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3323610 Ano: 2019
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Cuiabá-MT
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Considerar as seguintes informações para responder a questão.

No final do exercício financeiro, foram obtidas as

seguintes informações na contabilidade de uma

determinada prefeitura:

Títulos R$

Caixa e equivalente de caixa em

moeda nacional (F)

34.200,00
Bens imóveis (P) 70.200,00
Empréstimos de curto prazo (P) 22.320,00
Fornecedores nacionais a curto prazo (F) 23.760,00
Pessoal a pagar (F) 10.800,00
Móveis e utensílios (P) 39.600,00
Créditos fiscais a receber - curto prazo (P) 8.000,00
Depósitos restituíveis (F) 5.400,00
Estoque para distribuição interna (P) 10.800,00
Aplicações financeiras (F) 9.000,00
Valores restituíveis (F) 5.400,00
Empréstimos a longo prazo (P) 72.000,00
Depreciação acumulada (P) 5.400,00
Dotação atualizada 112.000,00
Crédito empenhado a liquidar 4.680,00
Crédito empenhado liquidado a pagar 34560,00
Crédito empenhado pago 57.600,00
Receita realizada 93.600,00
Previsão atualizada 112.000,00

De acordo com as normas vigentes, o valor do superávit financeiro evidenciado no balanço patrimonial era igual a:

 

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3323609 Ano: 2019
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Cuiabá-MT
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Considerar as seguintes informações para responder a questão.

No final do exercício financeiro, foram obtidas as

seguintes informações na contabilidade de uma

determinada prefeitura:

Títulos R$

Caixa e equivalente de caixa em

moeda nacional (F)

34.200,00
Bens imóveis (P) 70.200,00
Empréstimos de curto prazo (P) 22.320,00
Fornecedores nacionais a curto prazo (F) 23.760,00
Pessoal a pagar (F) 10.800,00
Móveis e utensílios (P) 39.600,00
Créditos fiscais a receber - curto prazo (P) 8.000,00
Depósitos restituíveis (F) 5.400,00
Estoque para distribuição interna (P) 10.800,00
Aplicações financeiras (F) 9.000,00
Valores restituíveis (F) 5.400,00
Empréstimos a longo prazo (P) 72.000,00
Depreciação acumulada (P) 5.400,00
Dotação atualizada 112.000,00
Crédito empenhado a liquidar 4.680,00
Crédito empenhado liquidado a pagar 34560,00
Crédito empenhado pago 57.600,00
Receita realizada 93.600,00
Previsão atualizada 112.000,00

No balanço patrimonial elaborado pela prefeitura, em 31 de dezembro, o montante do Ativo Circulante era igual a:

 

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3323471 Ano: 2019
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Cuiabá-MT
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Uma determinada prefeitura, no exercício financeiro de 2018, realizou as seguintes transações (valores em Reais):

Reconhecimento de impostos diretos 10.000,00
Doação de bens móveis a terceiros 5.000,00
Operações de crédito internas 20.000,00
Aluguéis de imóveis cedidos 2.500,00
Pagamento de servidores e encargos 25.000,00
Arrecadação de receitas tributárias 40.000,00

Apropriação da depreciação de

imobilizados

7.500,00
Aquisição de mobiliários 12.500,00

Pagamento de serviços prestados por

pessoa física

10.000,00

Baixa do almoxarifado de material para

distribuição

3.750,00

Venda de imobilizado sem ganho

patrimonial

7.500,00

Pagamento de juros e encargos de

empréstimos obtidos

5.000,00
Recebimento da dívida ativa tributária 2.500,00

Pagamento de restos a pagar inscritos

em 2017

7.000,00

Cancelamento de restos a pagar não

processados

3.000,00

Em 31/12/2018, na elaboração da Demonstração das Variações Patrimoniais, o resultado patrimonial corresponde a um:

 

