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Foram encontradas 60 questões.

1384172 Ano: 2012
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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A Presidente do Conselho Federal de Biblioteconomia – CFB, em cumprimento ao disposto no artigo 1º da Resolução CFB n. 89/2008, convocou a todos os profissionais Bibliotecários para participarem da Assembleia Geral Eleitoral realizada nos Conselhos Regionais de Biblioteconomia em todo o país. Foram eleitos 12 (doze) membros titulares e 6 (seis) suplentes para compor o Plenário dos Conselhos Regionais de Biblioteconomia (CRB), para o período 2012/2014. São requisitos para os participantes comporem a chapa eleitoral, EXCETO:
 

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1384003 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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Em computação, um protocolo é um conjunto de regras que servem para que uma comunicação se estabeleça entre computadores. Com relação aos tipos de protocolos, marque a alternativa CORRETA:
 

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1382053 Ano: 2012
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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A função de planejar e elaborar políticas de formação, desenvolvimento e organização de coleções exige diversas tomadas de decisão. É CORRETO afirmar que é preciso:
 

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1379991 Ano: 2012
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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Na Classificação Decimal Universal – CDU, existem cinco tabelas de conceitos recorrentes gerais, que podem ser usadas tanto isoladamente, se for o caso, como para qualificar conceitos.
No esquema a seguir, enumere a segunda coluna de acordo com a primeira, indicando o Símbolo correspondente da Tabela. Em seguida, marque a alternativa que contém a sequência CORRETA na segunda coluna.
1. Ic Auxiliares comuns de língua
2. Id Auxiliares comuns de forma
3. Ie Auxiliares comuns de lugar
4. If Auxiliares comuns de raça e nacionalidade
5. Ig Auxiliares comuns de tempo
(    ) “...”
(    ) (1/9)
(    ) (=...)
(    ) =
(    ) (0...)
 

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1379505 Ano: 2012
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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A globalização da economia tem provocado mudanças em vários setores das sociedades, incluindo a pesquisa básica e a relação entre as áreas do conhecimento. Dentre as diversas tendências apontadas nessa linha, algumas parecem relacionar-se diretamente ao estudo e à prática da Biblioteconomia no Brasil. São elas, EXCETO:
 

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1379045 Ano: 2012
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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No processamento técnico do acervo, utilizando o Formato USMARC, alguns campos são necessários para que o registro tenha o nível completo de informações que permita a sua utilização em âmbito nacional e internacional.
No esquema a seguir, enumere a segunda coluna de acordo com a primeira, indicando os Campos Obrigatórios, Campos Aplicáveis e Campos Não Obrigatórios. Em seguida, marque a alternativa que contém a sequência CORRETA na segunda coluna.
1. Campo Obrigatório
2. Campo Aplicável
3. Campo Não Obrigatório
(   ) Campo 245 – Título Principal.
(   ) Campo 852 – Sigla do Acervo
(   ) Campo 490 – Indicação de Série.
(   ) Campo 502 – Notas de Dissertação ou Tese.
(   ) Campo 100 – Entrada - Principal Nome Pessoal
(   ) Campo 082 – Classificação Decimal de Dewey.
(   ) Campo 003 – Identificador do Número de Controle.
 

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1378536 Ano: 2012
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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É consenso afirmar que, sem bibliotecas, não haveria ciência, tecnologia ou as demais manifestações da cultura humana registradas e o conjunto do conhecimento ficaria restrito aos saberes limitados ao escopo da memória oral coletiva ou dos eventuais registros humanos dispersos. Com o advento da possibilidade de se criarem bibliotecas digitais, o conceito geral de biblioteca foi bastante ampliado. É INCORRETO apontar sobre a biblioteca digital:
 

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1376994 Ano: 2012
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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Segundo a NBR 6021:2003 (Informações e documentação – Publicação periódica científica impressa – Apresentação), é CORRETO afirmar que o grupo de pessoas encarregadas de elaborar as diretrizes, estabelecendo o perfil político -filosófico-editorial de uma publicação periódica científica é:
 

