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Foram encontradas 50 questões.

395802 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Feira Santana-BA
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Uma avaliação bimestral é composta por 5 questões, e cada questão possui cinco alternativas como possíveis respostas (A, B, C, D, E), sendo apenas uma correta. Nessa avaliação, as cinco questões possuem como respostas alternativas diferentes e um possível gabarito para essa avaliação será, por exemplo, BCAED. Dessa forma, o total de gabaritos possíveis para essa avaliação será igual a
 

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395801 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Feira Santana-BA
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Seja f(x) uma função real definida por:

enunciado 395801-1


os valores de x, tais que f(x) < 0, são:

 

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395800 Ano: 2018
Disciplina: Estatística
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Feira Santana-BA
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A diferença entre a média aritmética e a média geométrica, nessa ordem, entre os números 81 e 49, é igual a
 

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395799 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Feira Santana-BA
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Um produto deve ser identificado com 10 letras, utilizando 3 letras A, 4 letras B, 2 letras C e 1 letra W. Dessa forma, o total de maneiras diferentes que esse produto pode ser identificado é igual a
 

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395798 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Feira Santana-BA
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Considere as duas matrizes quadradas

enunciado 395798-1

Sabendo que x > 0 e que det B = det A, em que det W significa determinante da matriz W, então o valor de x é igual a

 

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395797 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Feira Santana-BA
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Para organizar o arquivo morto de uma secretaria, são necessárias três secretárias, trabalhando quatro horas por dia, durante cinco dias. Caso fossem cinco secretárias, trabalhando três horas por dia, então o arquivo morto seria organizado em
 

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395796 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Feira Santana-BA
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Em uma urna, estão depositados 10 cartões, sendo que três desses cartões são azuis, três são amarelos e quatro são verdes. Uma pessoa irá retirar um cartão dessa urna e, se o cartão possuir a cor verde, então a pessoa ganha um prêmio. Dessa forma, a probabilidade de uma pessoa retirar um cartão da urna e não ser premiada será igual a
 

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395794 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Feira Santana-BA
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O que está por trás da indisciplina escolar?

Estudo busca as razões da indisciplina e tenta entender como os professores brasileiros gastam tempo para manter a ordem em sala de aula

Cinthia Rodrigues

O Brasil ocupa o primeiro lugar no quesito “tempo gasto para manter a ordem na classe”. É o que indica a Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizado (Talis, na sigla em inglês), respondida por professores de 32 países em 2013. Trocando em miúdos, os professores brasileiros são os que mais perdem tempo tentando combater a indisciplina escolar.

Na média, os profissionais brasileiros disseram que perdem 20% do período de aula com indisciplina, enquanto o padrão foi de 13%. É a segunda vez que a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) faz essa pesquisa com profissionais que atuam nos últimos anos do Ensino Fundamental.

Na primeira, em 2008, os educadores brasileiros também foram os que mais disseram perder aula com o assunto. O dado isolado não traz novidade para quem está em sala de aula,mas um estudo feito com cruzamento de outras respostas ao mesmo questionário ajuda a explicar por que ostentamos tal recorde.

“ A partir de um conjunto de respostas, como qual a frequência com que o educador dá e recebe retorno sobre seu trabalho, observa colegas, atua em conjunto, participa de atividades com turmas diferentes, percebemos, por exemplo, quem está em ambientes colaborativos. Da mesma maneira, chegamos às escolas que têm mais espaço para participação de pais e alunos. Para cada fator, há um conjunto de respostas”, explica a pesquisadora em políticas públicas Gabriela Moriconi, da Fundação Carlos Chagas, que ganhou uma bolsa para realizar análises sobre os dados na sede da OCDE e investigar soluções adotadas por outros países.

O estudo leva para além do senso comum de que os estudantes seriam indisciplinados e parte para as razões que geram a desordem. A escolha do foco veio pela constatação, em outras investigações, de que a indisciplina é um dos principais obstáculos para o trabalho docente.

