Problematizando as formas de atuação correntes no
ensino de História e Geografia, Penteado (2011) faz o
seguinte relato: “Nas minhas experiências como professora,
trabalhando com as séries iniciais do Ensino Fundamental,
nunca ocorreu, a não ser excepcionalmente,
que as crianças compreendessem que o bairro está
dentro de um país e este dentro de um continente. Ainda
que seguisse no trabalho os passos preconizados pela
orientação que recebíamos [...] a esperada transferência
de compreensão, que apoiava a recomendação metodológica,
não acontecia”. Com esse relato sobre o ensino
daquelas disciplinas a autora quer demonstrar que
Vinha (1999), no texto O educador e a moralidade infantil
numa perspectiva construtivista, relata que viveu uma
situação profissional na qual havia uma criança que, ao
jogar, percebendo que iria perder, afirmava que não queria
mais jogar. Foi assim na primeira vez, na segunda os
meninos falaram que não queriam mais jogar com ela. O
que Piaget diz é que nós protegemos muito as crianças.
Não permitimos que elas sintam a consequência do ato.
Quando brigam, vamos lá imediatamente e pedimos para
se desculparem. É importante que o adulto permita que
as crianças sintam as consequências dos atos (Vinha,
1999).
Piaget diz que quando for necessário tomar uma atitude
diante de transgressões a regras e/ou conflitos vividos
por uma criança, o educador deve
De acordo com o artigo 3° da Lei de Diretrizes e Bases
da Educação Nacional (Lei n° 9.394/1996), o ensino será
ministrado com base, dentre outros, no princípio
A entrada das crianças de seis anos no Ensino Fundamental
impõe novos desafios, sobretudo pedagógicos,
para a área educacional. Para a garantia do direito à
educação, um desses desafios é pensar o desenvolvimento
da linguagem escrita. Para tanto, a psicologia genética
tem dado uma contribuição importante, visto que
ajuda o professor a compreender como se passa de um
estado de conhecimento a outro (BRASIL. A criança de
6 anos, a linguagem escrita e o Ensino Fundamental de
nove anos.). De acordo com o referido documento, na
linha da evolução psicogenética da língua escrita,
Segundo Queiroz e Moita (2007), “o Conceito de Educação não é consenso, ao contrário, abrange uma diversidade significativa de concepções e correntes de pensamento, que estão relacionadas diretamente ao período
histórico, ao movimento social, econômico, cultural, político nacional e internacional”. Conforme essas autoras,
Émile Durkheim, que viveu em um rico e conturbado momento histórico (de um lado, a Revolução Francesa; de
outro, a Revolução Industrial), entendia que “Educação é
essencialmente o processo pelo qual aprendemos a ser
“[...] manter os pais e responsáveis atualizados quanto ao
desempenho escolar do estudante [como exige o art.12,
VII da LDB/96] já se configura como resultado de determinadas
concepções, opções e práticas pedagógicas
efetivadas no dia-a-dia da escola” (Aguiar, 2006). Segundo
a autora, atender ao disposto no inciso VII deste artigo
(12) da LDB implica, para as redes de ensino e para as
escolas,
O trabalho por projetos contribui de forma significativa
para a educação nesse mundo atual, indo ao encontro
das exigências da sociedade moderna, pois o trabalho
por projetos envolve um processo de construção, participação,
cooperação, noções de valor humano, solidariedade,
respeito mútuo, tolerância e formação da cidadania
tão necessários à sociedade emergente (Moura, 2010).
Segundo a autora, a pedagogia de projetos é a construção
de uma prática pedagógica centrada
Os conhecimentos que são objeto da aprendizagem dos
alunos na escola são uma seleção dos saberes relevantes
da cultura. Esses conhecimentos, de acordo com Coll
(1999), já existiam antes que os alunos iniciassem sua
construção pessoal e têm uma natureza
De acordo com os PCNs, a linha de divisão que separava esses dois blocos comandava a maioria das decisões
nas relações internacionais, como também aquela que
acontecia no interior de cada Estado, colocados em posição de confronto no interior desses blocos. Dessa forma,
definia-se uma ordem mundial caracterizada pela
De acordo com os PCNs, esta categoria de análise da
Geografia traduz os espaços com os quais as pessoas
têm vínculos afetivos: uma praça onde se brinca desde
criança, a janela de onde se vê a rua, o alto de uma colina
de onde se avista a cidade. É onde estão as referências
pessoais e o sistema de valores que direcionam as diferentes formas de perceber o espaço geográfico.