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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

Uma guerreira contra a escravidão

Por Roger Lerina

  1. O fato de só há pouco Harriet Tubman (1822–1913) ao cinema é tristemente
  2. eloquente sobre o racismo em Hollywood e na sociedade norte-americana. Essa mulher negra
  3. nascida escrava e medindo pouco mais de metro e meio é uma gigantesca figura da história
  4. dos Estados Unidos: depois que fugiu da fazenda em Maryland, na qual vivia e trabalhava com
  5. sua família, como propriedade dos donos, na metade do século 19, ela se tornou uma “condutora”,
  6. liderando missões de resgate e libertação de cativos como ela.
  7. Até a Guerra Civil Americana (1861–1865), ela resgatou cerca de 70 pessoas, incluindo
  8. familiares e amigos. Durante a Secessão, serviu como batedora armada e espiã para o exército
  9. da União, comandando uma operação que libertou em torno de 750 negros escravizados. O
  10. episódio permanece até hoje como uma das únicas vezes em que uma mulher esteve de
  11. uma tropa americana em batalha. Em seus últimos anos, Harriet ainda foi ativista do sufrágio
  12. feminino.
  13. Pois essa personalidade tão fascinante quanto obliterada enfim ganhou as telas. Disponível
  14. no Brasil na plataforma NOW, o filme Harriet (2019) estreou no Festival Internacional de Cinema
  15. de Toronto e concorreu ao Globo de Ouro e ao Oscar – concentrados em sua protagonista, a atriz
  16. e cantora inglesa Cynthia Erivo. Indicada nos dois prêmios tanto por sua atuação quanto pela
  17. autoria da canção Stand Up, a artista emocionou a plateia durante a cerimônia do Oscar ao
  18. interpretar ao vivo a música dos créditos finais do filme. Na tela, Cynthia encarna Harriet com
  19. uma entrega apaixonada em sua evolução dramática – da jovem assustada e insegura, que foge
  20. quase por acaso do tacão de seus senhores, mulher de coragem e determinação inabaláveis
  21. que dedica o restante de sua vida libertar seu povo.
  22. A diretora e roteirista Kasi Lemmons, uma das poucas realizadoras afrodescendentes em
  23. Hollywood, concentra a narrativa de Harriet no período anterior ao da Guerra Civil, destacando a
  24. transformação de sua heroína, analfabeta e atormentada por visões antecipatórias, em ferrenha
  25. abolicionista imbuída de uma ira santa. Em 1849, depois de uma exaustiva e espetacular
  26. escapada em direção ao norte – deixando para trás marido, pais e irmãos –, Harriet chega
  27. à Filadélfia, entrando em contato com uma rede de ativistas antiescravatura, dedicada a abrigar
  28. fugitivos em casas, como a da ativista Marie Buchanon (a também atriz e cantora Janelle Monáe).
  29. Com a ajuda dessa organização, Harriet empreende arriscadas incursões para libertar negros
  30. escravizados em fazendas – inclusive seus parentes e amigos.
  31. Se, no começo, o filme ressente-se do ritmo de melodrama televisivo imposto à narrativa,
  32. Harriet gradativamente cresce à medida que sua protagonista vai tomando consciência da
  33. extensão da violência e do ultraje imposto pelos brancos à comunidade negra nos Estados Unidos.
  34. Ganhadora dos prêmios Tony e Grammy, por seu desempenho na versão musical de A Cor
  35. Púrpura apresentada na Broadway, Cynthia Erivo eleva o longa acima de suas eventuais
  36. fragilidades estruturais com sua atuação firme, que realça a dignidade admirável de sua
  37. personagem.

(Disponível em: https://www.rogerlerina.com.br/post/18606/uma-guerreira-contra-a-escravidao – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa correta acerca da estrutura e da formação de palavras do texto.

