Foram encontradas 40 questões.
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- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
TEXTO
O mato
Rubem Braga
Veio o vento frio, e depois o temporal noturno,
e depois da lenta chuva que passou toda a manhã
caindo e ainda voltou algumas vezes durante o dia, a
cidade entardeceu em brumas. Então o homem
esqueceu o trabalho e as promissórias, esqueceu a
condução e o telefone e o asfalto, e saiu andando
lentamente por aquele morro coberto de um mato
viçoso, perto de sua casa. O capim cheio de água
molhava seu sapato e as pernas da calça; o mato
escurecia sem vaga-lumes nem grilos.
Pôs a mão no tronco de uma árvore pequena,
sacudiu um pouco, e recebeu nos cabelos e na cara as
gotas de água como se fosse uma benção. Ali perto
mesmo a cidade murmurava, estava com seus ruídos
vespertinos, ranger de bondes, buzinar impacientes de
carros, vozes indistintas; mas ele via apenas algumas
árvores, um canto de mato, uma pedra escura. Ali
perto, dentro de uma casa fechada, um telefone batia,
silenciava, batia outra vez, interminável, paciente,
melancólico. Alguém, com certeza já sem esperança,
insistia em querer falar com alguém.
Por um instante, o homem voltou seu
pensamento para a cidade e sua vida. Aquele telefone
tocando em vão era um dos milhões de atos falhados
da vida urbana. Pensou no desgaste nervoso dessa
vida, nos desencontros, nas incertezas, no jogo de
ambições e vaidades, na procura de amor e de
importância, na caça ao dinheiro e aos prazeres.
Ainda bem que de todas as cidades do mundo o Rio é
a única a permitir a evasão fácil para o mar e a
floresta. Ele estava ali num desses limites entre a
cidade dos homens e a natureza pura; ainda pensava
em seus problemas urbanos – mas um camaleão
correu de súbito, um passarinho piou triste em algum
ramo, e o homem ficou atento àquela humilde vida
animal e também à vida silenciosa e úmida das
árvores, e à pedra escura, com uma pele de musgo e
seu misterioso coração mineral.
E pouco a pouco ele foi sentindo uma paz
naquele começo de escuridão, sentiu vontade de
deitar e dormir entre a erva úmida, de se tornar um
confuso ser vegetal, num grande sossego, farto de
terra e de água; ficaria verde, emitiria raízes e folhas,
seu tronco seria um tronco escuro, grosso, seus ramos formariam copa densa, e ele seria, sem angústia nem
amor, sem desejo nem tristeza, forte, quieto, imóvel,
feliz.
Disponível em: https://palmeiradosindios.al.gov.br/
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TEXTO
O mato
Rubem Braga
Veio o vento frio, e depois o temporal noturno,
e depois da lenta chuva que passou toda a manhã
caindo e ainda voltou algumas vezes durante o dia, a
cidade entardeceu em brumas. Então o homem
esqueceu o trabalho e as promissórias, esqueceu a
condução e o telefone e o asfalto, e saiu andando
lentamente por aquele morro coberto de um mato
viçoso, perto de sua casa. O capim cheio de água
molhava seu sapato e as pernas da calça; o mato
escurecia sem vaga-lumes nem grilos.
Pôs a mão no tronco de uma árvore pequena,
sacudiu um pouco, e recebeu nos cabelos e na cara as
gotas de água como se fosse uma benção. Ali perto
mesmo a cidade murmurava, estava com seus ruídos
vespertinos, ranger de bondes, buzinar impacientes de
carros, vozes indistintas; mas ele via apenas algumas
árvores, um canto de mato, uma pedra escura. Ali
perto, dentro de uma casa fechada, um telefone batia,
silenciava, batia outra vez, interminável, paciente,
melancólico. Alguém, com certeza já sem esperança,
insistia em querer falar com alguém.
