Magna Concursos

Foram encontradas 180 questões.

1128311 Ano: 2018
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ferraz Vasconcelos-SP
Extremamente manobráveis, as pirogas e outros barcos africanos eram a um só tempo rápidos e tinham capacidade para carregar até uma centena de guerreiros. Um primeiro alerta foi dado em 1446, advertindo os portugueses de Nuno Tristão do perigo que representavam as flotilhas da Senegâmbia. Sua expedição teve uma triste sina, e outras passaram pela mesma experiência, até que o rei de Portugal enviasse Diogo Gomes para negociar as condições de um entreposto no litoral. Ora, o Mali e seus vizinhos dominavam todo um sistema de rios e riachos em torno do Níger, do Senegal, da Gâmbia, e foi a ação concertada das flotilhas armadas que barrou os invasores. Foi também essa resistência militar que obrigou os europeus a negociar a maneira de fazer comércio com as populações. Assim, o rei do Congo comunicou a João Afonso, um negociante português a serviço de Francisco I, as condições em que ele poderia penetrar no Zaire. Um tratado devidamente negociado está na origem da primeira feitoria dos portugueses em Angola (1571), onde também foi controlado o comércio dos portugueses naquelas regiões, em especial o tráfico negreiro. (Marc Ferro. História das colonizações – Das conquistas às independências – século XIII a XX.)

A partir do excerto e das discussões presentes na obra citada, é correto afirmar que Portugal
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1128310 Ano: 2018
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ferraz Vasconcelos-SP
O Brasil não era, em realidade, apenas um, mas era constituído por uma série de colônias. Os ingleses tinham razão quando falavam, nos séculos XVII e XVIII, dos “Brasis”, pois havia de fato mais de uma colônia. (Stuart B. Schwatz. “Gente da terra brazilinese da nasção. Pensando o Brasil: a construção de um povo”. Em: Carlos Guilherme Mota (org.). Viagem incompleta. A experiência brasileira. Formação: histórias (1500-2000), p. 112.)

A expressão “Brasis”, no contexto referido, está relacionada com
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1128309 Ano: 2018
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ferraz Vasconcelos-SP
A derivação original de instituições feudais específicas muitas vezes parece emaranhada em qualquer caso, dada a ambiguidade das fontes e o paralelismo de desenvolvimentos dentro dos dois sistemas sociais antecedentes. (Perry Anderson. Passagens da Antiguidade ao feudalismo, p. 127.)

Nesse sentido, o feudalismo
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1128308 Ano: 2018
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ferraz Vasconcelos-SP
Das figuras políticas, é interessante destacar como têm sido representados os dois imperadores do Brasil: D. Pedro I, sempre jovem, porque afinal morreu com 34 anos; seu filho D. Pedro II, sempre velho, apesar dos textos escolares darem destaque ao episódio da “Maioridade”, que tornou D. Pedro II chefe de Estado com apenas 15 anos. A ilustração do pai jovem e do filho velho tem causado certa perplexidade aos jovens leitores e falta a explicação do aparente paradoxo. (Circe Bittencourt. Livros didáticos entre textos e imagens. Em Circe Bittencourt (org.). O saber histórico na sala de aula. Adaptado)

A imagem de um D. Pedro II velho
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1128307 Ano: 2018
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ferraz Vasconcelos-SP
Leia o trecho de uma entrevista com o historiador Peter Burke.
Eu me identifiquei com os heróis do movimento e sua luta contra a dominação de uma história mais tradicional, identificação que foi ajudada pelo fato de que o tipo de história contra a qual Bloch e Febvre se rebelaram ainda ser a história dominante em Oxford. Pensei vagamente em estudar com Braudel em Paris, mas a vida que levava em Oxford também me cativava, e desisti da ideia. O ideal que desenvolvi, entretanto, foi de escrever história ao modo do movimento, mais ou menos sozinho. Tentei fazer isso num livro que escrevi nos anos 60 sobre o Renascimento italiano. Nesse livro, tentei combinar histoire sérielle com a abordagem alemã de história cultural. (Maria Lúcia Garcia Pallares-Burke. As muitas faces da história. Nove entrevistas. Adaptado.)

