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Texto I (Questões 11 a 25)
O QUERERES
Caetano Veloso
Onde queres revólver, sou coqueiro
E onde queres dinheiro, sou paixão
Onde queres descanso, sou desejo
E onde sou só desejo, queres não
E onde não queres nada, nada falta
E onde voas bem alto, eu sou o chão
E onde pisas o chão, minha alma salta
E ganha liberdade na amplidão
Onde queres família, sou maluco
E onde queres romântico, burguês
Onde queres Leblon, sou Pernambuco
E onde queres eunuco, garanhão
Onde queres o sim e o não, talvez
E onde vês, eu não vislumbro razão
Onde o queres o lobo, eu sou o irmão
E onde queres cowboy, eu sou chinês
Ah! Bruta flor do querer
Ah! Bruta flor, bruta flor
Onde queres o ato, eu sou o espírito
E onde queres ternura, eu sou tesão
Onde queres o livre, decassílabo
E onde buscas o anjo, sou mulher
Onde queres prazer, sou o que dói
E onde queres tortura, mansidão
Onde queres um lar, revolução
E onde queres bandido, sou herói
Eu queria querer-te amar o amor
Construir-nos dulcíssima prisão
Encontrar a mais justa adequação
Tudo métrica e rima e nunca dor
Mas a vida é real e de viés
E vê só que cilada o amor me armou
Eu te quero (e não queres) como sou
Não te quero (e não queres) como és
Ah! Bruta flor do querer
Ah! Bruta flor, bruta flor
Onde queres comício, flipper-vídeo
E onde queres romance, rock'n roll
Onde queres a lua, eu sou o sol
E onde a pura natura, o inseticídio
Onde queres mistério, eu sou a luz
E onde queres um canto, o mundo inteiro
Onde queres quaresma, fevereiro
E onde queres coqueiro, eu sou obus
O quereres e o estares sempre a fim
Do que em mim é de mim tão desigual
Faz-me querer-te bem, querer-te mal
Bem a ti, mal ao quereres assim
Infinitivamente pessoal
E eu querendo querer-te sem ter fim
E, querendo-te, aprender o total
Do querer que há e do que não há em mim.
Sobre o título do texto:
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Texto I (Questões 11 a 25)
O QUERERES
Caetano Veloso
Onde queres revólver, sou coqueiro
E onde queres dinheiro, sou paixão
Onde queres descanso, sou desejo
E onde sou só desejo, queres não
E onde não queres nada, nada falta
E onde voas bem alto, eu sou o chão
E onde pisas o chão, minha alma salta
E ganha liberdade na amplidão
Onde queres família, sou maluco
E onde queres romântico, burguês
Onde queres Leblon, sou Pernambuco
E onde queres eunuco, garanhão
Onde queres o sim e o não, talvez
E onde vês, eu não vislumbro razão
Onde o queres o lobo, eu sou o irmão
E onde queres cowboy, eu sou chinês
Ah! Bruta flor do querer
Ah! Bruta flor, bruta flor
Onde queres o ato, eu sou o espírito
E onde queres ternura, eu sou tesão
Onde queres o livre, decassílabo
E onde buscas o anjo, sou mulher
Onde queres prazer, sou o que dói
E onde queres tortura, mansidão
Onde queres um lar, revolução
E onde queres bandido, sou herói
Eu queria querer-te amar o amor
Construir-nos dulcíssima prisão
Encontrar a mais justa adequação
Tudo métrica e rima e nunca dor
Mas a vida é real e de viés
E vê só que cilada o amor me armou
Eu te quero (e não queres) como sou
Não te quero (e não queres) como és
Ah! Bruta flor do querer
Ah! Bruta flor, bruta flor
Onde queres comício, flipper-vídeo
E onde queres romance, rock'n roll
Onde queres a lua, eu sou o sol
E onde a pura natura, o inseticídio
Onde queres mistério, eu sou a luz
E onde queres um canto, o mundo inteiro
Onde queres quaresma, fevereiro
E onde queres coqueiro, eu sou obus
O quereres e o estares sempre a fim
Do que em mim é de mim tão desigual
Faz-me querer-te bem, querer-te mal
Bem a ti, mal ao quereres assim
Infinitivamente pessoal
E eu querendo querer-te sem ter fim
E, querendo-te, aprender o total
Do querer que há e do que não há em mim.
Observe o fragmento:
“Ah! Bruta flor do querer
Ah! Bruta flor, bruta flor”
O trecho acima separa o texto em três grandes blocos de duas estrofes de oito versos, cada. Sobre esse refrão é correto afirmar, EXCETO:
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Texto I (Questões 11 a 25)
O QUERERES
Caetano Veloso
Onde queres revólver, sou coqueiro
E onde queres dinheiro, sou paixão
Onde queres descanso, sou desejo
E onde sou só desejo, queres não
E onde não queres nada, nada falta
E onde voas bem alto, eu sou o chão
E onde pisas o chão, minha alma salta
E ganha liberdade na amplidão
Onde queres família, sou maluco
E onde queres romântico, burguês
Onde queres Leblon, sou Pernambuco
E onde queres eunuco, garanhão
Onde queres o sim e o não, talvez
