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Ano: 2018
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Estância Velha-RS
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Estância Velha-RS
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Para responder à questão, considere a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
No currículo do ensino fundamental, será ofertada a língua estrangeira a partir do
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Palavras e Ideias
Há alguns anos, o Dr. Johnson Oconor, do Laboratório de Engenharia Humana, de Boston, e do Instituto de Tecnologia, de Hoboken, Nova Jersey, submeteu um teste de vocabulário 100 alunos de um curso de formação de dirigentes de empresas industriais. Cinco anos mais tarde,(I) verificou que os 10% que haviam revelado maior conhecimento ocupavam cargos de direção,(II) ao passo que dos 25% mais “fracos” nenhum alcançara igual posição.
Isso não prova, entretanto, que, para vencer na vida, basta ter um bom vocabulário; outras qualidades se fazem, evidentemente, necessárias.
Mas parece não haver dúvidas de que, dispondo palavras suficientes e adequadas expressão do pensamento de maneira clara, fiel e precisa, estamos em melhores condições de assimilar conceitos, de refletir, de escolher, de julgar, do que outros cujo acervo léxico seja insuficiente ou medíocre para a tarefa vital da comunicação.
Pensamento e expressão são interdependentes, tanto é certo que as palavras são o revestimento das ideias e que, sem elas, é praticamente impossível pensar. Como pensar que “amanhã tenho uma aula 8 horas”,(IV) e (V) se não figuro mentalmente essa atividade por meio dessas ou de outras palavras equivalentes? Do mesmo modo que um vocabulário escasso e inadequado, incapaz de veicular impressões e concepções, mina o próprio desenvolvimento mental, tolhe a imaginação e o poder criador, limitando a capacidade de observar, compreender e até mesmo de sentir.
Portanto, quanto mais variado e ativo é o vocabulário disponível, tanto mais claro, tanto mais profundo e acurado é o processo mental da reflexão. Reciprocamente, quanto mais escasso e impreciso, tanto mais dependentes estamos do grunido, do grito ou do gesto, formas rudimentares de comunicação capazes de traduzir apenas as expansões instintivas dos primitivos, dos infantes e dos irracionais.
(Texto adaptado: Garcia, Othon Moacir. Comunicação em Prosa Moderna. 27ª edição, FGV editora, 2011)
Sobre as vírgulas empregadas nas linhas 04, 05 e 14, analise as assertivas que seguem:
I. Ocorre vírgula devido a um adjunto adverbial de modo deslocado (l.04).
II. Ocorre vírgula por introduzir uma oração adverbial subordinada proporcional (l.05).
III. Ocorre vírgula devido a um adjunto adverbial de tempo deslocado (l.04).
IV. Ocorre vírgula por introduzir uma oração subordinada substantiva objetiva direta (l.14).
V. Ocorre vírgula por introduzir uma oração subordinada adverbial condicional (l.14).
III. Ocorre vírgula devido a um adjunto adverbial de tempo deslocado (l.04).
IV. Ocorre vírgula por introduzir uma oração subordinada substantiva objetiva direta (l.14).
V. Ocorre vírgula por introduzir uma oração subordinada adverbial condicional (l.14).
Quais estão corretas?
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Palavras e Ideias
Há alguns anos, o Dr. Johnson Oconor, do Laboratório de Engenharia Humana, de Boston, e do Instituto de Tecnologia, de Hoboken, Nova Jersey, submeteu um teste de vocabulário 100 alunos de um curso de formação de dirigentes de empresas industriais. Cinco anos mais tarde, verificou que os 10% que haviam revelado maior conhecimento ocupavam cargos de direção, ao passo que dos 25% mais “fracos” nenhum alcançara igual posição.
Isso não prova, entretanto, que, para vencer na vida, basta ter um bom vocabulário; outras qualidades se fazem, evidentemente, necessárias.
Mas parece não haver dúvidas de que, dispondo palavras suficientes e adequadas expressão do pensamento de maneira clara, fiel e precisa, estamos em melhores condições de assimilar conceitos, de refletir, de escolher, de julgar, do que outros cujo acervo léxico seja insuficiente ou medíocre para a tarefa vital da comunicação.
