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Eu prefiro começar com a consideração de um
efeito. Mantendo sempre a originalidade em vista, pois é
falso a si mesmo quem se arrisca a dispensar uma fonte de
interesse tão evidente e tão facilmente alcançável, digo-me,
em primeiro lugar: “Dentre os inúmeros efeitos, ou
impressões a que são suscetíveis o coração, a inteligência
ou, mais geralmente, a alma, qual irei eu, na ocasião atual
escolher?”. Tendo escolhido primeiro um assunto novelesco
e depois um efeito vivo, considero se seria melhor trabalhar
com os incidentes ou com o tom — com os incidentes
habituais e o tom especial ou com o contrário, ou com a
especialidade tanto dos incidentes, quanto do tom — depois
de procurar em torno de mim (ou melhor, dentro) aquelas
combinações de tom e acontecimento que melhor me
auxiliem na construção do efeito.
Muitas vezes pensei quão interessantemente podia
ser escrita uma revista, por um autor que quisesse, isto é,
que pudesse, pormenorizar, passo a passo, os processos
pelos quais qualquer uma de suas composições atingia seu
ponto de acabamento. Por que uma publicação assim nunca
foi dada ao mundo é coisa que eu não sei explicar, mas
talvez a vaidade dos autores tenha mais responsabilidade
por essa omissão do que qualquer outra causa. Muitos
escritores, especialmente os poetas, preferem ter por
entendido que compõem por meio de urna espécie de sutil
frenesi, de intuição estática; e positivamente estremeceriam
ante a ideia de deixar o público dar uma olhadela, por trás
dos bastidores, para as rudezas vacilantes e trabalhosas do
pensamento, para os verdadeiros propósitos só alcançados
no último instante, para os inúmeros relances de ideias que
não chegam à maturidade da visão completa, para as
imaginações plenamente amadurecidas e repelidas em
desespero como inaproveitáveis, para as cautelosas seleções
e rejeições, as dolorosas emendas e interpolações; numa
palavra, para as rodas e rodinhas, os apetrechos de mudança
no cenário, as escadinhas e os alçapões do palco, as penas
de galo, a tinta vermelha e os disfarces postiços que, em
noventa e nove por cento dos casos, constituem a
característica do histrião literário.
Bem sei, de outra parte, que de modo algum é
comum o caso em que um autor esteja absolutamente em
condições de reconstituir os passos pelos quais suas
conclusões foram atingidas. As sugestões, em geral tendo-se
erguido em tumulto, são seguidas e esquecidas de maneira
semelhante.
Quanto a mim, nem simpatizo com a repugnância
acima aludida nem em qualquer tempo, tive a menor
dificuldade em relembrar os passos progressivos de
qualquer de minhas composições; e, desde que o interesse
de uma análise, ou reconstrução, tal como a que tenho
considerado um desiderato, é inteiramente independente
de qualquer interesse real ou imaginário na coisa analisada,
não se deve encarar como falta de decoro de minha parte,
mostrar o modus operandi pelo qual uma de minhas
próprias obras se completou.
(Edgar Allan Poe – adaptado.)
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3820775
Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Guadalupe-PE
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Guadalupe-PE
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Eu prefiro começar com a consideração de um
efeito. Mantendo sempre a originalidade em vista, pois é
falso a si mesmo quem se arrisca a dispensar uma fonte de
interesse tão evidente e tão facilmente alcançável, digo-me,
em primeiro lugar: “Dentre os inúmeros efeitos, ou
impressões a que são suscetíveis o coração, a inteligência
ou, mais geralmente, a alma, qual irei eu, na ocasião atual
escolher?”. Tendo escolhido primeiro um assunto novelesco
e depois um efeito vivo, considero se seria melhor trabalhar
com os incidentes ou com o tom — com os incidentes
habituais e o tom especial ou com o contrário, ou com a
especialidade tanto dos incidentes, quanto do tom — depois
de procurar em torno de mim (ou melhor, dentro) aquelas
combinações de tom e acontecimento que melhor me
auxiliem na construção do efeito.
Muitas vezes pensei quão interessantemente podia
ser escrita uma revista, por um autor que quisesse, isto é,
que pudesse, pormenorizar, passo a passo, os processos
pelos quais qualquer uma de suas composições atingia seu
ponto de acabamento. Por que uma publicação assim nunca
foi dada ao mundo é coisa que eu não sei explicar, mas
talvez a vaidade dos autores tenha mais responsabilidade
por essa omissão do que qualquer outra causa. Muitos
escritores, especialmente os poetas, preferem ter por
entendido que compõem por meio de urna espécie de sutil
frenesi, de intuição estática; e positivamente estremeceriam
ante a ideia de deixar o público dar uma olhadela, por trás
dos bastidores, para as rudezas vacilantes e trabalhosas do
pensamento, para os verdadeiros propósitos só alcançados
no último instante, para os inúmeros relances de ideias que
não chegam à maturidade da visão completa, para as
imaginações plenamente amadurecidas e repelidas em
desespero como inaproveitáveis, para as cautelosas seleções
e rejeições, as dolorosas emendas e interpolações; numa
palavra, para as rodas e rodinhas, os apetrechos de mudança
no cenário, as escadinhas e os alçapões do palco, as penas
de galo, a tinta vermelha e os disfarces postiços que, em
noventa e nove por cento dos casos, constituem a
característica do histrião literário.
