Foram encontradas 215 questões.
Analise as afirmativas a seguir:
I. Um exemplo de que o numeral ordinal nunca se flexiona em relação ao substantivo pode ser visto na frase: “O erro está no capítulo segundo”.
II. A composição por aglutinação está presente nos seguintes exemplos: “pernilongo”, “planalto”, “boquiaberta”, “embora”, “fidalgo”.
Marque a alternativa CORRETA:
I. Um exemplo de que o numeral ordinal nunca se flexiona em relação ao substantivo pode ser visto na frase: “O erro está no capítulo segundo”.
II. A composição por aglutinação está presente nos seguintes exemplos: “pernilongo”, “planalto”, “boquiaberta”, “embora”, “fidalgo”.
Marque a alternativa CORRETA:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto para a questão
VISÕES DE ALFABETIZAÇÃO
(Maia et al., 2015; disponível em: https://bit.ly/3DuIef8).
Trecho adaptado.
Dentro do processo de Alfabetização em Língua Materna,
percebemos a existência de duas visões: (1) a Alfabetização
considerada como de caráter restrito e; (2) o Letramento,
interpretado como um processo mais amplo.
Na primeira visão, temos a Alfabetização em Língua
Materna, que guarda a ideia de finitude, quanto ao domínio
de códigos e símbolos, ao que se dá importância capital.
Logo, esta visão privilegia aspectos organizacionais e
sintáticos da língua.
Sobre a discussão de alfabetização em sua visão restrita,
podemos destacar o que alguns autores trazem como
contribuição para a construção do entendimento desse
conceito: Abud (1987) que a coloca como sendo
primordialmente voltada ao domínio das letras; Giroux
(1989) que, embora considere a existência de tal visão, a
critica por acreditar que, nesta proposta, favorecem-se
formas de ignorância política e ideológica; Cook-Gumperz
(1991), considerando-a como, em determinadas
circunstâncias, tendo papel fundamental de ascensão social;
Kleiman (1995) com uma abordagem sinalizando que é
possível seu ensino desvinculado do contexto; Tfouni (2004)
que a entende como domínio do código escrito, vinculada ao
desenvolvimento do raciocínio, já que esta contribui para
uma melhor organização do pensamento; e, por fim, temos
Goody e Watt (1997), com linhas de pensamento
semelhantes às de Tfouni (2004).
Scribner e Cole (1981), ao colocarem os processos de ensino
da leitura e da escrita como sendo de responsabilidade da
instituição escolar, apontam para a verificação de uma
oralidade desenvolvida como prática corriqueira na escola,
que evidencia poderes de análise e síntese oral. Assim, o
desenvolvimento do raciocínio dos alunos que frequentam a
escola é favorecido. Logo, atribuem a esta lócus
fundamental para a organização do pensamento e de
conhecimentos incorporados da realidade. A instituição
escolar assume o papel de ambiente onde os alunos
expressam oralmente aquilo que aprendem e que, em um
processo de ensino formal, esse conhecimento se
transforma; deste modo, direta ou indiretamente, dão
relevância ao trabalho e interferência do professor e aos
contextos trazidos pelos alunos.
I. O texto traz a ideia de que a alfabetização considerada como de caráter restrito, na visão de Giroux, é um meio eficiente e capaz de superar diversas formas de ignorância política e ideológica.
II. O texto apresenta ao leitor a ideia de que a instituição escolar se configura um ambiente onde os alunos expressam oralmente aquilo que aprendem e que, em um processo de ensino formal, esse conhecimento se transforma.
III. De acordo com o texto, a alfabetização considerada como de caráter restrito, na perspectiva de Cook-Gumperz, tem recorrentemente um papel tolher as possibilidades de ascensão social do indivíduo.
Marque a alternativa CORRETA:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto para a questão
VISÕES DE ALFABETIZAÇÃO
(Maia et al., 2015; disponível em: https://bit.ly/3DuIef8).
Trecho adaptado.
Dentro do processo de Alfabetização em Língua Materna,
percebemos a existência de duas visões: (1) a Alfabetização
considerada como de caráter restrito e; (2) o Letramento,
interpretado como um processo mais amplo.
Na primeira visão, temos a Alfabetização em Língua
Materna, que guarda a ideia de finitude, quanto ao domínio
de códigos e símbolos, ao que se dá importância capital.
Logo, esta visão privilegia aspectos organizacionais e
sintáticos da língua.