Pensamento e expressão são interdependentes, tanto é certo que as palavras são o revestimento das ideias e que, sem elas, é praticamente impossível pensar. Como pensar que “amanhã tenho uma aula 8 horas”, se não figuro mentalmente essa atividade por meio dessas ou de outras palavras equivalentes? Do mesmo modo que um vocabulário escasso e inadequado, incapaz de veicular impressões e concepções, mina o próprio desenvolvimento mental, tolhe a imaginação e o poder criador, limitando a capacidade de observar, compreender e até mesmo de sentir.
Portanto, quanto mais variado e ativo é o vocabulário disponível, tanto mais claro, tanto mais profundo e acurado é o processo mental da reflexão. Reciprocamente, quanto mais escasso e impreciso, tanto mais dependentes estamos do grunido, do grito ou do gesto, formas rudimentares de comunicação capazes de traduzir apenas as expansões instintivas dos primitivos, dos infantes e dos irracionais.
(Texto adaptado: Garcia, Othon Moacir. Comunicação em Prosa Moderna. 27ª edição, FGV editora, 2011)
De acordo com o texto, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Mostra a pesquisa do Dr. Johnson Oconor que 10% dos alunos testados eram os mais inteligentes.
( ) Adquirir um bom vocabulário não auxilia a pessoa a vencer na vida.
( ) Dispor de um vocabulário vasto e ativo torna o processo mental da reflexão mais complexo.
( ) Configurar mentalmente a palavra é condição fundamental para compreender o seu significado.
( ) Adquirir um bom vocabulário não auxilia a pessoa a vencer na vida.
( ) Dispor de um vocabulário vasto e ativo torna o processo mental da reflexão mais complexo.
( ) Configurar mentalmente a palavra é condição fundamental para compreender o seu significado.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Palavras e Ideias
Há alguns anos, o Dr. Johnson Oconor, do Laboratório de Engenharia Humana, de Boston, e do Instituto de Tecnologia, de Hoboken, Nova Jersey, submeteu um teste de vocabulário 100 alunos de um curso de formação de dirigentes de empresas industriais. Cinco anos mais tarde, verificou que os 10% que haviam revelado maior conhecimento ocupavam cargos de direção, ao passo que dos 25% mais “fracos” nenhum alcançara igual posição.
Isso não prova, entretanto, que, para vencer na vida, basta ter um bom vocabulário; outras qualidades se fazem, evidentemente, necessárias.
Mas parece não haver dúvidas de que, dispondo palavras suficientes e adequadas expressão do pensamento de maneira clara, fiel e precisa, estamos em melhores condições de assimilar conceitos, de refletir, de escolher, de julgar, do que outros cujo acervo léxico seja insuficiente ou medíocre para a tarefa vital da comunicação.
Pensamento e expressão são interdependentes, tanto é certo que as palavras são o revestimento das ideias e que, sem elas, é praticamente impossível pensar. Como pensar que “amanhã tenho uma aula 8 horas”, se não figuro mentalmente essa atividade por meio dessas ou de outras palavras equivalentes? Do mesmo modo que um vocabulário escasso e inadequado, incapaz de veicular impressões e concepções, mina o próprio desenvolvimento mental, tolhe a imaginação e o poder criador, limitando a capacidade de observar, compreender e até mesmo de sentir.
Portanto, quanto mais variado e ativo é o vocabulário disponível, tanto mais claro, tanto mais profundo e acurado é o processo mental da reflexão. Reciprocamente, quanto mais escasso e impreciso, tanto mais dependentes estamos do grunido, do grito ou do gesto, formas rudimentares de comunicação capazes de traduzir apenas as expansões instintivas dos primitivos, dos infantes e dos irracionais.
(Texto adaptado: Garcia, Othon Moacir. Comunicação em Prosa Moderna. 27ª edição, FGV editora, 2011)
Visando a manutenção do sentido da frase, os vocábulos “acervo léxico”, podem ser trocados por quais palavras abaixo?
