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Foram encontradas 40 questões.

2353363 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Estância Velha-RS
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Martin Luther King
Juremir Machado da Silva
Martin Luther King foi assassinado há 50 anos, em 4 de abril de 1968, em Memphis, no sul dos Estados Unidos. O assassino, James Earl Ray, fugiu para Lisboa com um passaporte falso obtido no Canadá.
O Papa Paulo VI lamentou a morte do líder negro estadunidense. O ditador português Salazar escreveu em seu diário uma observação que faria sucesso, hoje, nas redes sociais: “Se eu fosse assassinado, não haveria um telegrama, nem um padre-nosso”. Ledo engano, Salazar! Muitos choram por fascistas. apenas cinco décadas que isso aconteceu. Somente meio século! Pensemos de outra maneira: eu era menino e ainda havia segregação racial nos Estados Unidos da América. A Lei dos Direitos Eleitorais é de 1965. Martin Luther King morreu lutando por igualdade.
Ele ousou formular a sua utopia: “Eu tenho o sonho de ver um dia meus quatros filhos vivendo numa nação em que não sejam julgados pela cor de sua pele, mas sim pelo seu caráter”. Esse sonho, para a maioria, ainda não se realizou. Pessoas continuam sendo julgadas e discriminadas pela cor da pele. No Brasil, onde negros formam a maioria da base da pirâmide, a zombaria mais grave, o escárnio mais cínico é ver brancos reclamando que mortes violentas de negros repercutem mais na mídia e provocam mais comoção social.
Nesse seu mais célebre discurso, pronunciado em 28 de agosto de 1963, Martin Luther King, referindo-se emancipação dos escravos, disse: “Mas, cem anos mais tarde, o negro ainda não está livre. Cem anos mais tarde, a vida do negro ainda é duramente tolhida pelas algemas da segregação e os grilhões da discriminação. Cem anos mais tarde, o negro habita uma ilha solitária de pobreza, em meio ao vasto oceano de prosperidade material. Cem anos mais tarde, o negro continua a mofar nos cantos da sociedade americana, como exilado em sua própria terra. Então viemos aqui hoje para dramatizar uma situação hedionda”.
Em 13 de maio de 2018, o Brasil comemorará 130 anos da abolição da escravatura. Quantas das frases de Martin Luther King citadas acima poderiam valer para negros brasileiros atuais? “Mas, 130 anos depois, o negro habita uma ilha solitária de pobreza…” brancos mais pobres? Nas estatísticas da desigualdade, a média pesa sobre os negros. De direito, tudo lhes é permitido. Na prática, muito lhes é negado. Formalmente, tudo está ao alcance de todos. Concretamente, uns têm braços mais longos do que outros.
Fonte: http://www.correiodopovo.com.br/blogs/juremirmachado
/2018/04/10772/de-martin-luther-king-ao-stf/ Acesso em 04/04/2018. (Texto adaptado especialmente para esta prova.)
As reescritas da frase a seguir, retirada do texto, mantêm sua correção, EXCETO uma delas. Assinale-a.
Em 13 de maio de 2018, o Brasil comemorará 130 anos da abolição da escravatura.
 