Bem sei, de outra parte, que de modo algum é
comum o caso em que um autor esteja absolutamente em
condições de reconstituir os passos pelos quais suas
conclusões foram atingidas. As sugestões, em geral tendo-se
erguido em tumulto, são seguidas e esquecidas de maneira
semelhante.
Quanto a mim, nem simpatizo com a repugnância
acima aludida nem em qualquer tempo, tive a menor
dificuldade em relembrar os passos progressivos de
qualquer de minhas composições; e, desde que o interesse
de uma análise, ou reconstrução, tal como a que tenho
considerado um desiderato, é inteiramente independente
de qualquer interesse real ou imaginário na coisa analisada,
não se deve encarar como falta de decoro de minha parte,
mostrar o modus operandi pelo qual uma de minhas
próprias obras se completou.
(Edgar Allan Poe – adaptado.)
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Eu prefiro começar com a consideração de um
efeito. Mantendo sempre a originalidade em vista, pois é
falso a si mesmo quem se arrisca a dispensar uma fonte de
interesse tão evidente e tão facilmente alcançável, digo-me,
em primeiro lugar: “Dentre os inúmeros efeitos, ou
impressões a que são suscetíveis o coração, a inteligência
ou, mais geralmente, a alma, qual irei eu, na ocasião atual
escolher?”. Tendo escolhido primeiro um assunto novelesco
e depois um efeito vivo, considero se seria melhor trabalhar
com os incidentes ou com o tom — com os incidentes
habituais e o tom especial ou com o contrário, ou com a
especialidade tanto dos incidentes, quanto do tom — depois
de procurar em torno de mim (ou melhor, dentro) aquelas
combinações de tom e acontecimento que melhor me
auxiliem na construção do efeito.
Muitas vezes pensei quão interessantemente podia
ser escrita uma revista, por um autor que quisesse, isto é,
que pudesse, pormenorizar, passo a passo, os processos
pelos quais qualquer uma de suas composições atingia seu
ponto de acabamento. Por que uma publicação assim nunca
foi dada ao mundo é coisa que eu não sei explicar, mas
talvez a vaidade dos autores tenha mais responsabilidade
por essa omissão do que qualquer outra causa. Muitos
escritores, especialmente os poetas, preferem ter por
entendido que compõem por meio de urna espécie de sutil
frenesi, de intuição estática; e positivamente estremeceriam
ante a ideia de deixar o público dar uma olhadela, por trás
dos bastidores, para as rudezas vacilantes e trabalhosas do
pensamento, para os verdadeiros propósitos só alcançados
no último instante, para os inúmeros relances de ideias que
não chegam à maturidade da visão completa, para as
imaginações plenamente amadurecidas e repelidas em
desespero como inaproveitáveis, para as cautelosas seleções
e rejeições, as dolorosas emendas e interpolações; numa
palavra, para as rodas e rodinhas, os apetrechos de mudança
no cenário, as escadinhas e os alçapões do palco, as penas
de galo, a tinta vermelha e os disfarces postiços que, em
noventa e nove por cento dos casos, constituem a
característica do histrião literário.
Bem sei, de outra parte, que de modo algum é
comum o caso em que um autor esteja absolutamente em
condições de reconstituir os passos pelos quais suas
conclusões foram atingidas. As sugestões, em geral tendo-se
erguido em tumulto, são seguidas e esquecidas de maneira
semelhante.
Quanto a mim, nem simpatizo com a repugnância
acima aludida nem em qualquer tempo, tive a menor
dificuldade em relembrar os passos progressivos de
qualquer de minhas composições; e, desde que o interesse
de uma análise, ou reconstrução, tal como a que tenho
considerado um desiderato, é inteiramente independente
de qualquer interesse real ou imaginário na coisa analisada,
não se deve encarar como falta de decoro de minha parte,
mostrar o modus operandi pelo qual uma de minhas
próprias obras se completou.
(Edgar Allan Poe – adaptado.)
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Eu prefiro começar com a consideração de um
efeito. Mantendo sempre a originalidade em vista, pois é
falso a si mesmo quem se arrisca a dispensar uma fonte de
interesse tão evidente e tão facilmente alcançável, digo-me,
em primeiro lugar: “Dentre os inúmeros efeitos, ou
impressões a que são suscetíveis o coração, a inteligência
ou, mais geralmente, a alma, qual irei eu, na ocasião atual
escolher?”. Tendo escolhido primeiro um assunto novelesco
e depois um efeito vivo, considero se seria melhor trabalhar
com os incidentes ou com o tom — com os incidentes
habituais e o tom especial ou com o contrário, ou com a
especialidade tanto dos incidentes, quanto do tom — depois
de procurar em torno de mim (ou melhor, dentro) aquelas
combinações de tom e acontecimento que melhor me
auxiliem na construção do efeito.
Muitas vezes pensei quão interessantemente podia
ser escrita uma revista, por um autor que quisesse, isto é,
que pudesse, pormenorizar, passo a passo, os processos
pelos quais qualquer uma de suas composições atingia seu
ponto de acabamento. Por que uma publicação assim nunca
foi dada ao mundo é coisa que eu não sei explicar, mas
talvez a vaidade dos autores tenha mais responsabilidade
por essa omissão do que qualquer outra causa. Muitos
escritores, especialmente os poetas, preferem ter por
entendido que compõem por meio de urna espécie de sutil
frenesi, de intuição estática; e positivamente estremeceriam
ante a ideia de deixar o público dar uma olhadela, por trás
dos bastidores, para as rudezas vacilantes e trabalhosas do
pensamento, para os verdadeiros propósitos só alcançados
no último instante, para os inúmeros relances de ideias que
não chegam à maturidade da visão completa, para as
imaginações plenamente amadurecidas e repelidas em
desespero como inaproveitáveis, para as cautelosas seleções
e rejeições, as dolorosas emendas e interpolações; numa
palavra, para as rodas e rodinhas, os apetrechos de mudança
no cenário, as escadinhas e os alçapões do palco, as penas
de galo, a tinta vermelha e os disfarces postiços que, em
noventa e nove por cento dos casos, constituem a
característica do histrião literário.
Bem sei, de outra parte, que de modo algum é
comum o caso em que um autor esteja absolutamente em
condições de reconstituir os passos pelos quais suas
conclusões foram atingidas. As sugestões, em geral tendo-se
erguido em tumulto, são seguidas e esquecidas de maneira
semelhante.
Quanto a mim, nem simpatizo com a repugnância
acima aludida nem em qualquer tempo, tive a menor
dificuldade em relembrar os passos progressivos de
qualquer de minhas composições; e, desde que o interesse
de uma análise, ou reconstrução, tal como a que tenho
considerado um desiderato, é inteiramente independente
de qualquer interesse real ou imaginário na coisa analisada,
não se deve encarar como falta de decoro de minha parte,
mostrar o modus operandi pelo qual uma de minhas
próprias obras se completou.
(Edgar Allan Poe – adaptado.)
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Questão presente nas seguintes provas
Eu prefiro começar com a consideração de um
efeito. Mantendo sempre a originalidade em vista, pois é
falso a si mesmo quem se arrisca a dispensar uma fonte de
interesse tão evidente e tão facilmente alcançável, digo-me,
em primeiro lugar: “Dentre os inúmeros efeitos, ou
impressões a que são suscetíveis o coração, a inteligência
ou, mais geralmente, a alma, qual irei eu, na ocasião atual
escolher?”. Tendo escolhido primeiro um assunto novelesco
e depois um efeito vivo, considero se seria melhor trabalhar
com os incidentes ou com o tom — com os incidentes
habituais e o tom especial ou com o contrário, ou com a
especialidade tanto dos incidentes, quanto do tom — depois
de procurar em torno de mim (ou melhor, dentro) aquelas
combinações de tom e acontecimento que melhor me
auxiliem na construção do efeito.
Muitas vezes pensei quão interessantemente podia
ser escrita uma revista, por um autor que quisesse, isto é,
que pudesse, pormenorizar, passo a passo, os processos
pelos quais qualquer uma de suas composições atingia seu
ponto de acabamento. Por que uma publicação assim nunca
foi dada ao mundo é coisa que eu não sei explicar, mas
talvez a vaidade dos autores tenha mais responsabilidade
por essa omissão do que qualquer outra causa. Muitos
escritores, especialmente os poetas, preferem ter por
entendido que compõem por meio de urna espécie de sutil
frenesi, de intuição estática; e positivamente estremeceriam
ante a ideia de deixar o público dar uma olhadela, por trás
dos bastidores, para as rudezas vacilantes e trabalhosas do
pensamento, para os verdadeiros propósitos só alcançados
no último instante, para os inúmeros relances de ideias que
não chegam à maturidade da visão completa, para as
imaginações plenamente amadurecidas e repelidas em
desespero como inaproveitáveis, para as cautelosas seleções
e rejeições, as dolorosas emendas e interpolações; numa
palavra, para as rodas e rodinhas, os apetrechos de mudança
no cenário, as escadinhas e os alçapões do palco, as penas
de galo, a tinta vermelha e os disfarces postiços que, em
noventa e nove por cento dos casos, constituem a
característica do histrião literário.