Por um instante, o homem voltou seu
pensamento para a cidade e sua vida. Aquele telefone
tocando em vão era um dos milhões de atos falhados
da vida urbana. Pensou no desgaste nervoso dessa
vida, nos desencontros, nas incertezas, no jogo de
ambições e vaidades, na procura de amor e de
importância, na caça ao dinheiro e aos prazeres.
Ainda bem que de todas as cidades do mundo o Rio é
a única a permitir a evasão fácil para o mar e a
floresta. Ele estava ali num desses limites entre a
cidade dos homens e a natureza pura; ainda pensava
em seus problemas urbanos – mas um camaleão
correu de súbito, um passarinho piou triste em algum
ramo, e o homem ficou atento àquela humilde vida
animal e também à vida silenciosa e úmida das
árvores, e à pedra escura, com uma pele de musgo e
seu misterioso coração mineral.
E pouco a pouco ele foi sentindo uma paz
naquele começo de escuridão, sentiu vontade de
deitar e dormir entre a erva úmida, de se tornar um
confuso ser vegetal, num grande sossego, farto de
terra e de água; ficaria verde, emitiria raízes e folhas,
seu tronco seria um tronco escuro, grosso, seus ramos formariam copa densa, e ele seria, sem angústia nem
amor, sem desejo nem tristeza, forte, quieto, imóvel,
feliz.
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O mato
Rubem Braga
Veio o vento frio, e depois o temporal noturno,
e depois da lenta chuva que passou toda a manhã
caindo e ainda voltou algumas vezes durante o dia, a
cidade entardeceu em brumas. Então o homem
esqueceu o trabalho e as promissórias, esqueceu a
condução e o telefone e o asfalto, e saiu andando
lentamente por aquele morro coberto de um mato
viçoso, perto de sua casa. O capim cheio de água
molhava seu sapato e as pernas da calça; o mato
escurecia sem vaga-lumes nem grilos.
Pôs a mão no tronco de uma árvore pequena,
sacudiu um pouco, e recebeu nos cabelos e na cara as
gotas de água como se fosse uma benção. Ali perto
mesmo a cidade murmurava, estava com seus ruídos
vespertinos, ranger de bondes, buzinar impacientes de
carros, vozes indistintas; mas ele via apenas algumas
árvores, um canto de mato, uma pedra escura. Ali
perto, dentro de uma casa fechada, um telefone batia,
silenciava, batia outra vez, interminável, paciente,
melancólico. Alguém, com certeza já sem esperança,
insistia em querer falar com alguém.
Por um instante, o homem voltou seu
pensamento para a cidade e sua vida. Aquele telefone
tocando em vão era um dos milhões de atos falhados
da vida urbana. Pensou no desgaste nervoso dessa
vida, nos desencontros, nas incertezas, no jogo de
ambições e vaidades, na procura de amor e de
importância, na caça ao dinheiro e aos prazeres.
Ainda bem que de todas as cidades do mundo o Rio é
a única a permitir a evasão fácil para o mar e a
floresta. Ele estava ali num desses limites entre a
cidade dos homens e a natureza pura; ainda pensava
em seus problemas urbanos – mas um camaleão
correu de súbito, um passarinho piou triste em algum
ramo, e o homem ficou atento àquela humilde vida
animal e também à vida silenciosa e úmida das
árvores, e à pedra escura, com uma pele de musgo e
seu misterioso coração mineral.
E pouco a pouco ele foi sentindo uma paz
naquele começo de escuridão, sentiu vontade de
deitar e dormir entre a erva úmida, de se tornar um
confuso ser vegetal, num grande sossego, farto de
terra e de água; ficaria verde, emitiria raízes e folhas,
seu tronco seria um tronco escuro, grosso, seus ramos formariam copa densa, e ele seria, sem angústia nem
amor, sem desejo nem tristeza, forte, quieto, imóvel,
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Veio o vento frio, e depois o temporal noturno,
e depois da lenta chuva que passou toda a manhã
caindo e ainda voltou algumas vezes durante o dia, a
cidade entardeceu em brumas. Então o homem
esqueceu o trabalho e as promissórias, esqueceu a
condução e o telefone e o asfalto, e saiu andando
lentamente por aquele morro coberto de um mato
viçoso, perto de sua casa. O capim cheio de água
molhava seu sapato e as pernas da calça; o mato
escurecia sem vaga-lumes nem grilos.