Sobre a discussão de alfabetização em sua visão restrita,
podemos destacar o que alguns autores trazem como
contribuição para a construção do entendimento desse
conceito: Abud (1987) que a coloca como sendo
primordialmente voltada ao domínio das letras; Giroux
(1989) que, embora considere a existência de tal visão, a
critica por acreditar que, nesta proposta, favorecem-se
formas de ignorância política e ideológica; Cook-Gumperz
(1991), considerando-a como, em determinadas
circunstâncias, tendo papel fundamental de ascensão social;
Kleiman (1995) com uma abordagem sinalizando que é
possível seu ensino desvinculado do contexto; Tfouni (2004)
que a entende como domínio do código escrito, vinculada ao
desenvolvimento do raciocínio, já que esta contribui para
uma melhor organização do pensamento; e, por fim, temos
Goody e Watt (1997), com linhas de pensamento
semelhantes às de Tfouni (2004).
Scribner e Cole (1981), ao colocarem os processos de ensino
da leitura e da escrita como sendo de responsabilidade da
instituição escolar, apontam para a verificação de uma
oralidade desenvolvida como prática corriqueira na escola,
que evidencia poderes de análise e síntese oral. Assim, o
desenvolvimento do raciocínio dos alunos que frequentam a
escola é favorecido. Logo, atribuem a esta lócus
fundamental para a organização do pensamento e de
conhecimentos incorporados da realidade. A instituição
escolar assume o papel de ambiente onde os alunos
expressam oralmente aquilo que aprendem e que, em um
processo de ensino formal, esse conhecimento se
transforma; deste modo, direta ou indiretamente, dão
relevância ao trabalho e interferência do professor e aos
contextos trazidos pelos alunos.
I. Uma das ideias presentes no texto é a de que Scribner e Cole colocam os processos de ensino da leitura e da escrita como sendo de responsabilidade das escolas.
II. O texto deixa claro que, para Kleiman, a alfabetização considerada como de caráter restrito possibilita o seu ensino desvinculado de algum contexto.
III. A alfabetização em língua materna, quando de caráter restrito, amplia e diversifica a percepção do sujeito sobre a linguagem, pois, nesse ponto de vista, o educando é estimulado a produzir bens culturais complexos e a expandir seus conhecimentos progressivamente, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto para a questão
ENSINO DE MATEMÁTICA
(IFTM, 2017. Disponível em: https://bit.ly/3EBRNKs)
A Matemática está presente em várias aplicações diárias.
Mesmo assim, muitos alunos se perguntam, indignados,
qual a utilidade de determinados conceitos aprendidos em
sala de aula. De fato, a dinâmica das aulas pode não atender,
em exemplos práticos, a curiosidade, a criatividade e a
sagacidade próprias dos alunos. Isso os distancia de sua
compreensão do mundo real.
Um aspecto relevante a ser destacado é que se percebe que
a educação não acompanhou totalmente as mudanças na
vida cotidiana, mesmo com a ocorrência de grandes
transformações técnicas e tecnológicas que modificaram os
meios de transporte, as formas de produções, a vida política,
o direito, a recreação, a arte, entre outros.
Dessa forma, entende-se que a educação deve ser revista.
Percebe-se que, em sala de aula, há uma imposição dos
modos de sentir e de pensar elaborados em outros tempos,
com a clara compreensão de uma situação que necessita de
renovação, diante de sujeitos com tipos de cultura e
relacionamento diversos. Ou, ainda, indivíduos que nos
propõem formas de agir distintas do antigo, trazendo uma
nova proposta por vezes desconhecida, inovadora para
tornar o processo mais leve e inovador. Surgiram problemas
de relações entre a educação e as transformações sociais?
Sim, porém devemos entender estes problemas como
desafios que conduzem a como atuar na renovação de
métodos e processos para fomentar o saber aliado às
transformações sociais.
I. As várias aplicações diárias da matemática são amplamente e inquestionavelmente compreendidas por todos e, por isso, essa é uma ciência humana fundamental, afirma o texto.
II. O texto procura deixar claro para o leitor que a postura adotada pela maioria das instituições escolares diante dos desafios do ensino de matemática tem sido a de romper com todos os paradigmas e, frequentemente, a de questionar a real necessidade de manter essa disciplina como parte do conteúdo programático do Ensino Fundamental.
Marque a alternativa CORRETA:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto para a questão
ENSINO DE MATEMÁTICA
(IFTM, 2017. Disponível em: https://bit.ly/3EBRNKs)
A Matemática está presente em várias aplicações diárias.
Mesmo assim, muitos alunos se perguntam, indignados,
qual a utilidade de determinados conceitos aprendidos em
sala de aula. De fato, a dinâmica das aulas pode não atender,
em exemplos práticos, a curiosidade, a criatividade e a
sagacidade próprias dos alunos. Isso os distancia de sua
compreensão do mundo real.
