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Foram encontradas 40 questões.

3185332 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: Pref. Estiva-MG

Atente-se para as frases abaixo:

I. Tantas datas lhe informaram, ao mesmo tempo.

II. Muitas palestras assistiram, durante o congresso.

III. Eu o pagarei assim que puder.

IV. Confiei-lhe estes segredos.

V. Sempre lhe quis como meu filho.

Observando a regência, estão CORRETOS:

 

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3185331 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: Pref. Estiva-MG

“Agora dá licença que vou ali tomar meus remédios e depois eu volto para ensinar mais...” Os termos destacados expressam, respectivamente:

 

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3185330 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: Pref. Estiva-MG

Atente-se para o cartaz a seguir.

Enunciado 3440665-1

“Fé é confiar que ela se abrirá.” Pode-se afirmar que a palavra destacada está como:

 

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3185329 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: Pref. Estiva-MG

Explicitamente, há a presença de uma frase que não pode ser considerada oração em:

 

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3185328 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: Pref. Estiva-MG

“... uma vez que aprendeu a ninar nos longes da senzala...”.

A crase consiste na junção da preposição “a” com o artigo “a”. Ela é representada pelo acento grave (`). Em alguns casos, o emprego desse acento é obrigatório, em outros, indevido e, em outros, facultativo. No verso acima, a não utilização do emprego da crase se deu pelo mesmo motivo que em:

 

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Infância

Carlos Drummond de Andrade

Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.

Minha mãe ficava sentada cosendo.

Meu irmão pequeno dormia.

Eu sozinho menino entre mangueiras.

Lia a história de Robinson Crusoé,

Comprida história que não acaba mais.

No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu

A ninar nos longes da senzala -- e nunca se esqueceu

Chamava para o café. Café preto que nem a preta velha

Café gostoso

Café bom.

Minha mãe ficava sentada cosendo

Olhando pra mim:

-- Psiu... Não acorde o menino.

Para o berço onde pousou um mosquito.

E dava um suspiro... que fundo!

Lá longe meu pai campeava

No mato sem fim da fazenda.

E eu não sabia que minha história

Era mais bonita que a de Robinson Crusoé.

Leia as afirmações feitas a seguir.

I. No poema, o poeta relembra momentos de sua infância.

II. O poeta em seus relatos de memória, demonstra momentos de uma vida cotidiana pautada nos mesmos pequenos acontecimentos de uma pacata vida doméstica.

III. O poeta “burla” a monotonia e a solidão, em sua infância, lendo as histórias de Robinson Crusoé.

IV.O poeta, lendo as histórias de Robson Crusoé, percebia desde cedo que sua vida era bem melhor que a do personagem, o que se confirma o seu sentimento na vida adulta.

Estão CORRETAS as afirmações feitas em:

 

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3185324 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: Pref. Estiva-MG

TEXTO I

Infância

Carlos Drummond de Andrade

Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.

Minha mãe ficava sentada cosendo.

Meu irmão pequeno dormia.

Eu sozinho menino entre mangueiras.

Lia a história de Robinson Crusoé,

Comprida história que não acaba mais.

No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu

A ninar nos longes da senzala -- e nunca se esqueceu

Chamava para o café.

Café preto que nem a preta velha

Café gostoso

Café bom.

Minha mãe ficava sentada cosendo

Olhando pra mim:

-- Psiu... Não acorde o menino.

Para o berço onde pousou um mosquito.

E dava um suspiro... que fundo!

Lá longe meu pai campeava

No mato sem fim da fazenda.

E eu não sabia que minha história

Era mais bonita que a de Robinson Crusoé.

Agora, na perspectiva do homem adulto, Robinson Crusoé também aparece como um símbolo, um elemento de comparação. Essa comparação desperta no eu poético:

 

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3185323 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: Pref. Estiva-MG

TEXTO I

Infância

Carlos Drummond de Andrade

Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.

Minha mãe ficava sentada cosendo.

Meu irmão pequeno dormia.

Eu sozinho menino entre mangueiras.

Lia a história de Robinson Crusoé,

Comprida história que não acaba mais.

No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu

A ninar nos longes da senzala -- e nunca se esqueceu

Chamava para o café.

Café preto que nem a preta velha

Café gostoso

Café bom.

Minha mãe ficava sentada cosendo

Olhando pra mim:

-- Psiu... Não acorde o menino.

Para o berço onde pousou um mosquito.

E dava um suspiro... que fundo!

Lá longe meu pai campeava

No mato sem fim da fazenda.

E eu não sabia que minha história

Era mais bonita que a de Robinson Crusoé.

Além de contar sua história, ocorre a confissão de um estado de espírito atual do poeta, podendo ser caracterizada, até certo ponto:

 

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3185322 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: Pref. Estiva-MG

TEXTO I

Infância

Carlos Drummond de Andrade

Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.

Minha mãe ficava sentada cosendo.

Meu irmão pequeno dormia.

Eu sozinho menino entre mangueiras.

Lia a história de Robinson Crusoé,

Comprida história que não acaba mais.

No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu

A ninar nos longes da senzala -- e nunca se esqueceu

Chamava para o café.

Café preto que nem a preta velha

Café gostoso

Café bom.

Minha mãe ficava sentada cosendo

Olhando pra mim:

-- Psiu... Não acorde o menino.

Para o berço onde pousou um mosquito.

E dava um suspiro... que fundo!

Lá longe meu pai campeava

No mato sem fim da fazenda.

E eu não sabia que minha história

Era mais bonita que a de Robinson Crusoé.

O sentido global do texto traz como foco principal:

 

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3185321 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: Pref. Estiva-MG

TEXTO I

Infância

Carlos Drummond de Andrade

Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.

Minha mãe ficava sentada cosendo.

Meu irmão pequeno dormia.

Eu sozinho menino entre mangueiras.

Lia a história de Robinson Crusoé,

Comprida história que não acaba mais.

No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu

A ninar nos longes da senzala -- e nunca se esqueceu

Chamava para o café.

Café preto que nem a preta velha

Café gostoso

Café bom.

Minha mãe ficava sentada cosendo

Olhando pra mim:

-- Psiu... Não acorde o menino.

Para o berço onde pousou um mosquito.

E dava um suspiro... que fundo!

Lá longe meu pai campeava

No mato sem fim da fazenda.

E eu não sabia que minha história

Era mais bonita que a de Robinson Crusoé.

O texto de Drummond, apesar de ser escrito em forma de poema, segue uma linha de uma tipologia textual:

 

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