Pôs a mão no tronco de uma árvore pequena,
sacudiu um pouco, e recebeu nos cabelos e na cara as
gotas de água como se fosse uma benção. Ali perto
mesmo a cidade murmurava, estava com seus ruídos
vespertinos, ranger de bondes, buzinar impacientes de
carros, vozes indistintas; mas ele via apenas algumas
árvores, um canto de mato, uma pedra escura. Ali
perto, dentro de uma casa fechada, um telefone batia,
silenciava, batia outra vez, interminável, paciente,
melancólico. Alguém, com certeza já sem esperança,
insistia em querer falar com alguém.
Por um instante, o homem voltou seu
pensamento para a cidade e sua vida. Aquele telefone
tocando em vão era um dos milhões de atos falhados
da vida urbana. Pensou no desgaste nervoso dessa
vida, nos desencontros, nas incertezas, no jogo de
ambições e vaidades, na procura de amor e de
importância, na caça ao dinheiro e aos prazeres.
Ainda bem que de todas as cidades do mundo o Rio é
a única a permitir a evasão fácil para o mar e a
floresta. Ele estava ali num desses limites entre a
cidade dos homens e a natureza pura; ainda pensava
em seus problemas urbanos – mas um camaleão
correu de súbito, um passarinho piou triste em algum
ramo, e o homem ficou atento àquela humilde vida
animal e também à vida silenciosa e úmida das
árvores, e à pedra escura, com uma pele de musgo e
seu misterioso coração mineral.
E pouco a pouco ele foi sentindo uma paz
naquele começo de escuridão, sentiu vontade de
deitar e dormir entre a erva úmida, de se tornar um
confuso ser vegetal, num grande sossego, farto de
terra e de água; ficaria verde, emitiria raízes e folhas,
seu tronco seria um tronco escuro, grosso, seus ramos formariam copa densa, e ele seria, sem angústia nem
amor, sem desejo nem tristeza, forte, quieto, imóvel,
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O mato
Rubem Braga
Veio o vento frio, e depois o temporal noturno,
e depois da lenta chuva que passou toda a manhã
caindo e ainda voltou algumas vezes durante o dia, a
cidade entardeceu em brumas. Então o homem
esqueceu o trabalho e as promissórias, esqueceu a
condução e o telefone e o asfalto, e saiu andando
lentamente por aquele morro coberto de um mato
viçoso, perto de sua casa. O capim cheio de água
molhava seu sapato e as pernas da calça; o mato
escurecia sem vaga-lumes nem grilos.
Pôs a mão no tronco de uma árvore pequena,
sacudiu um pouco, e recebeu nos cabelos e na cara as
gotas de água como se fosse uma benção. Ali perto
mesmo a cidade murmurava, estava com seus ruídos
vespertinos, ranger de bondes, buzinar impacientes de
carros, vozes indistintas; mas ele via apenas algumas
árvores, um canto de mato, uma pedra escura. Ali
perto, dentro de uma casa fechada, um telefone batia,
silenciava, batia outra vez, interminável, paciente,
melancólico. Alguém, com certeza já sem esperança,
insistia em querer falar com alguém.
Por um instante, o homem voltou seu
pensamento para a cidade e sua vida. Aquele telefone
tocando em vão era um dos milhões de atos falhados
da vida urbana. Pensou no desgaste nervoso dessa
vida, nos desencontros, nas incertezas, no jogo de
ambições e vaidades, na procura de amor e de
importância, na caça ao dinheiro e aos prazeres.