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2353362 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Estância Velha-RS
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Martin Luther King
Juremir Machado da Silva
Martin Luther King foi assassinado há 50 anos, em 4 de abril de 1968, em Memphis,(I) no sul dos Estados Unidos. O assassino, James Earl Ray,(II) e (III) fugiu para Lisboa com um passaporte falso obtido no Canadá.
O Papa Paulo VI lamentou a morte do líder negro estadunidense. O ditador português Salazar escreveu em seu diário uma observação que faria sucesso, hoje, nas redes sociais: “Se eu fosse assassinado, não haveria um telegrama, nem um padre-nosso”. Ledo engano, Salazar!(III) Muitos choram por fascistas. apenas cinco décadas que isso aconteceu. Somente meio século! Pensemos de outra maneira: eu era menino e ainda havia segregação racial nos Estados Unidos da América. A Lei dos Direitos Eleitorais é de 1965. Martin Luther King morreu lutando por igualdade.
Ele ousou formular a sua utopia: “Eu tenho o sonho de ver um dia meus quatros filhos vivendo numa nação em que não sejam julgados pela cor de sua pele, mas sim pelo seu caráter”. Esse sonho, para a maioria, ainda não se realizou. Pessoas continuam sendo julgadas e discriminadas pela cor da pele. No Brasil, onde negros formam a maioria da base da pirâmide, a zombaria mais grave, o escárnio mais cínico é ver brancos reclamando que mortes violentas de negros repercutem mais na mídia e provocam mais comoção social.
Nesse seu mais célebre discurso, pronunciado em 28 de agosto de 1963, Martin Luther King, referindo-se emancipação dos escravos, disse: “Mas, cem anos mais tarde, o negro ainda não está livre. Cem anos mais tarde, a vida do negro ainda é duramente tolhida pelas algemas da segregação e os grilhões da discriminação. Cem anos mais tarde, o negro habita uma ilha solitária de pobreza, em meio ao vasto oceano de prosperidade material. Cem anos mais tarde, o negro continua a mofar nos cantos da sociedade americana, como exilado em sua própria terra. Então viemos aqui hoje para dramatizar uma situação hedionda”.
Em 13 de maio de 2018, o Brasil comemorará 130 anos da abolição da escravatura. Quantas das frases de Martin Luther King citadas acima poderiam valer para negros brasileiros atuais? “Mas, 130 anos depois, o negro habita uma ilha solitária de pobreza…” brancos mais pobres? Nas estatísticas da desigualdade, a média pesa sobre os negros. De direito, tudo lhes é permitido. Na prática, muito lhes é negado. Formalmente, tudo está ao alcance de todos. Concretamente, uns têm braços mais longos do que outros.
Fonte: http://www.correiodopovo.com.br/blogs/juremirmachado
/2018/04/10772/de-martin-luther-king-ao-stf/ Acesso em 04/04/2018. (Texto adaptado especialmente para esta prova.)
Analise as seguintes assertivas sobre a pontuação do texto:
I. As vírgulas empregadas na linha 01 separam termos de mesma função sintática.
II. As vírgulas da linha 02 são necessárias porque o termo está deslocado.
III. “James Earl Ray” e Salazar são termos de mesma função sintática, por isso ambos estão separados por vírgula.
IV. A supressão das duas vírgulas, das linhas 14 e 15 (1ª ocorrência), manteria a correção do período, mas não o seu sentido.
Quais estão corretas?
 

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2353360 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Estância Velha-RS
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Martin Luther King

Juremir Machado da Silva

Martin Luther King foi assassinado há 50 anos, em 4 de abril de 1968, em Memphis, no sul dos Estados Unidos. O assassino, James Earl Ray, fugiu para Lisboa com um passaporte falso obtido no Canadá.

O Papa Paulo VI lamentou a morte do líder negro estadunidense. O ditador português Salazar escreveu em seu diário uma observação que faria sucesso, hoje, nas redes sociais: “Se eu fosse assassinado, não haveria um telegrama, nem um padre-nosso”. Ledo engano, Salazar! Muitos choram por fascistas. apenas cinco décadas que isso aconteceu. Somente meio século! Pensemos de outra maneira: eu era menino e ainda havia segregação racial nos Estados Unidos da América. A Lei dos Direitos Eleitorais é de 1965. Martin Luther King morreu lutando por igualdade.

Ele ousou formular a sua utopia: “Eu tenho o sonho de ver um dia meus quatros filhos vivendo numa nação em que não sejam julgados pela cor de sua pele, mas sim pelo seu caráter”. Esse sonho, para a maioria, ainda não se realizou. Pessoas continuam sendo julgadas e discriminadas pela cor da pele. No Brasil, onde negros formam a maioria da base da pirâmide, a zombaria mais grave, o escárnio mais cínico é ver brancos reclamando que mortes violentas de negros repercutem mais na mídia e provocam mais comoção social.

