Foram encontradas 40 questões.
Leia o texto e responda:
CUIDADO COM QUE COMPRA!
Para os moldes atuais, Magdalena Schöttlin
não tinha feito nada de errado, na realidade. Mas em
uma vila alemã de 1708, seu comportamento era
ultrajante. A esposa de 34 anos de um tecelão vivia
usando um “lenço exagerado no pescoço que não
condizia com sua condição de vida, sendo um
flagrante de violação das ordens do governo sobre
vestuário”.
Os censores locais, responsáveis por fazerse cumprir as leis, já haviam alertado Magdalena duas vezes. Então o pastor dirigiu um sermão de
domingo castigando a elegância da alfaiataria, se
referindo especialmente ao lenço de Magdalena.
Finalmente, os censores convocaram a pobre mulher
diante de todo o conselho da igreja e ordenaram que
ela se explicasse.
Quando ela protestou contra a proibição de
seu acessório, alegando que havia sido presenteada
com o objeto e que outras pessoas também usavam
adornos parecidos, a paciência dos censores
acabou. Magdalena foi ordenada a parar de usar seu
lenço “ostentação” para sempre. Ela também foi
sentenciada a pagar 11 Kreuzer quase o equivalente
a quatro dias de trabalho. Magdalena é apenas uma entre milhares de
moradoras das quais as práticas de consumo foram
reconstruídas pelo time de historiadores econômicos
da Universidade de Cambridge. As mudanças nos
hábitos de consumo são interessantes não só por
suas próprias finalidades, mas também porque
podem ter efeitos muito mais amplos.
Revista BBCHistory Brasil, ANO 2 –Nº 8,2015
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Questão presente nas seguintes provas
O ato de estudar
Tinha chovido muito toda noite. Havia
enormes poças de água molhada nas partes baixas
do terreno. Em certos lugares, a terra, de tão
molhada, tinha virado lama. Às vezes, os pés apenas
escorregavam nela. Às vezes, mais do que
escorregar, os pés se atolavam na lama até acima
dos tornozelos. Era difícil andar.
Pedro e Antônio estavam transportando
numa caminhoneta cestos cheios de cacau para o
sitio onde deveriam secar. Em certa altura,
perceberam que a caminhoneta não atravessaria o
atoleiro que tinha pela frente. Passaram. Desceram
da caminhoneta. Olharam o atoleiro, que era um
problema para eles. Atravessaram os dois metros de
lama, defendidos por suas botas de cano longo.
Sentiram a espessura do lamaçal. Pensaram.
Discutiram como resolver o problema. Depois, com a
ajuda de algumas pedras e de galhos secos de
árvores deram ao terreno a consistência mínima para
que as rodas da caminhoneta passassem sem atolar.
Pedro e Antônio estudaram. Procuraram resolver e,
em seguida, encontraram uma resposta precisa. Não
se estuda apenas na escola. Pedro e Antônio
estudaram enquanto trabalhavam. Estudar é assumir
uma atitude séria e curiosa diante de um problema.
Esta atitude séria e curiosa na procura de
compreender as coisas e os fatos caracteriza o ato
de estudar. Não importa que o estudo seja feito no
momento e no lugar do nosso trabalho, como no
caso de Pedro e Antônio, que acabamos de ver. Não
importa que o estudo seja feito noutro local e noutro
momento, como o estudo que fazemos no Círculo de
Cultura. Em qualquer caso, o estudo exige sempre
esta atitude séria e curiosa na procura de
compreender as coisas e os fatos que observamos.
Um texto para ser lido é um texto para ser estudado.
Um texto para ser estudado é um texto para ser
interpretado. Não podemos interpretar um texto se o
lemos sem atenção, sem curiosidade; se desistimos
da leitura quando encontramos a primeira
dificuldade. Que seria da produção de cacau naquela
roça se Pedro e Antônio tivessem desistido de
prosseguir o trabalho por causa do lamaçal? Se um
texto às vezes é difícil, insiste em compreendê-lo.