 

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Uma guerreira contra a escravidão

Por Roger Lerina

  1. O fato de só há pouco Harriet Tubman (1822–1913) ao cinema é tristemente
  2. eloquente sobre o racismo em Hollywood e na sociedade norte-americana. Essa mulher negra
  3. nascida escrava e medindo pouco mais de metro e meio é uma gigantesca figura da história
  4. dos Estados Unidos: depois que fugiu da fazenda em Maryland, na qual vivia e trabalhava com
  5. sua família, como propriedade dos donos, na metade do século 19, ela se tornou uma “condutora”,
  6. liderando missões de resgate e libertação de cativos como ela.
  7. Até a Guerra Civil Americana (1861–1865), ela resgatou cerca de 70 pessoas, incluindo
  8. familiares e amigos. Durante a Secessão, serviu como batedora armada e espiã para o exército
  9. da União, comandando uma operação que libertou em torno de 750 negros escravizados. O
  10. episódio permanece até hoje como uma das únicas vezes em que uma mulher esteve de
  11. uma tropa americana em batalha. Em seus últimos anos, Harriet ainda foi ativista do sufrágio
  12. feminino.
  13. Pois essa personalidade tão fascinante quanto obliterada enfim ganhou as telas. Disponível
  14. no Brasil na plataforma NOW, o filme Harriet (2019) estreou no Festival Internacional de Cinema
  15. de Toronto e concorreu ao Globo de Ouro e ao Oscar – concentrados em sua protagonista, a atriz
  16. e cantora inglesa Cynthia Erivo. Indicada nos dois prêmios tanto por sua atuação quanto pela
  17. autoria da canção Stand Up, a artista emocionou a plateia durante a cerimônia do Oscar ao
  18. interpretar ao vivo a música dos créditos finais do filme. Na tela, Cynthia encarna Harriet com
  19. uma entrega apaixonada em sua evolução dramática – da jovem assustada e insegura, que foge
  20. quase por acaso do tacão de seus senhores, mulher de coragem e determinação inabaláveis
  21. que dedica o restante de sua vida libertar seu povo.
  22. A diretora e roteirista Kasi Lemmons, uma das poucas realizadoras afrodescendentes em
  23. Hollywood, concentra a narrativa de Harriet no período anterior ao da Guerra Civil, destacando a
  24. transformação de sua heroína, analfabeta e atormentada por visões antecipatórias, em ferrenha
  25. abolicionista imbuída de uma ira santa. Em 1849, depois de uma exaustiva e espetacular
  26. escapada em direção ao norte – deixando para trás marido, pais e irmãos –, Harriet chega
  27. à Filadélfia, entrando em contato com uma rede de ativistas antiescravatura, dedicada a abrigar
  28. fugitivos em casas, como a da ativista Marie Buchanon (a também atriz e cantora Janelle Monáe).
  29. Com a ajuda dessa organização, Harriet empreende arriscadas incursões para libertar negros
  30. escravizados em fazendas – inclusive seus parentes e amigos.
  31. Se, no começo, o filme ressente-se do ritmo de melodrama televisivo imposto à narrativa,
  32. Harriet gradativamente cresce à medida que sua protagonista vai tomando consciência da
  33. extensão da violência e do ultraje imposto pelos brancos à comunidade negra nos Estados Unidos.
  34. Ganhadora dos prêmios Tony e Grammy, por seu desempenho na versão musical de A Cor
  35. Púrpura apresentada na Broadway, Cynthia Erivo eleva o longa acima de suas eventuais
  36. fragilidades estruturais com sua atuação firme, que realça a dignidade admirável de sua
  37. personagem.

(Disponível em: https://www.rogerlerina.com.br/post/18606/uma-guerreira-contra-a-escravidao – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta vocábulos que poderiam substituir “obliterada” (l. 13), “ativista” (l. 28) e “eleva” (l. 35), respectivamente, no texto, sem acarretar qualquer tipo de mudança.