Nesse seu mais célebre discurso, pronunciado em 28 de agosto de 1963, Martin Luther King, referindo-se emancipação dos escravos, disse: “Mas, cem anos mais tarde, o negro ainda não está livre. Cem anos mais tarde, a vida do negro ainda é duramente tolhida pelas algemas da segregação e os grilhões da discriminação. Cem anos mais tarde, o negro habita uma ilha solitária de pobreza, em meio ao vasto oceano de prosperidade material. Cem anos mais tarde, o negro continua a mofar nos cantos da sociedade americana, como exilado em sua própria terra. Então viemos aqui hoje para dramatizar uma situação hedionda”.

Em 13 de maio de 2018, o Brasil comemorará 130 anos da abolição da escravatura. Quantas das frases de Martin Luther King citadas acima poderiam valer para negros brasileiros atuais? “Mas, 130 anos depois, o negro habita uma ilha solitária de pobreza…” brancos mais pobres? Nas estatísticas da desigualdade, a média pesa sobre os negros. De direito, tudo lhes é permitido. Na prática, muito lhes é negado. Formalmente, tudo está ao alcance de todos. Concretamente, uns têm braços mais longos do que outros.

Fonte: http://www.correiodopovo.com.br/blogs/juremirmachado

/2018/04/10772/de-martin-luther-king-ao-stf/ Acesso em 04/04/2018. (Texto adaptado especialmente para esta prova.)

Assinale a alternativa INCORRETA sobre o seguinte fragmento destacado do texto:

[...] a zombaria mais grave, o escárnio mais cínico é ver brancos reclamando que mortes violentas de negros repercutem mais na mídia e provocam mais comoção social.

 

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2353359 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Estância Velha-RS
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Martin Luther King
Juremir Machado da Silva
Martin Luther King foi assassinado há 50 anos, em 4 de abril de 1968, em Memphis, no sul dos Estados Unidos. O assassino, James Earl Ray, fugiu para Lisboa com um passaporte falso obtido no Canadá.
O Papa Paulo VI lamentou a morte do líder negro estadunidense. O ditador português Salazar escreveu em seu diário uma observação que faria sucesso, hoje, nas redes sociais: “Se eu fosse assassinado, não haveria um telegrama, nem um padre-nosso”. Ledo engano, Salazar! Muitos choram por fascistas. apenas cinco décadas que isso aconteceu. Somente meio século! Pensemos de outra maneira: eu era menino e ainda havia segregação racial nos Estados Unidos da América. A Lei dos Direitos Eleitorais é de 1965. Martin Luther King morreu lutando por igualdade.
Ele ousou formular a sua utopia: “Eu tenho o sonho de ver um dia meus quatros filhos vivendo numa nação em que não sejam julgados pela cor de sua pele, mas sim pelo seu caráter”. Esse sonho, para a maioria, ainda não se realizou. Pessoas continuam sendo julgadas e discriminadas pela cor da pele. No Brasil, onde negros formam a maioria da base da pirâmide, a zombaria mais grave, o escárnio mais cínico é ver brancos reclamando que mortes violentas de negros repercutem mais na mídia e provocam mais comoção social.
Nesse seu mais célebre discurso, pronunciado em 28 de agosto de 1963, Martin Luther King, referindo-se emancipação dos escravos, disse: “Mas, cem anos mais tarde, o negro ainda não está livre. Cem anos mais tarde, a vida do negro ainda é duramente tolhida pelas algemas da segregação e os grilhões da discriminação. Cem anos mais tarde, o negro habita uma ilha solitária de pobreza, em meio ao vasto oceano de prosperidade material. Cem anos mais tarde, o negro continua a mofar nos cantos da sociedade americana, como exilado em sua própria terra. Então viemos aqui hoje para dramatizar uma situação hedionda”.
Em 13 de maio de 2018, o Brasil comemorará 130 anos da abolição da escravatura. Quantas das frases de Martin Luther King citadas acima poderiam valer para negros brasileiros atuais? “Mas, 130 anos depois, o negro habita uma ilha solitária de pobreza…” brancos mais pobres? Nas estatísticas da desigualdade, a média pesa sobre os negros. De direito, tudo lhes é permitido. Na prática, muito lhes é negado. Formalmente, tudo está ao alcance de todos. Concretamente, uns têm braços mais longos do que outros.
Fonte: http://www.correiodopovo.com.br/blogs/juremirmachado
/2018/04/10772/de-martin-luther-king-ao-stf/ Acesso em 04/04/2018. (Texto adaptado especialmente para esta prova.)
Considere as afirmativas feitas sobre o seguinte fragmento do texto:
De direito, tudo lhes é permitido. Na prática, muito lhes é negado. Formalmente, tudo está ao alcance de todos. Concretamente, uns têm braços mais longos do que outros.
I. A expressão “braços mais longos”, metaforicamente, indica que o acesso (a bens e direitos) é mais fácil para alguns do que para outros.
II. As palavras “formalmente” e “concretamente” admitem, respectivamente, o sentido de “em princípio” e “na realidade”.
III. A oposição “permitido” e “negado” sugere que a população afrodescendente goza de direitos que não estão formalizados na legislação.
Quais encontram respaldo no texto?
 

