Foram encontradas 70 questões.
- Direitos PolíticosElegibilidade e Condições de Elegibilidade
- InelegibilidadeInelegibilidades Constitucionais
Amanda mudou-se de São Paulo para o município de Cuiabá e, rapidamente, adaptou-se ao novo ambiente conquistando novos amigos e uma rede ampla de relacionamento profissional. Tendo formação técnica, obtém inúmeros clientes e consegue sua independência econômica em poucos anos de atividade. Desejosa de participar da vida comunitária do estado, pretende candidatar-se a ocupar cargo político. Verifica que, nos termos da Lei Orgânica do município de Cuiabá, seriam condições de elegibilidade para o mandato de vereador a:
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No Word nas versões 2010/2013/2016/2019 BR, a execução do atalho de teclado Ctrl + E tem por finalidade aplicar, a um parágrafo de um texto, o alinhamento do tipo:
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Essa planilha foi criada no Excel 2019 BR, tendo sido realizados os seguintes procedimentos:
• nas células F12, F13, F14 e F15, foram inseridas expressões que determinam a média aritmética dos alunos com base nas notas N1, N2 e N3;
• em G12 foi inserida uma expressão usando a função SE, que mostra AP para a situação do aluno se aprovado no caso da média maior ou igual a 5, e RM para reprovado por média, caso esta seja menor que 5;
• para finalizar, a expressão inserida em G12 foi selecionada e copiada para as células de G13 a G15.

Nessas condições, as fórmulas inseridas em F12 e em G13 foram, respectivamente:
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Um atleta, em seu treinamento mensal, percorreu diariamente, em metros, uma determinada distância. A tabela a seguir mostra as distâncias percorridas nos nove primeiros dias do treinamento.

Observe que existe um padrão numérico aplicado para as distâncias percorridas nesses nove dias. Admitindo-se que esse padrão foi mantido durante todo o treinamento, a distância total, em metros, percorrida nos doze primeiros dias, correspondeu a:
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Carlos embalou 374 bombons em 24 caixas cuja capacidade máxima era de 16 bombons. A quantidade mínima de bombons que pode ser colocada em uma dessas caixas é igual a:
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A tabela a seguir mostra o número de funcionários lotados em quatro cargos na secretaria de educação de um determinado município:

Considerando o efetivo acima, será formada uma equipe com três técnicos, sendo um técnico em multimeios, outro em nutrição e um em administração. O número máximo de equipes distintas que se pode formar com esses três técnicos é igual a:
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Considere verdadeiras as seguintes afirmações:
– Rodrigo é astuto.
– Afonso é estudioso.
– Todo professor é astuto.
– Todo professor é estudioso.
Logo, também é necessariamente verdade que:
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A importância da memória na formação da identidade do indivíduo
As histórias e experiências vividas ajudam na construção da personalidade
Dos momentos mais marcantes aos acontecimentos cotidianos, tudo o que acontece em nossas vidas fica armazenado em nosso cérebro. Conforme explica a psicanalista Susan Guggenheim, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), são as lembranças que ajudam o ser humano a definir o seu lugar no mundo. “A memória permite ao sujeito que ele dê algum sentido ao seu estar no mundo nos momentos em que ele se interroga sobre quem é e o que realizou. Evidentemente, nem tudo é lembrado, pois existe uma seletividade das experiências recordadas”, conta a psicanalista.
Para o neurocientista Gilberto Xavier, da Universidade de São Paulo (USP), uma pessoa sem memória não tem identidade. “O próprio conceito de quem eu sou depende da minha história, pois somos frutos dela. Se uma pessoa não consegue lembrar da sua história, ela não é nada. Para se ter uma ideia, se observarmos dois irmãos gêmeos idênticos, que são iguais geneticamente, eles acabam se distinguindo pela personalidade. Essa diferença é fruto da história de cada um deles e de suas heranças culturais, fatores determinantes para a individualidade de cada ser humano”, explica Gilberto.