 

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Uma guerreira contra a escravidão

Por Roger Lerina

  1. O fato de só há pouco Harriet Tubman (1822–1913) ao cinema é tristemente
  2. eloquente sobre o racismo em Hollywood e na sociedade norte-americana. Essa mulher negra
  3. nascida escrava e medindo pouco mais de metro e meio é uma gigantesca figura da história
  4. dos Estados Unidos: depois que fugiu da fazenda em Maryland, na qual vivia e trabalhava com
  5. sua família, como propriedade dos donos, na metade do século 19, ela se tornou uma “condutora”,
  6. liderando missões de resgate e libertação de cativos como ela.
  7. Até a Guerra Civil Americana (1861–1865), ela resgatou cerca de 70 pessoas, incluindo
  8. familiares e amigos. Durante a Secessão, serviu como batedora armada e espiã para o exército
  9. da União, comandando uma operação que libertou em torno de 750 negros escravizados. O
  10. episódio permanece até hoje como uma das únicas vezes em que uma mulher esteve de
  11. uma tropa americana em batalha. Em seus últimos anos, Harriet ainda foi ativista do sufrágio
  12. feminino.
  13. Pois essa personalidade tão fascinante quanto obliterada enfim ganhou as telas. Disponível
  14. no Brasil na plataforma NOW, o filme Harriet (2019) estreou no Festival Internacional de Cinema
  15. de Toronto e concorreu ao Globo de Ouro e ao Oscar – concentrados em sua protagonista, a atriz
  16. e cantora inglesa Cynthia Erivo. Indicada nos dois prêmios tanto por sua atuação quanto pela
  17. autoria da canção Stand Up, a artista emocionou a plateia durante a cerimônia do Oscar ao
  18. interpretar ao vivo a música dos créditos finais do filme. Na tela, Cynthia encarna Harriet com
  19. uma entrega apaixonada em sua evolução dramática – da jovem assustada e insegura, que foge
  20. quase por acaso do tacão de seus senhores, mulher de coragem e determinação inabaláveis
  21. que dedica o restante de sua vida libertar seu povo.
  22. A diretora e roteirista Kasi Lemmons, uma das poucas realizadoras afrodescendentes em
  23. Hollywood, concentra a narrativa de Harriet no período anterior ao da Guerra Civil, destacando a
  24. transformação de sua heroína, analfabeta e atormentada por visões antecipatórias, em ferrenha
  25. abolicionista imbuída de uma ira santa. Em 1849, depois de uma exaustiva e espetacular
  26. escapada em direção ao norte – deixando para trás marido, pais e irmãos –, Harriet chega
  27. à Filadélfia, entrando em contato com uma rede de ativistas antiescravatura, dedicada a abrigar
  28. fugitivos em casas, como a da ativista Marie Buchanon (a também atriz e cantora Janelle Monáe).
  29. Com a ajuda dessa organização, Harriet empreende arriscadas incursões para libertar negros
  30. escravizados em fazendas – inclusive seus parentes e amigos.
  31. Se, no começo, o filme ressente-se do ritmo de melodrama televisivo imposto à narrativa,
  32. Harriet gradativamente cresce à medida que sua protagonista vai tomando consciência da
  33. extensão da violência e do ultraje imposto pelos brancos à comunidade negra nos Estados Unidos.
  34. Ganhadora dos prêmios Tony e Grammy, por seu desempenho na versão musical de A Cor
  35. Púrpura apresentada na Broadway, Cynthia Erivo eleva o longa acima de suas eventuais
  36. fragilidades estruturais com sua atuação firme, que realça a dignidade admirável de sua
  37. personagem.

(Disponível em: https://www.rogerlerina.com.br/post/18606/uma-guerreira-contra-a-escravidao – texto adaptado especialmente para esta prova).

As palavras compostas “afrodescendentes”, “antiescravatura” e “norte-americana”, retiradas do texto, podem ter passado por mudanças de grafia a partir do Acordo Ortográfico (Decreto 7.875/12). Assinale a alternativa cujas duas palavras apresentam grafia correta.