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Palavras e Ideias
Há alguns anos, o Dr. Johnson Oconor, do Laboratório de Engenharia Humana, de Boston, e do Instituto de Tecnologia, de Hoboken, Nova Jersey, submeteu um teste de vocabulário 100 alunos de um curso de formação de dirigentes de empresas industriais. Cinco anos mais tarde, verificou que os 10% que haviam revelado maior conhecimento ocupavam cargos de direção, ao passo que dos 25% mais “fracos” nenhum alcançara igual posição.
Isso não prova, entretanto, que, para vencer na vida, basta ter um bom vocabulário; outras qualidades se fazem, evidentemente, necessárias.
Mas parece não haver dúvidas de que, dispondo palavras suficientes e adequadas expressão do pensamento de maneira clara, fiel e precisa, estamos em melhores condições de assimilar conceitos, de refletir, de escolher, de julgar, do que outros cujo acervo léxico seja insuficiente ou medíocre para a tarefa vital da comunicação.
Pensamento e expressão são interdependentes, tanto é certo que as palavras são o revestimento das ideias e que, sem elas, é praticamente impossível pensar. Como pensar que “amanhã tenho uma aula 8 horas”, se não figuro mentalmente essa atividade por meio dessas ou de outras palavras equivalentes? Do mesmo modo que um vocabulário escasso e inadequado, incapaz de veicular impressões e concepções, mina o próprio desenvolvimento mental, tolhe a imaginação e o poder criador, limitando a capacidade de observar, compreender e até mesmo de sentir.
Portanto, quanto mais variado e ativo é o vocabulário disponível, tanto mais claro, tanto mais profundo e acurado é o processo mental da reflexão. Reciprocamente, quanto mais escasso e impreciso, tanto mais dependentes estamos do grunido, do grito ou do gesto, formas rudimentares de comunicação capazes de traduzir apenas as expansões instintivas dos primitivos, dos infantes e dos irracionais.
(Texto adaptado: Garcia, Othon Moacir. Comunicação em Prosa Moderna. 27ª edição, FGV editora, 2011)
Em relação ao texto, analise as seguintes assertivas:
I. Em Palavras e Ideias, o autor, além de contar um fato, defende uma ideia.
II. O autor afirma que pensamento e expressão são interdependentes.
III. O autor afirma que sem um vocabulário vasto não há sucesso profissional.
II. O autor afirma que pensamento e expressão são interdependentes.
III. O autor afirma que sem um vocabulário vasto não há sucesso profissional.
Quais estão corretas?
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Palavras e Ideias
Há alguns anos, o Dr. Johnson Oconor, do Laboratório de Engenharia Humana, de Boston, e do Instituto de Tecnologia, de Hoboken, Nova Jersey, submeteu um teste de vocabulário 100 alunos de um curso de formação de dirigentes de empresas industriais. Cinco anos mais tarde, verificou que os 10% que haviam revelado maior conhecimento ocupavam cargos de direção, ao passo que dos 25% mais “fracos” nenhum alcançara igual posição.
Isso não prova, entretanto, que, para vencer na vida, basta ter um bom vocabulário; outras qualidades se fazem, evidentemente, necessárias.
Mas parece não haver dúvidas de que, dispondo palavras suficientes e adequadas expressão do pensamento de maneira clara, fiel e precisa, estamos em melhores condições de assimilar conceitos, de refletir, de escolher, de julgar, do que outros cujo acervo léxico seja insuficiente ou medíocre para a tarefa vital da comunicação.
Pensamento e expressão são interdependentes, tanto é certo que as palavras são o revestimento das ideias e que, sem elas, é praticamente impossível pensar. Como pensar que “amanhã tenho uma aula 8 horas”, se não figuro mentalmente essa atividade por meio dessas ou de outras palavras equivalentes? Do mesmo modo que um vocabulário escasso e inadequado, incapaz de veicular impressões e concepções, mina o próprio desenvolvimento mental, tolhe a imaginação e o poder criador, limitando a capacidade de observar, compreender e até mesmo de sentir.
