Foram encontradas 40 questões.
Atente-se para as frases abaixo:
I. Tantas datas lhe informaram, ao mesmo tempo.
II. Muitas palestras assistiram, durante o congresso.
III. Eu o pagarei assim que puder.
IV. Confiei-lhe estes segredos.
V. Sempre lhe quis como meu filho.
Observando a regência, estão CORRETOS:
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- MorfologiaConjunçõesClassificação das ConjunçõesConjunções CoordenativasConjunções coordenativas adversativas
- MorfologiaConjunçõesClassificação das ConjunçõesConjunções Subordinativas
“Agora dá licença que vou ali tomar meus remédios e depois eu volto para ensinar mais...” Os termos destacados expressam, respectivamente:
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Atente-se para o cartaz a seguir.

“Fé é confiar que ela se abrirá.” Pode-se afirmar que a palavra destacada está como:
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Explicitamente, há a presença de uma frase que não pode ser considerada oração em:
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“... uma vez que aprendeu a ninar nos longes da senzala...”.
A crase consiste na junção da preposição “a” com o artigo “a”. Ela é representada pelo acento grave (`). Em alguns casos, o emprego desse acento é obrigatório, em outros, indevido e, em outros, facultativo. No verso acima, a não utilização do emprego da crase se deu pelo mesmo motivo que em:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Máxima
Orgão: Pref. Estiva-MG
Infância
Carlos Drummond de Andrade
Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.
Minha mãe ficava sentada cosendo.
Meu irmão pequeno dormia.
Eu sozinho menino entre mangueiras.
Lia a história de Robinson Crusoé,
Comprida história que não acaba mais.
No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu
A ninar nos longes da senzala -- e nunca se esqueceu
Chamava para o café. Café preto que nem a preta velha
Café gostoso
Café bom.
Minha mãe ficava sentada cosendo
Olhando pra mim:
-- Psiu... Não acorde o menino.
Para o berço onde pousou um mosquito.
E dava um suspiro... que fundo!
Lá longe meu pai campeava
No mato sem fim da fazenda.
E eu não sabia que minha história
Era mais bonita que a de Robinson Crusoé.
Leia as afirmações feitas a seguir.
I. No poema, o poeta relembra momentos de sua infância.
II. O poeta em seus relatos de memória, demonstra momentos de uma vida cotidiana pautada nos mesmos pequenos acontecimentos de uma pacata vida doméstica.
III. O poeta “burla” a monotonia e a solidão, em sua infância, lendo as histórias de Robinson Crusoé.
IV.O poeta, lendo as histórias de Robson Crusoé, percebia desde cedo que sua vida era bem melhor que a do personagem, o que se confirma o seu sentimento na vida adulta.
Estão CORRETAS as afirmações feitas em:
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TEXTO I
Infância
Carlos Drummond de Andrade
Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.
Minha mãe ficava sentada cosendo.
Meu irmão pequeno dormia.
Eu sozinho menino entre mangueiras.
Lia a história de Robinson Crusoé,
Comprida história que não acaba mais.
No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu
A ninar nos longes da senzala -- e nunca se esqueceu
Chamava para o café.
Café preto que nem a preta velha
Café gostoso
Café bom.
Minha mãe ficava sentada cosendo
Olhando pra mim:
-- Psiu... Não acorde o menino.
Para o berço onde pousou um mosquito.
E dava um suspiro... que fundo!
Lá longe meu pai campeava
No mato sem fim da fazenda.
E eu não sabia que minha história
Era mais bonita que a de Robinson Crusoé.
Agora, na perspectiva do homem adulto, Robinson Crusoé também aparece como um símbolo, um elemento de comparação. Essa comparação desperta no eu poético:
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TEXTO I
Infância
Carlos Drummond de Andrade
Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.
Minha mãe ficava sentada cosendo.
Meu irmão pequeno dormia.
Eu sozinho menino entre mangueiras.
Lia a história de Robinson Crusoé,
Comprida história que não acaba mais.
No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu
A ninar nos longes da senzala -- e nunca se esqueceu
Chamava para o café.
Café preto que nem a preta velha
Café gostoso
Café bom.
Minha mãe ficava sentada cosendo
Olhando pra mim:
-- Psiu... Não acorde o menino.
Para o berço onde pousou um mosquito.
E dava um suspiro... que fundo!
Lá longe meu pai campeava
No mato sem fim da fazenda.
E eu não sabia que minha história
Era mais bonita que a de Robinson Crusoé.
Além de contar sua história, ocorre a confissão de um estado de espírito atual do poeta, podendo ser caracterizada, até certo ponto:
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TEXTO I
Infância
Carlos Drummond de Andrade
Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.
Minha mãe ficava sentada cosendo.
Meu irmão pequeno dormia.
Eu sozinho menino entre mangueiras.
Lia a história de Robinson Crusoé,
Comprida história que não acaba mais.
No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu
A ninar nos longes da senzala -- e nunca se esqueceu
Chamava para o café.
Café preto que nem a preta velha
Café gostoso
Café bom.
Minha mãe ficava sentada cosendo
Olhando pra mim:
-- Psiu... Não acorde o menino.
Para o berço onde pousou um mosquito.
E dava um suspiro... que fundo!
Lá longe meu pai campeava
No mato sem fim da fazenda.
E eu não sabia que minha história
Era mais bonita que a de Robinson Crusoé.
O sentido global do texto traz como foco principal:
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TEXTO I
Infância
Carlos Drummond de Andrade
Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.
Minha mãe ficava sentada cosendo.
Meu irmão pequeno dormia.
Eu sozinho menino entre mangueiras.
Lia a história de Robinson Crusoé,
Comprida história que não acaba mais.
No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu
A ninar nos longes da senzala -- e nunca se esqueceu
Chamava para o café.
Café preto que nem a preta velha
Café gostoso
Café bom.
Minha mãe ficava sentada cosendo
Olhando pra mim:
-- Psiu... Não acorde o menino.
Para o berço onde pousou um mosquito.
E dava um suspiro... que fundo!
Lá longe meu pai campeava
No mato sem fim da fazenda.
E eu não sabia que minha história
Era mais bonita que a de Robinson Crusoé.
O texto de Drummond, apesar de ser escrito em forma de poema, segue uma linha de uma tipologia textual:
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