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(Fonterrada. De tramas e fios. Adaptado)
No excerto, Fonterrada descreve a proposta de ensino musical de
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Observe a imagem.

Alexander Calder. The hostess, 1928.
(https://www.moma.org/collection/works/81349)
Ana Mae Barbosa (A imagem no ensino da Arte) apresenta a perspectiva de Edmund Feldman a partir do livro Becoming Human Through Art: Aesthetic Experience in the School (1970). Nele, o autor aponta para o entendimento da obra de arte do ponto de vista da relação entre os elementos visuais. Para Feldman, a obra “The hostess” serve para mostrar a diferença entre a construção por massa e a construção por
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(Regina Stela Machado em Barbosa e Cunha, Abordagem Triangular no ensino das artes e culturas visuais, p. 64)
Os três eixos indicados pela autora são:
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(Jorge Coli. O que é Arte, p. 32-33. Adaptado)
O trecho de Coli descreve as características visuais do movimento
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Empatia: a arte de se colocar no lugar do outro
Certamente a empatia não é uma habilidade fácil de se colocar em prática. Além de as relações humanas serem complexas, há o fato de o individualismo ser uma característica cada vez mais recorrente, em razão da escassez de tempo das pessoas para se preocupar com o próximo. A empatia, caso você não saiba, é a capacidade de se colocar no lugar do outro, de entendê-lo, de tentar compreender o que se passa em sua mente não a partir da nossa perspectiva, mas tentando pensar como ele, com as suas crenças e valores, e imaginando se teríamos a mesma atitude se estivéssemos na situação dele.
De qualquer forma, com uma coisa todo mundo concorda: a empatia é um antídoto poderoso para esses tempos de individualismo e uma ferramenta eficaz para uma vida melhor.
“Ver o mundo conectado no olhar do outro facilita a comunicação, cria laços, fortalece, promove a solidariedade e permite aprender com a experiência do outro”, diz a psicoterapeuta Socorro Leite. Se você deseja se relacionar saudavelmente, precisa aceitar e compreender os sentimentos e emoções das outras pessoas. “Essa conduta nos leva a agir com mais respeito, lealdade, transparência e generosidade. Afinal, todos queremos um mundo mais pacífico, justo, colaborativo e sustentável”, ressalta.
Mas por que algumas pessoas têm a capacidade de se colocar no lugar dos outros enquanto outras não? A falta de empatia pode ser ocasionada pela falta de carinho e atenção ao longo da vida.
Segundo pesquisa de uma universidade norte-americana, o brasileiro não está entre os povos mais empáticos do mundo. O Brasil ficou em 51° lugar na lista entre os 63 países pesquisados. A boa notícia é que a empatia pode ser aprendida. Graças à maleabilidade dos circuitos neurais do nosso cérebro, a chamada neuroplasticidade, a tendência de empatia e compaixão do cérebro nunca é fixa; ou seja, é possível reprogramá-lo para que seja mais compreensivo em pequenas escolhas do dia a dia.
(Gisele Bortoleto, Revista Be Bem-estar, 20-05-2018. Adaptado)
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