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1376781 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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TEXTO 1
Era coisa de criança
Colar chiclete na cadeira dos outros, rir do cabelo cortado do colega. Mas agora brincadeiras como essas ganharam um nome sério: bullying. E passaram a ser resolvidas por adultos: pais, mestres e até, em alguns casos, polícia.
O termo bullying significa a prática de agredir alguém fisicamente, verbalmente, até por atitudes (como caretas). Mas tem sido usado como um alarme, um chamado para que adultos interfiram no relacionamento de seus filhos e alunos. Uma nova linha de pesquisadores, no entanto, vem defendendo que o buIlying não é necessariamente um problema para gente grande. Segundo eles, as picuinhas entre crianças e adolescentes devem ser resolvidas pelos próprios envolvidos. Sem adultos como juízes.
Esses especialistas não dizem que crianças devem trocar socos na saída da escola. Nem que apanhar faz bem. Afirmam, sim, que disputar é como um rito, pelo qual passamos no início da vida para saber enfrentar as encrencas maiores do futuro. Afinal, fazemos isso desde os tempos mais remotos. "Em boa parte da história da humanidade a agressão foi um traço adaptativo", escreve Monica J. Harris, professora de psicologia da Universidade do Kentucky, em Bullying, Rejection and Peer Victimization (sem tradução em português). No passado, os homens disputavam comida para garantir a sobrevivência. O conflito definia quem ia perpetuar a espécie e quem ficaria para trás. "Aqueles humanos mais agressivos em termos de buscar as coisas e proteger seus recursos e parentes tinham mais chances de sobreviver e reproduzir", afirma Monica. Enquanto os homens teriam aprendido a usar a força física, as mulheres desenvolveram habilidades mais sutis, como agressões verbais - fofocas e rumores.
Se antes essas táticas garantiam a sobrevivência, hoje nos ajudam no convívio social. Quando as crianças deixam o conforto do lar para frequentar o colégio, descobrem que nem sempre suas vontades são atendidas. E que precisam negociar o tempo todo, como por um brinquedo ou por um lugar para sentar. Sem passar por isso, será mais difícil lidar com um desafeto no futuro, como um chefe, o síndico do prédio ou aquele amigo que empresta dinheiro e nunca paga.
O resultado da superação desses primeiros embates aparece cedo. Um estudo com 2 mil crianças com idade de 11 e 12 anos feito pela Universidade da Califórnia em Los Angeles mostrou que aquelas que tinham algum rival na turma da escola eram vistas como mais maduras pelos professores. As meninas que reagiam a alguma antipatia foram consideradas donas de maior competência social. Os meninos com inimizades foram classificados como alunos com melhor comportamento. Nesses casos - que não envolviam agressões físicas, segundo a pesquisa -, as crianças não só aprenderam a reagir a menosprezo, pressão e sarcasmo como ainda ganharam status no colégio. "Tanto para meninos quanto para meninas, ter uma antipatia mútua com alguém de outro sexo é associado à popularidade", escreve a pesquisadora e autora do estudo Melissa Witkow, hoje professora de psicologia da Universidade Willamette, nos EUA.
A recente onda de crimes ligados a bullying, no entanto, criou o temor de que crianças e adolescentes talvez não deem conta da briga sozinhos. A comprovação disso estaria em casos como o do adolescente que guardou por anos o rancor das humilhações que passou em um colégio na cidade do Rio de Janeiro - até voltar lá, e disparar contra alunos, deixando 13 mortos. O resultado de histórias assim foi uma pressão de pais, mestres e legisladores para que o comportamento das crianças seja mais controlado. E para que até a polícia seja chamada para impedir as agressões. Em junho, o Senado brasileiro aprovou um projeto de lei determinando que as escolas inibam atitudes e situações que possam gerar bullying. Em maio, um americano de 17 anos, que não teve o nome divulgado pela polícia, foi preso por dar notas às colegas de turma - altas para as mais bonitas, baixas para as mais feias - e publicar a avaliação no Facebook.
Essa reação é chamada de superproteção pelos pesquisadores que defendem a não intervenção dos adultos nas disputas entre crianças e adolescentes. "É como se o mundo inteiro estivesse sofrendo de amnésia. Os adultos se esqueceram de que passaram pelas mesmas disputas no colégio", diz Helen Guldberg, psicóloga e professora de desenvolvimento infantil na Open University, Inglaterra. Segundo Helen, estamos julgando as atitudes das crianças com base nos valores de adultos. "O comportamento das crianças - as palavras que usam, o jeito brusco com que, por exemplo, excluem outros de suas brincadeiras - está sendo julgado com a seriedade com que encararíamos o relacionamento entre adultos em um escritório", afirma.
Essa linha de não intervenção defendida por gente como Helen Guldberg é polêmica. Para os críticos, desavenças simples podem ser o início de conflitos mais graves - eventos que poderão deixar marcas físicas e psicológicas. "O bullying é um problema sério que precisa ser combatido", diz Aramis Lopes Neto, pediatra e estudioso do tema. Mas em um ponto as duas linhas concordam: quando a briga se repete e se prolonga por um tempo, e só um lado sai sempre perdendo é porque a criança já está derrotada. E é hora de os adultos entrarem em ação.
Prestar atenção ao comportamento da criança ajuda a descobrir se é o caso de intervir. Mudanças repentinas, como queda no desempenho escolar ou aumento da agressividade, são sinais importantes. Se o problema não for resolvido, alguns efeitos podem se estender. "Muitos adultos trazem da infância dificuldades de relacionamento social e baixa autoestima", afirma Lopes Neto. Isso atrapalharia a vida profissional e pessoal, como a capacidade de manter relacionamentos estáveis. "Há vítimas que não se desenvolvem profissionalmente por medo de se expor e se tornar alvo de bullying no trabalho", diz o médico. É como se elas não conseguissem nunca sair da zona de conforto. Exatamente o que pode acontecer com quem passa a infância na sombra dos pais, sem enfrentar uma briga sozinho.
(Superinteressante, ed. 294, agosto de 2011, p. 72-74.) Texto adaptado.
Mas agora brincadeiras como essas ganharam um nome sério: bullying”.
A expressão que substitui o termo destacado na frase acima sem alterar seu sentido é:
 

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1376582 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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Marque a alternativa correspondente à frase em que a concordância verbal esteja CORRETA:
 

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