Magna Concursos

Foram encontradas 180 questões.

1420859 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ferraz Vasconcelos-SP

s vezes, quando vejo uma pessoa que nunca vi, e tenho algum tempo para observá-la, eu me encarno nela e assim dou um grande passo para conhecê-la. E essa intrusão numa pessoa, qualquer que seja ela, nunca termina pela sua própria autoacusação: ao nela me encarnar, compreendo-lhe os motivos e perdoo. Preciso é prestar atenção para não me encarnar numa vida perigosa e atraente, e que por isso mesmo eu não queira o retorno a mim mesmo.

Um dia, no avião... ah, meu Deus – implorei – isso não, não quero ser essa missionária!.

Mas era inútil. Eu sabia que, por causa de três horas de sua presença, eu por vários dias seria missionária. A magreza e a delicadeza extremamente polida de missionária já me haviam tomado. É com curiosidade, algum deslumbramento e cansaço prévio que sucumbo à vida que vou experimentar por uns dias viver. E com alguma apreensão, do ponto de vista prático: ando agora muito ocupada demais com os meus deveres e prazeres para poder arcar com o peso dessa vida que não conheço – mas cuja tensão evangelical já começo a sentir. No avião mesmo percebo que já comecei a andar com esse passo de santa leiga: então compreendo como a missionária é paciente, como se apaga com esse passo que mal quer tocar o chão, como se pisar mais forte viesse prejudicar os outros. Agora sou pálida, sem nenhuma pintura nos lábios, tenho o rosto fino e uso aquela espécie de chapéu de missionária.

(Clarice Lispector, Encarnação involuntária. Felicidade clandestina.)

É correto afirmar que o texto é o relato de
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1420658 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ferraz Vasconcelos-SP

Empatia: a arte de se colocar no lugar do outro

Certamente a empatia não é uma habilidade fácil de se colocar em prática. Além de as relações humanas serem complexas, há o fato de o individualismo ser uma característica cada vez mais recorrente, em razão da escassez de tempo das pessoas para se preocupar com o próximo. A empatia, caso você não saiba, é a capacidade de se colocar no lugar do outro, de entendê-lo, de tentar compreender o que se passa em sua mente não a partir da nossa perspectiva, mas tentando pensar como ele, com as suas crenças e valores, e imaginando se teríamos a mesma atitude se estivéssemos na situação dele.

De qualquer forma, com uma coisa todo mundo concorda: a empatia é um antídoto poderoso para esses tempos de individualismo e uma ferramenta eficaz para uma vida melhor.

“Ver o mundo conectado no olhar do outro facilita a comunicação, cria laços, fortalece, promove a solidariedade e permite aprender com a experiência do outro”, diz a psicoterapeuta Socorro Leite. Se você deseja se relacionar saudavelmente, precisa aceitar e compreender os sentimentos e emoções das outras pessoas. “Essa conduta nos leva a agir com mais respeito, lealdade, transparência e generosidade. Afinal, todos queremos um mundo mais pacífico, justo, colaborativo e sustentável”, ressalta.

Mas por que algumas pessoas têm a capacidade de se colocar no lugar dos outros enquanto outras não? A falta de empatia pode ser ocasionada pela falta de carinho e atenção ao longo da vida.

Segundo pesquisa de uma universidade norte-americana, o brasileiro não está entre os povos mais empáticos do mundo. O Brasil ficou em 51° lugar na lista entre os 63 países pesquisados. A boa notícia é que a empatia pode ser aprendida. Graças à maleabilidade dos circuitos neurais do nosso cérebro, a chamada neuroplasticidade, a tendência de empatia e compaixão do cérebro nunca é fixa; ou seja, é possível reprogramá-lo para que seja mais compreensivo em pequenas escolhas do dia a dia.