Ainda bem que de todas as cidades do mundo o Rio é
a única a permitir a evasão fácil para o mar e a
floresta. Ele estava ali num desses limites entre a
cidade dos homens e a natureza pura; ainda pensava
em seus problemas urbanos – mas um camaleão
correu de súbito, um passarinho piou triste em algum
ramo, e o homem ficou atento àquela humilde vida
animal e também à vida silenciosa e úmida das
árvores, e à pedra escura, com uma pele de musgo e
seu misterioso coração mineral.
E pouco a pouco ele foi sentindo uma paz
naquele começo de escuridão, sentiu vontade de
deitar e dormir entre a erva úmida, de se tornar um
confuso ser vegetal, num grande sossego, farto de
terra e de água; ficaria verde, emitiria raízes e folhas,
seu tronco seria um tronco escuro, grosso, seus ramos formariam copa densa, e ele seria, sem angústia nem
amor, sem desejo nem tristeza, forte, quieto, imóvel,
feliz.
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O mato
Rubem Braga
Veio o vento frio, e depois o temporal noturno,
e depois da lenta chuva que passou toda a manhã
caindo e ainda voltou algumas vezes durante o dia, a
cidade entardeceu em brumas. Então o homem
esqueceu o trabalho e as promissórias, esqueceu a
condução e o telefone e o asfalto, e saiu andando
lentamente por aquele morro coberto de um mato
viçoso, perto de sua casa. O capim cheio de água
molhava seu sapato e as pernas da calça; o mato
escurecia sem vaga-lumes nem grilos.
Pôs a mão no tronco de uma árvore pequena,
sacudiu um pouco, e recebeu nos cabelos e na cara as
gotas de água como se fosse uma benção. Ali perto
mesmo a cidade murmurava, estava com seus ruídos
vespertinos, ranger de bondes, buzinar impacientes de
carros, vozes indistintas; mas ele via apenas algumas
árvores, um canto de mato, uma pedra escura. Ali
perto, dentro de uma casa fechada, um telefone batia,
silenciava, batia outra vez, interminável, paciente,
melancólico. Alguém, com certeza já sem esperança,
insistia em querer falar com alguém.
Por um instante, o homem voltou seu
pensamento para a cidade e sua vida. Aquele telefone
tocando em vão era um dos milhões de atos falhados
da vida urbana. Pensou no desgaste nervoso dessa
vida, nos desencontros, nas incertezas, no jogo de
ambições e vaidades, na procura de amor e de
importância, na caça ao dinheiro e aos prazeres.
Ainda bem que de todas as cidades do mundo o Rio é
a única a permitir a evasão fácil para o mar e a
floresta. Ele estava ali num desses limites entre a
cidade dos homens e a natureza pura; ainda pensava
em seus problemas urbanos – mas um camaleão
correu de súbito, um passarinho piou triste em algum
ramo, e o homem ficou atento àquela humilde vida
animal e também à vida silenciosa e úmida das
árvores, e à pedra escura, com uma pele de musgo e
seu misterioso coração mineral.
E pouco a pouco ele foi sentindo uma paz
naquele começo de escuridão, sentiu vontade de
deitar e dormir entre a erva úmida, de se tornar um
confuso ser vegetal, num grande sossego, farto de
terra e de água; ficaria verde, emitiria raízes e folhas,
seu tronco seria um tronco escuro, grosso, seus ramos formariam copa densa, e ele seria, sem angústia nem
amor, sem desejo nem tristeza, forte, quieto, imóvel,
feliz.
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O mato
Rubem Braga
Veio o vento frio, e depois o temporal noturno,
e depois da lenta chuva que passou toda a manhã
caindo e ainda voltou algumas vezes durante o dia, a
cidade entardeceu em brumas. Então o homem
esqueceu o trabalho e as promissórias, esqueceu a
condução e o telefone e o asfalto, e saiu andando
lentamente por aquele morro coberto de um mato
viçoso, perto de sua casa. O capim cheio de água
molhava seu sapato e as pernas da calça; o mato
escurecia sem vaga-lumes nem grilos.