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3323466 Ano: 2019
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Cuiabá-MT
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Em 31 de dezembro, o balancete de verificação da Empresa Comercial Ltda. apresentava as seguintes contas com seus respectivos saldos (valores em reais):

caixa 5.000,00
fornecedores 15.000,00
contas a pagar 10.000,00
clientes 10.000,00
móveis e utensílios 15.000,00
mercadorias 12.000,00
banco c/ movimento 30.000,00
receita de vendas 120.000,00
despesas antecipadas 3.000,00
salários 20.000,00
custo das mercadorias vendidas 50.000,00
capital social 30.000,00
impostos 10.000,00
despesas com material expediente 10.000,00
lucros/prejuízos acumulados 5.000,00
energia elétrica 5.000,00
receita de juros 5.000,00
descontos concedidos 5.000,00

Na elaboração do balanço patrimonial, o valor do capital próprio evidenciado correspondia ao seguinte montante:

 

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A comunicação interpessoal oral no trabalho se realiza por meio do diálogo entre as pessoas. No entanto, todo diálogo, para acontecer, exige que um processo essencial da vida em sociedade ocorra, sem o qual ele não se efetiva. Esse processo é o de:

 

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A categoria de agentes públicos a quem se incumbe a execução das diretrizes traçadas pelo Poder Público e que são os responsáveis pelos destinos fundamentais do Estado, caracterizando-se pelo exercício de funções de direção e orientação estabelecidas na constituição, é a denominada:

 

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VACINAS, PARA QUE AS QUERO?

Em um momento em que os menos avisados suspeitam das vacinas, as autoridades em saúde pública e imunologia apresentam dados mostrando que, na realidade, as vacinas precisam, sim, ser inoculadas com mais frequência. Esse é o teor do artigo 'Quanto tempo duram as vacinas?', assinado por Jon Cohen e publicado na prestigiosa revista Science em abril de 2019. Nele, Cohen indaga, entre outros assuntos, por que o efeito protetor das vacinas contra a gripe dura tão pouco (em média, depois de 90 dias, a proteção começa a cair) e em outras, como as da varíola e da febre amarela, a ação é bem mais prolongada.

Alguns especialistas argumentam que certos vírus sofrem altas taxas de mutação e geram novos clones, que, por serem ligeiramente diferentes dos originais, não seriam reconhecidos pelas células do sistema imune. Mas, a coisa não é tão simples assim.

Ao estudar a caxumba (que ainda afeta os humanos), por exemplo, os epidemiologistas descobriram que a recorrência da doença acontece com mais frequência em uma determinada faixa etária (entre 18 e 29 anos de idade). Se a reinfecção dependesse apenas de mutações, todas as idades deveriam ser igualmente afetadas. Assim, o enigma perdura.

No entanto, o consenso entre os imunologistas especializados em vacinas é que, de fato, precisamos de mais exposição aos agentes infecciosos ou às próprias vacinas. Em outras palavras, no caso da gripe, teríamos que tomar doses seguidas da vacina a fim de aumentar seu efeito protetor. Em razão desses achados, os pesquisadores chegaram até acriticara decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS) de recomendar que a vacina contra afebre amarela devesse ser inoculada apenas uma vez, isto é, seria uma vacina vitalícia.

A necessidade da exposição constante aos agentes infecciosos vai de encontro à hipótese do biólogo norte americano Jared Diamond que, em seu livro Armas, germes e aço, defende a ideia de que, ao longo da história, o sucesso dos conquistadores se deveu, em parte, ao fato de eles serem originalmente cosmopolitas e, dessa maneira, terem adquirido resistência imunológica aos agentes infecciosos da época. Mesmo resistentes, seriam portadores desses agentes, o que manteria a memória imunológica. Já os conquistados, grupo formado por populações menores, sucumbiriam ao confronto por não serem capazes dese defender tanto dos invasores humanos quanto daqueles microscópicos.

Embora o avanço nessa área seja promissor, o mecanismo que torna uma vacina mais duradoura ou não ainda segue sem resposta. Como afirma Cohen em seu artigo, "essa é uma pergunta de um milhão de dólares!" (aproximadamente, o valor do prêmio Nobel).

A despeito disso, ninguém deveria duvidar do poder das vacinas. Muito pelo contrário. A tendência atual no tratamento de doenças crônicas, como o câncer e a artrite reumatoide, é a imunoterapia. Um dia, quem sabe, teremos vacinas contra todos esses males.

Franklin Rumjanek

A ideia central apresentada no quarto parágrafo se refere à seguinte temática:

 

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VACINAS, PARA QUE AS QUERO?

Em um momento em que os menos avisados suspeitam das vacinas, as autoridades em saúde pública e imunologia apresentam dados mostrando que, na realidade, as vacinas precisam, sim, ser inoculadas com mais frequência. Esse é o teor do artigo 'Quanto tempo duram as vacinas?', assinado por Jon Cohen e publicado na prestigiosa revista Science em abril de 2019. Nele, Cohen indaga, entre outros assuntos, por que o efeito protetor das vacinas contra a gripe dura tão pouco (em média, depois de 90 dias, a proteção começa a cair) e em outras, como as da varíola e da febre amarela, a ação é bem mais prolongada.

Alguns especialistas argumentam que certos vírus sofrem altas taxas de mutação e geram novos clones, que, por serem ligeiramente diferentes dos originais, não seriam reconhecidos pelas células do sistema imune. Mas, a coisa não é tão simples assim.

Ao estudar a caxumba (que ainda afeta os humanos), por exemplo, os epidemiologistas descobriram que a recorrência da doença acontece com mais frequência em uma determinada faixa etária (entre 18 e 29 anos de idade). Se a reinfecção dependesse apenas de mutações, todas as idades deveriam ser igualmente afetadas. Assim, o enigma perdura.

No entanto, o consenso entre os imunologistas especializados em vacinas é que, de fato, precisamos de mais exposição aos agentes infecciosos ou às próprias vacinas. Em outras palavras, no caso da gripe, teríamos que tomar doses seguidas da vacina a fim de aumentar seu efeito protetor. Em razão desses achados, os pesquisadores chegaram até acriticara decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS) de recomendar que a vacina contra afebre amarela devesse ser inoculada apenas uma vez, isto é, seria uma vacina vitalícia.

A necessidade da exposição constante aos agentes infecciosos vai de encontro à hipótese do biólogo norte americano Jared Diamond que, em seu livro Armas, germes e aço, defende a ideia de que, ao longo da história, o sucesso dos conquistadores se deveu, em parte, ao fato de eles serem originalmente cosmopolitas e, dessa maneira, terem adquirido resistência imunológica aos agentes infecciosos da época. Mesmo resistentes, seriam portadores desses agentes, o que manteria a memória imunológica. Já os conquistados, grupo formado por populações menores, sucumbiriam ao confronto por não serem capazes dese defender tanto dos invasores humanos quanto daqueles microscópicos.

Embora o avanço nessa área seja promissor, o mecanismo que torna uma vacina mais duradoura ou não ainda segue sem resposta. Como afirma Cohen em seu artigo, "essa é uma pergunta de um milhão de dólares!" (aproximadamente, o valor do prêmio Nobel).

A despeito disso, ninguém deveria duvidar do poder das vacinas. Muito pelo contrário. A tendência atual no tratamento de doenças crônicas, como o câncer e a artrite reumatoide, é a imunoterapia. Um dia, quem sabe, teremos vacinas contra todos esses males.

Franklin Rumjanek

Em " Mas, a coisa não é tão simples assim" (2° parágrafo), o uso da palavra "coisa" é informal, pelo seguinte motivo:

 

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Os representantes dos municípios B, C e D realizam reunião com o Secretário de Educação do Estado Y para discutir os problemas de organização do sistema educacional.

Nos termos da Lei Federal nº 9. 394/96, uma das possibilidades outorgadas aos municípios consiste em compor com o Estado:

 

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A etnologia da palavra ethos, ética em grego, designa a morada humana. Neste sentido, ética é uma construção contínua de princípios e valores, realizada de forma integrada pelo conjunto da sociedade, como uma morada filosófica que o ser humano constrói para si e para todos. Leonardo Boff define que é ético tudo que colabora para tornar melhor o ambiente em que se habita, fazendo dele uma moradia saudável, que deve ser:

 

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