 

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Uma guerreira contra a escravidão

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  1. O fato de só há pouco Harriet Tubman (1822–1913) ao cinema é tristemente
  2. eloquente sobre o racismo em Hollywood e na sociedade norte-americana. Essa mulher negra
  3. nascida escrava e medindo pouco mais de metro e meio é uma gigantesca figura da história
  4. dos Estados Unidos: depois que fugiu da fazenda em Maryland, na qual vivia e trabalhava com
  5. sua família, como propriedade dos donos, na metade do século 19, ela se tornou uma “condutora”,
  6. liderando missões de resgate e libertação de cativos como ela.
  7. Até a Guerra Civil Americana (1861–1865), ela resgatou cerca de 70 pessoas, incluindo
  8. familiares e amigos. Durante a Secessão, serviu como batedora armada e espiã para o exército
  9. da União, comandando uma operação que libertou em torno de 750 negros escravizados. O
  10. episódio permanece até hoje como uma das únicas vezes em que uma mulher esteve de
  11. uma tropa americana em batalha. Em seus últimos anos, Harriet ainda foi ativista do sufrágio
  12. feminino.
  13. Pois essa personalidade tão fascinante quanto obliterada enfim ganhou as telas. Disponível
  14. no Brasil na plataforma NOW, o filme Harriet (2019) estreou no Festival Internacional de Cinema
  15. de Toronto e concorreu ao Globo de Ouro e ao Oscar – concentrados em sua protagonista, a atriz
  16. e cantora inglesa Cynthia Erivo. Indicada nos dois prêmios tanto por sua atuação quanto pela
  17. autoria da canção Stand Up, a artista emocionou a plateia durante a cerimônia do Oscar ao
  18. interpretar ao vivo a música dos créditos finais do filme. Na tela, Cynthia encarna Harriet com
  19. uma entrega apaixonada em sua evolução dramática – da jovem assustada e insegura, que foge
  20. quase por acaso do tacão de seus senhores, mulher de coragem e determinação inabaláveis
  21. que dedica o restante de sua vida libertar seu povo.
  22. A diretora e roteirista Kasi Lemmons, uma das poucas realizadoras afrodescendentes em
  23. Hollywood, concentra a narrativa de Harriet no período anterior ao da Guerra Civil, destacando a
  24. transformação de sua heroína, analfabeta e atormentada por visões antecipatórias, em ferrenha
  25. abolicionista imbuída de uma ira santa. Em 1849, depois de uma exaustiva e espetacular
  26. escapada em direção ao norte – deixando para trás marido, pais e irmãos –, Harriet chega
  27. à Filadélfia, entrando em contato com uma rede de ativistas antiescravatura, dedicada a abrigar
  28. fugitivos em casas, como a da ativista Marie Buchanon (a também atriz e cantora Janelle Monáe).
  29. Com a ajuda dessa organização, Harriet empreende arriscadas incursões para libertar negros
  30. escravizados em fazendas – inclusive seus parentes e amigos.
  31. Se, no começo, o filme ressente-se do ritmo de melodrama televisivo imposto à narrativa,
  32. Harriet gradativamente cresce à medida que sua protagonista vai tomando consciência da
  33. extensão da violência e do ultraje imposto pelos brancos à comunidade negra nos Estados Unidos.
  34. Ganhadora dos prêmios Tony e Grammy, por seu desempenho na versão musical de A Cor
  35. Púrpura apresentada na Broadway, Cynthia Erivo eleva o longa acima de suas eventuais
  36. fragilidades estruturais com sua atuação firme, que realça a dignidade admirável de sua
  37. personagem.

(Disponível em: https://www.rogerlerina.com.br/post/18606/uma-guerreira-contra-a-escravidao – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considere as seguintes expressões retiradas do texto:

I. “mulher negra nascida escrava” (l. 02-03).

II. “gigantesca figura da história dos Estados Unidos” (l. 03-04).

III. “essa personalidade [...] ganhou as telas” (l. 13).

IV. “Cynthia encarna Harriet” (l. 18).

V. “foge quase por acaso do tacão de seus senhores” (l. 19-20).

VI. “o filme ressente-se do ritmo de melodrama televisivo” (l. 31).

Quais estão em linguagem figurada?