Para a análise, ela cruzou respostas aoutras perguntas do questionário para entender quais fatores estão associados a professores que gastam tempo para manter a ordem no Brasil eem duas realidades consideradas próximas: Chile e México.

Outro dado importante, na análise doresultado da pesquisa de Gabriela, é a formação específica. Quando o conteúdo ensinado faz parteda área de conhecimento do professor, ele perdemenos tempo com indisciplina. Os educadores que afirmam terem aprendido a ensinardeterminado conteúdo, perdem menos tempo ainda.

“A literatura especializada sobre engajamento mostra que a primeira coisa para manter o envolvimento é o domínio do conteúdo e saber ensinar. Então, esses achados fizeram muito sentido para mim”, diz. Para ela, a questão da colaboração profissional também cai na formação tanto de conteúdo como de gestão da sala de aula em termos de organização do tempo, divisão das atividades, espaço e estabelecimento de regras.

“Diante da realidade que temos, muitos e aprende com outros colegas, tanto a prevenir maus comportamentos como a agir diante de casos de indisciplina.”

Adaptado de: http://www.cartaeducacao.com.br/reportagens/o-que-esta-por-tras-da-indisciplina-escolar/. Acesso em: 27 jul. 2018.

Em “[…] os professores brasileiros são os que mais perdem tempo tentando combater a indisciplina escolar.”, ocorreria acento grave após o termo em destaque no caso dele ser substituído por
 

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395782 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Feira Santana-BA
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O que está por trás da indisciplina escolar?

Estudo busca as razões da indisciplina e tenta entender como os professores brasileiros gastam tempo para manter a ordem em sala de aula

Cinthia Rodrigues

O Brasil ocupa o primeiro lugar no quesito “tempo gasto para manter a ordem na classe”. É o que indica a Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizado (Talis, na sigla em inglês), respondida por professores de 32 países em 2013. Trocando em miúdos, os professores brasileiros são os que mais perdem tempo tentando combater a indisciplina escolar.

Na média, os profissionais brasileiros disseram que perdem 20% do período de aula com indisciplina, enquanto o padrão foi de 13%. É a segunda vez que a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) faz essa pesquisa com profissionais que atuam nos últimos anos do Ensino Fundamental.

Na primeira, em 2008, os educadores brasileiros também foram os que mais disseram perder aula com o assunto. O dado isolado não traz novidade para quem está em sala de aula,mas um estudo feito com cruzamento de outras respostas ao mesmo questionário ajuda a explicar por que ostentamos tal recorde.

“ A partir de um conjunto de respostas, como qual a frequência com que o educador dá e recebe retorno sobre seu trabalho, observa colegas, atua em conjunto, participa de atividades com turmas diferentes, percebemos, por exemplo, quem está em ambientes colaborativos. Da mesma maneira, chegamos às escolas que têm mais espaço para participação de pais e alunos. Para cada fator, há um conjunto de respostas”, explica a pesquisadora em políticas públicas Gabriela Moriconi, da Fundação Carlos Chagas, que ganhou uma bolsa para realizar análises sobre os dados na sede da OCDE e investigar soluções adotadas por outros países.

O estudo leva para além do senso comum de que os estudantes seriam indisciplinados e parte para as razões que geram a desordem. A escolha do foco veio pela constatação, em outras investigações, de que a indisciplina é um dos principais obstáculos para o trabalho docente.

Para a análise, ela cruzou respostas aoutras perguntas do questionário para entender quais fatores estão associados a professores que gastam tempo para manter a ordem no Brasil eem duas realidades consideradas próximas: Chile e México.

Outro dado importante, na análise doresultado da pesquisa de Gabriela, é a formação específica. Quando o conteúdo ensinado faz parteda área de conhecimento do professor, ele perdemenos tempo com indisciplina. Os educadores que afirmam terem aprendido a ensinardeterminado conteúdo, perdem menos tempo ainda.

“A literatura especializada sobre engajamento mostra que a primeira coisa para manter o envolvimento é o domínio do conteúdo e saber ensinar. Então, esses achados fizeram muito sentido para mim”, diz. Para ela, a questão da colaboração profissional também cai na formação tanto de conteúdo como de gestão da sala de aula em termos de organização do tempo, divisão das atividades, espaço e estabelecimento de regras.

