre perdendo é porque a criança já está derrotada. E é hora de os adultos entrarem em ação.
Prestar atenção ao comportamento da criança ajuda a descobrir se é o caso de intervir. Mudanças repentinas, como queda no desempenho escolar ou aumento da agressividade, são sinais importantes. Se o problema não for resolvido, alguns efeitos podem se estender. "Muitos adultos trazem da infância dificuldades de relacionamento social e baixa autoestima", afirma Lopes Neto. Isso atrapalharia a vida profissional e pessoal, como a capacidade de manter relacionamentos estáveis. "Há vítimas que não se desenvolvem profissionalmente por medo de se expor e se tornar alvo de bullying no trabalho", diz o médico. É como se elas não conseguissem nunca sair da zona de conforto. Exatamente o que pode acontecer com quem passa a infância na sombra dos pais, sem enfrentar uma briga sozinho.
(Superinteressante, ed. 294, agosto de 2011, p. 72-74.) Texto adaptado.
O emprego da flexão verbal do pretérito imperfeito do indicativo – “era” – no título do texto sugere:
 

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Os países denominados BRIC's são aqueles que se destacam no cenário mundial pelo rápido crescimento das suas economias e correspondem respectivamente:
 

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1409467 Ano: 2012
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais da solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. (LDBEN – art 2º)

Considerando os princípios descritos na LDBEN, marque a alternativa INCORRETA:

 

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1408645 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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“ A inclusão de alunos deficientes não se concretiza nem pelo dispositivo legal, nem pela simples admissão do aluno na escola regular. O oferecimento de serviços complementares, a adoção de práticas criativas na sala de aula, a construção de um projeto pedagógico que considere a diversidade do alunado, com a consequente revisão de posturas e a construção de uma nova prática educacional são requisitos da efetiva inclusão.” Maria Eliana Novais - Subsecretaria de Desenvolvimento da Educação.
Em qual das situações descritas abaixo, os alunos com deficiência, matriculados nas escolas regulares, têm seus direitos observados. Marque (S) para as alternativas PERTINENTES e (N) para as NÃO PERTINENTES.
(   ) Oferecer uma variedade de atividades desconexas entre si, sem implementação de uma prática educativa para a diversidade.
(   ) Flexibilização curricular, a qual será repensada a partir do contexto grupal em que se insere determinado aluno.
(   ) Analisar o percurso de cada aluno, do ponto de vista da evolução de suas competências ao resolver problemas, na organização do trabalho escolar, e integração na vida social da escola.
(   ) Os profissionais da educação envolvidos com a inclusão precisam ter preparação apropriada antes ou concomitante à chegada do aluno.
(    ) O professor terá um plano de ensino único para toda classe, incluindo o aluno com deficiência.
(    ) Ter um atendimento educacional especializado fora da rede regular, como substituto do ensino ministrado na escola comum.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
 

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