 

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Uma guerreira contra a escravidão

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  2. eloquente sobre o racismo em Hollywood e na sociedade norte-americana. Essa mulher negra
  3. nascida escrava e medindo pouco mais de metro e meio é uma gigantesca figura da história
  4. dos Estados Unidos: depois que fugiu da fazenda em Maryland, na qual vivia e trabalhava com
  5. sua família, como propriedade dos donos, na metade do século 19, ela se tornou uma “condutora”,
  6. liderando missões de resgate e libertação de cativos como ela.
  7. Até a Guerra Civil Americana (1861–1865), ela resgatou cerca de 70 pessoas, incluindo
  8. familiares e amigos. Durante a Secessão, serviu como batedora armada e espiã para o exército
  9. da União, comandando uma operação que libertou em torno de 750 negros escravizados. O
  10. episódio permanece até hoje como uma das únicas vezes em que uma mulher esteve de
  11. uma tropa americana em batalha. Em seus últimos anos, Harriet ainda foi ativista do sufrágio
  12. feminino.
  13. Pois essa personalidade tão fascinante quanto obliterada enfim ganhou as telas. Disponível
  14. no Brasil na plataforma NOW, o filme Harriet (2019) estreou no Festival Internacional de Cinema
  15. de Toronto e concorreu ao Globo de Ouro e ao Oscar – concentrados em sua protagonista, a atriz
  16. e cantora inglesa Cynthia Erivo. Indicada nos dois prêmios tanto por sua atuação quanto pela
  17. autoria da canção Stand Up, a artista emocionou a plateia durante a cerimônia do Oscar ao
  18. interpretar ao vivo a música dos créditos finais do filme. Na tela, Cynthia encarna Harriet com
  19. uma entrega apaixonada em sua evolução dramática – da jovem assustada e insegura, que foge
  20. quase por acaso do tacão de seus senhores, mulher de coragem e determinação inabaláveis
  21. que dedica o restante de sua vida libertar seu povo.
  22. A diretora e roteirista Kasi Lemmons, uma das poucas realizadoras afrodescendentes em
  23. Hollywood, concentra a narrativa de Harriet no período anterior ao da Guerra Civil, destacando a
  24. transformação de sua heroína, analfabeta e atormentada por visões antecipatórias, em ferrenha
  25. abolicionista imbuída de uma ira santa. Em 1849, depois de uma exaustiva e espetacular
  26. escapada em direção ao norte – deixando para trás marido, pais e irmãos –, Harriet chega
  27. à Filadélfia, entrando em contato com uma rede de ativistas antiescravatura, dedicada a abrigar
  28. fugitivos em casas, como a da ativista Marie Buchanon (a também atriz e cantora Janelle Monáe).
  29. Com a ajuda dessa organização, Harriet empreende arriscadas incursões para libertar negros
  30. escravizados em fazendas – inclusive seus parentes e amigos.
  31. Se, no começo, o filme ressente-se do ritmo de melodrama televisivo imposto à narrativa,
  32. Harriet gradativamente cresce à medida que sua protagonista vai tomando consciência da
  33. extensão da violência e do ultraje imposto pelos brancos à comunidade negra nos Estados Unidos.
  34. Ganhadora dos prêmios Tony e Grammy, por seu desempenho na versão musical de A Cor
  35. Púrpura apresentada na Broadway, Cynthia Erivo eleva o longa acima de suas eventuais
  36. fragilidades estruturais com sua atuação firme, que realça a dignidade admirável de sua
  37. personagem.

(Disponível em: https://www.rogerlerina.com.br/post/18606/uma-guerreira-contra-a-escravidao – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 01, 10, 20 e 21.

 

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Uma guerreira contra a escravidão

