Foram encontradas 432 questões.
As informações contextualizam a questão. Leia-o atentamente.
Os PCNs sugerem que o ensino de Língua Portuguesa passe a focar nos elementos ensino (alçado à perspectiva de atividade
sociointeracionista que ocorre por meio da mediação), língua (alçada à perspectiva de diversidade, multiplicidade e plasticidade) e aluno (sujeito do processo de ensino e de aprendizagem). O ensino de língua passa a primar pela perspectiva de
formar um falante competente, que consiga utilizar as mais diversas modalidades da língua.
O aspecto que se destaca nos PCNs diz respeito ao fato de o ensino de Língua Portuguesa passar a conceder primazia aos
eixos/níveis de ensino de língua portuguesa (leitura, produção de texto, oralidade e análise linguística). Partindo desse pressuposto, é atribuído ao texto o papel de unidade/objeto de ensino (BRASIL, 1997; CARDOSO, 2003; CEREJA, 2002; SANTOS et al, 2006; SANTOS,
2007). Essa postura surge em contraposição à prática de ensino que priorizava uma perspectiva aditiva (BRASIL, 1997), focando na
adição/junção de letras, sílabas e frases com o propósito de chegar ao texto.
No que diz respeito à leitura, os PCNs de Língua Portuguesa preconizam a formação de leitores competentes, que consigam
construir significados a partir de diferentes gêneros textuais. Para isso, os PCNs preconizam uma abordagem que articula a
leitura e a escrita, dando a essas o papel de atividades articuladas e complementares. Com base nos PCNs, é atribuído à leitura
o papel de atividade de construção e elaboração de sentido (KOCH, 2002; KOCH; ELIAS, 2006). Essa posição surge com a pretensão de
se opor à prática da leitura como decodificação. Nessa nova perspectiva, o documento oficial orienta vários tipos de leitura
(silenciosa, em voz alta, individual, em conjunto etc.) e o desenvolvimento de diversas atividades relacionadas a essa competência linguística, tais como: projetos de leitura, atividades sequenciadas etc.
Quanto à produção de texto, os PCNs orientam a articulação entre a leitura e a escrita para a promoção de atividades
didáticas. A leitura, com base nos PCNs (1997), fornece subsídios para a linguagem escrita. Ora fornecendo argumentos (isto é, o
que escrever (BRASIL, 1997)), ora modelos de referência, ou seja, como escrever (BRASIL, 1997), remetendo, assim, à intertextualidade. Com isso, os PCNs têm como objetivo formar escritores competentes.
No que se refere à oralidade, os PCNs primam pela formação de falantes competentes, que saibam utilizar as mais diversas
modalidades da linguagem oral – formal e informal. Isso, de acordo com a situação comunicativa. Para tanto, o documento propõe
a abordagem de atividades, que foquem na fala, na escuta e na reflexão linguística. Destaca-se, sobretudo, o fato de os PCN trazerem
consigo uma concepção de oralidade de cunho sociointeracionista, opondo-se veementemente à concepção dicotômica em face da
escrita. Os PCNs assumem, então, uma postura de equidade nos espaços e tratamentos dados a essas competências linguísticas.
No tocante à análise linguística, os PCNs preconizam a utilização do texto como unidade de sentido, a fim de levar os
discentes a refletir acerca da língua e dos mais diversos recursos linguísticos. Destaca-se, sobretudo, a utilização dos gêneros textuais como suporte didático na prática pedagógica, focando suas particularidades e especificidades. Isso possibilita que o
aluno compreenda o funcionamento desses gêneros de texto presentes nas práticas corriqueiras do dia a dia.
Nesse sentido, percebe-se que os PCNs, no tocante à prática docente do ensino de Língua Portuguesa, trazem consigo as
marcas e os traços dos mais recentes estudos das Ciências da Educação (Pedagogia), Ciências da Linguagem (Linguística) e das
Ciências Psicológicas (Psicologia), rompendo com as práticas tradicionais de escolarização, que preconizavam a ênfase dada às
nomenclaturas da gramática normativa. Esses estudos, no dizer de Albuquerque (2006) e Albuquerque et al (2008), emergem nos
anos 80, trazendo à tona uma gama de teorias que almejam promulgar mudanças substanciais nas práticas pedagógicas
presentes no processo de escolarização brasileiro.