(Gisele Bortoleto, Revista Be Bem-estar, 20-05-2018. Adaptado)

Na passagem – A empatia, caso você não saiba, é a capacidade de se colocar no lugar do outro –, o trecho destacado é um recurso da autora para
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1419174 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ferraz Vasconcelos-SP

Empatia: a arte de se colocar no lugar do outro

Certamente a empatia não é uma habilidade fácil de se colocar em prática. Além de as relações humanas serem complexas, há o fato de o individualismo ser uma característica cada vez mais recorrente, em razão da escassez de tempo das pessoas para se preocupar com o próximo. A empatia, caso você não saiba, é a capacidade de se colocar no lugar do outro, de entendê-lo, de tentar compreender o que se passa em sua mente não a partir da nossa perspectiva, mas tentando pensar como ele, com as suas crenças e valores, e imaginando se teríamos a mesma atitude se estivéssemos na situação dele.

De qualquer forma, com uma coisa todo mundo concorda: a empatia é um antídoto poderoso para esses tempos de individualismo e uma ferramenta eficaz para uma vida melhor.

“Ver o mundo conectado no olhar do outro facilita a comunicação, cria laços, fortalece, promove a solidariedade e permite aprender com a experiência do outro”, diz a psicoterapeuta Socorro Leite. Se você deseja se relacionar saudavelmente, precisa aceitar e compreender os sentimentos e emoções das outras pessoas. “Essa conduta nos leva a agir com mais respeito, lealdade, transparência e generosidade. Afinal, todos queremos um mundo mais pacífico, justo, colaborativo e sustentável”, ressalta.

Mas por que algumas pessoas têm a capacidade de se colocar no lugar dos outros enquanto outras não? A falta de empatia pode ser ocasionada pela falta de carinho e atenção ao longo da vida.

Segundo pesquisa de uma universidade norte-americana, o brasileiro não está entre os povos mais empáticos do mundo. O Brasil ficou em 51° lugar na lista entre os 63 países pesquisados. A boa notícia é que a empatia pode ser aprendida. Graças à maleabilidade dos circuitos neurais do nosso cérebro, a chamada neuroplasticidade, a tendência de empatia e compaixão do cérebro nunca é fixa; ou seja, é possível reprogramá-lo para que seja mais compreensivo em pequenas escolhas do dia a dia.

(Gisele Bortoleto, Revista Be Bem-estar, 20-05-2018. Adaptado)

Assinale a alternativa que expressa ideia de empatia análoga à presente no trecho – ... é a capacidade de se colocar no lugar do outro.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1419173 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ferraz Vasconcelos-SP

Empatia: a arte de se colocar no lugar do outro

Certamente a empatia não é uma habilidade fácil de se colocar em prática. Além de as relações humanas serem complexas, há o fato de o individualismo ser uma característica cada vez mais recorrente, em razão da escassez de tempo das pessoas para se preocupar com o próximo. A empatia, caso você não saiba, é a capacidade de se colocar no lugar do outro, de entendê-lo, de tentar compreender o que se passa em sua mente não a partir da nossa perspectiva, mas tentando pensar como ele, com as suas crenças e valores, e imaginando se teríamos a mesma atitude se estivéssemos na situação dele.

De qualquer forma, com uma coisa todo mundo concorda: a empatia é um antídoto poderoso para esses tempos de individualismo e uma ferramenta eficaz para uma vida melhor.

“Ver o mundo conectado no olhar do outro facilita a comunicação, cria laços, fortalece, promove a solidariedade e permite aprender com a experiência do outro”, diz a psicoterapeuta Socorro Leite. Se você deseja se relacionar saudavelmente, precisa aceitar e compreender os sentimentos e emoções das outras pessoas. “Essa conduta nos leva a agir com mais respeito, lealdade, transparência e generosidade. Afinal, todos queremos um mundo mais pacífico, justo, colaborativo e sustentável”, ressalta.

Mas por que algumas pessoas têm a capacidade de se colocar no lugar dos outros enquanto outras não? A falta de empatia pode ser ocasionada pela falta de carinho e atenção ao longo da vida.