Portanto, quanto mais variado e ativo é o vocabulário disponível, tanto mais claro, tanto mais profundo e acurado é o processo mental da reflexão. Reciprocamente, quanto mais escasso e impreciso, tanto mais dependentes estamos do grunido, do grito ou do gesto, formas rudimentares de comunicação capazes de traduzir apenas as expansões instintivas dos primitivos, dos infantes e dos irracionais.
(Texto adaptado: Garcia, Othon Moacir. Comunicação em Prosa Moderna. 27ª edição, FGV editora, 2011)
Avalie as assertivas que seguem em relação às palavras do texto, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) No vocábulo “submeteu”, pode-se considerar a existência de 9 fonemas e um encontro consonantal.
( ) Em “expressão”, ocorre encontro consonantal e um dígrafo; a ocorrência desse dígrafo provoca a diferença numérica entre fonemas e letras.
( ) No vocábulo “reflexão” há um encontro consonantal e 9 fonemas.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Há alguns anos, o Dr. Johnson Oconor, do Laboratório de Engenharia Humana, de Boston, e do Instituto de Tecnologia, de Hoboken, Nova Jersey, submeteu um teste de vocabulário 100 alunos de um curso de formação de dirigentes de empresas industriais. Cinco anos mais tarde, verificou que os 10% que haviam revelado maior conhecimento ocupavam cargos de direção, ao passo que dos 25% mais “fracos” nenhum alcançara igual posição.
Isso não prova, entretanto, que, para vencer na vida, basta ter um bom vocabulário; outras qualidades se fazem, evidentemente, necessárias.
Mas parece não haver dúvidas de que, dispondo palavras suficientes e adequadas expressão do pensamento de maneira clara, fiel e precisa, estamos em melhores condições de assimilar conceitos, de refletir, de escolher, de julgar, do que outros cujo acervo léxico seja insuficiente ou medíocre para a tarefa vital da comunicação.
Pensamento e expressão são interdependentes, tanto é certo que as palavras são o revestimento das ideias e que, sem elas, é praticamente impossível pensar. Como pensar que “amanhã tenho uma aula 8 horas”, se não figuro mentalmente essa atividade por meio dessas ou de outras palavras equivalentes? Do mesmo modo que um vocabulário escasso e inadequado, incapaz de veicular impressões e concepções, mina o próprio desenvolvimento mental, tolhe a imaginação e o poder criador, limitando a capacidade de observar, compreender e até mesmo de sentir.
Portanto, quanto mais variado e ativo é o vocabulário disponível, tanto mais claro, tanto mais profundo e acurado é o processo mental da reflexão. Reciprocamente, quanto mais escasso e impreciso, tanto mais dependentes estamos do grunido, do grito ou do gesto, formas rudimentares de comunicação capazes de traduzir apenas as expansões instintivas dos primitivos, dos infantes e dos irracionais.
(Texto adaptado: Garcia, Othon Moacir. Comunicação em Prosa Moderna. 27ª edição, FGV editora, 2011)
Qual alternativa abaixo apresenta, respectivamente, vocábulos sinônimos para os verbos “veicular’ e “mina”
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Isso não prova, entretanto, que, para vencer na vida, basta ter um bom vocabulário; outras qualidades se fazem, evidentemente, necessárias.
Mas parece não haver dúvidas de que, dispondo palavras suficientes e adequadas expressão do pensamento de maneira clara, fiel e precisa, estamos em melhores condições de assimilar conceitos, de refletir, de escolher, de julgar, do que outros cujo acervo léxico seja insuficiente ou medíocre para a tarefa vital da comunicação.
Pensamento e expressão são interdependentes, tanto é certo que as palavras são o revestimento das ideias e que, sem elas, é praticamente impossível pensar. Como pensar que “amanhã tenho uma aula 8 horas”, se não figuro mentalmente essa atividade por meio dessas ou de outras palavras equivalentes? Do mesmo modo que um vocabulário escasso e inadequado, incapaz de veicular impressões e concepções, mina o próprio desenvolvimento mental, tolhe a imaginação e o poder criador, limitando a capacidade de observar, compreender e até mesmo de sentir.