“Diante da realidade que temos, muitos e aprende com outros colegas, tanto a prevenir maus comportamentos como a agir diante de casos de indisciplina.”

Adaptado de: http://www.cartaeducacao.com.br/reportagens/o-que-esta-por-tras-da-indisciplina-escolar/. Acesso em: 27 jul. 2018.

Embora a palavra “Fundamental” tenha onze letras, ela apresenta nove fonemas, pois apresenta dois dígrafos. Assinale a alternativa em que também ocorrem onze letras e nove fonemas.
 

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395779 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Feira Santana-BA
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O que está por trás da indisciplina escolar?

Estudo busca as razões da indisciplina e tenta entender como os professores brasileiros gastam tempo para manter a ordem em sala de aula

Cinthia Rodrigues

O Brasil ocupa o primeiro lugar no quesito “tempo gasto para manter a ordem na classe”. É o que indica a Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizado (Talis, na sigla em inglês), respondida por professores de 32 países em 2013. Trocando em miúdos, os professores brasileiros são os que mais perdem tempo tentando combater a indisciplina escolar.

Na média, os profissionais brasileiros disseram que perdem 20% do período de aula com indisciplina, enquanto o padrão foi de 13%. É a segunda vez que a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) faz essa pesquisa com profissionais que atuam nos últimos anos do Ensino Fundamental.

Na primeira, em 2008, os educadores brasileiros também foram os que mais disseram perder aula com o assunto. O dado isolado não traz novidade para quem está em sala de aula,mas um estudo feito com cruzamento de outras respostas ao mesmo questionário ajuda a explicar por que ostentamos tal recorde.

“ A partir de um conjunto de respostas, como qual a frequência com que o educador dá e recebe retorno sobre seu trabalho, observa colegas, atua em conjunto, participa de atividades com turmas diferentes, percebemos, por exemplo, quem está em ambientes colaborativos. Da mesma maneira, chegamos às escolas que têm mais espaço para participação de pais e alunos. Para cada fator, há um conjunto de respostas”, explica a pesquisadora em políticas públicas Gabriela Moriconi, da Fundação Carlos Chagas, que ganhou uma bolsa para realizar análises sobre os dados na sede da OCDE e investigar soluções adotadas por outros países.

O estudo leva para além do senso comum de que os estudantes seriam indisciplinados e parte para as razões que geram a desordem. A escolha do foco veio pela constatação, em outras investigações, de que a indisciplina é um dos principais obstáculos para o trabalho docente.

Para a análise, ela cruzou respostas aoutras perguntas do questionário para entender quais fatores estão associados a professores que gastam tempo para manter a ordem no Brasil eem duas realidades consideradas próximas: Chile e México.

Outro dado importante, na análise doresultado da pesquisa de Gabriela, é a formação específica. Quando o conteúdo ensinado faz parteda área de conhecimento do professor, ele perdemenos tempo com indisciplina. Os educadores que afirmam terem aprendido a ensinardeterminado conteúdo, perdem menos tempo ainda.

“A literatura especializada sobre engajamento mostra que a primeira coisa para manter o envolvimento é o domínio do conteúdo e saber ensinar. Então, esses achados fizeram muito sentido para mim”, diz. Para ela, a questão da colaboração profissional também cai na formação tanto de conteúdo como de gestão da sala de aula em termos de organização do tempo, divisão das atividades, espaço e estabelecimento de regras.

“Diante da realidade que temos, muitos e aprende com outros colegas, tanto a prevenir maus comportamentos como a agir diante de casos de indisciplina.”

Adaptado de: http://www.cartaeducacao.com.br/reportagens/o-que-esta-por-tras-da-indisciplina-escolar/. Acesso em: 27 jul. 2018.

Entre as alternativas a seguir, assinale aquela em que o “que” esteja retomando o termo em destaque na oração.
 

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