Bem sei, de outra parte, que de modo algum é
comum o caso em que um autor esteja absolutamente em
condições de reconstituir os passos pelos quais suas
conclusões foram atingidas. As sugestões, em geral tendo-se
erguido em tumulto, são seguidas e esquecidas de maneira
semelhante.
Quanto a mim, nem simpatizo com a repugnância
acima aludida nem em qualquer tempo, tive a menor
dificuldade em relembrar os passos progressivos de
qualquer de minhas composições; e, desde que o interesse
de uma análise, ou reconstrução, tal como a que tenho
considerado um desiderato, é inteiramente independente
de qualquer interesse real ou imaginário na coisa analisada,
não se deve encarar como falta de decoro de minha parte,
mostrar o modus operandi pelo qual uma de minhas
próprias obras se completou.
(Edgar Allan Poe – adaptado.)
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Em relação à classificação das figuras de linguagem,
avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e
assinalar a sequência correspondente.
( ) Catacrese é uma figura semântica.
( ) Metonímia é uma figura de som.
( ) Hipérbole é uma figura de pensamento.
( ) Eufemismo é uma figura de sintaxe.
( ) Catacrese é uma figura semântica.
( ) Metonímia é uma figura de som.
( ) Hipérbole é uma figura de pensamento.
( ) Eufemismo é uma figura de sintaxe.
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Sobre os mecanismos de coesão textual, relacionar as
colunas e assinalar a sequência correspondente.
(1) Referência.
(2) Elipse.
(3) Substituição.
(4) Conjunção.
( ) Eu fui comprar pipoca mais cedo, mas ele não.
( ) Já assisti a todos os filmes, menos este.
( ) Iremos ao cinema sexta-feira, eles irão semana que vem.
( ) Peguei balas no bar. Você quer?
(1) Referência.
(2) Elipse.
(3) Substituição.
(4) Conjunção.
( ) Eu fui comprar pipoca mais cedo, mas ele não.
( ) Já assisti a todos os filmes, menos este.
( ) Iremos ao cinema sexta-feira, eles irão semana que vem.
( ) Peguei balas no bar. Você quer?
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De acordo com o eixo Leitura do componente Língua
Portuguesa da BNCC, relacionar as colunas e assinalar a
sequência correspondente.
(1) Dialogia e relação entre textos.
(2) Reconstrução da textualidade.
(3) Estratégias e procedimentos de leitura.
( ) Identificar e refletir sobre as diferentes perspectivas ou vozes presentes nos textos e sobre os efeitos de sentido do uso do discurso direto, indireto, indireto livre, citações etc.
( ) Estabelecer relações entre o texto e conhecimentos prévios, vivências, valores e crenças.
( ) Estabelecer relações entre as partes do texto, identificando repetições, substituições e os elementos coesivos que contribuem para a continuidade do texto e sua progressão temática.
(1) Dialogia e relação entre textos.
(2) Reconstrução da textualidade.
(3) Estratégias e procedimentos de leitura.
( ) Identificar e refletir sobre as diferentes perspectivas ou vozes presentes nos textos e sobre os efeitos de sentido do uso do discurso direto, indireto, indireto livre, citações etc.
( ) Estabelecer relações entre o texto e conhecimentos prévios, vivências, valores e crenças.
( ) Estabelecer relações entre as partes do texto, identificando repetições, substituições e os elementos coesivos que contribuem para a continuidade do texto e sua progressão temática.
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As competências socioemocionais estão integradas na
BNCC e devem ser desenvolvidas de diferentes formas nas
escolas. Considerando-se os impactos do trabalho
sistemático com a educação socioemocional ao longo do
período escolar, analisar os itens.
I. Observa-se maior impulsividade e declínio nas notas.
II. É possível verificar melhora na solução de conflitos e negociação de desacordos.
III. Obtém-se melhora no reconhecimento e designação das próprias emoções.
Está CORRETO o que se afirma:
I. Observa-se maior impulsividade e declínio nas notas.
II. É possível verificar melhora na solução de conflitos e negociação de desacordos.
III. Obtém-se melhora no reconhecimento e designação das próprias emoções.
Está CORRETO o que se afirma:
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Sobre metodologias ativas de ensino, assinalar a
alternativa CORRETA.
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