Um aspecto relevante a ser destacado é que se percebe que
a educação não acompanhou totalmente as mudanças na
vida cotidiana, mesmo com a ocorrência de grandes
transformações técnicas e tecnológicas que modificaram os
meios de transporte, as formas de produções, a vida política,
o direito, a recreação, a arte, entre outros.
Dessa forma, entende-se que a educação deve ser revista.
Percebe-se que, em sala de aula, há uma imposição dos
modos de sentir e de pensar elaborados em outros tempos,
com a clara compreensão de uma situação que necessita de
renovação, diante de sujeitos com tipos de cultura e
relacionamento diversos. Ou, ainda, indivíduos que nos
propõem formas de agir distintas do antigo, trazendo uma
nova proposta por vezes desconhecida, inovadora para
tornar o processo mais leve e inovador. Surgiram problemas
de relações entre a educação e as transformações sociais?
Sim, porém devemos entender estes problemas como
desafios que conduzem a como atuar na renovação de
métodos e processos para fomentar o saber aliado às
transformações sociais.
I. O texto aponta que os meios de transporte, as formas de produções, a vida política, o direito, a recreação, a arte e outros aspectos das nossas vidas foram modificados em função de grandes transformações técnicas e tecnológicas.
II. O texto afirma que a dinâmica das aulas pode não atender, em exemplos práticos, à curiosidade, à criatividade e à sagacidade próprias dos alunos, ocasionando, assim, um distanciamento de sua compreensão do mundo real.
Marque a alternativa CORRETA:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Analise as afirmativas a seguir:
I. O substantivo próprio é o que se aplica a um objeto ou a um conjunto de objetos, mas sempre individualmente.
II. Nos números muito extensos, omite-se a conjunção entre as classes, isto é, entre os grupos de três algarismos. Por exemplo, escreve-se o número 90.215 da seguinte forma: noventa mil duzentos e quinze.
Marque a alternativa CORRETA:
I. O substantivo próprio é o que se aplica a um objeto ou a um conjunto de objetos, mas sempre individualmente.
II. Nos números muito extensos, omite-se a conjunção entre as classes, isto é, entre os grupos de três algarismos. Por exemplo, escreve-se o número 90.215 da seguinte forma: noventa mil duzentos e quinze.
Marque a alternativa CORRETA:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto para a questão
METÁFORA
(SEVES, Giovana Franco. UNESP, 2010. Disponível em:
https://bit.ly/3dzQ6RP). Com adaptações.
A metáfora é vista por muitos, como afirmam Lakoff e
Johnson (1980), como um recurso poético, um ornamento
retórico, uma questão restrita à linguagem e uma questão
mais de palavras do que de pensamentos e ações. Mas,
mais do que isso, mostram os autores, a metáfora funciona
em nossa mente; ela rege o nosso pensamento, não sendo
apenas uma questão da linguagem.
A metáfora é o instrumento que possuímos para criar novo
conhecimento, para entender o mundo em que vivemos e
para compreender a nossa cultura.
A noção primeira de metáfora surgiu com Aristóteles, no
século IV a.C., em que foi definida como “a transposição do
nome de uma coisa para outra” (ARISTÓTELES, Arte poética,
XXI, 7, 332). Aristóteles assenta a existência de quatro tipos
de metáfora: do gênero para a espécie, da espécie para o
gênero, da espécie para a espécie e de analogia
(ARISTÓTELES, Arte poética, XXI, 7, 332).
Dentre esses tipos, pode-se notar casos que, atualmente,
são classificados como outras figuras de linguagem, como a
hipérbole e a sinédoque. Dentro da sua visão de metáfora,
Aristóteles considera a comparação direta (também
nomeada imagem) como uma metáfora, apontando haver
apenas uma pequena diferença entre as comparações
(ARISTÓTELES, Arte retórica, III, IV, 216).
I. De acordo com o texto, para Lakoff e Johnson, a metáfora é vista por muitos como um recurso poético, ou seja, como uma questão mais de pensamentos e ações do que de palavras.
II. O texto indica que Aristóteles considera a comparação direta como uma metáfora, apontando haver apenas uma pequena diferença entre as comparações.
III. Uma das ideias presentes no texto é a de que a metáfora não é apenas uma questão da linguagem, pois ela funciona em nossa mente e rege o nosso pensamento.
Marque a alternativa CORRETA:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Analise as afirmativas a seguir:
I. Na derivação parassintética, ocorre a adjunção simultânea de prefixo e sufixo a um radical, de tal modo que a supressão de um ou de outro resulta necessariamente em uma forma existente na língua portuguesa.