Peter Burke faz referência, nesse excerto,
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1128306 Ano: 2018
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ferraz Vasconcelos-SP
O aprofundamento de estudos culturais, principalmente no diálogo da História com a Antropologia, tem contribuído para um debate sobre os conceitos de cultura e de civilização. Alguns historiadores rejeitam o conceito de civilização [...]. (Parâmetros Curriculares Nacionais. Vol. História.)

Essa rejeição
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1128305 Ano: 2018
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ferraz Vasconcelos-SP
A guerra começou, o terrorismo atacou cada vez mais forte, independentemente da luta armada decidida desde o início de 1955; os atos mais cruéis ocorreram nos dias 20 e 21 de agosto, em Collo e Philippeville, onde foram executados tanto pieds-noirs quanto metropolitanos e muçulmanos, como Abbas Allou, sobrinho de Ferhat Abbas. Tratava-se, para a FLN, de liquidar com todos os interlocutores possíveis da nova autoridade francesa, Jacques Soustelle, e em especial com os beneficiários do plano de terras implantado pelo governo. (Marc Ferro. História das colonizações – Das conquistas às independências – século XIII a XX.)

O excerto trata
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1128304 Ano: 2018
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ferraz Vasconcelos-SP
É certo que a história operária adquiriu, em pouco mais de duas décadas, um status acadêmico e um determinado espaço institucional, ainda que dificilmente voltará a ter o prestígio extra-acadêmico do início dos anos 80. [...] A história operária viveu seu momento de glória no início dos anos 80 [...]. (Cláudio H. M. Batalha. “A historiografia da classe operária no Brasil: trajetória e tendências”. Em Marcos Cezar de Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva.)

A importância da história operária, no período citado, tem forte relação com
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1128303 Ano: 2018
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ferraz Vasconcelos-SP

Não se discute mais se o patrimônio cultural do país constitui-se apenas dos bens de valor excepcional ou também daqueles de valor cotidiano; se inclui monumentos individualizados ou em conjunto; se apenas a arte erudita merece proteção ou também as manifestações populares; se contém apenas os bens produzidos pelo homem ou se engloba também bens naturais; se esses bens da natureza envolvem somente os dotados de excepcional valor paisagístico ou inclusive o simples ecossistema.

(Ricardo Oriá. Memória e ensino de História.

Em Circe Bittencourt (org.). O saber histórico na sala de aula.)

Dessa forma, são considerados patrimônio cultural os bens que

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1128302 Ano: 2018
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ferraz Vasconcelos-SP
Tema constantemente retomado na História do país e do estado, o ensaio de sedição ocorrido em 1788-89 em Minas Gerais é, talvez, um dos fatos históricos de maior repercussão e conhecimento popular, largamente presente, tanto no imaginário político nacional quanto no sistema escolar fundamental e médio. Marcada desde suas origens por uma série de vicissitudes a ela exteriores ou extemporâneas, a Inconfidência Mineira precisa, hoje, ser submetida a um “jogo de luz” que distinga e identifique com mais clareza o que é próprio do evento e – sem propriamente desprezar ou descartar – o que é fruto da ação do tempo e das práticas sociais em suas “leituras” e “releituras” sobre o evento. O que se procura fazer nesse trabalho, é recuar no tempo e retomar em sua historicidade alguns aspectos da natureza, sentido e alcance das fontes que nos informam sobre o evento, bem como investigar como se deu sua apropriação e exame pela historiografia ao longo do tempo, bem como sua disseminação no sistema escolar. (João Pinto Furtado. “Imaginando a nação: o ensino da história da Inconfidência Mineira na perspectiva da crítica historiográfica”. Em: Lana M. de C. Simam e Thais N. de L. Fonseca (orgs.). Inaugurando a História e construindo a nação. Discursos e imagens no ensino de História.)

Para o autor do artigo citado, a Inconfidência Mineira era
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas