Foram encontradas 40 questões.
A Lei Complementar nº 101/2000 estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal. Com relação à execução orçamentária e ao cumprimento das metas, a lei estabelece que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Considerando que você, sendo um analista de projeto, ao calcular o VPL de um projeto de investimento, obteve como resultado um valor negativo. Em relação ao projeto analisado, o que você deveria recomendar?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2302691
Ano: 2019
Disciplina: Conhecimentos Bancários
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gramado-RS
Disciplina: Conhecimentos Bancários
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gramado-RS
Provas:
A empresa Sucesso S.A contraiu três empréstimos com taxas contratuais iguais a 20% a.a., 30% a.a. e 40% a.a. Qual o custo efetivo, respectivamente, dessas operações para a empresa, sabendo que a alíquota do Imposto de Renda é de 30%?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2302690
Ano: 2019
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gramado-RS
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gramado-RS
Provas:
A Constituição Federal de 1988, Art. 37, prevê a observância, por parte da Administração Pública, do Princípio da Impessoalidade. Analisando o seu contexto em harmonia com os demais princípios constitucionais, tem-se que esse Princípio:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2302689
Ano: 2019
Disciplina: Auditoria Governamental e Controle
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gramado-RS
Disciplina: Auditoria Governamental e Controle
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gramado-RS
Provas:
O Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal tem como finalidades básicas:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2302688
Ano: 2019
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gramado-RS
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gramado-RS
Provas:
Para a Contabilidade Pública, os Créditos Adicionais são valores que se adicionam ou acrescem ao orçamento, quer como reforço de dotações existentes, quer como dotações destinadas à cobertura de encargos provenientes da criação de novos serviços, ou ainda, para atender a despesas imprevisíveis e urgentes. Nesse sentido, sobre Créditos Adicionais, assinale a alternativa INCORRETA.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Os estágios da despesa pública representam as diversas etapas que ocorrem desde a fixação da despesa no orçamento até o seu pagamento. Analise os seguintes estágios da Despesa Orçamentária:
I. O estágio da Fixação representa o comprometimento de parte do orçamento com uma determinada despesa.
II. O estágio do Empenho consiste na verificação do direito do credor, pelos fornecimentos feitos ou serviços prestados, à vista dos títulos e documentos comprobatórios do respectivo crédito.
III. O estágio da Liquidação envolve todos os atos de verificação e conferência, desde a entrada do material ou a prestação de serviço até o reconhecimento da despesa.
IV. O estágio do Pagamento se caracteriza pelo despacho da autoridade competente determinando o pagamento da despesa.
Quais estão corretos?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2302686
Ano: 2019
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gramado-RS
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gramado-RS
Provas:
Os Princípios Orçamentários são premissas a serem observadas na concepção da proposta orçamentária. Com referência ao orçamento anual, que compreenderá obrigatoriamente as despesas e receitas relativas a todos os Poderes, órgãos e fundos, tanto da administração direta quanto indireta, excluídas apenas as entidades que não recebem subvenções ou transferências à conta do orçamento, afirma-se que é decorrente da aplicação do seguinte Princípio Orçamentário da(o):
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O treinamento mental serve para combater o declínio intelectual relacionado à idade?
Nos últimos anos, popularizou-se a ideia de que o cérebro é como um músculo: se não for exercitado, ele atrofia. Como consequência, exercitar o cérebro por meio da resolução de problemas, quebra-cabeças, sudokus, etc., tem sido divulgado como um método não só para minimizar o declínio intelectual que ocorre com a idade, mas também para diminuir o risco de sofrer de demências senis ou de Alzheimer.
A verdade, porém, é que as evidências científicas na área da neurociência para sustentar as afirmações anteriores são muito frágeis. Como explica Steven Novella, neurologista e professor da Escola de Medicina da Universidade de Yale: “O que mais de duas décadas de pesquisas mostram é que, ao realizar uma atividade mental específica, você se torna mais hábil nessa atividade, e isso é tudo. Se fizer sudoku, você resolverá sudokus melhor, não ficará mais inteligente".
Essas conclusões da neurociência, no entanto, não foram obstáculo para a florescente indústria do “treinamento cerebral” na forma de livros, videogames, música, cursos... De fato, um relatório do setor prevê que o negócio da avaliação cognitiva e treinamento cerebral movimente mais de 8 bilhões de dólares (31,2 bilhões de reais) no mundo até 2022. Como quase sempre ocorre, o marketing corre na frente da ciência, quando não a pisoteia diretamente.
Um estudo publicado recentemente na revista médica British Medical Journal acrescenta outra razão de peso para ser cético em relação ao treinamento cerebral. Pesquisadores da Universidade de Aberdeen (Reino Unido) e da Universidade Nacional da Irlanda acompanharam 498 voluntários durante 15 anos. Todos os participantes compartilhavam uma série de detalhes: tinham nascido em 1936, viviam de forma independente no nordeste da Escócia e tinham participado de uma pesquisa de saúde mental nesse país em 1947. Os cientistas queriam verificar como se relacionava o grau de atividade mental com o declínio cognitivo associado à idade. Para isso, avaliaram a atividade mental dos voluntários com o passar do tempo, e também seu rendimento cognitivo.
Entre os resultados do estudo, descobriram que as pessoas que eram mais ativas mentalmente ao longo da vida também possuíam habilidades cognitivas superiores. No entanto, não é possível saber, pelo estudo, qual é a causa e qual é a consequência. Se aqueles que são mais inteligentes tendem a ser mais ativos mentalmente (o que seria lógico) ou vice-versa, se são mais inteligentes precisamente porque são mais ativos mentalmente. Seja como for, a essência da questão do estudo é que uma maior atividade mental não está associada a um atraso no declínio cognitivo em etapas mais tardias da vida, em comparação com o grupo de menor atividade.
Em outras palavras, à medida que a idade foi reduzindo as habilidades cognitivas, tanto os voluntários ativos mentalmente como os passivos sofreram um declínio intelectual na mesma velocidade (especificamente, problemas de memória e de velocidade de processamento). No entanto, aqueles que tinham estado ativos ao longo de sua vida levaram vantagem, com habilidades cognitivas mais elevadas, o que lhes permitiu desfrutar de mais tempo com melhores funções cognitivas. Os próprios autores do estudo explicam: “Estes resultados indicam que o envolvimento em atividades de resolução de problemas não protege contra o declínio individual, mas proporciona uma posição de partida mais elevada, a partir da qual se observa o declínio, e retrasa o ponto no qual a deficiência se torna significativa”.
É claro que sempre devemos levar em conta as limitações desse tipo de pesquisa. Os pontos fortes do estudo são os 15 anos de acompanhamento de uma população de quase 500 pessoas. Apesar disso, trata-se de um estudo de observação (sem interferência dos pesquisadores nos hábitos dos voluntários), o que nos impede de atribuir causas e efeitos. Em vez disso, podemos apenas estabelecer correlações e conclusões gerais. Mesmo assim, a moral da história é clara: se você for inteligente e tiver uma vida rica em aprendizagens e atividades mentais diversas, provavelmente começará com uma função cognitiva superior, que não atrasará o declínio mental, mas fará com que você parta de uma situação mais privilegiada − e os sintomas demorarão mais para aparecer. Mas fazer treinamento mental com atividades específicas a partir de certa idade não será a solução mágica para compensar toda uma vida anterior de preguiça mental.
Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/12/13/actualidad/1544694043_361581.html
(Texto adaptado para esta prova)
A respeito das ideias presentes no texto, analise as seguintes assertivas:
I. Mesmo não sendo 100% comprovado que o exercício mental seja a solução para o declínio intelectual do avanço da idade, o mercado consegue faturar grande quantidade de dinheiro com a venda de produtos voltados para o treinamento cerebral.
II. O estudo apresentado no texto mostrou que somente com o treinamento cerebral as pessoas adquirem mais atividade cognitiva. Ou seja, com essa prática, elas passam a apresentar habilidades intelectuais superiores em relação às pessoas mais passivas.
III. O texto apresenta a seguinte conclusão: se as pessoas realizarem atividades mentais diferentes desde sempre, possivelmente apresentarão sintomas de declínio mental mais tardiamente do que aquelas que não têm a mesma rotina de atividades cognitivas.
Quais estão corretas?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O treinamento mental serve para combater o declínio intelectual relacionado à idade?