Segundo pesquisa de uma universidade norte-americana, o brasileiro não está entre os povos mais empáticos do mundo. O Brasil ficou em 51° lugar na lista entre os 63 países pesquisados. A boa notícia é que a empatia pode ser aprendida. Graças à maleabilidade dos circuitos neurais do nosso cérebro, a chamada neuroplasticidade, a tendência de empatia e compaixão do cérebro nunca é fixa; ou seja, é possível reprogramá-lo para que seja mais compreensivo em pequenas escolhas do dia a dia.

(Gisele Bortoleto, Revista Be Bem-estar, 20-05-2018. Adaptado)

A passagem do texto em que se caracteriza emprego de palavra(s) em sentido figurado é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1128389 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ferraz Vasconcelos-SP

Leia a letra da música.

O Bom Filho a Casa Torna

João do Vale

Eu vou contar seu moço

Por que deixei meu sertão

Não foi por falta de inverno

Não foi pra fazer baião

É que todo sertanejo

Sempre tem essa ilusão

Conhecer cidade grande

Põe nas costas um matulão

Pensa que cá na cidade

Não existe exploração

Óia os bens que eu deixei

Um roçado de algodão

Bem cheinho de mandioca

De arroz e de feijão

Mas também só na mulher

É que eu não tinha sócio não

Com apoio das orientações dos PCNs, o professor de Geografia pode utilizar a música/letra como ponto de partida para discutir os seguintes temas:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Conforme o art. 205 da Constituição Federal de 1988, “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. No mundo contemporâneo, para que essa disposição se cumpra, a Resolução CNE/CEB nº 7/2010 estabelece, em seu art. 30, a necessidade de assegurar à pessoa, até o terceiro ano do ensino fundamental,
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1128387 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ferraz Vasconcelos-SP
Segundo Passini (2012), no processo de alfabetização cartográfica durante o Ensino Fundamental, atividades que possibilitem ao aluno colocar-se na perspectiva do outro em relação aos objetos e fatos auxiliam a desenvolver
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
As sociedades urbano-industriais contemporâneas trazem, “embutido”, o conhecimento sistematizado. Desse modo, a educação escolar, socialmente incumbida de transmiti-lo às novas gerações, é imprescindível às práticas sociais em geral e às práticas produtivas, particularmente, havendo uma articulação da desigualdade social com o sucesso ou o fracasso escolar dos indivíduos, os quais entram na definição dos papéis que eles terão e dos lugares sociais que ocuparão, nessas sociedades. Como afirma Contreras (2002): “A educação não é um problema da vida privada dos professores, mas uma ocupação socialmente encomendada e responsabilizada publicamente.” Corresponde a compromisso ético e social que exige competência profissional. Terezinha Rios (2001) articula suas reflexões às desse autor e analisa que a competência do professor compreende as dimensões técnica, estética, política e ética, sendo esta última fundante da competência, pois as demais dimensões, embora apoiadas em fundamentos próprios, guiam-se por princípios éticos, quando, nas experiências docentes,
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Conforme a Resolução CNE/CEB nº 7/2010, a avaliação dos alunos a ser realizada pelos professores e pela escola é parte integrante do currículo e deve “assumir um caráter processual, formativo, participativo, ser contínua, cumulativa e diagnóstica”. Em relação ao disposto nessa legislação, Hoffmann, em Ideias nº 22, propõe a avaliação mediadora como uma ação avaliativa
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1128384 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ferraz Vasconcelos-SP
Leia o texto.
“As mudanças climáticas exigem que aspectos da vida internacional sejam repensados. Um país que perde seu território continua sendo ou não um país?”, questiona o representante da ONU para Assistência Humanitária, John Holmes. “Gastamos metade de nosso orçamento com as inundações. Os países ditos responsáveis por isso precisam ajudar os mais vulneráveis”, disse o ministro de Relações Exteriores de Bangladesh, Hasan Mahmoud. (https://emais.estadao.com.br)

De acordo com os PCNs, essa matéria jornalística pode ser um ponto de partida para o professor abordar, com seus alunos do Ensino Fundamental,
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas