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Foram encontradas 110 questões.

3887092 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Guaraciaba-SC
A colocação pronominal é um dos aspectos mais complexos da sintaxe da língua portuguesa, envolvendo regras de próclise, mesóclise e ênclise. Analise as afirmações a seguir, que apresentam exemplos e justificativas quanto ao emprego do pronome oblíquo:
I."Nunca me disseram a verdade." — Ocorre próclise.
II."Dar-me-ia por satisfeito se reconhecessem o meu esforço." — Ocorre mesóclise.
III."Chamem-me quando tudo estiver pronto." — Ocorre ênclise.
IV."Seus conselhos me ajudaram muito." — Ocorre ênclise.

Assinale a alternativa correta:
 

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3887091 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Guaraciaba-SC
Na língua portuguesa, os vícios de linguagem são desvios que comprometem a clareza, a lógica ou a correção do discurso, seja oral ou escrito. Esses desvios podem ocorrer por excesso de palavras, por inadequações gramaticais, por influência de estrangeirismos, por repetições sonoras ou ainda por construções que dificultam a interpretação. Considerando os principais vícios de linguagem, identifique a alternativa em que há ocorrência de barbarismo.
 

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3887090 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Guaraciaba-SC
A predicação verbal é fundamental para a análise sintática, uma vez que define se o verbo exige ou não complementos, ou se apenas liga o sujeito a uma qualidade. Observe a coluna I, que apresenta diferentes verbos dentro de enunciados, e a coluna II, que descreve os tipos de predicação verbal. Em seguida, faça a associação correta.
Coluna I I.A criança dormiu profundamente.
II.O diretor apresentou o projeto aos investidores.
III.A aluna parecia nervosa antes da prova.
IV.Ele sempre gosta de música clássica.
Coluna II A.Verbo transitivo direto e indireto.
B.Verbo intransitivo.
C.Verbo de ligação.
D.Verbo transitivo indireto.

Assinale a alternativa que apresenta a correspondência correta:
 

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3887089 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Guaraciaba-SC
Na análise sintática da oração, cada termo exerce uma função específica que contribui para a construção do sentido. Considerando essa classificação, assinale a alternativa em que o termo destacado foi corretamente identificado quanto à sua função.
 

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3887088 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Guaraciaba-SC
Os tipos textuais, conforme a linguística textual, constituem-se em estruturas básicas que organizam o discurso a partir de intenções comunicativas específicas. Cada um apresenta características próprias. Considerando a classificação destes tipos textuais, analise as assertivas abaixo:
I.A bula de remédio é um exemplo de texto injuntivo, pois orienta o leitor por meio de instruções e ordens.
II.Um editorial de jornal, ao sustentar uma tese e utilizar estratégias persuasivas, é um exemplo típico de texto argumentativo.
III.Uma biografia, ainda que contenha elementos opinativos, tem como predominância a estrutura narrativa, marcada pela sequência temporal de fatos.
IV.Uma letra de música jamais pode ser enquadrada no tipo narrativo, pois sempre se insere exclusivamente no descritivo.
Assinale a alternativa que indica quais afirmativas são verdadeiras:
 

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3887087 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Guaraciaba-SC

Por Que o Câncer de Pulmão Deixou de Ser Apenas "Coisa de Fumante"

O câncer de pulmão, tradicionalmente associado ao tabagismo, tem apresentado um perfil de pacientes em transformação nas últimas décadas. Hoje, a doença afeta mais mulheres, pessoas mais jovens e também aquelas que nunca fumaram, revelando novos fatores de risco que ultrapassam o hábito de fumar o cigarro comum. Entre eles, destacam-se o uso crescente de cigarros eletrônicos e a exposição à poluição.

Os dispositivos eletrônicos, cada vez mais comuns especialmente entre jovens, liberam aerossóis com múltiplas substâncias potencialmente tóxicas. Estudos recentes identificaram, inclusive, níveis elevados de metais pesados e outras toxinas em dispositivos descartáveis, o que preocupa especialistas e órgãos de vigilância sanitária, dada a falta de padronização e controle desses produtos, cuja venda é proibida no Brasil.

Outro fator que ajuda a explicar o surgimento do câncer de pulmão em não fumantes é a poluição atmosférica, sobretudo as partículas finas e poluentes provenientes do tráfego de veículos automotores. Pesquisas europeias mostraram uma associação consistente entre a exposição crônica a esses poluentes e o aumento da incidência de câncer de pulmão, efeito que também é observado entre pessoas que nunca fumaram, tema abordado em artigo publicado neste espaço em 2023.

Do ponto de vista clínico e de saúde pública, compreender esse novo perfil do câncer de pulmão leva a duas prioridades: a necessidade de ampliar as políticas de controle do tabaco para incluir dispositivos eletrônicos, com regulamentações e fiscalizações mais rigorosas, e a integração da qualidade do ar e da exposição ocupacional nas estratégias de prevenção, por meio do monitoramento ambiental e de ações para reduzir emissões em áreas urbanas. Essas iniciativas têm o potencial de proteger populações inteiras e reduzir a carga da doença a médio prazo.

Apesar da mudança no perfil epidemiológico, vale destacar que o câncer de pulmão ainda é, em grande parte, evitável. A combinação entre tabagismo tradicional, novos produtos eletrônicos e poluição do ar explica a evolução da doença, reforçando a urgência de ações coordenadas para frear essa tendência e proteger as gerações futuras.

Em escala global, o câncer de pulmão segue com índices alarmantes. Estimativas mais recentes indicam que esse número já chegou a 2,5 milhões de novos casos anuais, um avanço que evidencia a magnitude do problema no mundo.

No Brasil, as projeções do Instituto Nacional de Câncer (INCA) para este ano apontam para mais de 32 mil novos diagnósticos. A distribuição por sexo e região revela desigualdades importantes e reforça a necessidade de tratar a doença como uma prioridade estratégica de saúde pública, para um dos tumores mais incidentes no país.

https://forbes.com.br/forbessaude/2025/08/por-que-o-cancer-de-pulmao -deixou-de-ser-apenas-coisa-de-fumante/

A evolução do câncer de pulmão, mesmo diante de mudanças em seu perfil epidemiológico, continua a apresentar números preocupantes tanto no cenário global quanto no nacional. Nesse contexto, mais do que dados estatísticos, o texto sugere caminhos de enfrentamento que devem ser priorizados. Qual alternativa expressa de forma fiel essa orientação?
 

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3887086 Ano: 2025
Disciplina: Saúde Pública
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Guaraciaba-SC

Por Que o Câncer de Pulmão Deixou de Ser Apenas "Coisa de Fumante"

O câncer de pulmão, tradicionalmente associado ao tabagismo, tem apresentado um perfil de pacientes em transformação nas últimas décadas. Hoje, a doença afeta mais mulheres, pessoas mais jovens e também aquelas que nunca fumaram, revelando novos fatores de risco que ultrapassam o hábito de fumar o cigarro comum. Entre eles, destacam-se o uso crescente de cigarros eletrônicos e a exposição à poluição.

Os dispositivos eletrônicos, cada vez mais comuns especialmente entre jovens, liberam aerossóis com múltiplas substâncias potencialmente tóxicas. Estudos recentes identificaram, inclusive, níveis elevados de metais pesados e outras toxinas em dispositivos descartáveis, o que preocupa especialistas e órgãos de vigilância sanitária, dada a falta de padronização e controle desses produtos, cuja venda é proibida no Brasil.

Outro fator que ajuda a explicar o surgimento do câncer de pulmão em não fumantes é a poluição atmosférica, sobretudo as partículas finas e poluentes provenientes do tráfego de veículos automotores. Pesquisas europeias mostraram uma associação consistente entre a exposição crônica a esses poluentes e o aumento da incidência de câncer de pulmão, efeito que também é observado entre pessoas que nunca fumaram, tema abordado em artigo publicado neste espaço em 2023.

Do ponto de vista clínico e de saúde pública, compreender esse novo perfil do câncer de pulmão leva a duas prioridades: a necessidade de ampliar as políticas de controle do tabaco para incluir dispositivos eletrônicos, com regulamentações e fiscalizações mais rigorosas, e a integração da qualidade do ar e da exposição ocupacional nas estratégias de prevenção, por meio do monitoramento ambiental e de ações para reduzir emissões em áreas urbanas. Essas iniciativas têm o potencial de proteger populações inteiras e reduzir a carga da doença a médio prazo.

Apesar da mudança no perfil epidemiológico, vale destacar que o câncer de pulmão ainda é, em grande parte, evitável. A combinação entre tabagismo tradicional, novos produtos eletrônicos e poluição do ar explica a evolução da doença, reforçando a urgência de ações coordenadas para frear essa tendência e proteger as gerações futuras.

Em escala global, o câncer de pulmão segue com índices alarmantes. Estimativas mais recentes indicam que esse número já chegou a 2,5 milhões de novos casos anuais, um avanço que evidencia a magnitude do problema no mundo.

No Brasil, as projeções do Instituto Nacional de Câncer (INCA) para este ano apontam para mais de 32 mil novos diagnósticos. A distribuição por sexo e região revela desigualdades importantes e reforça a necessidade de tratar a doença como uma prioridade estratégica de saúde pública, para um dos tumores mais incidentes no país.

https://forbes.com.br/forbessaude/2025/08/por-que-o-cancer-de-pulmao -deixou-de-ser-apenas-coisa-de-fumante/

A mudança no perfil do câncer de pulmão exige que tanto a prática clínica quanto a saúde pública adaptem suas estratégias. Mais do que apenas considerar fatores individuais, torna-se necessário refletir sobre ações coletivas capazes de reduzir a incidência da doença. Nesse contexto, qual medida se mostra coerente com as prioridades destacadas no texto?
 

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3887085 Ano: 2025
Disciplina: Saúde Pública
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Guaraciaba-SC

Por Que o Câncer de Pulmão Deixou de Ser Apenas "Coisa de Fumante"

O câncer de pulmão, tradicionalmente associado ao tabagismo, tem apresentado um perfil de pacientes em transformação nas últimas décadas. Hoje, a doença afeta mais mulheres, pessoas mais jovens e também aquelas que nunca fumaram, revelando novos fatores de risco que ultrapassam o hábito de fumar o cigarro comum. Entre eles, destacam-se o uso crescente de cigarros eletrônicos e a exposição à poluição.

Os dispositivos eletrônicos, cada vez mais comuns especialmente entre jovens, liberam aerossóis com múltiplas substâncias potencialmente tóxicas. Estudos recentes identificaram, inclusive, níveis elevados de metais pesados e outras toxinas em dispositivos descartáveis, o que preocupa especialistas e órgãos de vigilância sanitária, dada a falta de padronização e controle desses produtos, cuja venda é proibida no Brasil.

Outro fator que ajuda a explicar o surgimento do câncer de pulmão em não fumantes é a poluição atmosférica, sobretudo as partículas finas e poluentes provenientes do tráfego de veículos automotores. Pesquisas europeias mostraram uma associação consistente entre a exposição crônica a esses poluentes e o aumento da incidência de câncer de pulmão, efeito que também é observado entre pessoas que nunca fumaram, tema abordado em artigo publicado neste espaço em 2023.

Do ponto de vista clínico e de saúde pública, compreender esse novo perfil do câncer de pulmão leva a duas prioridades: a necessidade de ampliar as políticas de controle do tabaco para incluir dispositivos eletrônicos, com regulamentações e fiscalizações mais rigorosas, e a integração da qualidade do ar e da exposição ocupacional nas estratégias de prevenção, por meio do monitoramento ambiental e de ações para reduzir emissões em áreas urbanas. Essas iniciativas têm o potencial de proteger populações inteiras e reduzir a carga da doença a médio prazo.

Apesar da mudança no perfil epidemiológico, vale destacar que o câncer de pulmão ainda é, em grande parte, evitável. A combinação entre tabagismo tradicional, novos produtos eletrônicos e poluição do ar explica a evolução da doença, reforçando a urgência de ações coordenadas para frear essa tendência e proteger as gerações futuras.

Em escala global, o câncer de pulmão segue com índices alarmantes. Estimativas mais recentes indicam que esse número já chegou a 2,5 milhões de novos casos anuais, um avanço que evidencia a magnitude do problema no mundo.

No Brasil, as projeções do Instituto Nacional de Câncer (INCA) para este ano apontam para mais de 32 mil novos diagnósticos. A distribuição por sexo e região revela desigualdades importantes e reforça a necessidade de tratar a doença como uma prioridade estratégica de saúde pública, para um dos tumores mais incidentes no país.

https://forbes.com.br/forbessaude/2025/08/por-que-o-cancer-de-pulmao -deixou-de-ser-apenas-coisa-de-fumante/

Mudanças no comportamento epidemiológico de determinadas doenças revelam como fatores sociais, culturais e ambientais podem alterar os grupos mais afetados ao longo do tempo. No caso do câncer de pulmão, os dados mais recentes apontam que sua ocorrência não se limita mais ao perfil clássico do fumante inveterado. Diante dessa transformação, qual interpretação se mostra coerente com o texto apresentado?
 

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3887084 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Guaraciaba-SC

Por Que o Câncer de Pulmão Deixou de Ser Apenas "Coisa de Fumante"

O câncer de pulmão, tradicionalmente associado ao tabagismo, tem apresentado um perfil de pacientes em transformação nas últimas décadas. Hoje, a doença afeta mais mulheres, pessoas mais jovens e também aquelas que nunca fumaram, revelando novos fatores de risco que ultrapassam o hábito de fumar o cigarro comum. Entre eles, destacam-se o uso crescente de cigarros eletrônicos e a exposição à poluição.

Os dispositivos eletrônicos, cada vez mais comuns especialmente entre jovens, liberam aerossóis com múltiplas substâncias potencialmente tóxicas. Estudos recentes identificaram, inclusive, níveis elevados de metais pesados e outras toxinas em dispositivos descartáveis, o que preocupa especialistas e órgãos de vigilância sanitária, dada a falta de padronização e controle desses produtos, cuja venda é proibida no Brasil.

Outro fator que ajuda a explicar o surgimento do câncer de pulmão em não fumantes é a poluição atmosférica, sobretudo as partículas finas e poluentes provenientes do tráfego de veículos automotores. Pesquisas europeias mostraram uma associação consistente entre a exposição crônica a esses poluentes e o aumento da incidência de câncer de pulmão, efeito que também é observado entre pessoas que nunca fumaram, tema abordado em artigo publicado neste espaço em 2023.

Do ponto de vista clínico e de saúde pública, compreender esse novo perfil do câncer de pulmão leva a duas prioridades: a necessidade de ampliar as políticas de controle do tabaco para incluir dispositivos eletrônicos, com regulamentações e fiscalizações mais rigorosas, e a integração da qualidade do ar e da exposição ocupacional nas estratégias de prevenção, por meio do monitoramento ambiental e de ações para reduzir emissões em áreas urbanas. Essas iniciativas têm o potencial de proteger populações inteiras e reduzir a carga da doença a médio prazo.

Apesar da mudança no perfil epidemiológico, vale destacar que o câncer de pulmão ainda é, em grande parte, evitável. A combinação entre tabagismo tradicional, novos produtos eletrônicos e poluição do ar explica a evolução da doença, reforçando a urgência de ações coordenadas para frear essa tendência e proteger as gerações futuras.

Em escala global, o câncer de pulmão segue com índices alarmantes. Estimativas mais recentes indicam que esse número já chegou a 2,5 milhões de novos casos anuais, um avanço que evidencia a magnitude do problema no mundo.

No Brasil, as projeções do Instituto Nacional de Câncer (INCA) para este ano apontam para mais de 32 mil novos diagnósticos. A distribuição por sexo e região revela desigualdades importantes e reforça a necessidade de tratar a doença como uma prioridade estratégica de saúde pública, para um dos tumores mais incidentes no país.

https://forbes.com.br/forbessaude/2025/08/por-que-o-cancer-de-pulmao -deixou-de-ser-apenas-coisa-de-fumante/

O avanço da tecnologia trouxe novas formas de consumo que, embora apresentem aparência de modernidade e praticidade, podem esconder sérios riscos à saúde pública. No caso dos dispositivos eletrônicos para fumar, a preocupação não está apenas no hábito em si, mas também em aspectos relacionados à sua composição e regulamentação. Diante disso, qual conclusão reflete as implicações destacadas no texto?
 

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3887083 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Guaraciaba-SC

Por Que o Câncer de Pulmão Deixou de Ser Apenas "Coisa de Fumante"

O câncer de pulmão, tradicionalmente associado ao tabagismo, tem apresentado um perfil de pacientes em transformação nas últimas décadas. Hoje, a doença afeta mais mulheres, pessoas mais jovens e também aquelas que nunca fumaram, revelando novos fatores de risco que ultrapassam o hábito de fumar o cigarro comum. Entre eles, destacam-se o uso crescente de cigarros eletrônicos e a exposição à poluição.

Os dispositivos eletrônicos, cada vez mais comuns especialmente entre jovens, liberam aerossóis com múltiplas substâncias potencialmente tóxicas. Estudos recentes identificaram, inclusive, níveis elevados de metais pesados e outras toxinas em dispositivos descartáveis, o que preocupa especialistas e órgãos de vigilância sanitária, dada a falta de padronização e controle desses produtos, cuja venda é proibida no Brasil.

Outro fator que ajuda a explicar o surgimento do câncer de pulmão em não fumantes é a poluição atmosférica, sobretudo as partículas finas e poluentes provenientes do tráfego de veículos automotores. Pesquisas europeias mostraram uma associação consistente entre a exposição crônica a esses poluentes e o aumento da incidência de câncer de pulmão, efeito que também é observado entre pessoas que nunca fumaram, tema abordado em artigo publicado neste espaço em 2023.

Do ponto de vista clínico e de saúde pública, compreender esse novo perfil do câncer de pulmão leva a duas prioridades: a necessidade de ampliar as políticas de controle do tabaco para incluir dispositivos eletrônicos, com regulamentações e fiscalizações mais rigorosas, e a integração da qualidade do ar e da exposição ocupacional nas estratégias de prevenção, por meio do monitoramento ambiental e de ações para reduzir emissões em áreas urbanas. Essas iniciativas têm o potencial de proteger populações inteiras e reduzir a carga da doença a médio prazo.

Apesar da mudança no perfil epidemiológico, vale destacar que o câncer de pulmão ainda é, em grande parte, evitável. A combinação entre tabagismo tradicional, novos produtos eletrônicos e poluição do ar explica a evolução da doença, reforçando a urgência de ações coordenadas para frear essa tendência e proteger as gerações futuras.

Em escala global, o câncer de pulmão segue com índices alarmantes. Estimativas mais recentes indicam que esse número já chegou a 2,5 milhões de novos casos anuais, um avanço que evidencia a magnitude do problema no mundo.

No Brasil, as projeções do Instituto Nacional de Câncer (INCA) para este ano apontam para mais de 32 mil novos diagnósticos. A distribuição por sexo e região revela desigualdades importantes e reforça a necessidade de tratar a doença como uma prioridade estratégica de saúde pública, para um dos tumores mais incidentes no país.

https://forbes.com.br/forbessaude/2025/08/por-que-o-cancer-de-pulmao -deixou-de-ser-apenas-coisa-de-fumante/

A evolução do perfil de pacientes com câncer de pulmão tem revelado a importância de fatores ambientais além do tabagismo. Estudos recentes ampliam a compreensão sobre elementos externos que podem favorecer o desenvolvimento da doença, atingindo inclusive indivíduos que jamais tiveram contato direto com o cigarro. Considerando essa perspectiva, qual interpretação se mostra alinhada ao trecho apresentado?
 

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