(SILVA, Silvio Profirio da. Didática e Prática de Ensino: o que dizem os PCN sobre a Prática Docente de Língua Portuguesa? Disponível em:
https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos. Acesso em: 02/07/2024. Fragmento.)
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Se desejarmos preparar os alunos para participar ativamente das decisões da sociedade, precisamos ir além do ensino conceitual, em direção a uma educação voltada para a ação social responsável, em que haja preocupação com a formação de atitudes
e valores. [...] Para isso, parece ser essencial o desenvolvimento de atividades de ensino em que os alunos possam discutir
diferentes pontos de vista sobre problemas reais, na busca da construção coletiva de possíveis alternativas de solução.
(ARAÚJO, U. F.; SASTRE G, 2009. p. 236.)
O estudo de caso oferece grandes possibilidades no trabalho com a história, tais como:
(ARAÚJO, U. F.; SASTRE G, 2009. p. 236.)
O estudo de caso oferece grandes possibilidades no trabalho com a história, tais como:
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A década de 1980 é famosa nos livros de história. Chamada de “década perdida”, esse período se tornou um grande marco
também no Brasil, especialmente por ter sucedido o que ficou conhecido como “milagre econômico brasileiro”. Ao final dos
anos 80, formara-se, no Brasil, uma forte convicção de que somente a autonomia decisória de um presidente legitimado pelo
voto direto começaria a repor o país nos eixos.
(LAMOUNIER, Bolívar, 1991.)
A famosa “década perdida” teve, entre outras características, o fato de:
(LAMOUNIER, Bolívar, 1991.)
A famosa “década perdida” teve, entre outras características, o fato de:
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Tomemos como caso hipotético de uma aula de história uma visita monitorada a um museu, que constitui um arquivo histórico
da própria cidade em que os alunos moram. Além de reunir a documentação referente à memória do poder público, o arquivo
tornou-se um órgão responsável pela execução e administração da política relativa ao patrimônio documental do município.
Além de reunir a documentação referente à memória do poder público, o arquivo tornou-se um órgão responsável pela execução e administração da política relativa ao patrimônio documental do município.
(Disponível em: https://dibrarq.arquivonacional.gov.br/index.php/arquivo-historico. Acesso em: julho de 2024.)
A visita ao museu como recurso didático-pedagógico em história, no caso de crianças:
(Disponível em: https://dibrarq.arquivonacional.gov.br/index.php/arquivo-historico. Acesso em: julho de 2024.)
A visita ao museu como recurso didático-pedagógico em história, no caso de crianças:
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Um viés de estudo histórico considera circulação de livros proibidos na monarquia portuguesa do século XVIII como o caminho
da “influência ilustrada”. Desde que foi comprovado o acesso de muitos indivíduos no Brasil a livros de pensadores ilustrados e
publicistas franceses, a partir do estudo da “biblioteca de inconfidentes”, levantou-se a hipótese de que uma leitura de Rousseau, de Montesquieu ou Voltaire teria estabelecido um campo conceitual comum para publicistas, oradores religiosos ou deputados (da Câmara ou da Assembleia Constituinte de 1823).
(NOVAIS, Fernando A. O Brasil nos quadros do Antigo Sistema colonial. In: MOTA, Carlos Guilherme. Brasil em perspectiva. 4.ed. São Paulo: Difel, 2003.)
Além das fontes libertárias advindas da literatura europeia “Proibida”, que chegava ao país, admite-se também que:
(NOVAIS, Fernando A. O Brasil nos quadros do Antigo Sistema colonial. In: MOTA, Carlos Guilherme. Brasil em perspectiva. 4.ed. São Paulo: Difel, 2003.)
Além das fontes libertárias advindas da literatura europeia “Proibida”, que chegava ao país, admite-se também que:
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Segundo algumas vertentes, no que diz respeito ao ensino de história para o ensino médio, as atuais propostas curriculares
continuam com a tendência de se fundamentar nos pressupostos da história social e cultural. Essa tendência tenta superar uma
visão histórica que tinha como base o Positivismo, que privilegiava os feitos dos heróis e dos grandes homens, bem como uma
análise baseada na análise das estruturas econômicas no processo histórico, incorporando, assim, contribuições, sobretudo da
nova história francesa.
(FONSECA, Selva Guimarães; SILVA, Marcos., 2007.)
Ainda, nos pressupostos da história social e cultural, podemos encontrar como premissas:
(FONSECA, Selva Guimarães; SILVA, Marcos., 2007.)