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2353358 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Estância Velha-RS
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Martin Luther King
Juremir Machado da Silva
Martin Luther King foi assassinado há 50 anos, em 4 de abril de 1968, em Memphis, no sul dos Estados Unidos. O assassino, James Earl Ray, fugiu para Lisboa com um passaporte falso(A) obtido no Canadá.
O Papa Paulo VI lamentou a morte do líder negro(A) estadunidense. O ditador português Salazar escreveu em seu diário uma observação que faria sucesso, hoje, nas redes sociais: “Se eu fosse assassinado, não haveria um telegrama, nem um padre-nosso(B). Ledo engano, Salazar! Muitos choram por fascistas. apenas cinco décadas que isso aconteceu. Somente meio século! Pensemos de outra maneira: eu era menino e ainda havia segregação racial nos Estados Unidos da América. A Lei dos Direitos Eleitorais é de 1965. Martin Luther King morreu lutando por igualdade.
Ele ousou formular a sua utopia:(B) Eu tenho o sonho de ver um dia meus quatros filhos vivendo numa nação em que não sejam julgados(C) pela cor de sua pele, mas sim pelo seu caráter”. Esse sonho, para a maioria, ainda não se realizou. Pessoas continuam sendo julgadas e discriminadas pela cor da pele. No Brasil, onde negros formam a maioria da base da pirâmide, a zombaria mais grave, o escárnio mais cínico é ver brancos reclamando que mortes violentas de negros repercutem mais na mídia(D) e provocam mais comoção social.
Nesse seu mais célebre discurso(D), pronunciado em 28 de agosto de 1963, Martin Luther King, referindo-se emancipação dos escravos, disse: “Mas, cem anos mais tarde, o negro ainda não está livre(C). Cem anos mais tarde, a vida do negro ainda é duramente tolhida pelas algemas da segregação e os grilhões da discriminação. Cem anos mais tarde, o negro habita uma ilha solitária de pobreza, em meio ao vasto oceano de prosperidade material. Cem anos mais tarde, o negro continua a mofar nos cantos da sociedade americana, como exilado em sua própria terra. Então viemos aqui hoje para dramatizar uma situação hedionda”.
Em 13 de maio de 2018, o Brasil comemorará 130 anos da abolição da escravatura. Quantas das frases de Martin Luther King citadas acima poderiam valer para negros brasileiros atuais? “Mas, 130 anos depois, o negro habita uma ilha solitária de pobreza…” brancos mais pobres? Nas estatísticas da desigualdade, a média pesa sobre os negros. De direito, tudo lhes é permitido. Na prática, muito lhes é negado. Formalmente, tudo(E) está ao alcance de todos. Concretamente, uns(E) têm braços mais longos do que outros.
Fonte: http://www.correiodopovo.com.br/blogs/juremirmachado
/2018/04/10772/de-martin-luther-king-ao-stf/ Acesso em 04/04/2018. (Texto adaptado especialmente para esta prova.)
Assinale a alternativa em que a classificação dos termos que aparecem no texto está INCORRETA.
 