Susan Guggenheim lembra que a memória humana vem sendo estudada ao longo de séculos por meio de inúmeras descrições, classificações e medidas. “Entretanto, quem primeiro percebeu a dinâmica do seu funcionamento nas situações do cotidiano, bem como sua importância nos sintomas neuróticos, foi Sigmund Freud. Já em seus primeiros trabalhos, ele observou os diversos mecanismos inconscientes que são utilizados pelos sujeitos a fim de lidarem com as situações traumáticas. Além disso, ele percebeu que as pessoas histéricas sofriam de reminiscências”, afirma Susan.
E qual a importância da memória coletiva na construção da sociedade? Respondendo a essa pergunta, a psicanalista lembra que a memória coletiva, seja construída pelos grupos sociais, ou por toda uma sociedade, desperta nas pessoas a sensação de pertencimento a um determinado grupo por terem vivenciado os mesmos “momentos históricos”. “Este sentimento de poder recordar experiências em comum é uma das características que distinguem uma geração da outra”, conta a professora.
Formação da memória
O professor Gilberto lembra que o cérebro é constituído por aproximadamente 87 bilhões de neurônios, que se comunicam entre si por meio de um processo químico chamado sinapse, criando uma infinidade de combinações. “Quando aprendemos algo, criamos novos circuitos cerebrais, que na verdade são novas combinações entre os neurônios. Toda vez que vivenciamos uma experiência, ou assimilamos uma informação, alteramos nossos circuitos cerebrais. Essa alteração na atividade dos circuitos nervosos é que gera a memória, que pode ser visual, auditiva, ou olfativa”, explica o professor.
Disponível em: http://redeglobo.globo.com/acao/noticia/ 2013/03/importancia-da-memoria-na-formacao-daidentidade- do-individuo.html
De acordo com o texto, a memória produz uma sensação de pertencimento que possibilita, entre outros aspectos:
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A importância da memória na formação da identidade do indivíduo
As histórias e experiências vividas ajudam na construção da personalidade
Dos momentos mais marcantes aos acontecimentos cotidianos, tudo o que acontece em nossas vidas fica armazenado em nosso cérebro. Conforme explica a psicanalista Susan Guggenheim, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), são as lembranças que ajudam o ser humano a definir o seu lugar no mundo. “A memória permite ao sujeito que ele dê algum sentido ao seu estar no mundo nos momentos em que ele se interroga sobre quem é e o que realizou. Evidentemente, nem tudo é lembrado, pois existe uma seletividade das experiências recordadas”, conta a psicanalista.
Para o neurocientista Gilberto Xavier, da Universidade de São Paulo (USP), uma pessoa sem memória não tem identidade. “O próprio conceito de quem eu sou depende da minha história, pois somos frutos dela. Se uma pessoa não consegue lembrar da sua história, ela não é nada. Para se ter uma ideia, se observarmos dois irmãos gêmeos idênticos, que são iguais geneticamente, eles acabam se distinguindo pela personalidade. Essa diferença é fruto da história de cada um deles e de suas heranças culturais, fatores determinantes para a individualidade de cada ser humano”, explica Gilberto.
Susan Guggenheim lembra que a memória humana vem sendo estudada ao longo de séculos por meio de inúmeras descrições, classificações e medidas. “Entretanto, quem primeiro percebeu a dinâmica do seu funcionamento nas situações do cotidiano, bem como sua importância nos sintomas neuróticos, foi Sigmund Freud. Já em seus primeiros trabalhos, ele observou os diversos mecanismos inconscientes que são utilizados pelos sujeitos a fim de lidarem com as situações traumáticas. Além disso, ele percebeu que as pessoas histéricas sofriam de reminiscências”, afirma Susan.
E qual a importância da memória coletiva na construção da sociedade? Respondendo a essa pergunta, a psicanalista lembra que a memória coletiva, seja construída pelos grupos sociais, ou por toda uma sociedade, desperta nas pessoas a sensação de pertencimento a um determinado grupo por terem vivenciado os mesmos “momentos históricos”. “Este sentimento de poder recordar experiências em comum é uma das características que distinguem uma geração da outra”, conta a professora.