Trabalha sobre ele como Antônio e Pedro
trabalharam em relação ao problema do lamaçal.
Estudar exige disciplina. Estudar não é fácil porque estudar é criar e recriar e não repetir o que os outros
dizem. Estudar é um dever revolucionário!
FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler. São
Paulo: Cortez, 2001. p.57-58.
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CUIDADO COM QUE COMPRA!
Para os moldes atuais, Magdalena Schöttlin
não tinha feito nada de errado, na realidade. Mas em
uma vila alemã de 1708, seu comportamento era
ultrajante. A esposa de 34 anos de um tecelão vivia
usando um “lenço exagerado no pescoço que não
condizia com sua condição de vida, sendo um
flagrante de violação das ordens do governo sobre
vestuário”.
Os censores locais, responsáveis por fazerse cumprir as leis, já haviam alertado Magdalena duas vezes. Então o pastor dirigiu um sermão de
domingo castigando a elegância da alfaiataria, se
referindo especialmente ao lenço de Magdalena.
Finalmente, os censores convocaram a pobre mulher
diante de todo o conselho da igreja e ordenaram que
ela se explicasse.
Quando ela protestou contra a proibição de
seu acessório, alegando que havia sido presenteada
com o objeto e que outras pessoas também usavam
adornos parecidos, a paciência dos censores
acabou. Magdalena foi ordenada a parar de usar seu
lenço “ostentação” para sempre. Ela também foi
sentenciada a pagar 11 Kreuzer quase o equivalente
a quatro dias de trabalho. Magdalena é apenas uma entre milhares de
moradoras das quais as práticas de consumo foram
reconstruídas pelo time de historiadores econômicos
da Universidade de Cambridge. As mudanças nos
hábitos de consumo são interessantes não só por
suas próprias finalidades, mas também porque
podem ter efeitos muito mais amplos.
Revista BBCHistory Brasil, ANO 2 –Nº 8,2015
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O ato de estudar
Tinha chovido muito toda noite. Havia
enormes poças de água molhada nas partes baixas
do terreno. Em certos lugares, a terra, de tão
molhada, tinha virado lama. Às vezes, os pés apenas
escorregavam nela. Às vezes, mais do que
escorregar, os pés se atolavam na lama até acima
dos tornozelos. Era difícil andar.
Pedro e Antônio estavam transportando
numa caminhoneta cestos cheios de cacau para o
sitio onde deveriam secar. Em certa altura,
perceberam que a caminhoneta não atravessaria o
atoleiro que tinha pela frente. Passaram. Desceram
da caminhoneta. Olharam o atoleiro, que era um
problema para eles. Atravessaram os dois metros de
lama, defendidos por suas botas de cano longo.
Sentiram a espessura do lamaçal. Pensaram.
Discutiram como resolver o problema. Depois, com a
ajuda de algumas pedras e de galhos secos de
árvores deram ao terreno a consistência mínima para
que as rodas da caminhoneta passassem sem atolar.
Pedro e Antônio estudaram. Procuraram resolver e,
em seguida, encontraram uma resposta precisa. Não
se estuda apenas na escola. Pedro e Antônio
estudaram enquanto trabalhavam. Estudar é assumir
uma atitude séria e curiosa diante de um problema.
Esta atitude séria e curiosa na procura de
compreender as coisas e os fatos caracteriza o ato
de estudar. Não importa que o estudo seja feito no
momento e no lugar do nosso trabalho, como no
caso de Pedro e Antônio, que acabamos de ver. Não
importa que o estudo seja feito noutro local e noutro
momento, como o estudo que fazemos no Círculo de
Cultura. Em qualquer caso, o estudo exige sempre
esta atitude séria e curiosa na procura de
compreender as coisas e os fatos que observamos.
Um texto para ser lido é um texto para ser estudado.
Um texto para ser estudado é um texto para ser
interpretado. Não podemos interpretar um texto se o
lemos sem atenção, sem curiosidade; se desistimos
da leitura quando encontramos a primeira
dificuldade. Que seria da produção de cacau naquela
roça se Pedro e Antônio tivessem desistido de
prosseguir o trabalho por causa do lamaçal? Se um
texto às vezes é difícil, insiste em compreendê-lo.