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2353357 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Estância Velha-RS
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Martin Luther King
Juremir Machado da Silva
Martin Luther King foi assassinado há 50 anos, em 4 de abril de 1968, em Memphis, no sul dos Estados Unidos. O assassino, James Earl Ray, fugiu para Lisboa com um passaporte falso obtido no Canadá.
O Papa Paulo VI lamentou a morte do líder negro estadunidense(B). O ditador português Salazar escreveu em seu diário uma observação que faria sucesso, hoje, nas redes sociais: “Se eu fosse assassinado, não haveria um telegrama(E), nem um padre-nosso”. Ledo engano, Salazar! Muitos choram por fascistas(A). apenas cinco décadas que isso aconteceu. Somente meio século! Pensemos de outra maneira: eu era menino e ainda havia segregação racial nos Estados Unidos da América. A Lei dos Direitos Eleitorais é de 1965. Martin Luther King morreu lutando por igualdade.
Ele ousou formular a sua utopia: “Eu tenho o sonho de ver um dia meus quatros filhos vivendo numa nação em que não sejam julgados pela cor de sua pele, mas sim pelo seu caráter”. Esse sonho, para a maioria, ainda não se realizou. Pessoas continuam sendo julgadas e discriminadas(C) pela cor da pele. No Brasil, onde negros formam a maioria da base da pirâmide, a zombaria mais grave, o escárnio mais cínico é ver brancos reclamando que mortes violentas de negros repercutem mais na mídia e provocam mais comoção social.
Nesse seu mais célebre discurso, pronunciado em 28 de agosto de 1963, Martin Luther King, referindo-se emancipação dos escravos, disse: “Mas, cem anos mais tarde, o negro ainda não está livre. Cem anos mais tarde, a vida do negro ainda é duramente tolhida pelas algemas da segregação e os grilhões da discriminação. Cem anos mais tarde, o negro habita uma ilha solitária de pobreza, em meio ao vasto oceano de prosperidade material. Cem anos mais tarde, o negro continua a mofar nos cantos da sociedade americana, como exilado em sua própria terra. Então viemos aqui hoje para dramatizar uma situação hedionda”.
Em 13 de maio de 2018, o Brasil comemorará 130 anos da abolição(D) da escravatura. Quantas das frases de Martin Luther King citadas acima poderiam valer para negros brasileiros atuais? “Mas, 130 anos depois, o negro habita uma ilha solitária de pobreza…” brancos mais pobres? Nas estatísticas da desigualdade, a média pesa sobre os negros. De direito, tudo lhes é permitido. Na prática, muito lhes é negado. Formalmente, tudo está ao alcance de todos. Concretamente, uns têm braços mais longos do que outros.
Fonte: http://www.correiodopovo.com.br/blogs/juremirmachado
/2018/04/10772/de-martin-luther-king-ao-stf/ Acesso em 04/04/2018. (Texto adaptado especialmente para esta prova.)
Assinale a alternativa em que o vocábulo do texto (à esquerda) admite outra grafia (à direita) mantendo a correção e o sentido original.
 