Pôs a mão no tronco de uma árvore pequena,
sacudiu um pouco, e recebeu nos cabelos e na cara as
gotas de água como se fosse uma benção. Ali perto
mesmo a cidade murmurava, estava com seus ruídos
vespertinos, ranger de bondes, buzinar impacientes de
carros, vozes indistintas; mas ele via apenas algumas
árvores, um canto de mato, uma pedra escura. Ali
perto, dentro de uma casa fechada, um telefone batia,
silenciava, batia outra vez, interminável, paciente,
melancólico. Alguém, com certeza já sem esperança,
insistia em querer falar com alguém.
Por um instante, o homem voltou seu
pensamento para a cidade e sua vida. Aquele telefone
tocando em vão era um dos milhões de atos falhados
da vida urbana. Pensou no desgaste nervoso dessa
vida, nos desencontros, nas incertezas, no jogo de
ambições e vaidades, na procura de amor e de
importância, na caça ao dinheiro e aos prazeres.
Ainda bem que de todas as cidades do mundo o Rio é
a única a permitir a evasão fácil para o mar e a
floresta. Ele estava ali num desses limites entre a
cidade dos homens e a natureza pura; ainda pensava
em seus problemas urbanos – mas um camaleão
correu de súbito, um passarinho piou triste em algum
ramo, e o homem ficou atento àquela humilde vida
animal e também à vida silenciosa e úmida das
árvores, e à pedra escura, com uma pele de musgo e
seu misterioso coração mineral.
E pouco a pouco ele foi sentindo uma paz
naquele começo de escuridão, sentiu vontade de
deitar e dormir entre a erva úmida, de se tornar um
confuso ser vegetal, num grande sossego, farto de
terra e de água; ficaria verde, emitiria raízes e folhas,
seu tronco seria um tronco escuro, grosso, seus ramos formariam copa densa, e ele seria, sem angústia nem
amor, sem desejo nem tristeza, forte, quieto, imóvel,
feliz.
Disponível em: https://palmeiradosindios.al.gov.br/
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Questão presente nas seguintes provas
3398871
Ano: 2024
Disciplina: Direitos Humanos
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Guaraciaba Norte-CE
Disciplina: Direitos Humanos
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Guaraciaba Norte-CE
Provas:
- Sistema Global de Proteção dos Direitos Humanos: Instrumentos NormativosConvenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher
Conforme a Convenção Sobre a Eliminação de Todas
as Formas de Discriminação Contra a Mulher, adoção
pelos Estados-Partes de medidas especiais, inclusive
as contidas na presente Convenção, destinadas a
proteger a maternidade.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
3398870
Ano: 2024
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Guaraciaba Norte-CE
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Guaraciaba Norte-CE
Provas:
Acerca dos poderes administrativos, analise as
sentenças a seguir:
I- Conveniência e oportunidade são os elementos principais do poder discricionário.
II- A conveniência diz respeito ao momento em que a atividade deve ser produzida.
III- No que concerne ao poder discricionário, as limitações à atividade administrativa abrangem, inclusive, a denominada discricionariedade técnica.
IV- No poder vinculado, à Administração criar os mecanismos de complementação das leis indispensáveis a sua efetiva aplicabilidade.
V- O poder regulamentar é juridicamente superior aos outros poderes.
Assinale a alternativa CORRETA.
I- Conveniência e oportunidade são os elementos principais do poder discricionário.
II- A conveniência diz respeito ao momento em que a atividade deve ser produzida.
III- No que concerne ao poder discricionário, as limitações à atividade administrativa abrangem, inclusive, a denominada discricionariedade técnica.
IV- No poder vinculado, à Administração criar os mecanismos de complementação das leis indispensáveis a sua efetiva aplicabilidade.
V- O poder regulamentar é juridicamente superior aos outros poderes.
Assinale a alternativa CORRETA.
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Questão presente nas seguintes provas
Dados os números racionais 2/3, 3/5, 4/9 e 2/5, a
divisão do maior deles pelo menor é:
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