E onde vês, eu não vislumbro razão
Onde o queres o lobo, eu sou o irmão
E onde queres cowboy, eu sou chinês
Ah! Bruta flor do querer
Ah! Bruta flor, bruta flor
Onde queres o ato, eu sou o espírito
E onde queres ternura, eu sou tesão
Onde queres o livre, decassílabo
E onde buscas o anjo, sou mulher
Onde queres prazer, sou o que dói
E onde queres tortura, mansidão
Onde queres um lar, revolução
E onde queres bandido, sou herói
Eu queria querer-te amar o amor
Construir-nos dulcíssima prisão
Encontrar a mais justa adequação
Tudo métrica e rima e nunca dor
Mas a vida é real e de viés
E vê só que cilada o amor me armou
Eu te quero (e não queres) como sou
Não te quero (e não queres) como és
Ah! Bruta flor do querer
Ah! Bruta flor, bruta flor
Onde queres comício, flipper-vídeo
E onde queres romance, rock'n roll
Onde queres a lua, eu sou o sol
E onde a pura natura, o inseticídio
Onde queres mistério, eu sou a luz
E onde queres um canto, o mundo inteiro
Onde queres quaresma, fevereiro
E onde queres coqueiro, eu sou obus
O quereres e o estares sempre a fim
Do que em mim é de mim tão desigual
Faz-me querer-te bem, querer-te mal
Bem a ti, mal ao quereres assim
Infinitivamente pessoal
E eu querendo querer-te sem ter fim
E, querendo-te, aprender o total
Do querer que há e do que não há em mim.
Para expor sua temática textual, o eu lírico utiliza de um mecanismo em que aproxima elementos contrastivos que requerem conhecimento prévio do receptor. A este recurso denominamos:
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- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de Linguagem
- Interpretação de TextosFunções da Linguagem
Texto I (Questões 11 a 25)
O QUERERES
Caetano Veloso
Onde queres revólver, sou coqueiro
E onde queres dinheiro, sou paixão
Onde queres descanso, sou desejo
E onde sou só desejo, queres não
E onde não queres nada, nada falta
E onde voas bem alto, eu sou o chão
E onde pisas o chão, minha alma salta
E ganha liberdade na amplidão
Onde queres família, sou maluco
E onde queres romântico, burguês
Onde queres Leblon, sou Pernambuco
E onde queres eunuco, garanhão
Onde queres o sim e o não, talvez
E onde vês, eu não vislumbro razão
Onde o queres o lobo, eu sou o irmão
E onde queres cowboy, eu sou chinês
Ah! Bruta flor do querer
Ah! Bruta flor, bruta flor
Onde queres o ato, eu sou o espírito
E onde queres ternura, eu sou tesão
Onde queres o livre, decassílabo
E onde buscas o anjo, sou mulher
Onde queres prazer, sou o que dói
E onde queres tortura, mansidão
Onde queres um lar, revolução
E onde queres bandido, sou herói
Eu queria querer-te amar o amor
Construir-nos dulcíssima prisão
Encontrar a mais justa adequação
Tudo métrica e rima e nunca dor
Mas a vida é real e de viés
E vê só que cilada o amor me armou
Eu te quero (e não queres) como sou
Não te quero (e não queres) como és
Ah! Bruta flor do querer
Ah! Bruta flor, bruta flor
Onde queres comício, flipper-vídeo
E onde queres romance, rock'n roll
Onde queres a lua, eu sou o sol
E onde a pura natura, o inseticídio
Onde queres mistério, eu sou a luz
E onde queres um canto, o mundo inteiro
Onde queres quaresma, fevereiro
E onde queres coqueiro, eu sou obus
O quereres e o estares sempre a fim
Do que em mim é de mim tão desigual
Faz-me querer-te bem, querer-te mal
Bem a ti, mal ao quereres assim
Infinitivamente pessoal
E eu querendo querer-te sem ter fim
E, querendo-te, aprender o total
Do querer que há e do que não há em mim.
Em uma leitura global do texto podemos inferir:
I. Predominantemente metafórico, o eu lírico lança mão de diversos recursos literários, tais como: antítese, metonímia, hipérbatos, hipérboles, etc.
II. Pode-se dizer que a grande temática do texto se pauta na eterna insatisfação do ser humano, que, por ser dual, vive em uma constante incompletude.
III. O mecanismo de textualidade intitulado de intertextualidade é uma constante ao longo do texto.
IV. Utilizando-se de recursos estilísticos próprios da poesia, o eu lírico ressalta a ideia de que o homem, perdido de si mesmo e dos outros, deve conformar-se, assim como nos ensinam os elementos naturais.
V. A grande ideia do texto é que ele induz o homem a sair do seu estado letárgico de alienação, apontando-lhe uma possibilidade de transformação do estar-no-mundo: o querer.
Marque a alternativa CORRETA:
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Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: URCA
Orgão: Pref. Farias Brito-CE
- Based on the comic strip, answer question 40.