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2353356 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Estância Velha-RS
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Martin Luther King
Juremir Machado da Silva
Martin Luther King foi assassinado há 50 anos, em 4 de abril de 1968, em Memphis, no sul dos Estados Unidos. O assassino, James Earl Ray, fugiu para Lisboa com um passaporte falso obtido no Canadá.
O Papa Paulo VI lamentou a morte do líder negro estadunidense. O ditador português Salazar escreveu em seu diário uma observação que faria sucesso, hoje, nas redes sociais: “Se eu fosse assassinado, não haveria um telegrama, nem um padre-nosso”. Ledo engano, Salazar! Muitos choram por fascistas. apenas cinco décadas que isso aconteceu. Somente meio século! Pensemos de outra maneira: eu era menino e ainda havia segregação racial nos Estados Unidos da América. A Lei dos Direitos Eleitorais é de 1965. Martin Luther King morreu lutando por igualdade.
Ele ousou formular a sua utopia: “Eu tenho o sonho de ver um dia meus quatros filhos vivendo numa nação em que não sejam julgados pela cor de sua pele, mas sim pelo seu caráter”. Esse sonho, para a maioria, ainda não se realizou. Pessoas continuam sendo julgadas e discriminadas pela cor da pele. No Brasil, onde negros formam a maioria da base da pirâmide, a zombaria mais grave, o escárnio mais cínico é ver brancos reclamando que mortes violentas de negros repercutem mais na mídia e provocam mais comoção social.
Nesse seu mais célebre discurso, pronunciado em 28 de agosto de 1963, Martin Luther King, referindo-se emancipação dos escravos, disse: “Mas, cem anos mais tarde, o negro ainda não está livre. Cem anos mais tarde, a vida do negro ainda é duramente tolhida pelas algemas da segregação e os grilhões da discriminação. Cem anos mais tarde, o negro habita uma ilha solitária de pobreza, em meio ao vasto oceano de prosperidade material. Cem anos mais tarde, o negro continua a mofar nos cantos da sociedade americana, como exilado em sua própria terra. Então viemos aqui hoje para dramatizar uma situação hedionda”.
Em 13 de maio de 2018, o Brasil comemorará 130 anos da abolição da escravatura. Quantas das frases de Martin Luther King citadas acima poderiam valer para negros brasileiros atuais? “Mas, 130 anos depois, o negro habita uma ilha solitária de pobreza…” brancos mais pobres? Nas estatísticas da desigualdade, a média pesa sobre os negros. De direito, tudo lhes é permitido. Na prática, muito lhes é negado. Formalmente, tudo está ao alcance de todos. Concretamente, uns têm braços mais longos do que outros.
Fonte: http://www.correiodopovo.com.br/blogs/juremirmachado
/2018/04/10772/de-martin-luther-king-ao-stf/ Acesso em 04/04/2018. (Texto adaptado especialmente para esta prova.)
Considere as seguintes assertivas sobre o texto:
I. O ditador português demonstrou, no comentário escrito em seu diário, algum despeito ou ressentimento por causa das manifestações de lamento pela morte de Martin Luther King.
II. Segundo Juremir Machado da Silva, o sonho do líder negro norte-americano continua sendo uma utopia para muitos brasileiros, sobretudo os negros e pobres.
III. Mais de uma vez perpassa no texto a ideia de que a abolição da escravatura não necessariamente tornou livre, de fato, a população negra.
IV. Para o autor do texto, se a observação de Salazar fosse feita hoje, em uma rede social, provavelmente seria objeto de piadas, mas também de lamentos.
Quais estão corretas?
 

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2353355 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Estância Velha-RS
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Martin Luther King
Juremir Machado da Silva
Martin Luther King foi assassinado há 50 anos, em 4 de abril de 1968, em Memphis, no sul dos Estados Unidos. O assassino, James Earl Ray, fugiu(A) para Lisboa com um passaporte falso obtido no Canadá.
O Papa Paulo VI lamentou a morte do líder negro estadunidense. O ditador português Salazar escreveu(B) em seu diário uma observação que faria sucesso, hoje, nas redes sociais: “Se eu fosse assassinado, não haveria um telegrama, nem um padre-nosso”. Ledo engano, Salazar! Muitos choram por fascistas. apenas cinco décadas que isso aconteceu. Somente meio século! Pensemos de outra maneira: eu era menino e ainda havia(C) segregação racial nos Estados Unidos da América. A Lei dos Direitos Eleitorais é de 1965. Martin Luther King morreu lutando por igualdade.
Ele ousou formular a sua utopia: “Eu tenho o sonho de ver um dia meus quatros filhos vivendo numa nação em que não sejam julgados pela cor de sua pele, mas sim pelo seu caráter”. Esse sonho, para a maioria, ainda não se realizou. Pessoas continuam sendo julgadas e discriminadas pela cor da pele. No Brasil, onde negros formam a maioria da base da pirâmide, a zombaria mais grave, o escárnio mais cínico é ver brancos reclamando que mortes violentas de negros repercutem mais na mídia e provocam mais comoção social.
Nesse seu mais célebre discurso, pronunciado em 28 de agosto de 1963, Martin Luther King, referindo-se emancipação dos escravos, disse: “Mas, cem anos mais tarde, o negro ainda não está livre. Cem anos mais tarde, a vida do negro ainda é duramente tolhida pelas algemas da segregação e os grilhões da discriminação. Cem anos mais tarde, o negro habita uma ilha solitária de pobreza, em meio ao vasto oceano de prosperidade material. Cem anos mais tarde, o negro continua a mofar nos cantos da sociedade americana, como exilado em sua própria terra. Então viemos aqui hoje para dramatizar(D) uma situação hedionda”.
Em 13 de maio de 2018, o Brasil comemorará 130 anos da abolição da escravatura. Quantas das frases de Martin Luther King citadas acima poderiam valer para negros brasileiros atuais? “Mas, 130 anos depois, o negro habita uma ilha solitária de pobreza…” brancos mais pobres? Nas estatísticas da desigualdade, a média pesa sobre os negros. De direito, tudo lhes é permitido. Na prática, muito lhes é negado. Formalmente, tudo está ao alcance de todos. Concretamente, uns têm(E) braços mais longos do que outros.
Fonte: http://www.correiodopovo.com.br/blogs/juremirmachado
/2018/04/10772/de-martin-luther-king-ao-stf/ Acesso em 04/04/2018. (Texto adaptado especialmente para esta prova.)
Assinale a alternativa em que a forma verbal, retirada do texto, apresenta transitividade distinta das demais.
 