Trabalha sobre ele como Antônio e Pedro
trabalharam em relação ao problema do lamaçal.
Estudar exige disciplina. Estudar não é fácil porque estudar é criar e recriar e não repetir o que os outros
dizem. Estudar é um dever revolucionário!
FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler. São
Paulo: Cortez, 2001. p.57-58.
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O ato de estudar
Tinha chovido muito toda noite. Havia
enormes poças de água molhada nas partes baixas
do terreno. Em certos lugares, a terra, de tão
molhada, tinha virado lama. Às vezes, os pés apenas
escorregavam nela. Às vezes, mais do que
escorregar, os pés se atolavam na lama até acima
dos tornozelos. Era difícil andar.
Pedro e Antônio estavam transportando
numa caminhoneta cestos cheios de cacau para o
sitio onde deveriam secar. Em certa altura,
perceberam que a caminhoneta não atravessaria o
atoleiro que tinha pela frente. Passaram. Desceram
da caminhoneta. Olharam o atoleiro, que era um
problema para eles. Atravessaram os dois metros de
lama, defendidos por suas botas de cano longo.
Sentiram a espessura do lamaçal. Pensaram.
Discutiram como resolver o problema. Depois, com a
ajuda de algumas pedras e de galhos secos de
árvores deram ao terreno a consistência mínima para
que as rodas da caminhoneta passassem sem atolar.
Pedro e Antônio estudaram. Procuraram resolver e,
em seguida, encontraram uma resposta precisa. Não
se estuda apenas na escola. Pedro e Antônio
estudaram enquanto trabalhavam. Estudar é assumir
uma atitude séria e curiosa diante de um problema.
Esta atitude séria e curiosa na procura de
compreender as coisas e os fatos caracteriza o ato
de estudar. Não importa que o estudo seja feito no
momento e no lugar do nosso trabalho, como no
caso de Pedro e Antônio, que acabamos de ver. Não
importa que o estudo seja feito noutro local e noutro
momento, como o estudo que fazemos no Círculo de
Cultura. Em qualquer caso, o estudo exige sempre
esta atitude séria e curiosa na procura de
compreender as coisas e os fatos que observamos.
Um texto para ser lido é um texto para ser estudado.
Um texto para ser estudado é um texto para ser
interpretado. Não podemos interpretar um texto se o
lemos sem atenção, sem curiosidade; se desistimos
da leitura quando encontramos a primeira
dificuldade. Que seria da produção de cacau naquela
roça se Pedro e Antônio tivessem desistido de
prosseguir o trabalho por causa do lamaçal? Se um
texto às vezes é difícil, insiste em compreendê-lo.
Trabalha sobre ele como Antônio e Pedro
trabalharam em relação ao problema do lamaçal.
Estudar exige disciplina. Estudar não é fácil porque estudar é criar e recriar e não repetir o que os outros
dizem. Estudar é um dever revolucionário!
FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler. São
Paulo: Cortez, 2001. p.57-58.
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592848
Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CONTEMAX
Orgão: Pref. Damião-PB
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CONTEMAX
Orgão: Pref. Damião-PB
Provas:
No dia 02 de janeiro de 2019, o Presidente da
República Jair Bolsonaro nomeou o novo Ministro de
Minas e Energia, que defendeu em seu discurso de
posse, o prosseguimento da capitalização da
Eletrobrás e a criação de um ambiente para novos
investimentos, incentivando a infraestrutura brasileira
para absorver as novas tecnologias. Nesse sentido,
é CORRETO afirmar que o novo Ministro de Energia
e Minas chama-se:
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592847
Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CONTEMAX
Orgão: Pref. Damião-PB
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CONTEMAX
Orgão: Pref. Damião-PB
Provas:
No ano de 2018 ocorreram eleições para
inúmeros cargos do poder executivo e legislativo,
entre eles, deputados federais e estaduais. Apesar
de terem sido presos na operação Furna da Onça,
cinco deputados eleitos foram diplomados pelo TRE
em dezembro, gerando muita repercussão na
sociedade brasileira. É CORRETO afirmar que os
deputados envolvidos nesse caso pertencem à:
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592839
Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CONTEMAX
Orgão: Pref. Damião-PB
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CONTEMAX
Orgão: Pref. Damião-PB
Provas:
O PIB é a soma de todos os bens e serviços
finais produzidos por um país, estado ou cidade,
geralmente em um ano. Conforme dados divulgados
pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística –
IBGE, o PIB do Brasil em 2018 foi de R$ 6,8 trilhões.