Portanto, quanto mais variado e ativo é o vocabulário disponível, tanto mais claro, tanto mais profundo e acurado é o processo mental da reflexão. Reciprocamente, quanto mais escasso e impreciso, tanto mais dependentes estamos do grunido, do grito ou do gesto, formas rudimentares de comunicação capazes de traduzir apenas as expansões instintivas dos primitivos, dos infantes e dos irracionais.
(Texto adaptado: Garcia, Othon Moacir. Comunicação em Prosa Moderna. 27ª edição, FGV editora, 2011)
Na linha 08, a conjunção ‘Mas’ pode ser substituída pelas seguintes conjunções, sem mudança no sentido da oração:
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Isso não prova, entretanto, que, para vencer na vida, basta ter um bom vocabulário; outras qualidades se fazem, evidentemente, necessárias.
Mas parece não haver dúvidas de que, dispondo palavras suficientes e adequadas expressão do pensamento de maneira clara, fiel e precisa, estamos em melhores condições de assimilar conceitos, de refletir, de escolher, de julgar, do que outros cujo acervo léxico seja insuficiente ou medíocre para a tarefa vital da comunicação.
Pensamento e expressão são interdependentes, tanto é certo que as palavras são o revestimento das ideias e que, sem elas, é praticamente impossível pensar. Como pensar que “amanhã tenho uma aula 8 horas”, se não figuro mentalmente essa atividade por meio dessas ou de outras palavras equivalentes? Do mesmo modo que um vocabulário escasso e inadequado, incapaz de veicular impressões e concepções, mina o próprio desenvolvimento mental, tolhe a imaginação e o poder criador, limitando a capacidade de observar, compreender e até mesmo de sentir.
Portanto, quanto mais variado e ativo é o vocabulário disponível, tanto mais claro, tanto mais profundo e acurado é o processo mental da reflexão. Reciprocamente, quanto mais escasso e impreciso, tanto mais dependentes estamos do grunido, do grito ou do gesto, formas rudimentares de comunicação capazes de traduzir apenas as expansões instintivas dos primitivos, dos infantes e dos irracionais.
(Texto adaptado: Garcia, Othon Moacir. Comunicação em Prosa Moderna. 27ª edição, FGV editora, 2011)
Assinale a alternativa abaixo que corresponde, respectivamente, à classificação do termo “que” na linha 04.
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Isso não prova, entretanto, que, para vencer na vida, basta ter um bom vocabulário; outras qualidades se fazem, evidentemente, necessárias.
Mas parece não haver dúvidas de que, dispondo de palavras suficientes e adequadas à expressão do pensamento de maneira clara, fiel e precisa, estamos em melhores condições de assimilar conceitos, de refletir, de escolher, de julgar, do que outros cujo acervo léxico seja insuficiente ou medíocre para a tarefa vital da comunicação.
Pensamento e expressão são interdependentes, tanto é certo que as palavras são o revestimento das ideias e que, sem elas, é praticamente impossível pensar. Como pensar que “amanhã tenho uma aula às 8 horas”, se não figuro mentalmente essa atividade por meio dessas ou de outras palavras equivalentes? Do mesmo modo que um vocabulário escasso e inadequado, incapaz de veicular impressões e concepções, mina o próprio desenvolvimento mental, tolhe a imaginação e o poder criador, limitando a capacidade de observar, compreender e até mesmo de sentir.
Portanto, quanto mais variado e ativo é o vocabulário disponível, tanto mais claro, tanto mais profundo e acurado é o processo mental da reflexão. Reciprocamente, quanto mais escasso e impreciso, tanto mais dependentes estamos do grunido, do grito ou do gesto, formas rudimentares de comunicação capazes de traduzir apenas as expansões instintivas dos primitivos, dos infantes e dos irracionais.
(Texto adaptado: Garcia, Othon Moacir. Comunicação em Prosa Moderna. 27ª edição, FGV editora, 2011)
Considerando a regência verbal e nominal, preencha, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 02, 08, 09 e 14.
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