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2353354 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Estância Velha-RS
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Martin Luther King
Juremir Machado da Silva
Martin Luther King foi assassinado há 50 anos , em 4 de abril de 1968 , em Memphis , no sul dos Estados Unidos. O assassino , James Earl Ray , fugiu para Lisboa com um passaporte falso obtido no Canadá.
O Papa Paulo VI lamentou a morte do líder negro estadunidense. O ditador português Salazar escreveu em seu diário uma observação que faria sucesso, hoje, nas redes sociais: “ Se eu fosse assassinado, não haveria um telegrama, nem um padre-nosso”. Ledo engano, Salazar! Muitos choram por fascistas. apenas cinco décadas que isso aconteceu. Somente meio século! Pensemos de outra maneira: eu era menino e ainda havia segregação racial nos Estados Unidos da América. A Lei dos Direitos Eleitorais é de 1965. Martin Luther King morreu lutando por igualdade.
Ele ousou formular a sua utopia: “ Eu tenho o sonho de ver um dia meus quatros filhos vivendo numa nação em que não sejam julgados pela cor de sua pele, mas sim pelo seu caráter”. Esse sonho, para a maioria, ainda não se realizou. Pessoas continuam sendo julgadas e discriminadas pela cor da pele. No Brasil, onde negros formam a maioria da base da pirâmide , a zombaria mais grave, o escárnio mais cínico é ver brancos reclamando que mortes violentas de negros repercutem mais na mídia e provocam mais comoção social.
Nesse seu mais célebre discurso, pronunciado em 28 de agosto de 1963, Martin Luther King, referindo-se emancipação dos escravos, disse: “ Mas, cem anos mais tarde, o negro ainda não está livre. Cem anos mais tarde, a vida do negro ainda é duramente tolhida pelas algemas da segregação e os grilhões da discriminação. Cem anos mais tarde, o negro habita uma ilha solitária de pobreza, em meio ao vasto oceano de prosperidade material. Cem anos mais tarde, o negro continua a mofar nos cantos da sociedade americana, como exilado em sua própria terra. Então viemos aqui hoje para dramatizar uma situação hedionda”.
Em 13 de maio de 2018, o Brasil comemorará 130 anos da abolição da escravatura. Quantas das frases de Martin Luther King citadas acima poderiam valer para negros brasileiros atuais? “ Mas, 130 anos depois, o negro habita uma ilha solitária de pobreza…” brancos mais pobres? Nas estatísticas da desigualdade, a média pesa sobre os negros. De direito, tudo lhes é permitido. Na prática, muito lhes é negado. Formalmente, tudo está ao alcance de todos. Concretamente, uns têm braços mais longos do que outros.
Fonte: http://www.correiodopovo.com.br/blogs/juremirmachado
/2018/04/10772/de-martin-luther-king-ao-stf/ Acesso em 04/04/2018. (Texto adaptado especialmente para esta prova.)
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas.
 

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Para responder à questão, considere a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
No currículo do ensino fundamental, será ofertada a língua estrangeira a partir do
 

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