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Foram encontradas 160 questões.

2577124 Ano: 2021
Disciplina: História
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Corbélia-PR
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Quanto ao período pré-cabralino no Brasil, é INCORRETO afirmar que:

 

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2577123 Ano: 2021
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Corbélia-PR
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“A plataforma de criptomoeda Poly Network informou que quase todos os US$ 610 milhões (R$ 3,2 bilhões) roubados este mês, em um dos maiores roubos de criptomoedas, foram devolvidos pela pessoa, ou pelas pessoas por trás do ataque. Em uma publicação no Twitter, a Poly Network afirmou que havia recuperado o controle de todos os ativos, exceto US$ 33 milhões da moeda estável Tether que haviam sido congelados pela empresa que a administra. A rede disse que estava conversando com a Tether para liberar esses fundos.”

(Disponível em: https://g1.globo.com/economia/

tecnologia/noticia/2021/08/24/plataforma-de-criptomoeda-diz-que-us-600 milhoesroubados- foram-devolvidos.ghtml. Acesso em: 25/08/2020. Adaptado.)

Sobre as criptomoedas, analise as afirmativas a seguir.

I. São moedas totalmente digitais.

II. Têm como principais funções: servem como meio de troca, facilitando as transações comerciais; exercem reserva de valor, para a preservação do poder de compra no futuro; e, ajustam-se como unidade de conta.

III. São emitidas pelos seus governos de origem.

Está correto o que se afirma apenas em

 

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2577122 Ano: 2021
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Corbélia-PR
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“O Ministério de Minas e Energia anunciou que fará um programa com metas para redução do consumo de energia elétrica dos clientes residenciais e de pequenos comércios, que são atendidos pelas distribuidoras de energia elétrica. O programa não será obrigatório. Quem aderir, ganhará um bônus como descontos nas contas de luz.”

(Disponível em: https://oglobo.globo.com/economia/governo-dara-desconto-na-conta-de-luz-de-quem-reduzir-consumo-de-energia- 25170653?utm_source=globo.com&utm_medium=oglobo. Acesso em: 25/08/2021.)

Sobre os tipos de energia do Brasil, analise as afirmativas, marque V para as verdadeiras e F para as falsas.

( ) As hidrelétricas são responsáveis pela maior parte da produção de energia para consumo no país

( ) Apesar dos grandes investimentos do governo, a energia eólica decresce gradativamente a cada ano.

( ) As termoelétricas são fundamentais na geração de energia do país, pois os seus custos de construção são reduzidos.

A sequência está correta em

 

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2577121 Ano: 2021
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Corbélia-PR
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“Cuba aprovou o Decreto nº 35 e regulamentou as telecomunicações e crimes cibernéticos. Essa é a primeira Lei aprovada na ilha relacionada a delitos cometidos na internet, que reconhece danos éticos e sociais da agressão digital. O texto entrou em vigência há uma semana e já se tornou motivo de polêmica nas redes sociais e meios de comunicação tradicionais que o denunciam como ‘lei da mordaça’.”

(Disponível em: https://operamundi.uol.com.br

/politica-e-economia/71072/cuba-aprova-primeira-lei-contra-crimes-ciberneticos-veja-o-queisso- representa. Acesso em: 25/08/2021.)

São consideradas características de Cuba, EXCETO:

 

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2577120 Ano: 2021
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Corbélia-PR
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“De acordo com Dawisson Belém Lopes, professor de política internacional da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o resultado das três últimas eleições presidenciais, ocorridas na América Latina, mostra a esquerda fortalecida, mas com a direita bastante significativa. ‘Isso leva a um continente que está fraturado, que realmente essa bipolarização, essa polarização não é um fenômeno brasileiro, é um fenômeno, no mínimo, continental, para não dizer mundial’.”

(Disponível em: https://www.em.com.br/

app/noticia/internacional/2021/06/11/interna_internacional,1275858/praentender-as-eleicoes-naamerica- latina-e-os-reflexos-no-brasil.shtml. Adaptado.)

Na eleição peruana, segundo a Oficina Nacional de Processos Electorales (ONPE), órgão eleitoral do país similar ao TSE, o presidente eleito teve 50,19% dos votos válidos, contra 49,80% do adversário.

É o atual presidente eleito no Peru:

 

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2577119 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Corbélia-PR
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Um sonho de simplicidade

Então, de repente, no meio dessa desarrumação feroz da vida urbana, dá na gente um sonho de simplicidade. Será um sonho vão? Detenho-me um instante, entre duas providências a tomar, para me fazer essa pergunta. Por que fumar tantos cigarros? Eles não me dão prazer algum; apenas me fazem falta. São uma necessidade que inventei. Por que beber uísque, por que procurar a voz de mulher na penumbra ou amigos no bar para dizer coisas vãs, brilhar um pouco, saber intrigas?