Por Roger Lerina

  1. O fato de só há pouco Harriet Tubman (1822–1913) ao cinema é tristemente
  2. eloquente sobre o racismo em Hollywood e na sociedade norte-americana. Essa mulher negra
  3. nascida escrava e medindo pouco mais de metro e meio é uma gigantesca figura da história
  4. dos Estados Unidos: depois que fugiu da fazenda em Maryland, na qual vivia e trabalhava com
  5. sua família, como propriedade dos donos, na metade do século 19, ela se tornou uma “condutora”,
  6. liderando missões de resgate e libertação de cativos como ela.
  7. Até a Guerra Civil Americana (1861–1865), ela resgatou cerca de 70 pessoas, incluindo
  8. familiares e amigos. Durante a Secessão, serviu como batedora armada e espiã para o exército
  9. da União, comandando uma operação que libertou em torno de 750 negros escravizados. O
  10. episódio permanece até hoje como uma das únicas vezes em que uma mulher esteve de
  11. uma tropa americana em batalha. Em seus últimos anos, Harriet ainda foi ativista do sufrágio
  12. feminino.
  13. Pois essa personalidade tão fascinante quanto obliterada enfim ganhou as telas. Disponível
  14. no Brasil na plataforma NOW, o filme Harriet (2019) estreou no Festival Internacional de Cinema
  15. de Toronto e concorreu ao Globo de Ouro e ao Oscar – concentrados em sua protagonista, a atriz
  16. e cantora inglesa Cynthia Erivo. Indicada nos dois prêmios tanto por sua atuação quanto pela
  17. autoria da canção Stand Up, a artista emocionou a plateia durante a cerimônia do Oscar ao
  18. interpretar ao vivo a música dos créditos finais do filme. Na tela, Cynthia encarna Harriet com
  19. uma entrega apaixonada em sua evolução dramática – da jovem assustada e insegura, que foge
  20. quase por acaso do tacão de seus senhores, mulher de coragem e determinação inabaláveis
  21. que dedica o restante de sua vida libertar seu povo.
  22. A diretora e roteirista Kasi Lemmons, uma das poucas realizadoras afrodescendentes em
  23. Hollywood, concentra a narrativa de Harriet no período anterior ao da Guerra Civil, destacando a
  24. transformação de sua heroína, analfabeta e atormentada por visões antecipatórias, em ferrenha
  25. abolicionista imbuída de uma ira santa. Em 1849, depois de uma exaustiva e espetacular
  26. escapada em direção ao norte – deixando para trás marido, pais e irmãos –, Harriet chega
  27. à Filadélfia, entrando em contato com uma rede de ativistas antiescravatura, dedicada a abrigar
  28. fugitivos em casas, como a da ativista Marie Buchanon (a também atriz e cantora Janelle Monáe).
  29. Com a ajuda dessa organização, Harriet empreende arriscadas incursões para libertar negros
  30. escravizados em fazendas – inclusive seus parentes e amigos.
  31. Se, no começo, o filme ressente-se do ritmo de melodrama televisivo imposto à narrativa,
  32. Harriet gradativamente cresce à medida que sua protagonista vai tomando consciência da
  33. extensão da violência e do ultraje imposto pelos brancos à comunidade negra nos Estados Unidos.
  34. Ganhadora dos prêmios Tony e Grammy, por seu desempenho na versão musical de A Cor
  35. Púrpura apresentada na Broadway, Cynthia Erivo eleva o longa acima de suas eventuais
  36. fragilidades estruturais com sua atuação firme, que realça a dignidade admirável de sua
  37. personagem.

(Disponível em: https://www.rogerlerina.com.br/post/18606/uma-guerreira-contra-a-escravidao – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta informação INCORRETA sobre o emprego de sinais de pontuação no texto.

 

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Uma guerreira contra a escravidão