Nos últimos anos , popularizou-se a ideia de que o cérebro é como um músculo: se não for exercitado, ele atrofia. Como consequência, exercitar o cérebro por meio da resolução de problemas, quebra-cabeças, sudokus, etc., tem sido divulgado como um método não só para minimizar o declínio intelectual que ocorre com a idade, mas também para diminuir o risco de sofrer de demências senis ou de Alzheimer.
A verdade, porém, é que as evidências científicas na área da neurociência para sustentar as afirmações anteriores são muito frágeis. Como explica Steven Novella, neurologista e professor da Escola de Medicina da Universidade de Yale: “O que mais de duas décadas de pesquisas mostram é que(a), ao realizar uma atividade mental específica, você se torna mais hábil nessa atividade, e isso é tudo. Se fizer sudoku, você resolverá sudokus melhor, não ficará mais inteligente".
Essas conclusões da neurociência, no entanto, não foram obstáculo para a florescente indústria do “treinamento cerebral” na forma de livros, videogames, música, cursos... De fato, um relatório do setor prevê que(b) o negócio da avaliação cognitiva e treinamento cerebral movimente mais de 8 bilhões de dólares (31,2 bilhões de reais) no mundo até 2022. Como quase sempre ocorre, o marketing corre na frente da ciência, quando não a pisoteia diretamente.
Um estudo publicado recentemente na revista médica British Medical Journal acrescenta outra razão de peso para ser cético em relação ao treinamento cerebral. Pesquisadores da Universidade de Aberdeen (Reino Unido) e da Universidade Nacional da Irlanda acompanharam 498 voluntários durante 15 anos. Todos os participantes compartilhavam uma série de detalhes: tinham nascido em 1936 , viviam de forma independente no nordeste da Escócia e tinham participado de uma pesquisa de saúde mental nesse país em 1947. Os cientistas queriam verificar como se relacionava o grau de atividade mental com o declínio cognitivo associado à idade. Para isso, avaliaram a atividade mental dos voluntários com o passar do tempo, e também seu rendimento cognitivo.
Entre os resultados do estudo, descobriram que(c) as pessoas que eram mais ativas mentalmente ao longo da vida também possuíam habilidades cognitivas superiores. No entanto, não é possível saber, pelo estudo, qual é a causa e qual é a consequência. Se aqueles que(d) são mais inteligentes tendem a ser mais ativos mentalmente (o que seria lógico) ou vice-versa, se são mais inteligentes precisamente porque são mais ativos mentalmente. Seja como for, a essência da questão do estudo é que(e) uma maior atividade mental não está associada a um atraso no declínio cognitivo em etapas mais tardias da vida, em comparação com o grupo de menor atividade.
Em outras palavras, à medida que a idade foi reduzindo as habilidades cognitivas, tanto os voluntários ativos mentalmente como os passivos sofreram um declínio intelectual na mesma velocidade (especificamente, problemas de memória e de velocidade de processamento). No entanto, aqueles que tinham estado ativos ao longo de sua vida levaram vantagem, com habilidades cognitivas mais elevadas, o que lhes permitiu desfrutar de mais tempo com melhores funções cognitivas. Os próprios autores do estudo explicam: “Estes resultados indicam que o envolvimento em atividades de resolução de problemas não protege contra o declínio individual, mas proporciona uma posição de partida mais elevada, a partir da qual se observa o declínio, e retrasa o ponto no qual a deficiência se torna significativa”.
É claro que sempre devemos levar em conta as limitações desse tipo de pesquisa. Os pontos fortes do estudo são os 15 anos de acompanhamento de uma população de quase 500 pessoas. Apesar disso, trata-se de um estudo de observação (sem interferência dos pesquisadores nos hábitos dos voluntários), o que nos impede de atribuir causas e efeitos. Em vez disso, podemos apenas estabelecer correlações e conclusões gerais. Mesmo assim, a moral da história é clara: se você for inteligente e tiver uma vida rica em aprendizagens e atividades mentais diversas, provavelmente começará com uma função cognitiva superior , que não atrasará o declínio mental, mas fará com que você parta de uma situação mais privilegiada − e os sintomas demorarão mais para aparecer. Mas fazer treinamento mental com atividades específicas a partir de certa idade não será a solução mágica para compensar toda uma vida anterior de preguiça mental.
Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/12/13/actualidad/1544694043_361581.html
(Texto adaptado para esta prova)
Assinale a alternativa que apresenta o ‘que’ classificado da mesma forma que o destacado.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container