A vida poderia ser mais simples. Precisamos de uma casa, comida, uma simples mulher, que mais? Que se possa andar limpo e não ter fome, nem sede, nem frio. Para que beber tanta coisa gelada? Antes eu tomava água fresca da talha, e a água era boa. E quando precisava de um pouco de evasão, meu trago de cachaça.

Que restaurante ou boate me deu o prazer que tive na choupana daquele velho caboclo no Acre? A gente tinha ido pescar no rio, de noite. Puxamos a rede afundando os pés na lama, na noite escura, e isso era bom. Quando ficamos bem cansados, meio molhados, com frio, subimos a barranca, no meio do mato, e chegamos à choça de um velho seringueiro. Ele acendeu um fogo, esquentamos um pouco junto do fogo, depois me deitei numa grande rede branca – foi um carinho ao longo de todos os músculos cansados. E então ele me deu um pedaço de peixe moqueado e meia caneca de cachaça. Que prazer em comer aquele peixe, que calor bom em tomar aquela cachaça e ficar algum tempo a conversar, entre grilos e vozes distantes de animais noturnos.

Mas para instaurar uma vida mais simples e sábia, então seria preciso ganhar a vida de outro jeito, não assim, nesse comércio de pequenas pilhas de palavras, esse ofício absurdo e vão de dizer coisas, dizer coisas… Seria preciso fazer algo de sólido e de singelo; tirar areia do rio, cortar lenha, lavrar a terra, algo de útil e concreto, que me fatigasse o corpo, mas deixasse a alma sossegada e limpa.

Todo mundo, com certeza, tem de repente um sonho assim. É apenas um instante. O telefone toca. Um momento! Tiramos um lápis do bolso para tomar nota de um nome, um número… Para que tomar nota? Não precisamos tomar nota de nada, precisamos apenas viver – sem nome, nem número, fortes, doces, distraídos, bons, como os bois, as mangueiras e o ribeirão.

(Conto Brasileiro. Contos, crônicas e poesias de autores brasileiros. Rubem Braga. Com adaptações.)

No fragmento “Todo mundo, com certeza, tem de repente um sonho assim.”, a expressão destacada evidencia sentido de:

 

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2577118 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Corbélia-PR
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Um sonho de simplicidade

Então, de repente, no meio dessa desarrumação feroz da vida urbana, dá na gente um sonho de simplicidade. Será um sonho vão? Detenho-me um instante, entre duas providências a tomar, para me fazer essa pergunta. Por que fumar tantos cigarros? Eles não me dão prazer algum; apenas me fazem falta. São uma necessidade que inventei. Por que beber uísque, por que procurar a voz de mulher na penumbra ou amigos no bar para dizer coisas vãs, brilhar um pouco, saber intrigas?

A vida poderia ser mais simples. Precisamos de uma casa, comida, uma simples mulher, que mais? Que se possa andar limpo e não ter fome, nem sede, nem frio. Para que beber tanta coisa gelada? Antes eu tomava água fresca da talha, e a água era boa. E quando precisava de um pouco de evasão, meu trago de cachaça.

Que restaurante ou boate me deu o prazer que tive na choupana daquele velho caboclo no Acre? A gente tinha ido pescar no rio, de noite. Puxamos a rede afundando os pés na lama, na noite escura, e isso era bom. Quando ficamos bem cansados, meio molhados, com frio, subimos a barranca, no meio do mato, e chegamos à choça de um velho seringueiro. Ele acendeu um fogo, esquentamos um pouco junto do fogo, depois me deitei numa grande rede branca – foi um carinho ao longo de todos os músculos cansados. E então ele me deu um pedaço de peixe moqueado e meia caneca de cachaça. Que prazer em comer aquele peixe, que calor bom em tomar aquela cachaça e ficar algum tempo a conversar, entre grilos e vozes distantes de animais noturnos.

Mas para instaurar uma vida mais simples e sábia, então seria preciso ganhar a vida de outro jeito, não assim, nesse comércio de pequenas pilhas de palavras, esse ofício absurdo e vão de dizer coisas, dizer coisas… Seria preciso fazer algo de sólido e de singelo; tirar areia do rio, cortar lenha, lavrar a terra, algo de útil e concreto, que me fatigasse o corpo, mas deixasse a alma sossegada e limpa.