É CORRETO afirma que:
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O ato de estudar
Tinha chovido muito toda noite. Havia
enormes poças de água molhada nas partes baixas
do terreno. Em certos lugares, a terra, de tão
molhada, tinha virado lama. s vezes, os pés apenas
escorregavam nela. s vezes, mais do que
escorregar, os pés se atolavam na lama até acima
dos tornozelos. Era difícil andar.
Pedro e Antônio estavam transportando
numa caminhoneta cestos cheios de cacau para o
sitio onde deveriam secar. Em certa altura,
perceberam que a caminhoneta não atravessaria o
atoleiro que tinha pela frente. Passaram. Desceram
da caminhoneta. Olharam o atoleiro, que era um
problema para eles. Atravessaram os dois metros de
lama, defendidos por suas botas de cano longo.
Sentiram a espessura do lamaçal. Pensaram.
Discutiram como resolver o problema. Depois, com a
ajuda de algumas pedras e de galhos secos de
árvores deram ao terreno a consistência mínima para
que as rodas da caminhoneta passassem sem atolar.
Pedro e Antônio estudaram. Procuraram resolver e,
em seguida, encontraram uma resposta precisa. Não
se estuda apenas na escola. Pedro e Antônio
estudaram enquanto trabalhavam. Estudar é assumir
uma atitude séria e curiosa diante de um problema.
Esta atitude séria e curiosa na procura de
compreender as coisas e os fatos caracteriza o ato
de estudar. Não importa que o estudo seja feito no
momento e no lugar do nosso trabalho, como no
caso de Pedro e Antônio, que acabamos de ver. Não
importa que o estudo seja feito noutro local e noutro
momento, como o estudo que fazemos no Círculo de
Cultura. Em qualquer caso, o estudo exige sempre
esta atitude séria e curiosa na procura de
compreender as coisas e os fatos que observamos.
Um texto para ser lido é um texto para ser estudado.
Um texto para ser estudado é um texto para ser
interpretado. Não podemos interpretar um texto se o
lemos sem atenção, sem curiosidade; se desistimos
da leitura quando encontramos a primeira
dificuldade. Que seria da produção de cacau naquela
roça se Pedro e Antônio tivessem desistido de
prosseguir o trabalho por causa do lamaçal? Se um
texto às vezes é difícil, insiste em compreendê-lo.
Trabalha sobre ele como Antônio e Pedro
trabalharam em relação ao problema do lamaçal.
Estudar exige disciplina. Estudar não é fácil porque estudar é criar e recriar e não repetir o que os outros
dizem. Estudar é um dever revolucionário!
FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler. São
Paulo: Cortez, 2001. p.57-58.
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A necessidade de trabalho multiprofissional
nos cuidados com a saúde é reconhecida por
todos e vem sendo incorporada de forma
progressiva na prática diária. Treinados durante a
formação para atuar individualmente, os
profissionais de saúde vivem uma fase
contraditória na qual, mesmo sabendo o que é
melhor, se vêem com dificuldades e pudores para
definir limites, intersecções e interfaces. Este é
um trabalho necessário, que exige coragem,
determinação e contínua autocrítica para que os
objetivos sejam atingidos (Castro & Bornholdt,
2004). O Psicólogo da Saúde é um profissional que
deve promover a saúde com sua prática direcionada
à:
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