Ainda, nos pressupostos da história social e cultural, podemos encontrar como premissas:
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Segundo Norbert Elias (1998, p. 13), o indivíduo não tem a capacidade de forjar, por si só, o conceito de tempo. Este, tal como a
instituição que lhe é inseparável, vai sendo assimilado pela criança à medida que ela cresce numa sociedade em que ambas as
coisas são tidas como evidentes. Numa sociedade assim, o conceito de tempo não é objeto de uma aprendizagem em sua simples
qualidade de instrumento de uma reflexão destinada a encontrar seu resultado em tratados de filosofia.
(ELIAS, Norbert. 1998, p. 13.)
A questão da temporalidade pode ser trabalhada na escola. Trata-se de tema de grande pertinência em história. No caso das crianças, por exemplo, a aprendizagem do tempo:
A questão da temporalidade pode ser trabalhada na escola. Trata-se de tema de grande pertinência em história. No caso das crianças, por exemplo, a aprendizagem do tempo:
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É importante perceber como a apropriação e a troca entre culturas se desenvolvem, fazendo com que não seja possível, por vezes,
afirmar um lugar social estático e permanente para o tratamento de certo grupo. As experiências culturais são necessariamente
intercambiantes e fenômenos culturais desse tipo são comuns nos países americanos, podendo-se citar, por exemplo, as culturas
nativas do México e as tradições religiosas dos povos andinos, que conjugam a sua raiz axiológica com a tradição cristã.
(In: Debatendo o conceito de diversidade cultural. Acesso em: julho de 2024.)
Para explicar as dinâmicas culturais contemporâneas na América Latina, Garcia Canclini (2000) propõe o termo “culturas híbridas”, entendidas como processos socioculturais nos quais estruturas ou práticas distintas, que existiam separadamente, são combinadas para gerar novas estruturas, objetos e práticas. Dessa forma:
(In: Debatendo o conceito de diversidade cultural. Acesso em: julho de 2024.)
Para explicar as dinâmicas culturais contemporâneas na América Latina, Garcia Canclini (2000) propõe o termo “culturas híbridas”, entendidas como processos socioculturais nos quais estruturas ou práticas distintas, que existiam separadamente, são combinadas para gerar novas estruturas, objetos e práticas. Dessa forma:
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Para aqueles que analisaram a ocupação do território na perspectiva do isolamento dos primeiros núcleos coloniais, a fixação
dos portugueses no litoral era uma condição de sobrevivência, pois: [...]. Fixar-se junto às águas do Atlântico, dessas mesmas
águas que também banham as costas lusitanas, constituía, até certo ponto, um gesto de sobrevivência e manifestação de uma
esperança; afastar-se desse litoral e embrenhar-se pelo sertão desconhecido, planalto a dentro, era sujeitar-se a perigos de
toda a ordem e a contratempos inimagináveis [...]. Em última palavra, trata-se de escolher entre a Vida e a Morte. As
necessidades materiais exigiam essa permanência na costa.
(AZEVEDO, 1994, pp. 30-1.)
É consenso entre alguns historiadores de diferentes correntes historiográficas que a configuração territorial do Brasil nos séculos XVI e XVII tenha sido marcada pela litoraneidade. Essa organização socioespacial do Brasil colonial, principalmente no período das capitanias hereditárias:
(AZEVEDO, 1994, pp. 30-1.)
É consenso entre alguns historiadores de diferentes correntes historiográficas que a configuração territorial do Brasil nos séculos XVI e XVII tenha sido marcada pela litoraneidade. Essa organização socioespacial do Brasil colonial, principalmente no período das capitanias hereditárias:
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Os movimentos republicanos na América do Sul foram marcados por grande instabilidade, com destaque para numerosos golpes de Estado que levaram os militares ao poder. Foi no início do século XX que as figuras do diplomata e do militar ganharam
importância, a fim de consolidar o interior desses espaços estratégicos [...]. Trata-se de afirmar o papel do Estado nacional nas
fronteiras sul-americanas, pouco ou nada ligado às capitais e centros econômicos. A Primeira Guerra Mundial também foi uma
oportunidade para muitos países, como Brasil e Argentina, reacenderem tensões históricas.
(WASSERMAN, C., 2010.)
Em relação a essas “tensões históricas que se reacenderam entre Brasil e Argentina”, podemos citar como exemplo:
Em relação a essas “tensões históricas que se reacenderam entre Brasil e Argentina”, podemos citar como exemplo:
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