Todo mundo, com certeza, tem de repente um sonho assim. É apenas um instante. O telefone toca. Um momento! Tiramos um lápis do bolso para tomar nota de um nome, um número… Para que tomar nota? Não precisamos tomar nota de nada, precisamos apenas viver – sem nome, nem número, fortes, doces, distraídos, bons, como os bois, as mangueiras e o ribeirão.

(Conto Brasileiro. Contos, crônicas e poesias de autores brasileiros. Rubem Braga. Com adaptações.)

No trecho “E quando precisava de um pouco de evasão, meu trago de cachaça.”, a palavra “evasão” significa:

 

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2577117 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Corbélia-PR
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Um sonho de simplicidade

Então, de repente, no meio dessa desarrumação feroz da vida urbana, dá na gente um sonho de simplicidade. Será um sonho vão? Detenho-me um instante, entre duas providências a tomar, para me fazer essa pergunta. Por que fumar tantos cigarros? Eles não me dão prazer algum; apenas me fazem falta. São uma necessidade que inventei. Por que beber uísque, por que procurar a voz de mulher na penumbra ou amigos no bar para dizer coisas vãs, brilhar um pouco, saber intrigas?

A vida poderia ser mais simples. Precisamos de uma casa, comida, uma simples mulher, que mais? Que se possa andar limpo e não ter fome, nem sede, nem frio. Para que beber tanta coisa gelada? Antes eu tomava água fresca da talha, e a água era boa. E quando precisava de um pouco de evasão, meu trago de cachaça.

Que restaurante ou boate me deu o prazer que tive na choupana daquele velho caboclo no Acre? A gente tinha ido pescar no rio, de noite. Puxamos a rede afundando os pés na lama, na noite escura, e isso era bom. Quando ficamos bem cansados, meio molhados, com frio, subimos a barranca, no meio do mato, e chegamos à choça de um velho seringueiro. Ele acendeu um fogo, esquentamos um pouco junto do fogo, depois me deitei numa grande rede branca – foi um carinho ao longo de todos os músculos cansados. E então ele me deu um pedaço de peixe moqueado e meia caneca de cachaça. Que prazer em comer aquele peixe, que calor bom em tomar aquela cachaça e ficar algum tempo a conversar, entre grilos e vozes distantes de animais noturnos.

Mas para instaurar uma vida mais simples e sábia, então seria preciso ganhar a vida de outro jeito, não assim, nesse comércio de pequenas pilhas de palavras, esse ofício absurdo e vão de dizer coisas, dizer coisas… Seria preciso fazer algo de sólido e de singelo; tirar areia do rio, cortar lenha, lavrar a terra, algo de útil e concreto, que me fatigasse o corpo, mas deixasse a alma sossegada e limpa.

Todo mundo, com certeza, tem de repente um sonho assim. É apenas um instante. O telefone toca. Um momento! Tiramos um lápis do bolso para tomar nota de um nome, um número… Para que tomar nota? Não precisamos tomar nota de nada, precisamos apenas viver – sem nome, nem número, fortes, doces, distraídos, bons, como os bois, as mangueiras e o ribeirão.

(Conto Brasileiro. Contos, crônicas e poesias de autores brasileiros. Rubem Braga. Com adaptações.)

“Seria preciso fazer algo de sólido e de singelo; tirar areia do rio, cortar lenha, lavrar a terra, algo de útil e concreto, que me fatigasse o corpo, mas deixasse a alma sossegada e limpa.”A expressão assinalada anteriormente expressa ideia de:

 

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2577116 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Corbélia-PR
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Um sonho de simplicidade

Então, de repente, no meio dessa desarrumação feroz da vida urbana, dá na gente um sonho de simplicidade. Será um sonho vão? Detenho-me um instante, entre duas providências a tomar, para me fazer essa pergunta. Por que fumar tantos cigarros? Eles não me dão prazer algum; apenas me fazem falta. São uma necessidade que inventei. Por que beber uísque, por que procurar a voz de mulher na penumbra ou amigos no bar para dizer coisas vãs, brilhar um pouco, saber intrigas?

A vida poderia ser mais simples. Precisamos de uma casa, comida, uma simples mulher, que mais? Que se possa andar limpo e não ter fome, nem sede, nem frio. Para que beber tanta coisa gelada? Antes eu tomava água fresca da talha, e a água era boa. E quando precisava de um pouco de evasão, meu trago de cachaça.