II. São exemplos de adjetivos as seguintes palavras: bovino, carreata, insegurança, reagir e correição.
Marque a alternativa CORRETA:
I. Na derivação parassintética, ocorre a adjunção simultânea de prefixo e sufixo a um radical, de tal modo que a supressão de um ou de outro resulta necessariamente em uma forma existente na língua portuguesa.
II. São exemplos de adjetivos as seguintes palavras: bovino, carreata, insegurança, reagir e correição.
Marque a alternativa CORRETA:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto para a questão
VISÕES DE ALFABETIZAÇÃO
(Maia et al., 2015; disponível em: https://bit.ly/3DuIef8).
Trecho adaptado.
Dentro do processo de Alfabetização em Língua Materna,
percebemos a existência de duas visões: (1) a Alfabetização
considerada como de caráter restrito e; (2) o Letramento,
interpretado como um processo mais amplo.
Na primeira visão, temos a Alfabetização em Língua
Materna, que guarda a ideia de finitude, quanto ao domínio
de códigos e símbolos, ao que se dá importância capital.
Logo, esta visão privilegia aspectos organizacionais e
sintáticos da língua.
Sobre a discussão de alfabetização em sua visão restrita,
podemos destacar o que alguns autores trazem como
contribuição para a construção do entendimento desse
conceito: Abud (1987) que a coloca como sendo
primordialmente voltada ao domínio das letras; Giroux
(1989) que, embora considere a existência de tal visão, a
critica por acreditar que, nesta proposta, favorecem-se
formas de ignorância política e ideológica; Cook-Gumperz
(1991), considerando-a como, em determinadas
circunstâncias, tendo papel fundamental de ascensão social;
Kleiman (1995) com uma abordagem sinalizando que é
possível seu ensino desvinculado do contexto; Tfouni (2004)
que a entende como domínio do código escrito, vinculada ao
desenvolvimento do raciocínio, já que esta contribui para
uma melhor organização do pensamento; e, por fim, temos
Goody e Watt (1997), com linhas de pensamento
semelhantes às de Tfouni (2004).
Scribner e Cole (1981), ao colocarem os processos de ensino
da leitura e da escrita como sendo de responsabilidade da
instituição escolar, apontam para a verificação de uma
oralidade desenvolvida como prática corriqueira na escola,
que evidencia poderes de análise e síntese oral. Assim, o
desenvolvimento do raciocínio dos alunos que frequentam a
escola é favorecido. Logo, atribuem a esta lócus
fundamental para a organização do pensamento e de
conhecimentos incorporados da realidade. A instituição
escolar assume o papel de ambiente onde os alunos
expressam oralmente aquilo que aprendem e que, em um
processo de ensino formal, esse conhecimento se
transforma; deste modo, direta ou indiretamente, dão
relevância ao trabalho e interferência do professor e aos
contextos trazidos pelos alunos.
I. A alfabetização considerada como de caráter restrito, para Tfouni, está vinculada ao desenvolvimento do raciocínio e busca o domínio do código escrito, conforme pode-se perceber a partir do texto.
II. A alfabetização considerada como de caráter restrito representa uma visão desenvolvimentista e plural dos aspectos organizacionais e sintáticos da língua, conforme pode ser compreendido após a leitura do texto.
III. Para Abud, a alfabetização considerada como de caráter restrito é primordialmente voltada ao desenvolvimento cognitivo e da capacidade crítica do educando, conforme fica claro após a leitura do texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Analise as afirmativas a seguir:
I. Na Língua Portuguesa, os verbos formam uma classe rica em possibilidades flexionais, pois as oposições entre tempos e modos referem-se a diversos tempos verbais, distribuídos nos modos indicativo e subjuntivo e formas nominais, e, entre categorias de número e pessoa.
II. O numeral é a classe gramatical que indica uma quantidade ou uma qualidade de um elemento existente, ou seja, algo físico e, necessariamente, definido por um substantivo abstrato.
Marque a alternativa CORRETA:
I. Na Língua Portuguesa, os verbos formam uma classe rica em possibilidades flexionais, pois as oposições entre tempos e modos referem-se a diversos tempos verbais, distribuídos nos modos indicativo e subjuntivo e formas nominais, e, entre categorias de número e pessoa.
II. O numeral é a classe gramatical que indica uma quantidade ou uma qualidade de um elemento existente, ou seja, algo físico e, necessariamente, definido por um substantivo abstrato.
Marque a alternativa CORRETA:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container