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Este excerto, retirado dos PCN (1998, p. 7), expõe uma das capacidades que os alunos devem desenvolver e que constituem os objetivos do ensino fundamental: “conhecer e valorizar a pluralidade do patrimônio sociocultural brasileiro, bem como aspectos socioculturais de outros povos e nações, posicionando-se contra qualquer discriminação baseada em diferenças culturais, de classe social, de crenças, de sexo, de etnia ou outras características individuais e sociais”. Com base em Bagno (1999, p. 7), especificamente na “mitologia do preconceito linguístico”, a que mito a capacidade retrocitada, contida nos PCN, se contrapõe?
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A articulação entre o sistema fonológico e o gráfico constitui um dos grandes desafios para os professores de Língua Portuguesa no ensino fundamental. Na imagem ao lado, vê-se um exemplo da interferência da modalidade falada da língua na escrita. Primeiramente, existe a forma verbal “tá” e, depois, os substantivos “pêxe” e “quêjo”.

Tais fenômenos classificam-se, respectivamente, como:
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De acordo com os PCN, “é possível desenvolver um trabalho que permita ao aluno descobrir o funcionamento do sistema grafo-fonêmico da língua e as convenções ortográficas, analisando as relações entre a fala e a escrita, as restrições que o contexto impõe ao emprego das letras, os aspectos morfossintáticos, tratando a ortografia como porta de entrada para uma reflexão a respeito da língua, particularmente, da modalidade escrita” (BRASIL, 1998, p. 85). Assim, uma das implicações para que os alunos sejam exitosos nesse tipo de prática de análise linguística é:
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Assinale a asserção que contraria o disposto no trecho em relevo deste fragmento de Oliveira et al (2003, p. 107): “Pesquisa realizada por Neves (1991, p. 45-48) aponta algumas conclusões com base na discussão sobre o ensino da gramática na escola, a saber: [...] os professores verificam que essa gramática ‘não está servindo para nada’; apesar disso, os professores mantêm as aulas sistemáticas de gramática como um ritual imprescindível à legitimação de seu papel” (grifo da banca elaboradora).
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O ensino de conteúdos relacionados à morfossintaxe baseado somente na gramática tradicional e normativa apresenta certos obstáculos para a devida aprendizagem, uma vez que a maioria dos gramáticos ignora, por exemplo, a existência de algumas orações subordinadas por não as incluírem no rol dessas orações. Que alternativa apresenta um exemplo desse tipo de oração?
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Com relação às práticas didático-normativo-tradicionais, os Parâmetros Curriculares Nacionais - PCN (BRASIL, 1998, p. 18) apresentam críticas negativas ao ensino tradicional. Especificamente quanto ao ensino e à aprendizagem da sintaxe, principalmente no nível interfrástico, qual crítica negativa relaciona-se intrinsecamente a esse tipo de situação de sala de aula de Língua Portuguesa?
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No último terceto do Soneto de Fidelidade – “Eu possa me dizer do amor (que tive):/ Que não seja imortal, posto que é chama/ Mas que seja infinito enquanto dure”, é bastante provável que um aluno do quarto ciclo do ensino fundamental seja capaz de identificar, no trecho em destaque, o elo semântico que expressa:
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Em uma sala de aula de Língua Portuguesa, o estudo das relações de coordenação e subordinação baseado na tradição escolar, ou seja, na gramática normativa, opõe-se a que tipo de prática didático-pedagógica?
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Nem todos os textos são autoexplicativos; muitas vezes, o aluno deve preencher algumas lacunas com os seus conhecimentos prévios. Por esse motivo, o uso de textos que não se alinham a seu contexto sociocultural, apesar da globalização e do fácil acesso a informações, pode apresentar obstáculos, como é o caso de textos cujo teor se baseie, por exemplo, em culturas exóticas, como a japonesa e a hindu. Desse modo, a seleção de textos que têm maior proximidade com seu contexto sociocultural:
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Com base no contexto em que foi escrito, pode-se recuperar o texto, logo existe nele intenção e interação, e isso faz do texto discurso, “como produto acabado de uma ação discursiva” (KOCH, 2004, XII), definido por Maingueneau (2000, p. 43) como a “atividade de sujeitos inscritos em contextos determinados”. Ao lado, vê-se uma situação de comunicação em que um falante concebe o referente “drogas” como substância entorpecente, e o seu ouvinte, como algo sem valor, insignificante, neste caso uma gíria. Esta charge, lida por um lusófono que desconhece o Brasil e seus problemas, um macaísta (de Macau), por exemplo, não teria a devida compreensão. Esse “desacordo de significação” deve-se a quê?
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