http://curiousstgeorge.com/2013/04/04/everyonelovesagrammarcartoon/Accessed on 08/01/2014
Check the alternative that contains a noun whose plural is made by adding –i to the base of the word.
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Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: URCA
Orgão: Pref. Farias Brito-CE
- Based on the comic strip, answer question 39.


http://blog.writeathome.com/index.php/2012/03/sundaycomicsstopteachingyourdogsbadgrammar/ Acessed on 02/08/2014
About the verb lay down, it is right to say that:
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Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: URCA
Orgão: Pref. Farias Brito-CE
- Based on the comic strip, answer question 38.

http://mediaspecialistsguide.blogspot.com.br/2011/07/16sitestofindhumorforteachers.html Acessed on 02/08/2014
The verb can in these two sentences means, respectively:
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Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: URCA
Orgão: Pref. Farias Brito-CE
- Based on the comic strip, answer questions 36 and 37.

http://www.respiratorycareonline.com/cartoons/vh.shtml Acessed on 02/08/2014
The verb to creep out means:
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Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: URCA
Orgão: Pref. Farias Brito-CE
- Based on the comic strip, answer questions 36 and 37.

http://www.respiratorycareonline.com/cartoons/vh.shtml Acessed on 02/08/2014
The words visiting and creeping are respectively:
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Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: URCA
Orgão: Pref. Farias Brito-CE
- Based on the poem, answer questions 33, 34 and 35.
I'm nobody! Are you nobody too?
(Emily Dickinson)
I'm nobody! Who are you?
Are you Blank I too?
Then there´s a pair of us – don´t tell
They´d banish us, you know.
How dreary be Blank II!
How public, like a frog.
To tell your name the livelong day
To an admiring bog!
http://www.onlineliterature.com/dickinson/448/ Acessed on 02/08/2014
In this poem, Emily Dickinson:
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