Que restaurante ou boate me deu o prazer que tive na choupana daquele velho caboclo no Acre? A gente tinha ido pescar no rio, de noite. Puxamos a rede afundando os pés na lama, na noite escura, e isso era bom. Quando ficamos bem cansados, meio molhados, com frio, subimos a barranca, no meio do mato, e chegamos à choça de um velho seringueiro. Ele acendeu um fogo, esquentamos um pouco junto do fogo, depois me deitei numa grande rede branca – foi um carinho ao longo de todos os músculos cansados. E então ele me deu um pedaço de peixe moqueado e meia caneca de cachaça. Que prazer em comer aquele peixe, que calor bom em tomar aquela cachaça e ficar algum tempo a conversar, entre grilos e vozes distantes de animais noturnos.

Mas para instaurar uma vida mais simples e sábia, então seria preciso ganhar a vida de outro jeito, não assim, nesse comércio de pequenas pilhas de palavras, esse ofício absurdo e vão de dizer coisas, dizer coisas… Seria preciso fazer algo de sólido e de singelo; tirar areia do rio, cortar lenha, lavrar a terra, algo de útil e concreto, que me fatigasse o corpo, mas deixasse a alma sossegada e limpa.

Todo mundo, com certeza, tem de repente um sonho assim. É apenas um instante. O telefone toca. Um momento! Tiramos um lápis do bolso para tomar nota de um nome, um número… Para que tomar nota? Não precisamos tomar nota de nada, precisamos apenas viver – sem nome, nem número, fortes, doces, distraídos, bons, como os bois, as mangueiras e o ribeirão.

(Conto Brasileiro. Contos, crônicas e poesias de autores brasileiros. Rubem Braga. Com adaptações.)

Em “Mas para instaurar uma vida mais simples e sábia, então seria preciso ganhar a vida de outro jeito, não assim, nesse comércio de pequenas pilhas de palavras, esse ofício absurdo e vão de dizer coisas, dizer coisas…”, o trecho assinalado denota:

 

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2577115 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Corbélia-PR
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Um sonho de simplicidade

Então, de repente, no meio dessa desarrumação feroz da vida urbana, dá na gente um sonho de simplicidade. Será um sonho vão? Detenho-me um instante, entre duas providências a tomar, para me fazer essa pergunta. Por que fumar tantos cigarros? Eles não me dão prazer algum; apenas me fazem falta. São uma necessidade que inventei. Por que beber uísque, por que procurar a voz de mulher na penumbra ou amigos no bar para dizer coisas vãs, brilhar um pouco, saber intrigas?

A vida poderia ser mais simples. Precisamos de uma casa, comida, uma simples mulher, que mais? Que se possa andar limpo e não ter fome, nem sede, nem frio. Para que beber tanta coisa gelada? Antes eu tomava água fresca da talha, e a água era boa. E quando precisava de um pouco de evasão, meu trago de cachaça.

Que restaurante ou boate me deu o prazer que tive na choupana daquele velho caboclo no Acre? A gente tinha ido pescar no rio, de noite. Puxamos a rede afundando os pés na lama, na noite escura, e isso era bom. Quando ficamos bem cansados, meio molhados, com frio, subimos a barranca, no meio do mato, e chegamos à choça de um velho seringueiro. Ele acendeu um fogo, esquentamos um pouco junto do fogo, depois me deitei numa grande rede branca – foi um carinho ao longo de todos os músculos cansados. E então ele me deu um pedaço de peixe moqueado e meia caneca de cachaça. Que prazer em comer aquele peixe, que calor bom em tomar aquela cachaça e ficar algum tempo a conversar, entre grilos e vozes distantes de animais noturnos.

Mas para instaurar uma vida mais simples e sábia, então seria preciso ganhar a vida de outro jeito, não assim, nesse comércio de pequenas pilhas de palavras, esse ofício absurdo e vão de dizer coisas, dizer coisas… Seria preciso fazer algo de sólido e de singelo; tirar areia do rio, cortar lenha, lavrar a terra, algo de útil e concreto, que me fatigasse o corpo, mas deixasse a alma sossegada e limpa.

Todo mundo, com certeza, tem de repente um sonho assim. É apenas um instante. O telefone toca. Um momento! Tiramos um lápis do bolso para tomar nota de um nome, um número… Para que tomar nota? Não precisamos tomar nota de nada, precisamos apenas viver – sem nome, nem número, fortes, doces, distraídos, bons, como os bois, as mangueiras e o ribeirão.

(Conto Brasileiro. Contos, crônicas e poesias de autores brasileiros. Rubem Braga. Com adaptações.)

De acordo com as informações textuais, é possível depreender que o cronista:

 

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