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  1. O fato de só há pouco Harriet Tubman (1822–1913) ao cinema é tristemente
  2. eloquente sobre o racismo em Hollywood e na sociedade norte-americana. Essa mulher negra
  3. nascida escrava e medindo pouco mais de metro e meio é uma gigantesca figura da história
  4. dos Estados Unidos: depois que fugiu da fazenda em Maryland, na qual vivia e trabalhava com
  5. sua família, como propriedade dos donos, na metade do século 19, ela se tornou uma “condutora”,
  6. liderando missões de resgate e libertação de cativos como ela.
  7. Até a Guerra Civil Americana (1861–1865), ela resgatou cerca de 70 pessoas, incluindo
  8. familiares e amigos. Durante a Secessão, serviu como batedora armada e espiã para o exército
  9. da União, comandando uma operação que libertou em torno de 750 negros escravizados. O
  10. episódio permanece até hoje como uma das únicas vezes em que uma mulher esteve de
  11. uma tropa americana em batalha. Em seus últimos anos, Harriet ainda foi ativista do sufrágio
  12. feminino.
  13. Pois essa personalidade tão fascinante quanto obliterada enfim ganhou as telas. Disponível
  14. no Brasil na plataforma NOW, o filme Harriet (2019) estreou no Festival Internacional de Cinema
  15. de Toronto e concorreu ao Globo de Ouro e ao Oscar – concentrados em sua protagonista, a atriz
  16. e cantora inglesa Cynthia Erivo. Indicada nos dois prêmios tanto por sua atuação quanto pela
  17. autoria da canção Stand Up, a artista emocionou a plateia durante a cerimônia do Oscar ao
  18. interpretar ao vivo a música dos créditos finais do filme. Na tela, Cynthia encarna Harriet com
  19. uma entrega apaixonada em sua evolução dramática – da jovem assustada e insegura, que foge
  20. quase por acaso do tacão de seus senhores, mulher de coragem e determinação inabaláveis
  21. que dedica o restante de sua vida libertar seu povo.
  22. A diretora e roteirista Kasi Lemmons, uma das poucas realizadoras afrodescendentes em
  23. Hollywood, concentra a narrativa de Harriet no período anterior ao da Guerra Civil, destacando a
  24. transformação de sua heroína, analfabeta e atormentada por visões antecipatórias, em ferrenha
  25. abolicionista imbuída de uma ira santa. Em 1849, depois de uma exaustiva e espetacular
  26. escapada em direção ao norte – deixando para trás marido, pais e irmãos –, Harriet chega
  27. à Filadélfia, entrando em contato com uma rede de ativistas antiescravatura, dedicada a abrigar
  28. fugitivos em casas, como a da ativista Marie Buchanon (a também atriz e cantora Janelle Monáe).
  29. Com a ajuda dessa organização, Harriet empreende arriscadas incursões para libertar negros
  30. escravizados em fazendas – inclusive seus parentes e amigos.
  31. Se, no começo, o filme ressente-se do ritmo de melodrama televisivo imposto à narrativa,
  32. Harriet gradativamente cresce à medida que sua protagonista vai tomando consciência da
  33. extensão da violência e do ultraje imposto pelos brancos à comunidade negra nos Estados Unidos.
  34. Ganhadora dos prêmios Tony e Grammy, por seu desempenho na versão musical de A Cor
  35. Púrpura apresentada na Broadway, Cynthia Erivo eleva o longa acima de suas eventuais
  36. fragilidades estruturais com sua atuação firme, que realça a dignidade admirável de sua
  37. personagem.

(Disponível em: https://www.rogerlerina.com.br/post/18606/uma-guerreira-contra-a-escravidao – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa cuja afirmação NÃO tem respaldo no texto.

 

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Em 10 de junho de 2020, a morte do poeta português completou 440 anos – “Escritor que deixa leitores atordoados-vidrados há mais de quatro séculos. Ele tem que ser visto, segundo professores de literatura, mais do que um cânone ou leitura obrigatória para a prova da escola. Mas como um homem-narrador da pena forte, que alfinetou o racismo e homenageou as mulheres” (Fonte: Agência Brasil). Foi um poeta português, autor do poema “Os Lusíadas”, uma das obras mais importantes da literatura portuguesa, que celebra os feitos marítimos e guerreiros de Portugal. É o maior representante do Classicismo Português. Trata-se de:

 

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Desde a posse do Presidente da República, em janeiro de 2019, já ocorreram diversas mudanças no comando do Ministério da Educação (MEC). Foram nomeados para o cargo de Ministro da Educação, no governo de Bolsonaro:

I. Abraham Weintraub.

II. Milton Ribeiro.

III. Ricardo Vélez Rodríguez.

Quais estão corretos?

 

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Em relação à Organização da Educação Nacional, relacione a Coluna 1 com a Coluna 2, de acordo com as suas incumbências.

Coluna 1

1. Estados.

2. Municípios.

Coluna 2

( ) Assegurar o ensino fundamental e oferecer, com prioridade, o ensino médio a todos que o demandarem.

( ) Baixar normas complementares para o seu sistema de ensino.

( ) Assumir o transporte escolar dos alunos da rede municipal.

( ) Autorizar, credenciar e supervisionar os estabelecimentos do seu sistema de ensino.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Questão Anulada

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