Formação da memória
O professor Gilberto lembra que o cérebro é constituído por aproximadamente 87 bilhões de neurônios, que se comunicam entre si por meio de um processo químico chamado sinapse, criando uma infinidade de combinações. “Quando aprendemos algo, criamos novos circuitos cerebrais, que na verdade são novas combinações entre os neurônios. Toda vez que vivenciamos uma experiência, ou assimilamos uma informação, alteramos nossos circuitos cerebrais. Essa alteração na atividade dos circuitos nervosos é que gera a memória, que pode ser visual, auditiva, ou olfativa”, explica o professor.
Disponível em: http://redeglobo.globo.com/acao/noticia/ 2013/03/importancia-da-memoria-na-formacao-daidentidade- do-individuo.html
No segundo parágrafo, a menção aos gêmeos assume a seguinte função argumentativa:
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A importância da memória na formação da identidade do indivíduo
As histórias e experiências vividas ajudam na construção da personalidade
Dos momentos mais marcantes aos acontecimentos cotidianos, tudo o que acontece em nossas vidas fica armazenado em nosso cérebro. Conforme explica a psicanalista Susan Guggenheim, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), são as lembranças que ajudam o ser humano a definir o seu lugar no mundo. “A memória permite ao sujeito que ele dê algum sentido ao seu estar no mundo nos momentos em que ele se interroga sobre quem é e o que realizou. Evidentemente, nem tudo é lembrado, pois existe uma seletividade das experiências recordadas”, conta a psicanalista.
Para o neurocientista Gilberto Xavier, da Universidade de São Paulo (USP), uma pessoa sem memória não tem identidade. “O próprio conceito de quem eu sou depende da minha história, pois somos frutos dela. Se uma pessoa não consegue lembrar da sua história, ela não é nada. Para se ter uma ideia, se observarmos dois irmãos gêmeos idênticos, que são iguais geneticamente, eles acabam se distinguindo pela personalidade. Essa diferença é fruto da história de cada um deles e de suas heranças culturais, fatores determinantes para a individualidade de cada ser humano”, explica Gilberto.
Susan Guggenheim lembra que a memória humana vem sendo estudada ao longo de séculos por meio de inúmeras descrições, classificações e medidas. “Entretanto, quem primeiro percebeu a dinâmica do seu funcionamento nas situações do cotidiano, bem como sua importância nos sintomas neuróticos, foi Sigmund Freud. Já em seus primeiros trabalhos, ele observou os diversos mecanismos inconscientes que são utilizados pelos sujeitos a fim de lidarem com as situações traumáticas. Além disso, ele percebeu que as pessoas histéricas sofriam de reminiscências”, afirma Susan.
E qual a importância da memória coletiva na construção da sociedade? Respondendo a essa pergunta, a psicanalista lembra que a memória coletiva, seja construída pelos grupos sociais, ou por toda uma sociedade, desperta nas pessoas a sensação de pertencimento a um determinado grupo por terem vivenciado os mesmos “momentos históricos”. “Este sentimento de poder recordar experiências em comum é uma das características que distinguem uma geração da outra”, conta a professora.
Formação da memória
O professor Gilberto lembra que o cérebro é constituído por aproximadamente 87 bilhões de neurônios, que se comunicam entre si por meio de um processo químico chamado sinapse, criando uma infinidade de combinações. “Quando aprendemos algo, criamos novos circuitos cerebrais, que na verdade são novas combinações entre os neurônios. Toda vez que vivenciamos uma experiência, ou assimilamos uma informação, alteramos nossos circuitos cerebrais. Essa alteração na atividade dos circuitos nervosos é que gera a memória, que pode ser visual, auditiva, ou olfativa”, explica o professor.
Disponível em: http://redeglobo.globo.com/acao/noticia/ 2013/03/importancia-da-memoria-na-formacao-daidentidade- do-individuo.html
No texto, as ideias principais são apresentadas por meio do seguinte procedimento:
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